quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
0 Mais um ano chega ao fim! Feliz 2017 a todos!
segunda-feira, 26 de dezembro de 2016
0 Reflexão Bíblica – Balança desigual, uma abominação para Deus
domingo, 25 de dezembro de 2016
0 DEUS: Três funções ou três Pessoas?
quarta-feira, 21 de dezembro de 2016
0 Ignorância perigosa! Um esclarecimento bíblico a respeito da superstição e da feitiçaria!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
0 Ele é o vosso Rei?
“Vi o céu aberto, e eis um cavalo branco. O seu cavaleiro se chama Fiel e Verdadeiro e julga e peleja com justiça” (Apocalipse 19.11).
O Senhor Jesus Cristo, a Quem aguardamos, é o “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap 19.16). Esse fato é acentuado diversas vezes no Novo Testamento. Por exemplo, lemos em Hebreus 2.8: “Todas as coisas sujeitaste debaixo dos seus pés. Ora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio...” Também em Efésios 1.22: “[Deus] ...pôs todas as coisas debaixo dos pés...”
É falsa a afirmação de que Jesus Se tornará Rei quando Ele voltar para estabelecer o Seu Reino, pois, já desde o Gólgota Ele é o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! Aliás, já antes mesmo do Gólgota, Jesus confirmou perante Pilatos que era Rei (Jo 18.37).
Por isso é tão importante que a soberania de Jesus Cristo seja visível, já agora, em nós e através de nós, pois o Reino de Deus ainda se encontra internamente nos crentes.
Que jamais seja necessário alguém nos perguntar: “Onde está o Rei, que governa a sua vida?”
Maranata!
Wim Malgo
http://www.chamada.com.br/amo_sua_volta/ele_e_o_vosso_rei.html
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
0 Reflexão Bíblica – Indo além do que está escrito na Bíblia
0 Significado de Exegese
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
0 Reflexão Bíblica – É proibido “pensar” diferente.
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
0 REFLEXÃO BÍBLICA – Estou plenamente convencido: “Estão pregando outro evangelho”
Estou chocado de que estejais vos
desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo, para
seguirem outro evangelho, que na verdade, não é o Evangelho. O que acontece é
que algumas pessoas vos estão confundindo, com o objetivo de corromper o
Evangelho de Cristo. Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos
anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado
maldito! Conforme já vos revelei antes, declaro uma vez mais: qualquer pessoa
que vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja
amaldiçoado!" (Gálatas 1:6-9)
Tenho observado muitas pregações na atualidade e posso dizer, com grande
tristeza, que o temor que habitava o coração do apóstolo Paulo cumpre-se em
nossos dias. Muitos dos chamados “GRANDES PREGADORES” estão pregando tudo,
menos o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Se fossem somente os pregadores de renome que tivessem entrado nessa
"barca furada", poderíamos resolver o problema; porém, o que acontece
é que os mais simples dentre os que se põem a anunciar o Evangelho também estão
enveredando por esse caminho perigoso, espalhando uma mensagem de autoajuda,
psicologia humana e teologias estranhas.
Mas por que estou afirmando que estamos vivenciando a época de
"outro evangelho"?
1. O Evangelho não é complicado
Nunca vi Jesus pregando um evangelho complicado — e é exatamente isso o
que alguns têm feito. São pregações carregadas de hebraísmos, figuras de
linguagem e vocabulário rebuscado que ninguém entende. Algumas parecem
direcionadas a um grupo de acadêmicos mortos e não a almas sedentas das
verdades claras e simples da Palavra de Deus. Jesus pregava uma mensagem tão
simples que as crianças entendiam, mas tão profunda que deixava os doutores da
lei boquiabertos.
2. O tema central é a Salvação
Não adianta pregar por horas, verbalizar as palavras mais difíceis do
dicionário e despejar teologia bíblica profunda se a mensagem não tiver como
centro a SALVAÇÃO EM CRISTO. O lugar de fazer discursos é na
Universidade; o púlpito da Igreja é o lugar de dizer ao pecador que Jesus veio
buscar e salvar o que se havia perdido.
3. A ausência do chamado à Santidade
A maioria das pregações de hoje não chama as vidas à santidade. A
santidade é a ponte que nos leva ao santuário da presença de Deus. Como disse o
autor de Hebreus: "Sem santificação ninguém verá o Senhor". Como
podem os mensageiros de Deus omitir a santidade do "cardápio"
espiritual? Como podem apresentar a Igreja como noiva imaculada se não exortam
os crentes a viverem em santidade?
4. A negligência quanto ao Pecado
Seja sincero: quantas vezes, no último ano, você ouviu uma mensagem
sobre o pecado e seus efeitos danosos? Quantos pregadores você lembra que te
fizeram voltar para casa preocupado com a situação da sua alma? A maior doença
da humanidade chama-se pecado. Como podem os mensageiros negligenciar assunto
tão relevante e ainda pensar que pregam a inteira vontade de Deus?
5. O falso evangelho da prosperidade e saúde perfeita
Jesus não pregou bênçãos financeiras e saúde perfeita para este mundo.
Pelo contrário, disse aos discípulos que seriam odiados, perseguidos e teriam
aflições (Marcos 10:22; Lucas 21:12; João 16:33). Como Deus reservaria
sofrimento e cruz para Seu Filho e apóstolos, e apenas dinheiro e troféus para
a Igreja Moderna?
6. O esquecimento de que Jesus está voltando
Não acredito num evangelho que não anuncia a Volta de Jesus. Nossa maior
esperança é morar no céu com Ele. Se o pregador não anuncia mais essa mensagem,
por certo ele não a deseja mais ou perdeu a fé nela.
Conclusão
Por tudo isso, estou convencido de que alguns estão anunciando “outro
evangelho”, e os resultados têm sido desastrosos para a Noiva de Cristo.
Precisamos urgentemente de discernimento espiritual para abraçar a
verdadeira Mensagem da Cruz, ainda que pregada pelos obreiros mais
humildes, e "rejeitar" como anátema esse evangelho que destrona Deus
para coroar o homem — ainda que pregado pelo mais ilustre pregador deste mundo.
Paz seja convosco,
João Augusto de Oliveira
sábado, 19 de novembro de 2016
0 Reflexão Bíblica – Deixando o Espirito Santo do lado de fora
domingo, 13 de novembro de 2016
16 O Batismo deve “obrigatoriamente” ser realizado em águas correntes?
O Batismo deve ser
realizado em águas correntes?
"Portanto ide,
fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e
do Espírito Santo." (Mateus
28:19 – ARA)
Introdução
Há muito venho ouvindo
essa pergunta e, lamentavelmente, vejo bons cristãos discutindo acerca deste e
de outros assuntos "triviais". Alguns, alfinetando-se
desnecessariamente, afirmam que esta ou aquela prática denominacional é uma
exigência bíblica salvífica e que deve ser estritamente seguida.
Acredito que existam
doutrinas bíblicas e regras ministeriais que podem ser observadas sem que,
contudo, sua prática seja exigida sob pena de alguém ser deixado de fora do
Reino dos Céus. Parece que algumas pessoas desejam fazer guerra "em nome
de Deus" por questões desnecessárias à luz da Bíblia.
A Natureza do Batismo
Acredito que todo cristão
deve ser batizado em águas, por imersão e em nome do Pai, do Filho e do
Espírito Santo. Esse batismo é a confirmação do salvo na fé em Cristo Jesus. É
importante ressaltar: o batismo não salva; ele apenas confirma, diante do mundo,
que a pessoa já foi alcançada pela graça (somos salvos mediante a fé – Efésios
2:8-9).
O pecador aceita o
presente da salvação mediante a fé em Jesus, gerada em seu coração pelo
Espírito Santo. Uma vez aceito o sacrifício de Cristo, ele já está salvo e
deve, então, ser batizado conforme a orientação do Mestre, para que dê
testemunho público de sua nova vida. Outrossim, através desse ato simbólico, o
salvo "morre" para o mundo e "ressuscita" para Jesus,
emergindo das águas como uma nova criatura.
A Questão das Águas
Correntes
Não vejo em toda a Bíblia
Sagrada uma única exigência dizendo que o batismo deve, obrigatoriamente, ser
realizado em águas correntes (rios). Uma vez que tal exigência não foi feita
pelo Senhor Jesus, nem tampouco pelos Seus apóstolos, não estamos obrigados a
praticá-la como dogma.
Se determinada
denominação resolve batizar seus membros em rios ou cachoeiras devido à sua
localização, isto é ótimo. No entanto, não façamos de uma regra ministerial uma
doutrina, principalmente se não pudermos sustentá-la à luz do texto e da
hermenêutica bíblica.
É simples para igrejas em
sítios ou locais onde passam rios batizarem seus membros ali. Mas o que dizer
da maioria das igrejas localizadas nos grandes centros urbanos, cujos rios
(como o Tietê, em São Paulo) são extremamente poluídos e totalmente impróprios
para qualquer utilidade humana?
Analisando os
Argumentos
Alguns argumentam que
Jesus foi batizado no Rio Jordão e que o próprio João Batista ali realizava
seus batismos; por essa razão, os crentes de todas as épocas deveriam seguir o
mesmo modelo. É um argumento respeitável, mas façamos algumas ressalvas:
- Geografia: A região em que João batizava era, por natureza, abundante em
rios, sendo o Jordão o principal deles. Era o recurso disponível na época.
- Silêncio de Jesus: Mesmo sendo batizado em um rio, Jesus nunca
ordenou que o batismo fosse realizado exclusivamente em águas correntes.
- Silêncio Apostólico: Os apóstolos também silenciaram a esse
respeito. No contexto neotestamentário, ninguém exortou sobre a
obrigatoriedade de rios, o que desobriga o cristão de tal imposição.
- Prática Atual: Muitos que dizem batizar em águas correntes
hoje em dia, na verdade, utilizam represas, barragens ou açudes — que são
águas paradas — e não necessariamente rios.
No livro de Atos
(capítulo 8), temos o caso do eunuco da rainha Candace. Uma vez evangelizado
por Filipe, ele insistiu em ser batizado. O interessante é que eles estavam em
uma região desértica. Pergunto: onde esse batismo foi realizado? Qual era o
rio? Provavelmente encontraram algum acúmulo de água no deserto e ali desceram
da carruagem para o ato.
Conclusão
O que vejo claramente ao
estudar as Escrituras é que o batismo deve ser realizado por imersão e em nome
da Trindade, onde houver água disponível (tanque, piscina, represa, etc.).
Qualquer ensino que vá além disso é atentar contra a Bíblia, criando divisões
desnecessárias no Corpo de Cristo.
Ao invés de discutirmos
assuntos tão triviais, deveríamos estar nos unindo em oração e amor para
evangelizar milhões que morrem todos os dias sem Deus. Muitos perecem enquanto
nos perdemos em celeumas desnecessárias e negligenciamos o Ide.
Paz a todos da parte de
Deus,
João Augusto de
Oliveira













