segunda-feira, 30 de setembro de 2013
0 Em todo tempo sejam alvas as tuas vestes
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
0 O declínio da pregação contemporânea
Você já percebeu como diversos
comerciais de televisão não falam especificamente sobre os produtos que
anunciam? Um anúncio de jeans apresenta um comovente drama a respeito da
infelicidade dos adolescentes, mas não se refere ao jeans.
Um comercial de perfumes mostra uma
coletânea de imagens sensuais sem qualquer referência ao produto anunciado. As
propagandas de cerveja são algumas das mais criativas da televisão, mas falam
muito pouco sobre a própria cerveja. Esses comerciais são produzidos com o
objetivo de entreter, criar disposição e apelar às nossas emoções, mas não para
transmitir informações.
Com frequência, eles são os mais
eficientes, visto serem os que fazem melhor proveito da televisão. São produtos
naturais de um veículo de comunicação que promove uma visão surrealista do
mundo.
A televisão mescla sutilmente a vida
real com a ilusão. A verdade é irrelevante. O que realmente importa é se
estamos sendo entretidos. A essência não significa nada; o estilo de vida é o
que mais interessa. Nas palavras de Marshall McLuhan, o instrumento é a
mensagem.
Amusing Ouselves to Death
(Divertindo-nos até à morte) é um livro perceptivo mas inquietante escrito por
Neil Postman, professor da Universidade de Nova Iorque. Ele argumenta que
a televisão nos tem mutilado a capacidade de pensar e reduzido nossa aptidão
para a verdadeira comunicação.
Postman assegura que, ao invés de nos
tornar a mais informada e erudita de todas as gerações da História, a televisão
tem inundado nossas mentes com informações irrelevantes, sem significado.
Ela nos tem condicionado apenas ao entretenimento, tornando obsoletas outras
formas de interação humana.
Postman ressalta que até os noticiários
são uma apresentação teatral. Jornalistas simpáticos relatam calmamente breves
notícias sobre guerras, assassinatos, crimes e desastres naturais. Essas
histórias catastróficas são intercaladas por comerciais que banalizam suas
informações, isolando-as de seu contexto. Em seu livro, Postman registra um
noticiário em que um almirante declarou que uma guerra nuclear mundial seria
inevitável.
No próximo segmento da programação,
houve um comercial do Rei dos Hamburgers. Não se espera que nossa reação seja
racional.
Nas palavras de Postman, os
espectadores não reagirão com um senso da realidade, assim como a audiência no
teatro não sairá correndo para casa, porque alguém no palco disse que um
assassino estava solto na vizinhança.
A televisão não pode exigir uma
resposta sensata. As pessoas ligam-na para se divertir, não para serem
desafiadas a pensar. Se um programa exige que pensemos ou demanda muito de
nossas faculdades intelectuais, ninguém o assiste.
A televisão tem diminuído o alcance de nossa atenção. Por exemplo, alguma
pessoa de nossa sociedade ficaria de pé, entre uma sufocante multidão, durante
sete horas para ouvir os debates dos candidatos a presidente da República?
Sinceramente, é muito difícil imaginar
que nossos antepassados possuíam esse tipo de paciência. Temos permitido a
televisão nos fazer pensar que sabemos mais agora, enquanto na verdade estamos
perdendo nossa tolerância na área de pensar e aprender.
Sem dúvida, a mensagem mais vigorosa do
livro de Postman está em um capítulo sobre religião. Esse homem não-crente
escreve com profundo discernimento a respeito do declínio da pregação. Ele
contrasta a pregação contemporânea com o ministério de homens como Jonathan
Edwards, George Whitefield e outros.
Estes homens contavam com um profundo
conteúdo, lógica e conhecimento das Escrituras. Em contraste, a pregação de
nossos dias é superficial, com ênfase no estilo e nas emoções. Na definição
moderna, a boa pregação tem de ser, antes de tudo, breve e estimulante.
Consiste em entretenimento, não em ensino, repreensão, correção ou educação na
justiça (2 Tm 3.16).
O modelo da pregação moderna é o
evangelista esperto que exagera as emoções, traz consigo um microfone, enquanto
anda pomposamente ao redor do púlpito, levando os ouvintes a baterem palmas,
movimentarem- se e fazerem aclamações em voz bem alta, ao tempo em que ele os
incita a um frenesi. Não existe alimento espiritual na mensagem, mas quem se
importa, visto que a resposta é entusiástica?
É lógico que a pregação em muitas das
igrejas conservadoras não se realiza de maneira tão exagerada assim. Mas,
infelizmente, até a pregação de nossos dias é superficial, com ênfase no estilo
e nas emoções.
Algumas das melhores pregações de
nossos dias contêm mais entretenimento do que ensino. Muitas igrejas têm um
sermão característico de meia hora, repleto de histórias engraçadas e pouco
ensino.
Na verdade, muitos pregadores
consideram o ensino de doutrinas como algo indesejável e sem utilidade prática.
Uma grande revista evangélica recentemente publicou um artigo escrito por um
famoso pregador carismático. Ele utilizou uma página inteira para falar sobre a
futilidade tanto de pregar quanto de ouvir sermões que vão além de mero
entretenimento.
Qual foi a sua conclusão?
As pessoas não recordam aquilo que você
pregou; por isso, a maior parte da pregação é perda de tempo.
Procurarei fazer melhor no próximo ano,
ele escreveu, isto significa desperdiçar menos tempo ouvindo sermões demorados
e gastando mais tempo preparando sermões curtos. As pessoas, eu descobri,
perdoarão uma teologia pobre, se o culto matinal terminar antes do meio-dia.
Isto resume com perfeição a atitude que
predomina na igreja moderna.
Existe uma semelhança entre esse tipo
de pregação e os comerciais de jeans, perfume e cerveja na televisão. Assim
como os comerciais, a pregação moderna tem o objetivo de criar uma disposição
íntima, evocar uma resposta emocional e entreter, mas não o de comunicar
necessariamente algo da essência das Escrituras. Esse tipo de pregação é uma
completa acomodação a uma sociedade educada pela televisão.
Segue o que é agradável, porém revela
pouca preocupação com a verdade. Não é o tipo de pregação ordenada nas
Escrituras. Temos de pregar a Palavra (2 Tm 4.2); falar o que convém à sã
doutrina. (Tt 2.1); ensinar e recomendar o ensino segundo a piedade. (1 Tm
6.3).
É impossível fazer estas coisas se
nosso alvo é entreter as pessoas.
O futuro da pregação expositiva é
incerto. O que um pastor sincero tem de fazer para alcançar pessoas que se
mostram indispostas e incapazes de ouvir com atenção e raciocínio
exposições da verdade divina? Este é o grande desafio para os líderes da igreja
contemporânea.
Não devemos nos render à pressão para
sermos superficiais. Temos de encontrar maneiras de fazer conhecida a Palavra
de Deus a uma geração que não apenas recusa-se a ouvir, mas também não sabe
como ouvir.
Por John F. MacArthur, Jr.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
0 3º Trim. 2013 - Lição 13 - O sacrifício que agrada a Deus
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
0 Os Judeus são salvos por serem Judeus?
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
0 Elevado padrão moral para obreiros
terça-feira, 17 de setembro de 2013
0 3º Trim. 2013 - Lição 12 - A reciprocidade do amor cristão
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
0 Egito prorroga estado de emergência até novembro
Em julho, o presidente Mohamed Mursi foi destituído do poder pelas Forças Armadas e substituído por Adly Mansour. As manifestações nas cidades egípcias aumentaram e a violência também.
Sobre o conflito
Pouco mais de dois anos após os protestos que culminaram na tirada de poder do então presidente Hosni Mubarak num episódio mundialmente conhecido como Primavera Árabe, há alguns meses, o Egito passa por uma nova onda de protestos, instabilidade política e incertezas quanto ao futuro. Desta vez, milhares de pessoas foram às ruas pedir a renúncia de Mohamed Morsi, líder do partido Liberdade e Justiça, um braço político do partido quase centenário Irmandade Muçulmana. Ele foi eleito presidente do país em abril de 2012, de forma democrática.
Muitos muçulmanos radicais e membros da Irmandade Muçulmana acreditam que os cristãos tiveram influência direta na derrubada do presidente Mohamed Morsi e, por isso, os colocaram como alvo de diversos ataques no país. De acordo com o portal de notícias Terra , após o massacre de centenas de manifestantes muçulmanos no dia 14 de agosto, cerca 44 igrejas cristãs foram atacadas. Os cristãos representam hoje cerca de 10% da população total do Egito.
• Ore pelo restabelecimento da paz e da estabilidade política no Egito.
• Peça a Deus para que a Igreja seja sal e luz e manifeste o amor de Cristo a todos os muçulmanos.
• Interceda para que muçulmanos e cristãos vivam em paz e em harmonia no país.










