sexta-feira, 24 de novembro de 2017
0 Reflexão: A você caro pregador!
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
0 REFLEXÃO - O Perigo das Raposas e das Raposinhas nas Vinhas do Senhor
Texto Base: "Apanhai-nos as raposas, as
raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em
flor." (Cantares 2:15)
NTRODUÇÃO
A raposa é um mamífero
carnívoro da família dos canídeos, composta por diversos gêneros e espécies.
São animais oportunistas que se alimentam de aves, roedores, insetos e ovos.
Curiosamente, os animais chamados de "raposas" na América do Sul são,
na realidade, "falsas raposas" (do gênero Pseudalopex),
diferindo das espécies europeias. No imaginário popular, a raposa é o símbolo
máximo da astúcia e esperteza.
Embora saibamos que as
raposas não se alimentam de uvas, o autor sagrado utiliza essa metáfora para
mostrar que elas danificam a estrutura das vinhas. Neste belo texto poético,
encontramos cinco elementos essenciais para nossa reflexão:
- As vinhas: O símbolo do rebanho e da
Igreja;
- As raposas: Os pecados manifestos que
destroem abertamente;
- As raposinhas: Os pequenos deslizes e
pecados ocultos;
- O cuidador da vinha: A responsabilidade
pastoral e liderança;
- O clamor "apanhai-nos": A
urgência da vigilância e da ação.
1. AS VINHAS
No contexto bíblico, a
vinha simboliza o rebanho, a congregação, a Igreja (Ekklesia). Quando o
escritor diz que as vinhas estão "em flor", ele evoca a imagem da
beleza e da vivacidade que a Igreja alcança em certos períodos.
É verdade que passamos
por épocas de escassez espiritual, mas devemos reconhecer quando a bênção de
Deus nos alcança poderosamente. É justamente nesses momentos de florescimento
que precisamos de vigilância redobrada, para que forças externas (raposas) não
causem danos à obra de Deus. Cristo estabeleceu Sua Igreja como "coluna e
firmeza da verdade" (1 Tm 3:15), para ser luz e sal, evitando a corrupção
do pecado. Embora as portas do inferno não prevaleçam contra ela (Mt 16:18),
isso não significa que o inimigo deixará de tentar danificá-la.
2. AS RAPOSAS (Pecados
Manifestos)
As raposas simbolizam
aquilo que destrói abertamente a vinha: o pecado. Algo preocupante nos dias de
hoje é ver pessoas "brincando" com o pecado, como se ele fosse
inofensivo. Pior ainda é quando líderes, responsáveis por cuidar da vinha,
ignoram o perigo ou, por omissão, permitem que essas raposas entrem.
Essas "raposas
grandes" são as concessões morais na casa de Deus: o adultério, divórcios
sem base bíblica, corrupção e a imoralidade que se espalha entre a juventude.
Tudo o que agride a santidade da obra é uma raposa destruidora.
3. AS RAPOSINHAS
(Pequenos Ocultos)
As raposinhas representam
os pecados que parecem passar despercebidos. Costumamos condenar as
"grandes raposas", mas esquecemos que os pequenos danos, por serem
constantes e sutis, podem ser ainda mais letais.
Jesus advertiu
severamente os religiosos de Sua época: "Ai de vós, escribas e
fariseus, hipócritas! Porque fechais o reino dos céus diante dos
homens..." (Mt 23:13). Fechamos as portas do Reino quando não
tratamos o pecado com o devido rigor e assistimos passivamente o rebanho agir
sem arrependimento.
As raposinhas
disfarçam-se de "coisas lícitas". É o famoso "nada a ver",
o "um pouquinho não faz mal" ou o jargão "Deus só quer o
coração". Só porque "todo mundo faz", não significa que seja
correto. Mentiras, roupas sensuais, maledicência (fofoca) e palavrões são
raposinhas que corroem a vinha e estragam os frutos do Espírito.
4. O CUIDADOR DA VINHA
Deus designou pastores
segundo o Seu coração para apascentar a Igreja com sabedoria, visando
apresentá-la como "virgem pura" a Cristo (Jr 3:15; Ef 4:11).
Muitos líderes precisam
despertar. Estão adquirindo a "síndrome de Arão": permitindo que o
povo dite as regras por medo de pressão ou perda de cargos. Caro pastor, se
você permitir que o mundanismo destrua a pureza da Igreja sob seus cuidados, Deus
cobrará esse zelo. É preferível indispor-se com homens do que com o Criador.
Como disse Samuel: "Se um homem pecar contra o Senhor, quem
intercederá por ele?" (1 Sm 2:25).
5. O CLAMOR
"APANHAI-NOS" (A Urgência da Vigilância)
O imperativo
"apanhai-nos" revela que a preservação da vinha não é um processo
passivo; exige ação imediata e decidida. Note que o texto não diz
"espantai-as", mas "apanhai-nos" — o que sugere captura,
contenção e remoção definitiva do que causa dano. Na vida espiritual, não basta
afastar o pecado temporariamente; é preciso lidar com ele na raiz, antes que as
flores se tornem frutos estragados.
Este clamor no plural
também nos ensina sobre a corresponsabilidade. Embora o pastor seja
o guarda principal, a igreja como um todo deve estar atenta. É um esforço
coletivo de santidade onde cada membro vigia a sua própria vida e cuida do seu
irmão.
Acima de tudo,
"apanhai-nos" é uma oração de dependência. Sozinhos, não temos
astúcia suficiente para vencer a esperteza das raposas. Precisamos clamar ao
Dono da Vinha que nos conceda discernimento pelo Espírito Santo para
identificar o perigo e força para agir contra ele. Como nos ensina o
Salmista: "Se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a
sentinela" (Salmos 127:1). A vigilância humana é necessária, mas
a vitória sobre as raposas que tentam invadir nosso coração e nossa igreja vem
do Senhor.
CONCLUSÃO
Deus entregou nas mãos de
cada líder uma noiva adornada e espera recebê-la da mesma forma em Sua volta. O
que diremos se, naquele Dia, entregarmos um rebanho ferido, sujo e desgastado
pela negligência?
Pense nisso,
João Augusto de Oliveira
domingo, 12 de novembro de 2017
0 Reflexão Bíblica: 03 razões para Deus nos colocar no "deserto"
Texto de apoio: "Lembrem-se de como o Senhor, o seu Deus, os conduziu por todo o caminho no deserto, durante estes quarenta anos, para humilhá-los e pô-los à prova, a fim de conhecer suas intenções, se iriam obedecer aos seus mandamentos ou não (Deuteronômio 8:2).
Introdução - Deserto (Região árida, coberta por um manto de areia em que é quase absoluta a ausência de vida). Uma região que ninguém gosta de pensar, muito menos morar. A não ser os povos que vivem por tradição no deserto, outros nem se aventuram a ir lá, sob risco de perder a vida ou sofrer grandes agruras.
No deserto como todos sabem a temperatura pode sofrer oscilações bruscas de 50º C durante o dia e –5º C à noite, fazendo com que o corpo humano sofra violentamente. A ausência de água neste lugar também pode ser outro fator de risco, pois leva-nos rapidamente a desidratação e a morte. Isso sem falar nos animais peçonhentos (escorpiões e serpentes) que são em alguns casos fatais.
Sendo estes lugares tão perigosos porque então Deus muitas vezes nos permite ir lá? Porque esse sofrimento é imposto ao justo algumas vezes? Será que Deus tem prazer em ver-nos sofrer?
1. Deus nos permite ir ao deserto para revelar que somos de fato - Segundo a Bíblia todos nós somos para Deus como o imundo e nossas justiças trapos de imundícia (Isaías 64.6). Contudo parece que nunca aprendemos isso de fato.
Pois no fundo somos egoístas e arrogantes como se o mundo girasse em torno de nós. Humilhamos as pessoas as vezes, muitas delas usando até mesmo de prerrogativas espirituais. É justamente nessa hora que Deus precisa nos humilhar e mostrar quem realmente somos, NINGUÉM!
Veja Moisés quando ainda estava no palácio de Faraó, imaginando que podia libertar o povo de Israel com a força do seu próprio braço, a ponto de tirar a vida de um egípcio no processo. Deus teve que intervir e mandá-lo à UNIVERSIDADE DO DESERTO para que lá, aprendesse quem realmente ele era.
2. Deus nos permite ir ao deserto para provar o que há no nosso coração - Lembra quando o Espírito conduziu o Senhor Jesus ao deserto para ser tentado pelo diabo (Mateus 4.1...)?
Jesus não precisava passa por aquela prova, mas a suportou bravamente e venceu, para nos dar uma grande lição: mesmo no deserto podemos vencer a tentação e mostrar que afinal o nosso coração pertence a Deus.
Em meio as benesses da vida, aos carros, aos salários altos, ao glamour das conquistas e aos holofotes não mostramos nossa verdadeira face, nem revelamos o que verdadeiramente há em nosso coração. Somente quando ficamos sós no ermo é que sabemos quem verdadeiramente somos.
Conheço muita gente que vivia acostumada a regalias e holofotes, mas no dia que perdeu tudo isso e foi para o deserto mostrou-se insano e blasfemador de Deus. Dando prova claríssima que servia a Deus somente por causa das bençãos recebidas.
Citamos mais uma vez o exemplo de Moisés que uma vez perdendo as regalias do palácio contentou-se com Deus por quarenta anos no deserto de Midiã. Belo exemplo a ser seguido.
3. NO deserto Deus revela-se a nós com grande poder - Sim ele pode revelar-se em qualquer lugar, contudo a Bíblia mostra-nos claramente que ele o faz de maneira plena quando estamos no deserto.
Por quê? Talvez porque lá estejamos mais quebrantados, mais humilhados, mais dependentes dele. Assim propensos a receber mais da sua presença e glória.
Olhemos mais uma vez para Moisés no deserto quando estava em Horebe. A experiência que teve com o Todo Poderoso na Sarça Ardente, creio eu que valeu por todos os anos de privação e sofrimento que o deserto lhe proporcionou.
Ali a mão de Deus foi sobre Moisés de tal maneira que ele foi totalmente transformado para nunca mais voltar a ser o mesmo.
CONCLUSÃO - Se você está no deserto, cuidado antes de murmurar e reclamar. Deus não nos coloca no deserto para nos matar, pelo contrário, ele quer nos fazer mais fortes, preparados e cheios da sua glória, a fim de realizar a obra que ele nos chamou.
Bom domingo e uma ótima semana a todos,
João Augusto de Oliveira
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
0 Lições Bíblicas 1° Trimestre de 2018, Adultos – CPAD
Lição 2 - Uma Salvação Grandiosa
Lição 3 - A Superioridade de Jesus em relação a Moisés
Lição 4 - Jesus é Superior a Josué - O meio de entrar no Repouso de Deus
Lição 5 - Cristo é Superior a Arão e à Ordem Levítica
Lição 6 - Perseverança e Fé em Tempo de Apostasia
Lição 7 - Jesus - Sumo Sacerdote de uma Ordem Superior
Lição 8 - Uma Aliança Superior
Lição 9 - Contrastes na Adoração da Antiga e Nova Aliança
Lição 10 - Dádiva, Privilégios e Responsabilidades na Nova Aliança
Lição 11 - Os Gigantes da Fé e o seu Legado para a Igreja
Lição 12 - Exortações Finais na Grande Maratona da Fé





