segunda-feira, 30 de julho de 2012

0 Modismos neopentecostais ultrapassam barreiras do protestantismo, diz apologista cristão




Algumas igrejas evangélicas, conhecidas como igrejas neopentecostais, ultrapassaram as barreiras da esfera do protestantismo e estão à beira do caminho da heresia, afirma apologista cristão.

O pastor João Flávio Martinez, presidente do Centro Apologético Cristão de Pesquisas traz à tona a questão das igrejas que “na teoria tem confissão de fé evangélica, mas na prática se assemelham mais a uma seita”.

Em uma pregação Martinez fala sobre os modismos neopentecostais, citando alguns nomes de líderes conhecidos de âmbito nacional como o bispo Edir Macedo, missionário RR Soares, Sônia e Estevam Hernandes, entre outros.

Veja o vídeo:

Igrejas como a Igreja Mundial do Poder de Deus (IMPD) também são apontadas como possuindo práticas e ensinamentos que são estranhas ao Evangelho. O apologista afirma que o líder desse movimento chegou a colocar Jesus no nível de “criatura” - vejam o texto de Valdemiro Santiago:

“Muita gente pela tradição da religião, não entende a historia de Jesus. Alguns falam de natal, mas ninguém sabe o dia exato em que Jesus Cristo nasceu. Segundo que Jesus já existia muito antes de tudo. Ele é a imagem do Deus invisível, a encarnação do verbo.Mas ele não é sempiterno, é eterno. O pai que é Deus é sempiterno, aquele que antes dele nunca existiu como ele, nem existirá depois dele, sempre existiu e sempre existirá. A primeira obra dele foi Jesus Cristo...”


Segundo o apologista isso é fruto da falta de embasamento teológico que fundamenta esses movimentos neopentecostais, das quais ele chama de "movimentos contraditórios". Martinez ainda alerta que eles (tais movimentos como a da IMPD) tem transformado a Igreja Brasileira em uma instituição que preza mais a criatura que o Criador, ou seja, que serve mais ao homem e menos a Deus.

“Os crentes são de vida espiritual supérflua e sem profundidade. A maioria das práticas de igrejas como essa não passa de ‘macumba evangélica’ e não cristianismo Bíblico.”

Pastor João Flávio urge que os fiéis “procurem uma igreja bíblica, fundamentada nos princípios da Reforma, fundamentada em Cristo e na sua Palavra. Procurem o evangelho da Cruz e não o evangelho do diabo travestido de culto aos anjos. É preciso que os que querem servir Jesus entendam que Deus nos chama para a fidelidade e não para o hedonismo”, afirmou com indignação ao CP.

Fonte: http://portugues.christianpost.com

sábado, 28 de julho de 2012

0 Quatro palavrinhas e seus significados



SALVAÇÃO – JUSTIFICAÇÃO – REGENERAÇÃO – SANTIFICAÇÃO
Salvação - A salvação é um termo que genericamente se refere à libertação de um estado ou condição indesejável. O conceito de salvação eterna, salvação celestial ou salvação espiritual faz referência à salvação da alma, pela qual a alma se livraria de uma ameaça eterna (castigo eterno ou condenação eterna) que esperaria depois da morte. Na teologia, o estudo da salvação se chama soteriologia e é um conceito vitalmente importante em várias religiões.
A palavra salvação, tem sua origem no grego soteria, transmitindo a ideia de cura, redenção, remédio e resgate; no latim salvare, que significa `salvar´, e também de `salus´, que significa ajuda ou saúde. (Wikipédia, acesso em 28/07/2012 – 14h47min).

Justificação - A Justificação é um conceito teológico presente no cristianismo que trata da condição do ser humano em relação à justiça de Deus.
A "Justificação pela fé", também conhecida como sola fide, é um dos conceitos basilares do luteranismo e de todas as denominações que advém da Reforma Protestante. Pode-se dizer que esse conceito religioso foi um dos catalisadores da Reforma. Lutero inspirou-se na afirmação do apóstolo São Paulo de que "o justo viverá pela fé" (Romanos 1:17), contrariando assim a afirmação da Igreja Católica, que defendia que à  se deviam acrescentar as boas obras a fim de se poder alcançar a salvação.
Apesar destas diferenças teológicas, as várias tradições cristãs acham que a fé não é a base para a justificação, mas simplesmente o meio, o órgão de apropriação, ou o instrumento dela. Pela fé somente o pecador toma posse de todas as bênçãos da justificação. ( Wikipédia, acesso em 28/07/2012 – 14:47)

Regeneração - As respostas ativas das pessoas às Boas Novas da Salvação são o arrependimento, a fé e a conversão. Agora vamos considerar a atividade de Deus na salvação. É somente Deus que pode iniciar essa regeneração no coração daqueles que estão espiritualmente mortos por causa da desobediência (Veja em Efésios 2.5: ”e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos,” - RA).

A natureza humana, na sua condição atual, não possui a capacidade necessária para viver no reino do céu. Por esta razão, a vida celeste precisa descer do alto para transformar a natureza do homem, para que este possa ser cidadão do reino do céu.
A regeneração é o ato de Deus que concede vida espiritual ao pecador arrependido, quando ele recebe o Senhor Jesus Cristo (Veja em Tito 3.5: “não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo,” - RA).

O arrependido não somente recebe dons divinos, mas também uma nova natureza (Confira em 2 Pedro 1.4: “ Desse modo ele nos tem dado os maravilhosos e preciosos dons que prometeu. Ele fez isso para que, por meio desses dons, nós escapássemos da imoralidade que os maus desejos trouxeram a este mundo e pudéssemos tomar parte na sua natureza divina.” - NTLH). Assim é que ele se transforma em nova criatura (Cf em 2 Coríntios 5.17: “ E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” - RA).

Observe que na regeneração é o Espírito Santo que aviva aqueles que estão espiritualmente mortos (Cf em João 6.63: “O espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e são vida.” - RA; e em Efésios 2.1: “ Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados,” - RA).
A Regeneração é aquela grande transformação que Deus efetua na alma quando Ele a aviva, quando Ele a ressuscita da morte, do pecado para a vida de justiça. Neste ato, portanto, Deus por meio do Espírito Santo aviva as pessoas espiritualmente, implantando nelas a vida espiritual. É um “encontro com Deus” na linguagem de determinados pregadores. Estas pessoas estão experimentando renovação e restauração.

A Regeneração é a obra do Espírito Santo na alma da pessoa que recebe a Cristo. É um renascimento espiritual, um ato divino. A Regeneração proporciona uma nova natureza naquele que recebe a Cristo. Ele passa a ser, portanto, nova criatura.

Santificação - O nome “santificação” é a tradução do grego “hagiasmos”. O verbo grego é “hagiazo”. O verbo hebraico correspondente é “quades”. O nome grego é usado dez vezes no Novo Testamento. Cinco vezes está traduzido “santificação” e cinco vezes está traduzido “santidade”. O verbo grego é empregado vinte e nove vezes no Velho Testamento. Vinte e seis vezes está traduzido “santificar”. Duas vezes é traduzido por “honra”. Uma vez ocorre voz passiva e está traduzida “sê santo”. “Hagios” é outra palavra grega derivada de “hagiazo” e está usada tanto como adjetivo como nome: como adjetivo ocorre noventa e três vezes com “pneuma” (Espírito) para designar o Espírito Santo. Em sessenta e oito outros casos é usado como adjetivo e está traduzido “santo”. Como nome está traduzido “santíssimo” duas vezes, uma vez como “o mais santo de todos”, quatro vezes “O Santo”; três vezes “lugar santo”; uma vez “coisa santa”; três vezes “santuário” e “santo” ou “santos” sessenta e duas vezes.
O Léxico de Thayer define “hagiazo” como significando “dar ou reconhecer por venerável, honrar, separar de coisas profanas e dedicar a Deus, consagrar; purificar”, tanto externamente - se cerimonialmente (1 Tim. 4:5; Heb. 9:13) ou por expiação (Heb. 10:10; 13:12) – como internamente. O significado de “hagiasmo” e “hagios” procede do de “hagiazo”, segundo o próprio uso deles. (http://www.palavraprudente.com.br/estudos/tpaul_s/doutrinabiblica/cap27.html, acesso em 28/07/2012 – 15h00min)
João Augusto de Oliveira

sexta-feira, 27 de julho de 2012

0 Os inimigos da Oração


Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças em favor de todos os homens, em favor dos reis e de todos os que se acham investidos de autoridade, para que vivamos vida tranqüila e mansa, com toda piedade e respeito. Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1 Tm 2.1-4).

Existem seis armas terríveis que o Diabo usa para paralisar a vida de oração dos crentes:

1. Cansaço!

Como é paralisante o cansaço que o impede de perseverar na oração! Mas é justamente na oração que você supera esse estranho cansaço, pois a Bíblia diz: “Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam” (Is 40.29,31). Entregue-se à oração, e você encontrará o descanso verdadeiro.

2. Distração!

Você não consegue se concentrar? Outros pensamentos vêm à sua mente quando você quer orar? Durante a oração, de repente você percebe que seus pensamentos estão bem longe? Essas são armas do inimigo que você derrota orando em voz alta. Davi diz no Salmo 55.16-17: “Eu, porém, invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. À tarde, pela manhã e ao meio-dia, farei as minhas queixas e lamentarei; e ele ouvirá a minha voz”. Ore com voz forte e audível, e as distrações não terão poder sobre você!

3. Inquietação interior

Uma inquietação inexplicável tomou conta de você? Justamente dessa inquietação é que você pode se livrar quando ora. Seja qual for a causa – pecado, nervosismo ou incredulidade – a Bíblia diz: “Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado” (Sl 55.22). E mais: “Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu” (Sl 42.11). Somente na oração você receberá ajuda para se libertar da inquietação de seu coração.

4. Pressa

A arma que Satanás provavelmente usa com mais sucesso contra os que querem orar é a pressa. O que diz a Escritura em Eclesiastes 8.3a? “Não te apresses em deixar a presença dele.” Não devemos ter pressa em deixar a presença do Senhor. Qual é a causa de sua pressa? A montanha de trabalho que espera por você! Seu trabalho parece não ter fim? Mas é justamente na oração que você recebe as condições para fazer seu trabalho bem feito e com rapidez. Quanto mais tempo você ora, mais trabalha. Sei muito bem que isso contraria nossa lógica, mas milhares de experiências confirmam essa receita, e a Bíblia diz em Isaías 55.2-3a: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor, naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos deleitareis com finos manjares. Inclinai os ouvidos e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá.” Através da oração constante, suas tarefas diárias serão supridas pelas fontes divinas de força. Admirado, você reconhecerá que o tempo que passou em oração fervorosa foi a melhor maneira de usar seu tempo, e a terrível arma da pressa terá perdido seu poder destrutivo sobre você.

5. Desânimo

O desânimo é uma arma que neutraliza muitas pessoas que oram. Desânimo é começar e parar. Desanimar é não olhar para longe o suficiente. A Bíblia diz: “Olhando firmemente para Jesus”. Esse olhar para cima, para Jesus, é desviar o olhar das coisas visíveis ao nosso redor e voltá-lo para Jesus – voltar-se para Ele orando! Você está desanimado por causa de sua fraqueza espiritual, desanimado por seus fracassos, desanimado pela dureza de coração das pessoas, desanimado pelas tristes circunstâncias em que vive? Paulo exclama em 2 Coríntios 4.8 que em tudo ficamos “perplexos, porém não desanimados”. Por quê? Porque ele era um homem de oração. Isaías conclama: “Fortalecei as mãos frouxas e firmai os joelhos vacilantes. Dizei aos desalentados de coração: Sede fortes, não temais. Eis o vosso Deus. A vingança vem, a retribuição de Deus; ele vem e vos salvará” (Is 35.3-4). Existe apenas um meio de nos livrarmos do desânimo e do desalento em nosso coração: através da oração. Enquanto escrevo estas linhas, parece que poderes das trevas tentam me impedir de dizer as coisas como elas são. Sei que Satanás faz todo o possível para deixar você tão desanimado a ponto de não conseguir crer que a oração de fato lhe abre as fontes divinas. Mas em Nome de Jesus esses poderes estão derrotados! Suplico a você que está desanimado: Ore! Faça hoje um novo começo! Diga em voz alta: “Eu escolho a vontade de Deus e, em Nome de Jesus, rejeito a vontade de Satanás”. A vontade de Deus é que você ore. A vontade de Satanás é que você se cale.

6. Preguiça

A preguiça é uma arma traiçoeira que Satanás usa contra aqueles que desejam se tornar pessoas de oração. É a arma da carne, a sensação de impotência. Você se ajoelha, quer orar, mas não consegue dizer uma única palavra. Tudo parece muito difícil. A carne não consegue orar. Como você consegue se livrar dessa incapacidade e dessa preguiça? A resposta é: ore com a Bíblia! Leia em voz alta as promessas que falam da oração. Jesus disse: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis, batei, e abrir-se-vos-á” (Mt 7.7). Diga simplesmente a Deus: “Senhor, não consigo pedir, mas Tu dizes na Tua palavra que eu devo pedir, pedir com perseverança”. Exponha a Ele toda a sua miséria. 


Não fique calado! E enquanto você fala com Ele e lê Sua Palavra, de repente perceberá a faísca da oração acendendo seu coração, fazendo desaparecer sua preguiça e sua indolência, e suas orações alcançando o trono da graça.


Wim Malgo (1922-1992), foi fundador da "Obra Missionária Chamada da Meia-Noite" e presidente da "Associação Beth-Shalom para Estudo Bíblico em Israel". Durante décadas suas mensagens bíblicas, proféticas e de santificação, profundas e atuais, transmitiram uma visão clara do Plano de Deus e 



quinta-feira, 26 de julho de 2012

3 O mestre está aqui e te chama



E, dito isto, partiu, e chamou em segredo a Maria, sua irmã, dizendo: O Mestre está cá, e chama-te. João 11:28

O MESTRE TE CHAMA PARA A SALVAÇÃO – Jesus nos chama para atender o convite à salvação:
 O vós, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite”. Isaías 55:1
E o Espírito e a esposa dizem: Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida”. Apocalipse 22:17
Você que lê essa postagem já atendeu ao convite de Jesus à salvação da tua alma? Você se preocupa com esse assunto? Após a morte pra onde irás?

O MESTRE TE CHAMA TE CHAMA PARA EVANGELIZAR – Após salvos, agora temos a obrigação de anunciar essa salvação aos demais:
“E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura”. Marcos 16:15
Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina”. 2 Timóteo 4:2
Quão formosos são, sobre os montes, os pés do que anuncia as boas novas, que faz ouvir a paz, do que anuncia o bem, que faz ouvir a salvação, do que diz a Sião: O teu Deus reina”! Isaías 52:7
Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho”! 1 Coríntios 9:16
O que você tem feito pelas almas que perecem sem salvação? Tem você falado de Jesus? Tem orado pela salvação das milhares de almas que perecem sem Cristo? Tem sofrido dores em oração pelos milhares da África, Índia, Coréia do Norte, etc?

O MESTRE TE CHAMA PARA UMA VIDA DE SANTIDADE – Somos chamados para sermos santos. Segundo a Bíblia, Deus não aceita menos do que isso de cada um de nós:
Exaltai ao SENHOR nosso Deus e adorai-o no seu monte santo, pois o SENHOR nosso Deus é santo”. Salmos 99:9
E ser-me-eis santos, porque eu, o SENHOR, sou santo, e vos separei dos povos, para serdes meus”. Levítico 20:26
Mas agora vou a Jerusalém para ministrar aos santos”. Romanos 15:25
Porquanto está escrito: Sede santos, porque eu sou santo”. 1 Pedro 1:16
“Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Hb 12.14
 Qual tem sido a sua filosofia de vida? A santidade ou o pecado? Eu não estou perguntando se você frequenta uma Igreja, mas se você adota a santidade como regra de vida. Só existem dois caminhos: SANTIDADE E PECADO, CÉU E INFERNO. Qual você escolhe?

O MESTRE TE CHAMA PARA MORAR NO CÉU – No final da tua jornada, Jesus quer te levar ao céu, você quer ir? Muitos já não acreditam nessa realidade, mas eu creio, pois foi Jesus quem disse:
Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo”. Filipenses 3:20
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”. João 14:3
Eu estou caminhando rumo ao céu e você? Se sim, então permaneça, pois está chegando o dia tão esperado; se não, entre hoje neste caminho pois Jesus não tardará para vir buscar a sua Noiva às bodas!

     Paz a todos!

     João Augusto de Oliveira




terça-feira, 24 de julho de 2012

0 Por que não recomendo os livros de Kenneth Hagin?






Blog do Pastor Ciro

segunda-feira, 23 de julho de 2012

14 É verdade que o diabo é crente?




Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o creem, e estremecem (Tiago 2.19).

É comum ouvirmos da boca de algumas pessoas desprovidas de entendimento a seguinte frase: 

 

“Crente até o diabo é”! E pasmem, pois já ouvi essa frase até mesmo da boca de crentes sinceros e fiéis, mas infelizmente mal informados.

 

Será verdade que Satanás e seus demônios são crentes? Estará Tiago defendendo essa tese absurda?

 

Primeiro vamos esclarecer o que significa ser crente. SER CRENTE OU SER CRISTÃO – Significa aceitar a Cristo como seu único e suficiente Salvador e Senhor, reconhecendo a obra expiatória e vicária de Cristo na cruz e tornando-se assim um salvo pela fé nele (Efésios 2.8).

 

É que hoje em dia a palavra “crente” tornou-se um tanto obsoleta para alguns e foi substituída pelo seu sinônimo “cristão”, mas para nós que servimos a Deus sabemos que ser crente ou ser cristão significa a mesma coisa.

 

Bem nesse sentido da palavra “crente” podemos afirmar que Satanás e os demônios o são?

ABSOLUTAMENTE NÃO! O que Tiago está dizendo é apenas que os demônios creem (acreditam) em Deus e nada mais do que isso. Lógico que Satanás e os demônios, como anjos criados por Deus, mas que se rebelaram contra o seu governo e perderam o seu principado, acreditariam no seu criador.

 

É isso que Tiago está ensinando. Que os demônios também acreditam na existência de um único Deus, mas que são rebeldes e desobedientes a voz dEle, e não que eles sejam crentes (cristãos).

 

É preciso ler a Bíblia mais atentamente, ou melhor, dizendo, pra alguns é melhor parar de ler bobagens, acessar internet o dia inteiro e começar a meditar na Palavra de Deus, a fim de não ser enganando e levado por todo vento de doutrina.

 

Os demônios acreditam na realidade suprema do criador, mas tremem de pavor. E a razão, segundo Tiago, é simples. Eles odeiam o Deus que os criou e fazem todo o possível para encorajar os humanos a não obedecer ao Senhor. 

Quando aceitamos a Jesus, conscientemente, nós nos libertamos de Satanás e seus demônios. Ao aceitar a Jesus, aceitamos seu amor dadivoso, que nos liberta do medo. Crente sincero em Jesus não treme de medo, mas exulta na sua crença, que o transformou em filho adotivo de Deus (Pastor Olavo Feijó).

 

Que a paz seja convosco,

 

                        João Augusto de Oliveira


sábado, 21 de julho de 2012

0 Pornografia e videogame podem acabar com a humanidade, segundo professor


O psicólogo Philip Zimbardo acredita que os homens estão passando muito tempo sozinhos no mundo virtual, o que pode gerar pessoas depressivas e o fim da sociedade

Por Bruno Iacona de Bello em 20/Jul/2012

Philip Zimbardo, 79 anos, psicólogo e professor da Universidade de Stanford, afirmou que consumir sites pornográficos e jogar videogames são atos que podem acabar com a humanidade. Ele disse que esses hábitos da juventude caracterizam uma "geração de homens desajustados, com vícios que os tornarão inaptos para viver no mundo real e desenvolver relações saudáveis."
De acordo com Zimbardo, os homens estão passando tempo demais isolados no mundo digital, perdendo seu tempo em aplicações como Facebook Descrição: Em português Descrição: Ouro Descrição: No ranking semanalTwitter Descrição: Bronze Descrição: No ranking semanal e Google+ Descrição: Em português. De acordo com ele, pessoas assim são solitárias e morrem mais cedo. "Rapazes estão passando boa parte de seus dias no mundo digital, jogando videogames, assistindo a pornografia, vendo YouTube Descrição: Em português Descrição: Ouro Descrição: No ranking semanal, mandando SMS, assistindo esportes, a maior parte do tempo sozinhos", explica. Para ele, esses hábitos podem levar o homem ao fim de sua existência enquanto "animal social".
Ele usa essa e outras crenças em seu livro The Demise of Guys (A Morte dos Caras). O psicólogo cita como fontes de suas conclusões, por exemplo, pesquisas do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, que estabelecem como perfil geral dos consumidores de pornografia online a propensão à depressão e a uma saúde mais debilitada. Ele também vincula a violência nos games ao comportamento violento na vida real.
E você, concorda com o psicólogo?


OBS: Talvez não concorde 100% com a afirmação do Dr. Zimbardo, de que a humanidade pode ser extinta devido a esses fatores socioculturais, o videogame e a pornografia.

Mas de uma coisa eu tenho absoluta certeza, e é que a sociedade mudou e muito depois da explosão dos nintendos, videogames e da pornografia maçante nas redes de computadores.

Talvez o mais interessante em tudo isso seja que um “psicólogo” não crente tenha detectado problemas que passam às vezes despercebidos de pastores, mestres, pregadores e principalmente de pais, na administração de seus lares.

João Augusto de Oliveira


quinta-feira, 19 de julho de 2012

0 Mundo estranho mundo




Estamos vivendo em uma era bastante estranha. Uma era na qual a religião é vista como um mal social e as preferências sexuais como direito inalienável. O que eu creio deve ficar guardado a sete chaves em um baú escondido embaixo da minha cama. E os desejos sexuais de muitos, não importam quais sejam, devem ser respeitados como sacrossantos, acima de qualquer julgamento. No caso de um choque entre conceitos religiosos e preferências sexuais, estas últimas têm todas as regalias e todas as primazias, sem levar em conta o desejo da maioria, a opinião de cidadãos responsáveis, as tradições, a história, a cultura e sequer a ciência. É um mundo estranho.

Recentemente um advogado reclamou do fato da Justiça paulistana estar negando converter a união estável de pessoas do mesmo sexo em casamento. Ele acredita que os juízes agem “por questões religiosas e pessoais” e esse tipo de discurso tem se tornado uma arma retórica poderosa nas mãos daqueles que querem fazer valer sua opinião. Alguém que tenha convicções religiosas é logo acusado de estar agindo conforme elas, seja isso verdade ou não. Aplaude-se o “orgulho gay” enquanto sutil e sistematicamente se tenta sufocar qualquer “orgulho cristão”.

Quando William Carey chegou à Índia havia um costume cruel e desumano chamado sati — as viúvas eram queimadas sobre o túmulo dos maridos. Na visão dos indianos tal prática era normal e muitas viúvas aceitavam sem reclamar. Todavia, “a visão religiosa” de Carey não conseguiu aceitar isso como certo e motivado por sua “visão religiosa” ele conseguiu que tal prática fosse abolida. As viúvas da Índia agradecem que alguém tenha agido por “questões religiosas”.

E o que falar dos sacrifícios humanos no México onde as vítimas tinham seus corações arrancados ainda vivos? E o que dizer dos infanticídios ao redor do mundo? E o que dizer do canibalismo entre diversos povos nativos, tão normal quanto comer um bife e que só terminaram porque milhões de missionários cristãos se opuseram devido aos seus conceitos “religiosos”? Ao contrário do que dizem os marxistas a escravidão, uma instituição milenar no mundo, terminou porque um grupo de cristãos, movidos pelos seus “conceitos religiosos” pressionou o Parlamento inglês. Caso desconheçam o fato procurem saber quem foi William Wilberforce.

Estamos vivendo num tempo onde o doce é chamado de amargo e o amargo é chamado de doce. Onde a luz é considerada escuridão e a escuridão luz. Onde o bem é mal e o mal é bem. Onde declarar-se gay é motivo de orgulho e declarar-se cristão é visto como vergonhoso. Literalmente, o número dos que acham bonito ser feio tem crescido assustadoramente.

O mais esquisito em tudo isso é que agora não se trata mais de um simples Ló, um temente a Deus ilhado em um mar de sodomitas e gomorritas que não aceitam seu estilo de vida e por isso ele se sente acuado. Agora é um punhado de sodomitas e gomorritas que acuam um imenso mar de ditos cristãos e estes são obrigados a negar diante do mundo suas convicções sob o risco de serem linchados. A maioria deve calar-se porque é cristã, então sua opinião não vale.

Sem dúvida alguma, as leis e os tempos estão sendo mudados. A “transmutação de todos os valores” como queria Nietzsche está em andamento. Uma nuvem escura se projeta no horizonte, muito mais escura do que aquela que um dia mergulhou a Alemanha em uma barbárie da qual até hoje se lamenta. Não é de admirar que o filósofo louquinho veja prevalecer seu vaticínio infernal sobre um mundo que rejeita o amor e a luz de Deus. Não é difícil imaginar porque “veio o dilúvio e levou a todos” (Lucas 17.27).


Mundo estranho mundo.



Autor: Pastor Heguinaldo Hélio de Souza 

Fonte: www.juliosevero.com


segunda-feira, 16 de julho de 2012

0 Um culto a moda antiga X um culto pós-moderno (Parte 01)


Um culto à moda antiga X um culto pós-moderno

Quando dizemos que as coisas na igreja mudaram muito de uns anos para cá, algumas pessoas nos chamam de “saudosistas”. Mas a verdade é que mudaram mesmo. E, em muitos casos — pasmem —, mudaram para pior!

Vamos imaginar um culto à moda antiga (ali entre 1930 e 1980), época áurea para várias igrejas de linha pentecostal, com uma citação honrosa à "Assembleia de Deus".

Culto à moda antiga

  • 18h30 – Oração Inicial: Inicia-se o trabalho com um período de cerca de 30 minutos de oração. Toda a igreja está envolvida nesse momento, que inclui quebrantamento, confissão de pecados e adoração a Deus.
  • 19h00 / 19h30 – Início da Liturgia: Começa a liturgia propriamente dita. Cantam-se três hinos da Harpa Cristã com o acompanhamento dos instrumentos que, muitas vezes, não passavam de um violão antigo ou uma guitarra. Contudo, enquanto se louva a Deus com esses hinos, sente-se que a presença do Senhor é notável entre os irmãos, que frequentemente choram e glorificam a majestade divina.
  • 19h30 / 20h00 – Leitura Oficial: Realiza-se a leitura da Palavra de Deus, seguida de uma oração de agradecimento e pedido de direção para o restante do trabalho. Na sequência, abre-se oportunidade para que os departamentos da igreja louvem (mocidade, círculo de oração, crianças, corais, etc.). Muitas vezes, o louvor é acompanhado de manifestações de alegria, línguas estranhas, profecias e interpretações.
  • 20h00 / 20h20 – Saudações e Oportunidades: Concede-se a oportunidade a alguns irmãos para uma saudação rápida e a cantores avulsos, que louvam com hinos sobre a cruz, a salvação, o poder de Deus para operar milagres e a volta de Jesus. Essas participações quase sempre vêm acompanhadas de manifestações espirituais que dão à igreja um aspecto solene; os crentes são realmente “cheios do Espírito Santo”.
    (Obs: Neste momento, recolhem-se dízimos e ofertas para a manutenção dos trabalhos).
  • 20h20 / 21h00 – Pregação da Palavra: O pastor ou um obreiro designado prega a Santa Palavra, abordando temas como a redenção em Cristo, o Calvário, a santificação, o cuidado de Deus, o batismo no Espírito Santo e a vinda do Senhor. São mensagens que levam a igreja às regiões celestiais. O povo é tomado pela alegria do céu e, geralmente, ocorrem batismos com o Espírito Santo, curas divinas e salvação de almas.
  • 21h00 / 21h10 – Encerramento: O culto termina com a bênção apostólica e a oração final. No entanto, mesmo após o encerramento, muitos irmãos passam a noite sentindo a grandiosa presença de Deus manifesta, a ponto de mal conseguirem dormir!

Que saudades tenho desses cultos abençoados e cheios da glória de Deus!

Na próxima postagem, falaremos sobre o culto na era atual (pós-moderna).

João Augusto de Oliveira


domingo, 15 de julho de 2012

0 Antes do dilúvio!



Sabemos que não haverá mais um Dilúvio para submergir toda a terra (Gn 8.21-22; Gn 9.11,15). Isso, porém, não significa que não virá um juízo global no futuro. Haverá, sim, um outro “dilúvio”, um terrível apocalipse de alcance mundial.

No Novo Testamento encontramos referências ao tempo de Noé: Mateus 24.37-39, Lucas 3.36 e 17.26-27, Hebreus 11.7, 1 Pedro 3.20, 2 Pedro 2.15 e 3.5-7. Além dessas, existem menções extra-bíblicas desse acontecimento: “O Dilúvio mundial dos tempos de Noé encontra paralelos em mais de 40 culturas, que não dispunham da Bíblia”.[1] A P.M. Perspective (uma revista científica alemã) escreveu recentemente acerca da possibilidade de um Dilúvio histórico: “De fato: em um processo judicial baseado em indícios, possivelmente as provas seriam suficientes [para confirmar o relato bíblico].”[2]

Chama a atenção:

1. O mundo do tempo de Noé não sucumbiu por causa da poluição ambiental ou pelo aquecimento global, mas devido à maldade da humanidade, que havia renunciado a Deus. Os tempos finais também serão caracterizados pela rejeição a Deus por parte da maioria das pessoas.

2. As declarações sobre o fim dos tempos conectam diretamente o tempo de Noé (Dilúvio) com o tempo de Ló (Sodoma e Gomorra) (Lc 17.26-29; 2 Pe 2.4-9; comp. Jd 6-7). Não devemos perder de vista essa conexão.

3. Os dois eventos (Dilúvio e juízo de fogo) foram transcritos para a posteridade explicitamente como exemplos de alerta. Pedro enfatiza esse aspecto (2 Pe 2.6) e Judas também o faz (Jd 6-7). Isso significa que, nos tempos finais, teremos uma situação semelhante à daquela época. Os últimos tempos serão dominados por poderes espirituais como foram os tempos de Noé e Ló: “Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.37).

4. Penso que tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava:

– Noé, seu nome significa “pregador da justiça” (2 Pe 2.5) e não “pregador da vingança”.

– Ló sentia-se “afligido pelo procedimento libertino daqueles insubordinados”. Ele atormentava a sua alma justa. Implorava que seus contemporâneos se voltassem para Deus (2 Pe 2.7-8; Gn 19.14).
Tanto Noé como Ló não apontavam acusadoramente para sua geração nem sentiam satisfação ou desejo de vingança, mas comunicaram de forma convicta e amorosa a mensagem de Deus às pessoas ao seu redor, falando do juízo que se aproximava.

A Igreja de Jesus não se compraz com a impiedade, mas também não reage com dureza, com desamor ou ameaças, que têm sua origem em uma religiosidade impiedosa e legalista. A Igreja sofre, se atormenta, derrama lágrimas. Ela suporta dores e sente muito quando vê o mal acontecendo, e então suplica e intercede pela salvação dos perdidos – como fazia Ló (Gn 19.7-14).


5. O fato de o mundo de antes de Noé ser chamado de “o mundo daquele tempo” (2 Pe 3.5-7) significa que hoje nos encaminhamos para uma segunda terra e um segundo céu. Hoje nossa terra tem características diferentes das que tinha antes do Dilúvio.

Existe a terra de antes do Dilúvio (a primeira), a terra de depois do Dilúvio (a segunda, atual), e futuramente haverá um novo céu e uma nova terra (os terceiros). Conforme 2 Coríntios 12.2-4, o apóstolo Paulo foi arrebatado até o terceiro céu, ao paraíso. Por isso, falamos sempre, de forma automática, de três esferas celestiais: (1) o céu das nuvens; (2) o Universo, e (3) o céu onde Deus habita. Mas isso é obrigatoriamente assim? Talvez, ao referir-se ao terceiro céu, ao paraíso, Paulo estava simplesmente falando do terceiro céu na seqüência: (1) pré-diluviano, (2) pós-diluviano, e (3) futuro (o novo céu que nos espera).

O juízo por meio da água no princípio da história da humanidade é uma imagem do juízo futuro por meio do fogo no final da história da humanidade (2 Pe 3.5-7).

O exemplo de Noé no começo dos tempos

O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal.
Como se foram multiplicando os homens na terra, e lhes nasceram filhas, vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram. Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos. Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade” (Gn 6.1-4).


Aqui, os filhos de Deus, não são homens, mas anjos (veja Jó 1.6; Sl 29.1; Sl 89.7). Os homens (v.1) tiveram filhas – portanto, filhas humanas –, e a elas vieram os “filhos de Deus” (v.2). A diferença entre “filhos de Deus” e “filhas dos homens” é ressaltada claramente. Se a expressão “filhos de Deus” se referisse a homens, teria de estar escrito “filhos dos homens”, assim como o texto fala das “filhas dos homens”. Pessoas são chamadas de filhos dos homens (Sl 62.9). Por exemplo, Ezequiel e Daniel são chamados de “filho do homem” (Ez 2.1; Dn 8.17). O Senhor Jesus Cristo foi ambos: Filho de Deus, título que acentua Sua divindade, e Filho do Homem, que atesta sua vinda como homem através de Maria (Mt 8.20,29).

Judas também deixa evidente que a designação “filhos de Deus” não diz respeito a pessoas, mas a anjos caídos: “e a anjos, os que não guardaram o seu estado original, mas abandonaram o seu próprio domicílio, ele tem guardado sob trevas, em algemas eternas, para o juízo do grande Dia” (Jd 6; comp. 2 Pe 2.4-5; Jó 1.6; 1 Rs 22.19-23).

Em Gênesis 6.4 está escrito: “...naquele tempo havia gigantes (“nephilim”) na terra ...estes foram valentes, varões de renome, na antigüidade.” A palavra hebraica “nephilim”, traduzida por “gigantes” tem um significado bastante interessante: quer dizer gigantes, heróis, celebridades. Isso indica pessoas que têm influência, e a palavra deriva de uma raiz que significa “cair”. São os “caídos” que levam outros a cair; dominadores, controlados por demônios, que caem e levam outros consigo.

Observemos nosso mundo: grandes personalidades enganadas, celebridades seduzidas, no meio financeiro, nos negócios, na indústria do entretenimento e na política levam nossa sociedade à queda. E aos olhos de muitos desses “gigantes” os cristãos fiéis à Bíblia parecem representar um perigo maior que organizações criminosas.

A época de Noé era um tempo extraordinariamente marcado por domínio demoníaco. E no tempo de Noé também havia oposição veemente contra a ação do Espírito Santo. Tudo era tolerado, tudo era permitido, as mentes eram liberais e abertas para tudo, menos para o que vinha do Espírito Santo, que era rejeitado.

Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.
Então, disse o Senhor: O meu Espírito não agirá para sempre no homem, pois este é carnal; e os seus dias serão cento e vinte anos” (Gn 6.3). A era anterior ao Dilúvio foi caracterizada por uma marcante ação do Espírito Santo e menos por ordenanças da Lei. Foi uma era de extraordinária graça, da qual as pessoas abusaram impiedosamente. Elas resistiam ao Espírito Santo de Jesus, que já pregava àquele mundo através da pessoa e das palavras de Noé (1 Pe 3.18-20). E agora, em Gênesis 6.3, Deus está dizendo que, depois de 120 anos, a graça iria ser suspensa, retirando-se e dando lugar ao juízo.


Um cenário semelhante se repetirá logo antes do “dilúvio apocalíptico”. O Espírito Santo, que hoje ainda atua através da graça, conforme 2 Tessalonicenses 2.6-7 será retirado juntamente com a Igreja de Jesus antes do juízo, para que este se abata sobre a humanidade. Isso indica que esta era que antecede esse “dilúvio apocalíptico” se encerrará da mesma forma que a era anterior ao Dilúvio no passado. Arnold Fruchtenbaum explica: “Os dias de Noé são um tempo comparável aos dias que antecederão o Arrebatamento”.[3]

A geração de Noé chegou a um ponto em que o mal e tudo o que era injusto e pecaminoso dominava o dia-a-dia como estilo de vida normal. Os valores haviam sido invertidos. O mal foi elevado à posição de bem, de útil, enquanto o bem, que o Espírito Santo queria produzir, passou a ser declarado como mal e era rejeitado. “Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra” (Gn 6.12; comp. v.5).

Diariamente observamos que nosso tempo é dominado por forças demoníacas (nos filmes, na religião, através da Nova Era, do esoterismo, da Teoria da Evolução, pelo surgimento de novos deuses...), e percebemos que o povo se volta contra a Palavra de Deus e se opõe à ação do Espírito Santo. O mal passa a ser encarado como perfeitamente bom e normal. Coisas que há poucas décadas ainda eram tabu ou rejeitadas por serem perversas estão onipresentes na cena cotidiana e completamente integradas na vida da sociedade. Elas já se tornaram tão comuns que aqueles que se manifestam contrários são condenados e considerados anormais.

Ao analisarmos o tempo de Noé, fica evidente que o pecado se avoluma até a corrupção total (Gn 6.5,12) e que existe um amadurecimento para juízo, quando a medida da iniqüidade estará cheia (Gn 15.16; 13.13; 18.20; Jd 7). Esse é o caso quando a lei de Deus não apenas é quebrada (no sentido de não ser obedecida), mas rompida completamente (rejeitada radicalmente e declarada nula).
                                                                       
pregações bíblicas e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido.
Os exemplos a seguir são sintomáticos dessa tendência:
Na Igreja Luterana dos EUA decidiu-se no ano passado que o ministério pastoral poderá ser exercido por pessoas que vivem em relações homossexuais. Essa regulamentação deverá entrar em vigor em 2010. Uma pastora declarou a respeito: “Creio que fomos além do que Deus permite”. A ironia foi que uma tempestade derrubou a cruz da torre da igreja luterana central onde estava sendo tomada essa decisão.[4]

Na Holanda existe uma banda chamada “Devil’s Blood” (“Sangue do Diabo”). Em seus shows os integrantes derramam 20 litros de sangue de porco no palco. Um deles declarou: “O sangue de animais é, para nós, a possibilidade de levar a morte até o palco e para nos tornarmos menos humanos. Um caminho para fazer desaparecer nossa própria identidade e nossa personalidade, para sermos espíritos...”.[5]

Um grupo esotérico alemão chamado “Obreiros da Luz” é extremamente ocultista e busca o contato com o além para liberar energias ocultas. Os “obreiros” esperam “uma luz nova e consciente que adentrará esta existência pela primeira vez”. Essa luz traria paz e cura para o mundo e conduziria a humanidade “à mudança global, impulsionando-a no caminho de volta para a Unidade”. Um dissidente que abandonou essa seita, advertiu seriamente em seu site na internet a respeito do grupo: os auto-intitulados “obreiros da luz” são médiuns de “pretensos anjos, entes de luz ou irmãos de luz extra-terrenos”. Eles representam a porta de entrada ideal para forças ocultas.[6]

Enquanto isso, pregações bíblicas e citações bíblicas são rejeitadas como absurdas, ridicularizadas e sujeitas a zombaria. As leis estão sendo distorcidas a ponto de se tornar cada vez mais fácil acusar o cristianismo decidido. Hoje chegamos ao ponto de quase precisarmos nos envergonhar ao apenas mencionarmos que Deus vai julgar os impuros e adúlteros (Hb 13.4). Quando proclamamos essas verdades atualmente, tornamo-nos ridículos aos olhos do mundo. Isso não cabe mais na nossa sociedade, pois é “antiquado”. Mas é justamente nisso que reconhecemos o quanto nosso tempo é igual ao tempo de Noé!

O exemplo de Noé no meio dos tempos

Aproximadamente 2.500 anos depois do Dilúvio veio o Salvador, a arca da salvação eterna. Aquele em cujo Espírito Noé agira (1 Pe 3.18-20) veio em carne e sangue. Mesmo estando o amor de Deus presente no mundo através da Pessoa de Jesus – a graça, o perdão, a misericórdia e justiça plenas –, o próprio Jesus já teve de anunciar o juízo do fim dos tempos. Ele usou o tempo de Noé e de Ló como exemplos do tempo antes de Sua volta: “Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos. O mesmo aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam; mas, no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre e destruiu a todos. Assim será no dia em que o Filho do Homem se manifestar” (Lc 17.26-30).

Algumas coisas chamam nossa atenção nessas palavras de Jesus:

1. A conexão estreita entre a história de Noé e a história de Ló. Portanto, os tempos finais são muito semelhantes tanto ao tempo de Noé como ao tempo de Ló.

2. A despreocupação das pessoas daquela época com as coisas espirituais. “Eis que esta foi a iniqüidade de Sodoma, tua irmã; soberba, fartura de pão e próspera tranqüilidade...” (Ez 16.49). A vida social girava unicamente em torno das coisas da vida terrena. O centro era o bem-estar e o conforto de cada um. Em palavras de hoje, diríamos que as preocupações são o clima, a alimentação, vitaminas, saúde, dicas para viver bem, conselhos sobre finanças, etc. A preocupação daquela época eram as coisas seculares, não as celestiais; as temporais, não as eternas; as mundanas, não as espirituais.

A saúde tem se tornado uma poderosa religião contemporânea.


A saúde, por exemplo, tem se tornado uma poderosa religião contemporânea. “O anseio por saúde tem adquirido cada vez mais os traços de uma religião. Essa é a opinião do médico e teólogo Manfred Lütz (de Colônia, na Alemanha). (...) Muitos ‘correm pelas florestas e comem grãos para acabar morrendo saudáveis’, afirmou Lutz durante uma palestra. Onde havia catedrais, erguem-se agora academias de ginástica. A religião da saúde seria a mais poderosa de todos os tempos e apresentaria marcas de totalitarismo. Lütz disse: ‘Enquanto se pode fazer qualquer brincadeira acerca de Jesus, não se pode fazê-lo quando o assunto é saúde’. Além disso, ela seria mais cara do que todas as outras religiões. (...) A mania da vida saudável já teria alcançado grande parte das igrejas, disse o autor de diversos best-sellers (...) ‘Enquanto no passado se jejuava para se privar do alimento, hoje se jejua para se chegar bem tarde, e bem saudável, ao céu’. A saúde seria um grande bem para os cristãos, mas ‘não o bem supremo’, segundo Lütz. Ao invés de viver prevenindo doenças, os cristãos deveriam gozar cada novo dia como um presente divino”.[7]

Como são modernas as palavras de Jesus! Abri o jornal e selecionei alguns títulos da programação da TV. Essa lista demonstra o quanto são atuais as palavras de Jesus acerca dos tempos finais. Hoje estamos vivendo exatamente dentro daquilo que foi dito acerca dos tempos de Noé e de Ló. E ainda existe quem tenha a coragem de dizer que a Bíblia está ultrapassada! Fiquei impressionado com a quantidade de programas sobre preparo de receitas, alimentação saudável e saúde. A passagem bíblica que diz que as pessoas da época de Noé e Ló “compravam, vendiam, plantavam e edificavam” tem seu pleno cumprimento nos nossos dias – o que comprovei lendo os títulos dos programas oferecidos na área de finanças e comércio. Outra característica dos tempos passados que se repete hoje é a de que “casavam e davam-se em casamento”. Programas de namoro, casamentos, descasamentos, novos relacionamentos – a vida privada ocupa o centro das atenções. Mas isso não é tudo. A declaração de Jesus “casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que...”, dá o que pensar! Buscar um parceiro pela internet ou através de agências de casamento virou moda. “Por razões que não cabem aqui, parece que hoje ninguém mais conhece alguém na rotina da vida diária. Por isso, florescem as agências de namoro, de preferência protegidas pela anonimidade da internet”.[8]

A maior parte do que acabamos de listar não é pecado. Mas quando Deus é excluído e quando a salvação em Jesus é rejeitada, quando o homem é movido apenas pelo que é temporal, então tudo isso passa a ser um sinal dos tempos finais.

“Deixe-nos em paz” foi a reação do povo daquela época, e é o que se ouve também hoje. “Deixem-me em paz com esse assunto de apocalipse”, “Vocês são muito catastrofistas!”, “Vocês só querem atrapalhar a minha vida”, “Vocês são fanáticos religiosos”, “Vocês são tão negativos, os desmancha-prazeres da sociedade”. Mas por que a taxa de suicídios e as tragédias aumentam tanto? Por que as clínicas psiquiátricas estão lotadas? Por que nunca houve tanta necessidade de remédios controlados como nos últimos anos? Por que a insatisfação, o medo e a insegurança pairam sobre nossa sociedade como uma névoa escura, uma vez que tudo seria tão bom sem Jesus?

3. Nas épocas de Noé e Ló vemos que não era a multidão que estava com a razão. A maioria de então estava errada, e a minoria (Noé e Ló) é que estava certa. No final, Deus terá razão, Sua Palavra será decisiva – não a opinião da maioria, que diz: “Mas todo mundo faz isso! Isso deve ser correto, já que todos o fazem! É o que a mídia diz...”.

Você sabe qual foi a última afirmação do Senhor Jesus antes de começar a falar do tempo de Noé? “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos céus; nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do Homem” (Mt 24.35-37).

A Palavra de Deus é garantida e irrevogável. Mesmo que ninguém saiba o dia ou a hora, temos um ponto de referência na semelhança entre a nossa época e o tempo de Noé.

O exemplo de Noé para os tempos finais

Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?

Nosso tempo está diante de um novo dilúvio, não de água mas o dilúvio do Apocalipse, dos juízos dos selos, das trombetas e dos flagelos. Então os céus e a terra serão novamente abalados (comp. Ap 16.20-21). E após esses juízos catastróficos, haverá um novo céu e uma nova terra, nos quais habita justiça (2 Pe 3.13; Ap 21).

O tempo de Noé e Ló mostra-nos que o Arrebatamento está próximo. Noé é chamado por Pedro de “pregador da justiça”, enquanto Ló é chamado apenas de “justo” (2 Pe 5.7). Essa diferença tem algum significado à luz da profecia?

Noé, o pregador da justiça, teve de passar pelo juízo, mas foi protegido em meio a ele. Essa é uma ilustração de Israel. Foi Israel quem proclamou a justiça em Jesus a nós (Rm 9.4-5).

Ló é chamado de “o justo”. Ele foi poupado do juízo, salvo antes da destruição. Representa figuradamente a Igreja. Tornamo-nos justos pela proclamação da justiça por Israel (simbolizado por Noé). Como Ló, porém, a Igreja vive no meio de um mundo cheio de injustiça, mas ela crê e será salva antes do juízo (2 Pe 2.7-9). Assim como Deus salvou o justo Ló, também pode livrar da provação todos os que O temem.

Ló foi salvo sendo tirado do lugar da tentação e da provação ao ser literalmente arrancado de Sodoma (Gn 19.16-17,22). Da mesma forma, a Igreja será salva do lugar da tentação, salva deste mundo, ao ser arrebatada antes do dilúvio apocalíptico. Pois, se apenas os injustos serão preservados para o dia do juízo, então obrigatoriamente os justos serão livrados de passar por esse dia (1 Ts 5.1-10).

Encontramo-nos diante do último dilúvio de juízos apocalípticos. O fogo do juízo divino virá. Somos como Noé, pregadores da justiça? Somos tementes a Deus como ele? Somos obedientes como ele era? Fazemos tudo o que podemos para transmitir à nossa geração a justiça que tem valor diante de Deus? Ajudamos a construir a “arca” da Igreja? Alertamos para o que está por vir?
Notas:
  1. Das 1. Buch Mose (O Livro de Gênesis), Arnold Fruchtenbaum, CMD, p. 209
  2. P.M.Perspektive, 4/2009, p. 25.
  3. O Livro de Gênesis, p. 141.
  4. Idea-Spektrum, 36/2009.
  5. Topic, 10/2009.
  6. Topic, 9/2009.
  7. Topic, 9/2009, p.6.
  8. Prisma, 42/2009, p.5.


Norbert Lieth É Diretor da Chamada da Meia-Noite Internacional. Suas mensagens têm como tema central a Palavra Profética. Logo após sua conversão, estudou em nossa Escola Bíblica e ficou no Uruguai até concluí-la. Por alguns anos trabalhou como missionário em nossa Obra na Bolívia e depois iniciou a divulgação da nossa literatura na Venezuela, onde permaneceu até 1985. Nesse ano, voltou à Suíça e é o principal preletor em nossas conferências na Europa. É autor de vários livros publicados em alemão, português e espanhol.







 

A voz da Palavra Profética Copyright © 2011 - |- Template created by Jogos de Pinguins