sábado, 10 de março de 2012
0 Comissão do novo Código Penal amplia regras para aborto legal e eutanásia
sexta-feira, 9 de março de 2012
2 Lições Bíblicas do 2º trimestre de 2012 (CPAD)
quinta-feira, 8 de março de 2012
1 Não creio nesse evangelho (Parte I)
Após muito ponderar e pensar a respeito, cheguei finalmente a uma conclusão. Não importa o que os meus amigos pensem de mim, estou disposto a levar essa conclusão até a morte: “Não creio neste evangelho”, que alguns adotaram erradamente como se fosse o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo.
1. Não creio nesse evangelho sem cruz, sem sofrimento e sem renúncia
Se os profetas sofreram, Jesus sofreu e os apóstolos também levaram uma
vida de sofrimento, como admitir um evangelho que prega um eterno oásis? O que
dizer, então, das palavras do Senhor Jesus quando diz: “No mundo tereis
aflições”?
Não estou advogando que a vida seja um eterno calvário, mas ela também
não é um eterno paraíso. Isso é algo que a Bíblia deixa bem claro.
2. Não creio nesse evangelho do entretenimento
Alguns pregadores, hoje em dia, pregam “um evangelho” como se estivessem
em um picadeiro, contando anedotas e fazendo palhaçadas para divertir a
plateia. As coisas de Deus são sérias. Embora se permita um pouco de bom humor
em uma pregação, tudo tem limites.
3. Não creio nesse evangelho que não fala da cruz
Ouço pregadores que falam sobre tudo, menos sobre o Calvário. Quanta
diferença de Paulo, cuja única mensagem era “Cristo, e este crucificado”.
Essa é a única mensagem capaz de arrancar o miserável pecador do reino das
trevas e transportá-lo para o reino da Sua luz.
4. Não creio nesse evangelho que endeusa o homem e rebaixa o Criador
A pregação do evangelho tem por finalidade exaltar a Deus e salvar o
pecador, porém nem sempre é o que temos visto. Tenho presenciado pregações que
colocam o ser humano em um pedestal de glória e rebaixam o Criador à figura de
um mero garçom (sem ofensa aos profissionais da área). Já ouvi pregadores
dizerem que o crente tem que exigir, e que Deus é obrigado a dar tudo aquilo
que o fiel precisa.
Não, não e não! Deus é soberano e Senhor absoluto de tudo no
Universo. Se Ele quiser abençoar o crente, Ele abençoa; mas, se não quiser, Ele
permanece sendo Deus eternamente e Senhor da vida do crente.
Deus não é obrigado a nos dar nada. Se Ele faz algo por nós, é puramente
pela Sua misericórdia, e não porque mereçamos algo. Ora, como dizia o salmista:
“Que é o homem para que dele te lembres?”. Muitos estão sofrendo e irão
sofrer horrivelmente porque não aprenderam a respeitar o senhorio e a soberania
do GRANDE DEUS QUE FEZ O CÉU E A TERRA.
João Augusto de Oliveira
Na próxima postagem, continuaremos falando sobre este “evangelho no qual
não creio”. E espero, para o seu próprio bem, que você também não creia nele.
sexta-feira, 2 de março de 2012
0 O inverno da tua vida vai passar, CREIA!
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
2 Você é verdadeiramente livre?
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
0 O mal que fazem as novelas
Enquanto a evangelização procura incutir nas pessoas uma vida de acordo com os valores do Evangelho, a maioria das novelas estraga o povo, incutindo nas pessoas anti-valores cristãos.
Na maioria delas vemos a exacerbação do sexo; explora-se descaradamente este ponto, desvirtuando o seu sentido e o seu uso. Em muitas cenas podem ser vistos casais não casados vivendo a vida sexual, muitas vezes de maneira explícita, acintosa e provocante; e isto em horário em que as crianças e os jovens estão na sala. Aquilo que um casal casado tem direito de viver na sua intimidade, é colocado a público de maneira despudorada, ferindo os bons costumes e os mandamentos de Deus.
Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma requintada técnica de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção do telespectador e os transforma em verdadeiros viciados. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.
Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, etc. vão sendo jogados por terra, mas de maneira homeopática; aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo a qualquer instante e sem compromisso familiar ou conjugal; aprova-se e estimula-se o homossexualismo como se fosse algo natural e legítimo, quando o Catecismo da Igreja chama a prática homossexual de “depravação grave” (§2357).
O roteiro e enredo dos dramas das novelas são cuidadosamente escolhidos de modo a enfocar os assuntos mais ligados às pessoas e às famílias, mas infelizmente a solução dos problemas é apresentada de maneira nada cristã. O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição. O telespectador é quase sempre envolvido por uma trama onde um terceiro surge na vida de um homem ou de uma mulher casados que já estão em conflito com seus cônjuges. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consume por causa da “maldade” do cônjuge traído.
E assim, a novela vai envolvendo e “fazendo a cabeça” até mesmo dos cristãos. A conseqüência disso é que as elas passaram a ser a grande formadora dos valores e da mentalidade da maioria das pessoas, de modo que os comportamentos que antes eram considerados absurdos, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado palatável. O erro vai se transformando em algo comum e perdendo a sua conotação de pecado.
Por outro lado percebe-se que a novela tira o povo da realidade de sua vida difícil fazendo-o sonhar diante da telinha. Nela ele é levado a realizar o sonho que na vida real jamais terá condições de realizar: grandes viagens aéreas para lugares paradisíacos, casas super-luxuosas com todo requinte de comidas, bebidas, carros, jóias, vestidos, luxo de toda sorte; fazendas belíssimas onde mulheres e rapazes belíssimos se disputam entre si.
E esses modelos de vida recheados de falsos valores são incutidos na cabeça das pessoas. A conseqüência trágica disso é que a imoralidade campeia na sociedade; a família é destruída pelos divórcios, traições e adultérios; muitos filhos abandonados pelos pais carregando uma carência pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até coisas piores. A banalização do sexo vai produzindo uma geração de mães e pais solteiros que mal assumem os filhos… é a destruição da família.
Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é proibir os filhos de acompanharem essas novelas; mas os pais precisam ser inteligentes e saber substituí-las por outras atividades atraentes. Não basta suprimir a novela; é preciso colocar algo melhor em seu lugar. Esta é uma missão urgente dos pais.
* Professor universitário, formador da Comunidade Católica Canção Nova, apresentador de programas da TV Canção Nova.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
0 Mais conferencistas e menos profetas: a triste realidade nos púlpitos das igrejas atuais
Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do Evangelho. Mas as coisas mudaram drasticamente de alguns anos pra cá. Mudou, porque hoje, para muitos, o ofício da pregação se tornou status, meio de vida, glamour e autopromoção pessoal.
Mudou, porque, há dez anos, no meio evangélico (pentecostal), um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada, quando descoberta, revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje, lamentavelmente, os modelos de sucesso são: pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário.
Não é difícil identificar esses “modelitos” ambulantes em muitos púlpitos pelo Brasil, com os mesmos estereótipos, jargões, heresias, lascívia, mentira, visando unicamente o benefício do seu próprio ventre.
Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal. Dividem oferta, negociam o povo, vendem amuletos, promovem campanhas incabíveis e manipulam o sagrado.
A teologia deles é a do ventre, de modo que censuram aqueles que estudam a Bíblia e possuem uma fé ortodoxa, banalizam os fundamentos hermenêuticos da interpretação bíblica, fazendo do texto sagrado uma formula mágica e mística descontextualizada.
Meu lamento não é maior porque sei que este modelo desafeiçoado e corrupto tem prazo para acabar. Daqui a pouco, Jesus entra no templo e expulsa novamente esses cambistas, comerciantes e vendedores da religião. Aos poucos, as pessoas vão se cansando e despertando para a realidade e assim discernindo o engano. Minha alegria em contraposição deste cenário é observar uma sutil, mas real e crescente fome por muitos cristãos pela autêntica palavra de Deus.
É verdade que o aumento da comercialização, banalização e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós-modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de líderes (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé crista.
Espero em breve assistir à falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)
Acredito que, ainda na minha geração, verei um reavivamento no púlpito, no qual as Escrituras serão o modelo desejado por todos, os televangelistas não serão vendedores de campanhas consagradas, óleos ungidos, livros com mágicas evangélicas, mas pregarão o arrependimento dos pecados, a salvação e a esperança da glória em Cristo. Verei que o crescimento da igreja e da propagação do evangelho serão sentidos com o crescimento do anúncio das Escrituras Sagradas.
Samuel Torralbo
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
0 Socorro! Acho que estou ficando maluco!
sábado, 18 de fevereiro de 2012
2 Por um ensino mais humanizado na Escola Bíblica Dominical
É preciso ensinar para a glória de Deus!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
0 Para onde caminha a nossa querida pátria?
O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.










