sexta-feira, 18 de novembro de 2022

0 MISSÕES - Qual o tema do DIP 2023? - Missão Portas Abertas


 


Descubra qual será o alvo das orações de milhões de cristãos brasileiros em 4 de junho de 2023

 

Países onde a perseguição é extrema precisam da intercessão das igrejas brasileiras


O tema do Domingo da Igreja Perseguida (DIP) 2023 é “Os Países Mais Perigosos para os Cristãos”. No dia 4 de junho, as igrejas brasileiras poderão interceder e conhecer melhor a realidade dos irmãos na fé que vivem nos países da Lista Mundial da Perseguição classificados com nível de perseguição extrema.  


Seguir a Jesus nesses locais é enfrentar a exclusão da família e sociedade, não ter onde trabalhar, não poder estudar, não ter acesso a saúde, ser preso, sequestrado ou torturado, enviado para campo de trabalho forçado e até mesmo ser morto.  

 

Perseguição extrema 

No Afeganistão, por exemplo, os cristãos que restaram após a invasão do Talibã precisam viver a fé em segredo. Caso sejam descobertos podem ter as casas invadidas a qualquer momento, ser agredidos e assassinados por jihadistas. Zabi (pseudônimo) teve o pai torturado e morto, e o irmão sequestrado. Ela e a mãe fugiram do país e vivem como refugiadas em um país vizinho.  


Já na Coreia do Norte, o destino de muitos cristãos é o campo de trabalho forçado. Com pouca comida e pesadas jornadas de trabalho, o governo tenta minar a saúde física e mental dos seguidores de Jesus para que neguem a fé. 
 

Em países onde há o radicalismo religioso como na Índia, os cristãos são vítimas de ataques de multidões inflamadas pelos discursos de ódio de líderes religiosos ou de partidos nacionalistas.  


O pastor Sudeep foi vigiado por agentes do governo e preso sob uma acusação falsa. “[Policiais e extremistas hindus] forçavam sua entrada no culto e me empurraram para dentro da viatura, me trancando diversas vezes em uma cela por longas horas. Enquanto estive preso, me ameaçavam severamente e tentavam me forçar a abandonar a fé e parar de pregar", revelou.  

 

Organize o DIP 2023 

Junte-se a nós no maior evento de intercessão pela Igreja Perseguida no Brasil. Peça autorização ao líder de sua igreja e cadastre-se para promover o DIP 2023. Inscreva-se! 

 

 

 



FONTE: https://portasabertas.org.br/noticias/cristaos-perseguidos/qual-o-tema-do-dip-2023

sábado, 12 de novembro de 2022

0 Revista adultos 1° trimestre 2023 (CPAD)


 



LIÇÃO 1 – O Avivamento Espiritual


LIÇÃO 2 – O Avivamento no Antigo Testamento


LIÇÃO 3 – O Avivamento no Novo Testamento

LIÇÃO 4 – O Ministério Avivado de Jesus


LIÇÃO 5 – O Avivamento na Vida da Igreja

LIÇÃO 6 – O Avivamento no Ministério de Pedro


LIÇÃO 7 – Estevão – Um Mártir Avivado

LIÇÃO 8 – O Avivamento Espiritual no Mundo

LIÇÃO 9 – O Avivamento Pentecostal no Brasil

LIÇÃO 10 – O Avivamento na Vida Pessoal

LIÇÃO 11 – Avivamento e a Missão da Igreja

LIÇÃO 12 – Vivendo no Espírito

LIÇÃO 13 – Aviva, O Senhor, a Tua Obra

Revistas Lições Bíblicas para a Escola Dominical do 1º trimestre de 2023
A Palavra de Deus sendo ensinada a cristãos de todas as idades, todos os domingos

COMETARISTA: Pastor Elinaldo Renovato de Lima

Acessar biografia do Pastor: https://www.adparnamirim.com.br/pessoa/pastor-elinaldo-renovato-de-lima/

terça-feira, 8 de novembro de 2022

0 Bíblia de Estudos Shedd


 

A primeira Bíblia de estudos com notas totalmente desenvolvidas no contexto da igreja brasileira. - Cada livro da Bíblia é aberto com uma introdução desenvolvida pelo Dr. Russell Shedd. Um minucioso esboço da estrutura do livro complementa o conjunto de ferramentas singulares da Bíblia de Estudos Shedd. - São mais de 10 mil comentários em notas de rodapé - Contém 117 páginas de concordância bíblica: 15 mapas coloridoscronologia bíblicatabela de pesos, dinheiro e medidas. - Centenas de notas explicativas que auxiliam o pregador ou líder de pequenos grupos na preparação de sermões e estudos.

Especificação do produto
Marca: Vida Nova
Tradução: Almeida Revista e Atualizada
Tamanho da letra: Média
Idioma: português
Capa: flexível
Acabamento: luxo
Medida: 16 x 22 cm
Páginas: 1964
Índice: não
Peso: 1,000 kg
EAN: 9788527504560
SKU: 40545

domingo, 6 de novembro de 2022

1 Reflexão – sobre as eleições 2022 e o governo do PT no Brasil


 



Texto: Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas.
De modo que aquele que se opõe à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação.
Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela,
visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal.
É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência”.

Romanos 13:1-5

 

Introdução – Após muita relutância resolvi escrever algumas linhas sobre a política brasileira tão polêmica e para ser mais específico, sobre os próximos quatro anos de governo PT em nosso país. Reluto escrever sobre esse assunto, não por considerá-lo irrelevante, mas por duas razões específicas: Na primeira eu reconheço minhas limitações para discutir a fundo algo de tamanha envergadura; e diferente de alguns, não gosto de ficar espalhando Fake News ou mesmo repetindo o que ouço dos outros. Em segundo plano, prefiro falar sobre coisas muito mais importantes para o povo de Deus, tais como: Bibliologia, vida cristã, escatologia,etc.

Minha posição sobre política e igreja

Todos os que leem o meu blog sabem o que penso a respeito da “junção” entre igreja e governo, ou seja, do apoio dado pela igreja, como organismo e organização à política partidária em nosso país. Sou totalmente contra, pois a meu ver a igreja tem outras funções, e fazer propaganda para esse ou aquele partido, não é uma delas.

Eu, pessoa individual, cidadão brasileiro devo e posso votar e ser votado, escolher um lado (partido) e discutir política (com entendimento), mas quanto a transformar os templos em comitês e os pastores em cabos eleitorais isso eu não vou concordar NUNCA.

Nesses últimos dias ou anos, a igreja tem se engajado numa luta, ou numa militância em nosso país que sendo sincero me assusta. Vemos nos quatro cantos desse grande Brasil cristãos (pelo menos de nome) gritando palavras de ordem, defendendo seu candidato favorito, as vezes a base de xingamentos e outros até mesmo defendendo intervenção militar ou ditatura militar.

Tudo isso me faz questionar: Será essa mesma a posição que a Igreja de Cristo deve adotar? Será mesmo esse o caminho para construirmos o reino de Deus? Foi esse o exemplo que Jesus e os apóstolos nos deixaram? Bem, pelo menos eu nunca li nenhum trecho do Novo Testamento em que o Senhor Jesus incitava seus seguidores a protestar contra o império romano, tão pouco vi Paulo e os demais escritores epistolares fazerem isso. Então de onde nosso povo tirou essa ideia?

Quanto ao PT

Nunca votei e jamais votarei em partidos de esquerda e que apoiam ou defendem práticas que sejam contrárias à palavra de Deus e aos princípios cristãos. Sendo o PT, um protagonista desse mal, seria impensável que eu votasse ou defendesse um partido com essa filosofia. Ademais, todos sabem que esse partido comunga com regimes socialistas, comunistas e totalitários (ditaduras) que mataram e ainda matam centenas de pessoas mundo afora.

Outrossim, não podemos ignorar que o representante do partido (PT) foi julgado e condenado em várias instâncias, sem falar nos processos que ainda sobejam sobre o mesmo nos tribunais de nosso país (https://www.jusbrasil.com.br/processos/nome/26547307/luiz-inacio-lula-da-silva). Não podemos simplesmente nos fazer de cegos perante a dura verdade de que escolhemos um “êx presidiário” para administrar um dos maiores países da América Latina. O que isso vai dar? Não sei, assim como você, mas temo que daí não saia coisa boa.

Não posso compactuar com um partido que defende o aborto livre, pois considero a vida um dom de Deus e acredito que somente Ele tem autoridade e poder para determinar o dia em que ela deve cessar. Defender o genocídio de milhares de crianças (fetos) que não pediram para ser gerados, eu não posso admitir e nem dar o meu apoio.

Jamais darei o meu aval a qualquer partido, ideologia ou movimento que tenciona destruir a família tradicional criada e defendida pelo Deus criador do céu e da terra. Assim como jamais concordarei com a liberação (descriminalização) de drogas ilícitas, seja em nome de qualquer pretexto. As drogas são nocivas, destruidoras e terríveis ao ser humano. Tendo-se provado esse fato pela simples observação de famílias esfaceladas, vidas transformadas em zumbis e crimes cometidos por causa direta de drogas ou em nome delas.

Sobre o Brasil e a Igreja nos próximos quatro anos

Chega a ser até engraçado as pessoas imaginarem que a partir de 01 de Janeiro de 2023 Lula vai balançar a varinha mágica e simplesmente tudo vai mudar em nosso país (taxa de desemprego vai cair, preços irão ser drasticamente reduzidos e os salários irão aumentar) como se fosse assim tão fácil. Esquecem essas mesmas pessoas, que em quase 12 anos de governo desse mesmo partido nada foi feito nesse sentido, então por que de repente tudo mudaria como num passe de mágica?

O que vejo são dificuldades cada vez maiores que o nosso Brasil enfrentará em todas as áreas (financeira, social, política e internacional) e terá bastante tempo (04 anos) para chorar suas lágrimas de arrependimento.

Quanto à Igreja de Jesus que se prepare, pois o inimigo dela virá com tudo para tirá-la do páreo. Desde perseguições abertas, veladas, leis anticristãs, ideologias estranhas e tudo mais que se possa imaginar, o diabo criará para barrar a marcha da igreja.

Conclusão - Agora me alegra saber que a Igreja foi criada e levantada por Deus e nenhum governo, seja liberal, democrático, comunista ou totalitário irá parar a marcha da Igreja de Cristo. Foi promessa do Senhor Jesus: “As portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Creio e defendo essa verdade a qualquer preço, pois quem sustenta a causa é o Senhor e se ele sustenta a causa ele será sustentada, como disse nosso irmão Martinho Lutero.

O que tão somente devemos fazer é nos manter de joelhos diante de Deus, pois ele e não homem algum pode defender a causa da igreja nesse país. Essa de achar que A ou B irá defender a Igreja é balela, pois nesses dois mil anos de cristianismo Deus não precisou de homem no poder (político) para que sua igreja estivesse de pé.

Vamos avante, pois o Senhor é conosco.

 

Do vosso conservo em Cristo,

 

João Augusto de Oliveira

 


sábado, 5 de novembro de 2022

0 BÍBLIA DE ESTUDO ANOTADA | EXPANDIDA | CHARLES C. RYRIE


Bíblia de Estudo Anotada | Expandida | Charles C. Ryrie

Bíblia de Estudo Anotada | Expandida | Charles C. Ryrie é um lançamento do Mundo Cristão, versão Revista e Atualizada representa nada menos que um aperfeiçoamento vultuoso da consagrada Bíblia de estudo que muitos leitores já consideram a mais completa, é muito útil para o uso uso diário. 

De acordo com as fontes, dentre as dezenas de Bíblias de estudo disponíveis no exterior, em 1991, optaram por traduzir The Ryrie Study Bible por diversas razões: a extraordinária clareza da redação das notas e do material adicional, a grande quantidade de complementos ao texto, a boa organização e a natureza interdenominacional da obra. Trata-se de uma Bíblia de estudo altamente útil para muitos milhares de cristãos brasileiros. A edição original desta Bíblia serviu bem aos seus leitores - tanto estudiosos como leigos -, muitos dos quais consideram esta obra a mais completa e definitiva do mercado nacional.

Nesta edição você encontrará:

Referências cruzadas: 38 mil referências, dispostas na coluna central, indicam ao leitor passagens bíblicas que abordam um tema semelhante.

Introduções: no início de cada livro bíblico há uma introdução com diversas informações, como autor, conteúdo, esboço do conteúdo e cronologia. Os itens do esboço aparecem como título das seções e destacam seu conteúdo. Há ainda introduções gerais ao Antigo Testamento, Período Intertestamentário e Novo Testamento.

Notas de rodapé: são cerca de 10 mil versículos anotados, ajudando o leitor a compreender melhor o texto bíblico. Os assuntos principais das notas são ordenados num índice, no final da Bíblia.

Mapas e quadros temáticos: mais de 120 quadros, gráficos e mapas dispostos ao longo da Bíblia.

Concordância: mais de 3800 verbetes abrangendo 22.404 passagens bíblicas.

Outros recursos: Classificação dos livros do Antigo Testamento, cronologia, harmonia dos Evangelhos, índice dos assuntos principais das notas, índice tópico das Escrituras, ordem cronológica dos livros, plano de leitura da Bíblia, tabelas de pesos, medidas e moedas, artigos especiais.

CATACTERÍSTICAS

  • Capa: Semi-Luxo
  • Tipo de Estudo: Bíblicos
  • Idioma: Português
  • Versão: ARA | Almeida Revista e Atualizada
  • Tamanho da Letra: Normal
  • Ano de Edição: 2021
  • Páginas: 1504
  • Dimensões: 17 x 24 x 3 cm
  • Data de Publicação: 2021-03-19


 

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

0 EBD – Lição 06: A Justiça de Deus | 4° Trimestre De 2022 | Adultos



Lição 6 – A Justiça de Deus

 

INTRODUÇÃO
I – SOBRE A IDENTIFICAÇÃO DO JUÍZO DIVINO
II – SOBRE A PETIÇÃO QUE DEUS NÃO ATENDE
III – SOBRE A INTERCESSÃO DE NOÉ, DANIEL E JÓ

CONCLUSÃO

Esta sexta lição tem três objetivos que os professores devem buscar atingi-los:

1. Identificar o juízo divino;
2. Mostrar a petição que Deus não atende;
3. Refletir a respeito da intercessão de Noé, Daniel e Jó.

O livro de Ezequiel registra que pelo menos três vezes uma comitiva de “anciãos de Israel” (14.1; 20.1), identificados também como “anciãos de Judá” (8.1), foi consultar o Profeta. Foi justamente quando eles estavam sentados diante de Ezequiel que vieram da parte de Javé os discursos registrados nesses capítulos, algo como “de repente, veio do céu” (At 2.2). Se a profecia veio nesse contexto da reunião, é possível que o objetivo dessa consulta tenha sido a busca de um oráculo da parte de Javé, mas tudo indica que o discurso da primeira parte do presente capítulo (14.1-11) seja uma repreensão a esses anciãos de Israel (14.3).

Na primeira e na última consulta, há menção da data do evento: “sexto ano”, ano 592 a.C. (8.1), uma referência ao cativeiro de Joaquim, rei de Judá, catorze meses depois da visão inaugural (1.1-3). A última ocorreu “no sétimo ano” (20.1), que, segundo Block, equivale a cerca de onze meses depois da visão de 8.1-3; é o “dia 14 de agosto de 591 a.C.”.[1] Mas não se tem a data da entrega do oráculo em tela, nem foi por meio de uma visão, mas da tradicional chancela de autoridade espiritual muito comum nos profetas de Israel, que “veio a mim palavra do Senhor” (14.2). Depois da repreensão aos falsos profetas, o discurso é dirigido aos “anciãos de Israel” (14.1-3). O enfoque do presente estudo é a justiça de Deus, assunto da segunda parte (14.12-23). O discurso sobre o juízo divino nessa seção apresenta uma parte genérica e outra específica. A primeira parte desse oráculo é hipotético (14.12-20), e a segunda é dirigida a Jerusalém (14.21-23).

NOTAS
BLOCK, Daniel. Ezequiel – capítulos 1 a 24. São Paulo: Cultura Cristã, 2012, p. 564

Texto extraído da obra A Justiça Divina, editada pela CPAD.

Tag:, , , 

FONTE: https://www.escoladominical.com.br/2022/11/01/licao-6-a-justica-de-deus/ 

domingo, 30 de outubro de 2022

0 Reflexão Bíblica - Jesus bate à porta, mas poucos percebem.


 




Texto: Apocalipse 3.20 (Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele, e ele comigo.)

 

Introdução – Muitas interpretações têm sido levantadas sobre essa expressão usada pelo Senhor Jesus para a igreja de Laodiceia. Prega-se muito isso ao pecador, outros até espiritualizam dizendo que essa porta simboliza o coração do crente, que Jesus permanece a bater.

  Não vou aqui afirmar que interpretações (ou aplicações) como estas são totalmente implausíveis, contudo, não traduz o verdadeiro sentido do texto bíblico.

   O que Jesus estava dizendo literalmente era que devido ao estado pecaminoso dessa igreja (cegueira, arrogância, excesso de confiança nas riquezas e mornidão espiritual), ele batia à porta (não literalmente), porém ninguém parecia ouvi-lo.

   Mas o que pode acontecer com uma igreja para não ouvir o chamado do Mestre batendo a sua porta?

   É possível que nos dias de hoje isso aconteça? Quais as consequências de deixarmos o Senhor Jesus do lado de fora?

1.       Quando a igreja está envolvida em negócios mundanos – ela simplesmente não consegue ouvir o chamado do Mestre. Sejam quais forem as ocupações seculares da igreja (festas, carnaval, arraia, política etc.); ela não ouve Jesus chamar, o deixando do lado de fora.

 

2.       Quando a igreja segue sua própria rota – Deus tem um caminho para a Igreja de Cristo, porém, quando ela deixa de seguir por esse caminho e opta por outro, seja qual for, fica vulnerável a satanás e se assim persistir, deixa de ouvir a voz suave do meigo Jesus.

 

3.       É perfeitamente possível que várias congregações (grupos de salvos) não estejam ouvindo Jesus bater à sua porta – Sim e digo mais, estamos observando esse fenômeno em larga escala.

 

Muitas igrejas que se dizem cristãs, mas não têm o selo da promessa e nem a companhia de Cristo, pois o deixaram do lado de fora, enquanto praticam abominações dentro da casa de Deus.

 

E por que chegamos a essa conclusão?

 

a.       Quando Jesus está na casa há salvação de almas – O que menos tem havido hoje em dia nas nossas igrejas é exatamente “salvação de almas”. Pessoas entram e saem dos nossos templos, sem que tenham o mínimo desejo de serem salvas; sejam quais forem seus motivos.

b.       Quando Jesus está na casa há arrependimento – O melhor caminho até Jesus é o do “arrependimento”. Mas as pessoas preferem campanhas de sal grosso, de água do mar vermelho; de areia trazida do monte Sinai etc. Só não querem arrepender-se para que sejam apagados os pecados e venham assim os tempos de paz pela presença do Senhor.

c.        Quando Jesus está na casa há milagres – Não estou dizendo que o mais importante do evangelho são os milagres ou as curas, nem mesmo as libertações. Mas, acreditar num evangelho onde nada acontece na esfera sobrenatural é crer num Deus diferente do que está na Bíblia.

Deus operou milagres no Antigo Testamento, operou grandes sinais e prodígios no Novo Testamento, fez maravilhas na época dos pais da igreja ele o fará até a volta do Senhor Jesus (Marcos 16.17-18). Pensar diferente é crer num Deus estranho e adotar um evangelho anátema.

Por isso se na sua igreja (congregação local) não acontece mais nada CUIDADO, pois algo está muito errado com ela. Jesus pode estar batendo à porta, mas ninguém consegue ouvir.

 

 

Conclusão – Poderíamos fazer aqui centenas de considerações, mas acredito que estas já bastam por ora, para que temamos o fato de deixar Jesus do lado de fora das nossas vidas, famílias e congregações. Pois isto representa tudo de pior, pois Jesus mesmo disse: “sem mim nada podeis fazer”... então como uma igreja pode pensar em andar sem Jesus, pregar sem Jesus, prosperar sem Jesus ou ir para o céu sem Ele?

 

Do vosso conservo em Cristo,

       João Augusto de Oliveira

 

 

 

 

 


sábado, 29 de outubro de 2022

0 Ajude esse Blog a sobreviver (FAÇA UMA DOAÇÃO)

 



Olá amigos do Blog A Voz da Palavra Profética.

 

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  Deus te abençoe e multiplique grandemente....  (Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 2 Coríntios 9.7)

   Vosso conservo em Cristo,

     João Augusto de Oliveira

  

   Como contribuir com esse trabalho: PIX - 11947598862

0 Escola Bíblica Dominical - História e Importância.


 

Nos últimos dois séculos, a Escola Dominical, ou Escola Bíblica Dominical como hoje conhecemos [1], tem sido a principal agência de educação cristã das igrejas evangélicas ao redor do mundo. Em muitos lugares, essa instituição está em declínio e é alvo de críticas, mas até agora ninguém apresentou uma alternativa melhor. O conhecimento da história da Escola Bíblica Dominical nos permitirá avaliar melhor a sua importância e contínua relevância para os dias atuais.

História inicial da Escola Bíblica Dominical

Até o final do século 18, as igrejas protestantes europeias e norte-americanas dependiam dos seguintes recursos para a educação cristã de seus fiéis: (a) o lar – a principal fonte de orientação religiosa para as crianças era a atuação dos próprios pais e as devoções domésticas; (b) literatura – além da Bíblia, livros como O Peregrino, de John Bunyan, e catecismos como o de Heidelberg e o Breve Catecismo de Westminster também eram uma importante fonte de instrução religiosa; (c) o culto – a liturgia e em especial as pregações eram valiosos elementos de educação na fé; os puritanos ingleses deram importantes contribuições nessa área, com seus sermões profundamente bíblicos, doutrinários e práticos.

Surge a Escola Bíblica Dominical

No século 18, ocorreu um importante movimento religioso na Inglaterra que ficou conhecido como “Avivamento Evangélico”. Seus principais líderes foram John Wesley, Charles WesleyGeorge Whitefield e John Newton, entre outros. Esse avivamento impactou profundamente as igrejas e a sociedade inglesa, gerando muitos frutos espirituais e sociais: reforma das prisões, luta contra o trabalho infantil, campanha contra o tráfico de escravos, ênfase na educação, missões mundiais.

Nesse contexto, entrou em cena o jornalista Robert Raikes (1735-1811), da cidade de Gloucester, que começou a se preocupar com as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas durante a semana e aos domingos ficavam perambulando ociosas pelas ruas. Em 1780, ele criou uma escola para alfabetizar e evangelizar essas crianças. A escola funcionava das 10 às 17 horas e incluía aulas de leitura e redação, estudo da Bíblia e períodos devocionais. A ideia teve grande aceitação e em 1786 essas escolas já reuniam cerca de 200 mil crianças na Inglaterra. No início os professores eram pagos; depois passaram a ser voluntários.

Em poucos anos, o movimento se difundiu para outros países, inclusive os Estados Unidos. Em 1803 foi criada a União das Escolas Dominicais. As igrejas perceberam o valor desse método e passaram a utilizá-lo para a educação religiosa de seus fiéis. Com o passar do tempo, surgiram grandes associações que promoviam conferências, preparavam materiais didáticos e treinavam professores. O extraordinário movimento missionário do século 19 difundiu as escolas dominicais por todo o mundo. Foram realizadas muitas Convenções Mundiais de Escolas Dominicais, que atraíam milhares de delegados e importantes líderes das nações envolvidas.

A Escola Bíblica Dominical no Brasil

A primeira escola dominical permanente do Brasil foi fundada pelo casal Robert e Sarah Kalley em 19 de agosto de 1855, na cidade de Petrópolis (RJ). No início do século 20 foi criada no Rio de Janeiro a União das Escolas Dominicais do Brasil, uma filial da Associação Mundial de Escolas Dominicais. Mais tarde, passou a se chamar Conselho Nacional de Educação Religiosa. A partir de 1921, essa organização publicou as Lições Internacionais da Escola Dominical, seguindo o programa adotado por uma comissão internacional sediada em Chicago. Uma data muito valorizada pelas igrejas no começo do século 20 era o chamado “Dia do Rumo à Escola Dominical”.

Um grande entusiasta da educação cristã no Brasil foi o Rev. Erasmo de Carvalho Braga (1877-1932), professor do Mackenzie College, do Seminário Presbiteriano e do Colégio Culto à Ciência, em Campinas. Foi também o grande promotor da cooperação evangélica no Brasil, por meio de um entidade denominada Comissão Brasileira de Cooperação. Ele preparou 8 volumes do Livro do Professor, um material de apoio das Lições Internacionais, contendo comentários dos textos bíblicos, ricas ilustrações e valiosas sugestões pedagógicas para crianças, adolescentes e adultos.

Em julho de 1932, reuniu-se no Rio de Janeiro a 11ª Convenção Mundial de Escolas Dominicais, com mais de 1.300 delegados de 33 países. Foi o maior encontro do protestantismo mundial a realizar-se até então na América do Sul, causando forte impacto nas igrejas evangélicas do Brasil.

Nos anos 30 surgiu a organização Periódicos de Educação Religiosa, que publicava revistas para a escola dominical. Em 1977, essas revistas foram adquiridas pela Igreja Presbiteriana do Brasil e passaram a ser publicadas pela sua Junta de Educação Religiosa. O Rev. Odayr Olivetti ficou responsável pelo Departamento de Literatura e Publicações. Posteriormente, esse órgão passou a ser um departamento da Casa Editora Presbiteriana ou Editora Cultura Cristã, que publica até hoje as lições para a escola dominical.

Filosofia

Em 1924, o Rev. Herbert S. Harris, secretário geral da União das Escolas Dominicais do Brasil, argumentou que o objetivo da Escola Dominical era aperfeiçoar o caráter e a conduta dos alunos. Em seguida, lembrou que o ensino da lição era somente um dos meios a serem utilizados para alcançar esse objetivo.


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Ele sugeriu que esses meios eram sete: (a) o contato pessoal do professor ou dirigente da escola com o aluno; (b) a atmosfera espiritual que devia permear as atividades; (c) a boa amizade do aluno com seus colegas; (d) o ensino das lições bíblicas; (e) o interesse da escola pelo lar e pela vida particular do aluno; (f) programas especiais a serem desenvolvidos fora do horário da escola; (g) aparelhamento adequado para a escola funcionar de modo eficiente.

São muitos os benefícios que a educação cristã veiculada pela Escola Dominical pode trazer à igreja: evangelização, plantação de igrejas, cultura bíblica e teológica, edificação na fé, oportunidades de serviço cristão.

Realidade atual e perspectivas futuras

Existem várias críticas que se fazem à Escola Biblica Dominical e que devem ser objeto de cuidadosa reflexão:

  • Os temas tratados não despertam interesse: ficam restritos ao estudo da Escritura, não se procurando aplicá-la às necessidades de hoje; muitas vezes tais temas são repeticiosos e cansativos.
  • Os professores por vezes não são qualificados: não têm condições de responder os questionamentos mais difíceis dos alunos, principalmente jovens universitários e outras pessoas instruídas e questionadoras.
  • Os métodos didáticos são antiquados, privilegiando-se o formato da preleção pelo professor: há pouco diálogo e envolvimento dos alunos.
  • São utilizados poucos recursos audiovisuais, principalmente aqueles fornecidos pelas novas tecnologias.
  • A igreja tem atividades em excesso; há duplicidade de atividades (por exemplo, os jovens têm a sua classe de Escola Dominical e também as reuniões da mocidade).

O que fazer

  • A Escola Dominical não deve ser extinta, e sim revitalizada e atualizada.
  • Os pastores e os demais líderes da igreja precisam se interessar pelo fortalecimento da educação cristã.
  • É desejável haver uma comissão de pessoas qualificadas (teólogos, educadores, comunicadores) que possam assessorar a direção da Escola Dominical.
  • É importante discutir currículo, objetivos, materiais e métodos com criatividade e ousadia.
  • É fundamental o treinamento e aperfeiçoamento periódico dos professores.
  • Outra ideia é convidar palestrantes externos qualificados para falar à equipe da Escola Dominical.

Perspectivas futuras

A Escola Bíblica Dominical possui uma especificidade que a distingue de outras atividades da igreja, como o culto público ou as sociedades internas. Daí a sua validade permanente. Manter a Escola Bíblica Dominical não significa que não podem ser feitas adaptações. Por exemplo, podem ser criadas classes para casais, para adultos solteiros, para universitários, para a terceira idade.

É preciso repensar os fins da Escola Bíblica Dominical e como ela se insere no ministério total da igreja. A Escola Bíblica Dominical do futuro talvez deva se preocupar mais com os alunos e suas famílias, bem como com a missão da igreja no mundo. É preciso não perder de vista a questão maior que está em jogo: nosso compromisso com Cristo e seu evangelho.

Colossenses 1.28: “… o qual [Jesus Cristo] nós anunciamos, advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo”.

Efésios 4.12: “E ele mesmo concedeu uns para apóstolos… e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”.

2Timóteo 3.16s: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra”.


[1] O nome histórico sempre foi escola dominical (Sunday School). O acréscimo do adjetivo “bíblica” só ocorreu mais recentemente, em outras denominações (batistas, pentecostais), e então foi adotado por algumas igrejas presbiterianas.


Escola Bíblica Dominical, História e Importância | Alderi S. de Matos (ippinheiros.org.br)


 

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