sábado, 24 de setembro de 2022

0 Reflexão Bíblica : Jesus – Salvador e Senhor


 


“Por que me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (Lucas 6:46)

Introdução – Jesus é o Senhor – essa é a grande verdade revelada nos evangelhos e nas epístolas, especialmente as paulinas. Para todos os que estudam a Bíblia, ou porque não dizer que para todos os cristãos essa é uma verdade incontestável. Mas para muitos hoje em dia, Jesus limita-se a ser apenas o Salvador, mas não o querem como Senhor de suas vidas. Isso, porque tê-lo como Senhor, significa que não somos de nós mesmos, mas daquele que é o nosso dono.

JESUS – O SALVADOR

Jesus é nosso salvador. Essa é a grande mensagem da Bíblia Sagrada, especialmente no Novo Testamento. O próprio nome do Senhor Jesus (JOSUÉ = Javé é Salvação) já traduz a sua identidade salvadora. Ademais, quando o anjo Gabriel falou com José, disse: “ela dará à luz um filho, a quem chamarás JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mateus 1.21).  

Ele é a propiciação pelos nossos pecados, como nos falou tão eloquentemente o apóstolo João. Aquele que voluntariamente se entregou, como oferta para expiar o pecado da humanidade e salvar àqueles que o aceitam essa dádiva da parte de Deus.

Sabemos que o salário do pecado é a morte (Romanos 6.23a). O problema é que pecar é nossa natureza original (herdada de Adão), então subtende-se que estávamos inexoravelmente com uma pena capital pesando sobre nossas cabeças. Mas Deus escolheu através de Jesus, nos salvar, reconciliando-nos com ele mediante a cruz e nos garantindo a ressurreição, mediante a dele.

Isso é extremamente maravilhoso e lindo. Quando meditamos no fato de que pecadores como nós, sermos agraciados com tão grande salvação, e o melhor de tudo, totalmente gratuito (Romanos 6.23b).

JESUS – O SENHOR

Fato bíblico inegável é que o mesmo Jesus que se apresenta na Bíblia, seja no Antigo ou Novo Testamento como nosso Salvador; ao mesmo tempo é o Senhor de nossas vidas.

O próprio Jesus fala-nos do seu senhorio: “Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou” (João 13.13). Todos os profetas veterotestamentários e apóstolos no Novo Testamento reconhecem o seu domínio sobre todas as coisas, incluindo evidentemente a nós seus servos.

Qualquer pessoa que afirma que Jesus é o seu Salvador deve inevitavelmente tê-lo como Senhor, senão algo está muito errado. Não podemos ter um Salvador em Jesus, se não tivermos um Senhor em Cristo.

Mas infelizmente é o que muitos estão a pensar nestes últimos tempos. A cada momento encontramos pessoas que afirmam que foram salvas por Jesus (que são cristãs), mas que vivem uma vida totalmente aquém daquilo que foi planejado por Deus (conforme revelado na Bíblia), achando-se donas do próprio nariz (expressão muito usada por alguns).

Quando aceitamos a Jesus como nosso Salvador temos que aceitá-lo como Senhor de tudo nas nossas vidas. Isso implica dizer que nada mais do que somos ou fazemos é nosso, mas que “tudo” é de Cristo. Se somos de Cristo então tudo o que temos é dele: Casa, esposa, filhos, negócios, estudos, etc. e Ele pode fazer de nós e do que temos o que quiser e quando.

Alguns até o chamam de Senhor Jesus, mas não passa de “expressão vazia”, pois no fundo agem como se não devessem satisfação das suas vidas e atos a ninguém.

Conclusão - Por isso que em Lucas 6.46 Jesus nos diz: E porque me chamais Senhor, Senhor e não fazeis o que eu vos mando?

Pregar que ele é Senhor, cantar que ele é Senhor, escrever artigos dizendo que ele é Senhor, mas não obedecer a sua voz é como atirar para o alto e esperar cair na própria cabeça. Ou Jesus é Senhor de tua vida ou ele não é nada pra você. Não existe essa de meio termo, muito menos metade. Jesus não quer uma parte de você, mas o todo. Ou somos dele ou não somos; ou pertencemos a Jesus ou ao Diabo e isso nas Escrituras é inegociável.

Decida hoje de que lado você está...

                          Fraternalmente,

 

                João Augusto de Oliveira

 


segunda-feira, 12 de setembro de 2022

0 MISSÕES - Cristã curada ajuda a espalhar esperança no Iraque


 

Vian foi curada por Deus e pode sorrir novamente diante do futuro no Iraque


A passagem do grupo extremista Estado Islâmico (EI) pelo Iraque terminou de destruir o país que acabava de sair da guerra do Iraque. A Revista Portas Abertas de setembro revela que as consequências dos conflitos foram além da devastação física, deixaram cicatrizes físicas e emocionais na população sobrevivente.

Em 2015, a Portas Abertas iniciou a campanha Esperança para o Oriente Médio com o objetivo de fortalecer os cristãos iraquianos e sírios. Nesse período, 126 igrejas tornaram-se Centros de Esperança no Iraque, onde irmãos e irmãs na fé encontraram apoio para as diversas necessidades que enfrentaram. Vian foi uma dessas pessoas abraçadas pela igreja local em Al Kosh.

A cidade onde a cristã mora não foi atingida diretamente pelos conflitos, mas ela vivia com as malas prontas para fugir, assim que fosse necessário. “Quando as pessoas me falavam sobre a existência de Deus, eu pensava assim: ‘Mas e o sofrimento, a tortura, o deslocamento?’ Foi tratando meu trauma que pude ver a presença de Deus em tudo isso”, revela. 

Vian encontrou cura para alma por meio do centro de atendimento pós-trauma, que fica no Centro de Esperança de Al Kosh. A partir da consolação que recebeu do Senhor, a cristã entendeu que tinha a missão de ser canal de graça para outros iraquianos.

Hoje, Vian faz o curso na escola de aconselhamento e se prepara para ajudar irmãos e irmãs na fé a terem esperança em Jesus. Em dois anos, ela e seus colegas estarão aptos a facilitar a cura de outros cristãos. Assim, a igreja local será fortalecida e continuará a fazer a diferença no território.

Cura para cristãos no Iraque

Cristãos iraquianos precisam de apoio para ter esperança de que o Senhor é com eles e mudará a sorte do país. Doe e permita que mais irmãos e irmãs participem de cursos, conferências e retiros sobre conscientização de traumas. 

 


quarta-feira, 7 de setembro de 2022

0 Reflexão Bíblica – SOCORRO! Minha igreja parece viva, mas está morta.


 

"Ao anjo da igreja em Sardes escreva: Estas são as palavras daquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas. Conheço as suas obras; você tem fama de estar vivo, mas está morto." (Apocalipse 3:1)

Quando o nosso irmão João escreveu o livro das revelações (Apocalipse), ele enviou sete cartas às sete igrejas da Ásia Menor (atual Turquia). Muito do que o Senhor Jesus revelou naqueles escritos mostra-se mais do que atual para nós, que vivemos os dias que antecedem a sua segunda vinda.

Claro que o remetente “direto” daquelas epístolas era a figura do “anjo da igreja”, representado na pessoa do seu pastor. No entanto, sabe-se que o conteúdo falava da situação de toda a congregação a quem a mensagem era endereçada.

Por que não dizer que muitas das nossas igrejas (congregações locais), hoje em dia, vivem dias tão sombrios quanto — senão piores que — aquela época em que o evangelista recebeu as visões contidas nesse livro profético-escatológico?

A Realidade de Sardes nos Dias de Hoje

Sem entrar em muitos detalhes (por falta de espaço), o que encontramos hoje são muitas igrejas vivendo a mesma realidade daquela de Sardes: têm nome de que estão vivas, mas morreram há muito tempo.

É inegável que hoje em dia temos:

  • Templos suntuosos e quase faraônicos;
  • Sistemas de som de primeira qualidade;
  • Músicos formados e capacitados;
  • Pastores com conhecimento teológico e de administração estupendo;
  • Pregadores que deixam plateias maravilhadas com sua retórica;
  • Bancos almofadados para o conforto do público.

E eu não sou contra nada disso. No entanto, as perguntas que devemos fazer são as seguintes:

Autoexame para a sua Igreja

  • Equilíbrio: A vida espiritual de sua igreja caminha na mesma proporção das conquistas materiais e intelectuais?
  • Evangelismo: As almas ainda se rendem aos pés do Senhor Jesus quando a palavra é ministrada?
  • Mensagem: E por falar na palavra, ela ainda é bíblica, cristocêntrica e leva a igreja a desejar uma vida de santidade e amor, ou os pregadores venderam-se às teologias estranhas que rondam por aí?
  • Culto: No culto de vocês há louvores, cânticos espirituais, salmos, profecia, revelação e o Espírito Santo tem liberdade para operar?
  • Liderança: Seus pastores ainda valorizam mais as pessoas do que o dinheiro? Eles ainda sentem que são chamados por Deus para apascentar almas que Jesus resgatou com o seu sangue, ou se transformaram em empresários, mais preocupados com os lucros do que com a vida das pessoas?

Fraternalmente,

João Augusto de Oliveira


 

domingo, 28 de agosto de 2022

0 Quem Foi o Profeta Habacuque

 


Quem Foi o Profeta Habacuque

O profeta Habacuque foi o autor do livro do Antigo Testamento que traz seu nome. Além do que nos é informado no livro de sua autoria, nada mais se sabe sobre a biografia desse profeta. Portanto, utilizaremos algumas informações de seus escritos para sabermos um pouco mais sobre quem foi Habacuque.

Quem foi Habacuque? A vida do profeta

Como já dissemos, não existe dados históricos ou qualquer outra informação na Bíblia acerca de quem foi Habacuque. Esse personagem bíblico não é citado em nenhum outro livro do Antigo Testamento. Nos livros do Novo Testamento Habacuque também não é citado.

Alguns estudiosos, sem qualquer fundamentação, já tentaram sugerir que Habacuque seja apenas um título para o livro, e não um personagem histórico. Entretanto, a construção do texto presente no livro do profeta Habacuque não deixa qualquer dúvida de que Habacuque foi um personagem histórico. Portanto, qualquer sugestão que conteste a historicidade da vida do profeta deve ser desprezada.

O significado do nome “Habacuque” também é incerto. O nome tanto pode estar ligado à raiz hebraica que significa “abraço” (h-b-q), ou ao nome de uma planta assíria chamada “hambakuku“. A forma grega desse nome é Hambakoum.

Caso esse nome seja derivado do hebraico, então seu significado pode estar relacionado a uma ideia de aceitação do Senhor por Habacuque, ou, como Lutero entendeu, esse significado pode se referir a Habacuque como sendo alguém que abraça o seu povo num tempo de desespero. Já Jeronimo entendeu que esse “abraço” deveria ser aplicado no sentido “luta”, isto é, alguém que “lutou” com Deus.

Se for a segunda possibilidade a correta, ou seja, do nome ser derivado de uma planta assíria, então esse nome pode representar o grau de influência da cultura assíria sob a sociedade de Judá.

Existem também algumas sugestões de que Habacuque teria sido o filho da mulher sunamita que aparece no livro de 2 Reis (cap. 4:16), ou que ele teria sido o vigia mencionado no livro do Profeta Isaías (cap. 21:6). Entretanto, não existe qualquer apoio para tais sugestões que, simplesmente, não passam de uma simples conjectura bem improvável.

O ministério do profeta Habacuque

O primeiro versículo do livro do profeta Habacuque perece sugerir que ele era bem conhecido em sua época. Alguns intérpretes defendem que Habacuque era um profeta ligado ao Templo em Jerusalém, mas a hipótese mais provável é de que o profeta Habacuque apenas trabalhava em Jerusalém. De qualquer forma, sua profunda preocupação com assuntos relacionados à Jerusalém é incontestável.

O versículo 6 do capítulo 1 do livro de Habacuque fornece um dado importantíssimo, pois nele está registrada a única referência histórica clara no livro, servindo de base para que se tenha uma estimativa do período em que o profeta Habacuque viveu.

A referência em questão é sobre o avanço babilônico (literalmente “caldeus”) como um tipo de novo poder ameaçador da época. Isso então indica uma data próxima à conquista de Judá pelos exércitos de Nabucodonosor que ocorreu aproximadamente em 597 a.C.

Logo, o profeta Habacuque viveu durante o período de reinado do rei Joaquim (608-598 a.C.). Ele provavelmente testemunhou o declínio e queda do Império Assírio e a derrota de Nínive por volta de 612 a.C. Essa data também o coloca como um contemporâneo mais jovem do Profeta Jeremias.

Como dissemos, não existe qualquer referência à vida pessoal do profeta. Não sabemos nada sobre sua família, sobre sua profissão ou sobre sua posição social. Apesar disso, através de seu livro podemos conhecer um verdadeiro profeta do Senhor, alguém que não se contaminava com as práticas pecaminosas de sua época, alguém que tinha um profundo zelo pela honra e pela glória de Deus (Hc 1:12; 3:3).


A mensagem de Habacuque

O profeta Habacuque se preocupava seriamente com a desobediência do povo em relação aos mandamentos de Deus. Esses traços da personalidade e do caráter de Habacuque nos são revelados através de seus diálogos com Deus, através de seus dolorosos questionamentos e suas suplicas.

O profeta Habacuque viveu num período de crise, sobretudo espiritual, onde o povo escolhido de Deus estava perdendo a sua identidade. Toda essa situação fez com que Habacuque questionasse ao Senhor com relação a uma aparente indiferença de Deus para com a terrível realidade de sua época.

Porém, esse questionamento não era motivado por uma incredulidade por parte do profeta, ao contrário, ele sabia da soberania de Deus sobre tudo o que estava acontecendo (Hc 3:17). Na história do profeta Habacuque podemos aprender como ele mudou, através da oração, a profunda aflição em esperança.

FONTE: https://estiloadoracao.com/quem-foi-o-profeta-habacuque/


sexta-feira, 26 de agosto de 2022

0 Reflexão Bíblica - Até quando Senhor?




 

“Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que me mostras a iniquidade e me fazes ver a opressão?” Hc 1:2-3a

 

Habacuque, um dos grandes profetas de Deus, também conhecido como “profeta do avivamento”; foi um homem que fez grandes perguntas para o Senhor, inclusive sobre a sua justiça nesse mundo perverso.

Nesta época, o povo de Deus vivia uma grande crise moral, social, jurídica e espiritual. Neste cenário, o profeta cujo nome significa “abraço ou abraçar”, realmente abraçou a causa do Senhor e lutou com Deus em oração até que do céu viesse a resposta aos seus questionamentos.

Vivemos uma época muito similar a do profeta, pois em todos os lugares vê-se a injustiça, os desmandos de autoridades políticas e por que não falar que o caos tem se instalado até mesmo na religião institucionalizada. Faz-se necessário perguntar ao Senhor mais uma vez: Até quando, SENHOR?

·         Até quando, SENHOR – Veremos o mal prevalecer em nossa sociedade e parece que ninguém faz absolutamente nada para resolver?

 

·         Até quando, SENHOR – Seremos roubados por aqueles que deveriam “bem governar” sobre nós; a ponto de vivermos em situação de pobreza e miséria?

 

·         Até quando, SENHOR – Veremos a violência crescer em nossas ruas a ceifar e ferir centenas e centenas de vidas inocentes; enquanto nossas autoridades apenas contemplam  a dor e não fazem nada para resolver o problema?

 

·         Até quando, SENHOR – Estaremos numa igreja estagnada, enquanto deveria ser sal e luz nesse mundo tenebroso?

 

·         Até quando, SENHOR – Veremos disputas na casa de Deus por cargos, posições oportunidades, enquanto o mundo caminha para o abismo, precisando de uma palavra de salvação e vida?

 

·         Até quando, SENHOR – Olharemos a tua casa ser transformada em palanque eleitoral e balcão de negócios, a fim de favorecer homens gananciosos, cujo único objetivo é enriquecer às custas do povo pobre?

 

·         Até quando, SENHOR – Não virás a nós com justiça e salvação aos teus filhos, que em ti aguardam de dia e de noite? Pois o que mais vemos são homens corruptos e desonestos, até mesmo no meio da Igreja está cheio deles. Precisamos urgentemente da intervenção do Senhor.

 

Por isso clamaremos cada dia mais e buscaremos a face do Senhor; até que se derrame sobre nós o Espírito lá do Alto (Isaías 32.15)

 

Amém.

 

Fraternalmente,

 

João Augusto de Oliveira

 

 

 

 

 

 


terça-feira, 23 de agosto de 2022

0 MISSÕES - Igreja pega fogo e provoca a morte de 41 pessoas no Egito

 




Autoridades acreditam em acidente, mas cristãos locais temem ser um ataque

Igrejas egípcias costumam ser atacadas no Egito (foto representativa)


Na manhã do último domingo, 14 de agosto, a Igreja Ortodoxa de Abu-Sefin no distrito de Cairo, Egito, pegou fogo. Na ocasião, 41 pessoas morreram e 14 foram feridas. A missa estava em andamento quando os cristãos locais perceberam os sinais de fogo.

Homens, mulheres e crianças ficaram assustados e correram para escapar das labaredas. O resultado do tumulto foi a morte de 41 cristãos e ferimento de outros 14, que foram levados para tratamento no hospital local.

Autoridades acreditam que o incêndio foi um acidente, entretanto os cristãos que vivem no distrito temem seja um ataque. Por isso, pedem oração para que a verdade seja revelada. Além disso, interceda pelo consolo das famílias que perderam entes queridos e tiveram um de seus membros machucados. Clame também pelas igrejas no Egito que enfrentam forte pressão e violência de extremistas islâmicos.

Violência e impunidade constantes

O Egito ocupa a 20ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2022 por causa da ação de muçulmanos radicais. A negligência das autoridades em resolver casos de ataques contra cristãos também contribuem para que os agressores permaneçam impunes e encorajados a perseguir os seguidores de Jesus.

No final de julho, pai e filho cristãos foram esfaqueados em Gizé, ambos sobreviveram, mas ficaram com a marca da perseguição no corpo e nas lembranças. Anteriormente, a loja que eles possuíam já foi invadida e saqueada por muçulmanos radicais.

O agressor Ahmad Mohamed Salah foi detido, mas pode ser solto logo, pois a família alegou que ele tem problemas mentais. Essa é uma tática comum para que os fanáticos religiosos recebam anistia da justiça egípcia.


De acordo com testemunhas, o agressor é integrante do grupo radical Islamist Muslim Brotherhhod (Irmandade Muçulmana), um movimento que persegue cristãos de diversas formas
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sexta-feira, 19 de agosto de 2022

0 EBD – Lições Bíblicas dos Adultos – CPAD / 4° TRIMESTRE DE 2022

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

0 O que é apologética (significado bíblico)


O que é apologética (significado bíblico)

Apologética (cristã) é o nome que se dá à defesa da fé cristã. Isso significa mostrar a validade da Bíblia e da fé em Jesus através de vários tipos de argumentos. Sempre que alguém explica por que crê em Jesus, está fazendo apologética, de maneira mais ou menos simples.

Apologética significa a defesa ou a promoção de qualquer coisa por meio de argumentação. Hoje em dia, essa palavra é usada principalmente na defesa da fé cristã. A Bíblia diz que devemos estar prontos para explicar a razão de nossa esperança a quem nos pergunta (1 Pedro 3:15). Quando damos nossas razões, fazemos apologética.

A Bíblia não nos ensina a ter uma fé cega. Podemos e devemos usar a razão para fortalecer nossa fé e ajudar outros a ficarem com fé (1 Tessalonicenses 5:20-21). Uma fé bem fundamentada é mais forte.

A apologética pode envolver vários assuntos:

  • A validade da Bíblia
  • A existência de Deus
  • A identidade de Jesus
  • A verdade dos ensinamentos da Bíblia

Como fazer apologética?

A Bíblia ensina qual é a melhor maneira de fazer apologética: com mansidão e respeito (1 Pedro 3:16). Podemos ter argumentos muito bons mas se não agirmos com amor e respeito, esses argumentos serão inúteis. Uma das maiores provas da verdade do evangelho é uma vida transformada por Jesus.

Em geral, na apologética podemos usar as técnicas normais da argumentação:

  • Argumentos de experiência – testemunho próprio ou de outros sobre como o evangelho é real e funciona
  • Argumentos de autoridade – exemplos de pessoas credíveis que creem em Jesus
  • Argumentos de observação – mostrar evidência da verdade da Bíblia no mundo à nossa volta
  • Argumentos de lógica – uso de raciocínios corretos para mostrar que o evangelho faz sentido
  • Contra-argumentação – o uso de todas as formas de argumentação anteriores para refutar os argumentos de quem discorda da fé cristã

Toda apologética deve ter base na Bíblia. Podemos usar muitos argumentos diferentes mas, no fim, o mais importante é o evangelho. O uso da razão e da apologética pode ajudar mas a fé vem pelo Espírito Santo, não por nossa própria capacidade de argumentar (Efésios 2:8-9). Mesmo com evidências muito boas, a conversão ainda exige um passo de fé.


terça-feira, 9 de agosto de 2022

0 Apologética Cristã - JEOVÁ Uma testemunha de Jesus

 


Se disséssemos a um adepto de Charles T. Russell, hoje conhecido pelo título de Testemunha de Jeová, que Jeová foi testemunha de Jesus, isso seria considerado uma blasfêmia. E por quê? Porque, frequentemente, quando somos abordados por esse grupo religioso, geralmente se identificam como ‘testemunhas de Jeová’ e que o próprio Jesus também foi testemunha de Jeová. Como apoio de sua afirmação citam: “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha” (Apocalipse 1.5).

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ OU DE JESUS?

Não há um só versículo no Novo Testamento que afirme que os cristãos devem ser conhecidos como ‘testemunhas de Jeová’, mas existem textos que declaram categoricamente que os cristãos devem ser conhecidos e chamados como testemunhas de Jesus: “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17.6).

Jesus, depois de ressuscitado, ensinou que seus discípulos deveriam ser suas testemunhas em todas as nações, dizendo: “Mas recebereis a virtude do Espirito Santo, que há de vir a vás; e serme-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda Judeia e Sumaria, e até aos confins da terra “ (Atos 1.8).

“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2.32). “E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas “ (Atos 3.15).

“Mas, para que não se divulguem mais entre o povo, ameacemo-los para que não falem mais nesse nome a homem algum. E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus” (Atos 4.17- 18). “Bem tinha eu imaginado que contra o nome de Jesus Nazareno devia eu praticar muitos atos” (Atos 26.9). Paulo, como testemunha de Jeová (Is. 43.10), perseguia as testemunhas de Jesus. Depois de convertido, tornou-se testemunha de Jesus: “Disse-lhe. porém, o Senhor: Vai. porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome ” (Atos 9.15-16).

“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus ” (Cl 2.17).

“Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, eslava na ilha Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo “ (Apocalipse 1.9).

“…ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita “ (Ap 2.13).

JEOVÁ COMO TESTEMUNHA DE JESUS

Se é verdade que Jesus é chamado testemunha de Jeová, em Apocalipse 3.14, não se pode negar por outro lado, que Jeová é chamado também de testemunha de Jesus. Declara Jeremias 42.5: “Então eles disseram a Jeremias: Seja o Senhor entre nós testemunha verdadeira e fiel… “ e como “testemunha verdadeira e fiel” Jeová deu testemunho de Jesus: “Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro” (Jo. 5.31-32). “E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou” (Jo 8.17-18).

“Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu “ (1 Jo. 5.9-10).

O TESTEMUNHO DE JEOVÁ ACERCA DE JESUS

Por várias vezes Jeová deu testemunho de Jesus.

No seu batismo: “E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espirito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo ” (Mateus 3.16-17).

No Monte da Transfiguração: “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o” (Mateus 17.5).

Pedro referiu-se a esse acontecimento da vida de Jesus, do qual ele também participou: “Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido” (2 Pe. 1.17).

Se Jesus foi testemunha de Jeová, e Jeová foi testemunha de Jesus, qual a diferença entre o testemunho de um do testemunho do outro? Não são iguais? E quanto a isso a Bíblia apresenta a declaração de Jesus “Eu e o Pai somos um “ (Jo. 10.30). “Disse- lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai: e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai. que está em mim mesmo, é quem faz as obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim: crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras” (Jo 14.8-11).

LIVRO: CONSULTANDO A BÍBLIA – VOLUME 1, NATANAEL RINALDI

 

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