sábado, 10 de março de 2012

0 Comissão do novo Código Penal amplia regras para aborto legal e eutanásia


BRASÍLIA - A comissão de juristas nomeada pelo Senado que elabora o anteprojeto de lei de um novo Código Penal aprovou ontem um texto que propõe o aumento das possibilidades para que uma mulher possa realizar abortos sem que a prática seja considerada crime. O anteprojeto também contempla modificações que atingem outros crimes contra a vida e a honra, como eutanásia, estupro presumido e infrações graves de trânsito.

A principal inovação na legislação sobre aborto é que uma gestante poderá interromper a gravidez até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições 'para arcar com a maternidade'.

A intenção é a de que, para autorizar o aborto, seja necessário um laudo médico ou uma avaliação psicológica dentro de normas que serão regulamentadas pelo Conselho Federal de Medicina. 'A ideia não é permitir que o aborto seja feito por qualquer razão arbitrária ou egoística', afirmou Juliana Belloque, defensora pública do Estado de São Paulo e integrante da comissão. No entanto, abre tantas possibilidades que deve virar uma batalha política no Congresso.

A comissão está preocupada em dar guarida a mulheres em situações extremas, como adolescentes e mulheres pobres com vários filhos. 'A ideia não é vulgarizar a prática, é disseminá-la de maneira não criteriosa', disse Juliana, para quem o aborto é uma questão de saúde pública - 1 milhão mulheres realizam a prática clandestinamente por ano no País.

O anteprojeto também garante às mulheres que possam interromper uma gestação até os dois meses de um anencéfalo ou de um feto que tenha graves e incuráveis anomalias para viver.

A aprovação da matéria foi até tranquila, uma vez que apenas um pequeno grupo de entidades religiosas estava presente à sessão. O grupo, com cartazes contrários ao aborto, chamaram os juristas de 'assassinos' tão logo foram aprovadas as mudanças. Mas em seguida se retiraram da comissão.

Revisão. O texto final deverá ser entregue ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), em maio, após uma revisão dos tipos penais já alterados e também a inclusão de novas condutas criminalizadas, como o terrorismo.

'Não é um texto criminalizador', afirmou o procurador regional da República Luiz Carlos Gonçalves, relator da matéria. Caberá a Sarney decidir o que fazer com as sugestões dos juristas. Ele poderá enviar um projeto único para ser discutido nas comissões do Senado.

'Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo', afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida. Ela afirma que aprovar o aborto quando há recomendação médica ou psicológica equivale a aprová-lo em qualquer situação. 'É fácil encontrar profissionais que recomendam o aborto mesmo sem qualquer justificativa.' Dóris recorda a história de uma gestante que tinha sopro no coração e recebeu recomendação para interromper a gestação.

'As avaliações sobre a condição psicológica são ainda mais subjetivas', afirma Dóris. 'Atendemos dezenas de gestantes em situação vulnerável. Falo por experiência: abortar não soluciona nenhum problema. Só torna o drama ainda pior. Vi jovens que, ao receberem o apoio adequado, reconstruíram suas vidas quando se tornaram mães. O Estado deveria oferecer esse apoio.'

O obstetra Thomaz Gollop considera as propostas um grande avanço. Ele participou, como médico, da audiência pública para discutir as alterações nos artigos. 'O abortamento inseguro é a quarta causa de morte materna no País', afirma Gollop.

Perdão. O anteprojeto traz outras importantes modificações para os crimes contra a vida e a honra. Entre elas, a eutanásia - prática que atualmente é enquadrada como homicídio comum, com penas que poderiam chegar a 20 anos de prisão - ganharia um tipo penal próprio. Teria como pena máxima 4 anos de detenção. Sua realização, entretanto, poderia ser perdoada caso fique comprovado por dois médicos que o paciente, acometido de doença grave e com quadro irreversível, esteja sendo mantido vivo artificialmente.

Os juristas também sugeriram alterações para reduzir a idade mínima do crime de estupro presumido. A idade cairá de 14 anos para 12 anos, atendendo ao previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A comissão ainda decidiu que não será mais crime ser dono de casa de prostituição.

Para dar conta dos crimes de trânsito, os integrantes da comissão sugeriram criar a figura da culpa gravíssima no Código Penal. Por ela, quem for pego dirigindo embriagado ou participando de racha em via pública poderá ser preso por até 8 anos.

Nesse ponto, a comissão estuda avançar ainda mais. Estudam, por exemplo, dar fé pública para um guarda de trânsito para atestar a embriaguez de um condutor. Caberia nesse caso ao motorista atestar que está sóbrio fazendo o teste do bafômetro.

Outra mudança sugerida pelo anteprojeto foi aumentar as penas para crimes como calúnia, injúria e difamação (mais informações nesta página).

'Hoje, em termos de comissão, talvez nós tenhamos aprovado as matérias penais mais polêmicas para a sociedade', afirmou o presidente da comissão, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp.

FONTE: Jornal o Estado de São Paulo

OBSERVAÇÕES: É assunto indiscutível que há anos precisávamos de mudanças significativas no Código Penal, visto que o texto que temos em mãos (Decreto Lei – Nº 2.848 de 07 de Dezembro de 1940) está ultrapassado e obsoleto, frente as mudanças e inovações sofridas pela sociedade nestes quase 72 anos.

Mas uma coisa é trazer mudanças que beneficiem a sociedade como um todo, outra totalmente diferente é liberar o assassinato de crianças inocentes que não pediram pra ser geradas. Não importa o que digam os juristas, os médicos ou qualquer que seja. 

Aborto é crime e um atentado contra a vida e consequentemente um desrespeito a Constituição Federal (Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguinte).

Mas no Brasil, onde quem tem dinheiro, poder e influência pode desrespeitar as leis a seu bel prazer e criar leis alternativas conforme o gosto particular de cada um, nada nos espanta.

 'Estamos diante de uma cultura que quer legalizar o aborto a qualquer custo', afirma Dóris Hipólito, da Associação Nacional Mulheres para a Vida. Concordo plenamente com ela. O interessante é que em meio a tantas necessidades a serem supridas pela alteração do texto de Código Penal, como por exemplo, a redução da maioridade penal, entre outras, os legisladores se atêm a assuntos como “aborto e eutanásia”.

É já vi que mais uma vez a impunidade continuará operando em nosso país.

João Augusto de Oliveira

sexta-feira, 9 de março de 2012

2 Lições Bíblicas do 2º trimestre de 2012 (CPAD)


A Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) divulgou a temática das Lições Bíblicas Jovens e Adultos do 2º trimestre do ano: “As Sete Cartas do Apocalipse: A Mensagem Final de Cristo à Igreja”.
O comentário é do pastor Claudionor de Andrade e tem como Consultor Teológico o renomado pastor Antonio Gilberto..

Esboço das Lições Semanais:

Lição 1 – Apocalipse, a Revelação de Jesus Cristo;
Lição 2 – A Visão de Cristo Glorificado;
Lição 3 – Éfeso, a Igreja do Amor Esquecido;
Lição 4 – Esmirna, a Igreja Confessante e Mártir;
Lição 5 – Pérgamo, a Igreja Casada com o Mundo;
Lição 6 – Tiatira, a Igreja Tolerante;
Lição 7 – “Sardes, a Igreja Morta”;
Lição 8 – Filadélfia, a Igreja do Amor Perfeito;
Lição 9 – Laodiceia, uma Igreja Morna;
Lição 10 – O Governo do Anticristo;
Lição 11 – O Evangelho do Reino no Império do Mal;
Lição 12 – O Juízo Final;
Lição 13 – A Formosa Jerusalém.



quinta-feira, 8 de março de 2012

1 Não creio nesse evangelho (Parte I)




Após muito ponderar e pensar a respeito, cheguei finalmente a uma conclusão. Não importa o que os meus amigos pensem de mim, estou disposto a levar essa conclusão até a morte: “Não creio neste evangelho”, que alguns adotaram erradamente como se fosse o verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo.

1. Não creio nesse evangelho sem cruz, sem sofrimento e sem renúncia

Se os profetas sofreram, Jesus sofreu e os apóstolos também levaram uma vida de sofrimento, como admitir um evangelho que prega um eterno oásis? O que dizer, então, das palavras do Senhor Jesus quando diz: “No mundo tereis aflições”?

Não estou advogando que a vida seja um eterno calvário, mas ela também não é um eterno paraíso. Isso é algo que a Bíblia deixa bem claro.

2. Não creio nesse evangelho do entretenimento

Alguns pregadores, hoje em dia, pregam “um evangelho” como se estivessem em um picadeiro, contando anedotas e fazendo palhaçadas para divertir a plateia. As coisas de Deus são sérias. Embora se permita um pouco de bom humor em uma pregação, tudo tem limites.

3. Não creio nesse evangelho que não fala da cruz

Ouço pregadores que falam sobre tudo, menos sobre o Calvário. Quanta diferença de Paulo, cuja única mensagem era “Cristo, e este crucificado”. Essa é a única mensagem capaz de arrancar o miserável pecador do reino das trevas e transportá-lo para o reino da Sua luz.

4. Não creio nesse evangelho que endeusa o homem e rebaixa o Criador

A pregação do evangelho tem por finalidade exaltar a Deus e salvar o pecador, porém nem sempre é o que temos visto. Tenho presenciado pregações que colocam o ser humano em um pedestal de glória e rebaixam o Criador à figura de um mero garçom (sem ofensa aos profissionais da área). Já ouvi pregadores dizerem que o crente tem que exigir, e que Deus é obrigado a dar tudo aquilo que o fiel precisa.

Não, não e não! Deus é soberano e Senhor absoluto de tudo no Universo. Se Ele quiser abençoar o crente, Ele abençoa; mas, se não quiser, Ele permanece sendo Deus eternamente e Senhor da vida do crente.

Deus não é obrigado a nos dar nada. Se Ele faz algo por nós, é puramente pela Sua misericórdia, e não porque mereçamos algo. Ora, como dizia o salmista: “Que é o homem para que dele te lembres?”. Muitos estão sofrendo e irão sofrer horrivelmente porque não aprenderam a respeitar o senhorio e a soberania do GRANDE DEUS QUE FEZ O CÉU E A TERRA.


João Augusto de Oliveira

Na próxima postagem, continuaremos falando sobre este “evangelho no qual não creio”. E espero, para o seu próprio bem, que você também não creia nele.



sexta-feira, 2 de março de 2012

0 O inverno da tua vida vai passar, CREIA!



O meu amado fala e me diz: Levanta-te, amiga minha, formosa minha, e vem. Porque eis que passou o inverno: a chuva cessou e se foi. Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. (Cantares 2.10 – 12)
Coisa linda é examinar as Escrituras, seja qual for o tempo em que estejamos vivendo. A Bíblia é um farol que guia o pobre viajor, que está a procura de um lugaraonde aportar a sua embarcação.
Poucas pessoas gostam do inverno, principalmente quando se fala de inverno rigoroso, como acontece na Ásia e em alguns países do Oriente Médio. Quando muitas vezes a temperatura cai descomunalmente e as casas e ruas ficam cobertas de gelo. Inverno nos lembra de tempo lúgubre onde as arvores murcham atingidas pela geada e as pessoas escondem-se em seus redutos, para fugir do frio intenso que congela até a alma.
Muitas pessoas estão vivendo um “inverno” assim em suas vidas. Quantos não estão angustiados e aflitos diante dos problemas da vida, que de repente acharam de bater nas suas portas? Foi um desemprego involuntário, uma enfermidade que achou de escolher a sua família, uma separação da pessoa amada, um filho que se deixou levar pelas drogas. Enfim, são muitos invernos, que neste momento estão castigando as vidas de tantos salvos.
Nestas horas, costumamos nos perguntar: Por quê? Até quando Senhor? Somos salvos é verdade, andamos honestamente na presença dEle e procuramos ser fiéis (na medida do possível); mas de repente “o mundo desabou sobre você”. E nesta hora de inverno rigoroso você chora e pensa até que Deus te abandonou.
Mas eu tenho para ti uma boa notícia: O inverno, por mais rigoroso e causticante que seja dura apenas um tempo. Ele não veio pra ficar pra sempre. E o dono do tempo te diz: eis que passou o inverno: a chuva cessou e se foi”.Creia, e tome posse dessa palavra sobre a sua vida. Esta dor que te assola e até tira o sono, pode acabar hoje. Mas se ela não acabar hoje, não se desespere. Repito: O inverno, por mais rigoroso e causticante que seja dura apenas um tempo. Ele não veio pra ficar pra sempre.
Além do fim do inverno, que já é uma benção e tanto, o Senhor ainda fala de renovação total da sua vida: Aparecem as flores na terra, o tempo de cantar chega, e a voz da rola ouve-se em nossa terra.
Engana-se aquele que pensa que você vai morrer nessa prova, nesse inverno. Mais um poucochinho de tempo e o Senhor está chegando para te dar a vitória total e completa: Você crê? Jesus disse a Marta, irmã de Lázaro: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá. Crês tu isso? (João 11.25,26)
João Augusto de Oliveira

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

2 Você é verdadeiramente livre?


Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livre. João 8:36

É normal você perguntar as pessoas que frequentam igrejas nos dias de hoje se elas são libertas, que logo ouvirá a resposta: Claro que sou graças a Deus!

Mas observando o nosso dia-a-dia, vemos que não é tão simples assim. Pois o que encontramos de pessoas que se dizem cristãs, mas que estão amarradas e escravizadas é incontável.

E você é verdadeiramente livre? É liberto de verdade, ou apenas engana-se a si mesmo?

<!Há tantas pessoas que frequentam as igrejas, mas que nunca foram verdadeiramente livres de seus maus hábitos, dos seus pecados, da língua grande, etc.

<!Quantas pessoas que hoje em dia são escravas do dinheiro, pois não ajudam a ninguém que precisa. Pessoas que não entregam o dízimo nas igrejas, ou nem mesmo uma oferta voluntária e que não abrem mão de um centavo para ajudar a assistência social de suas igrejas.


<!Quantos que se dizem libertos, mas que as escondidas são escravas da lascívia, dos desejos da carne, etc. Quantos que vão regularmente à igreja, mas que não podem ver uma mulher na rua? Quantos que estão sucumbindo diante da pornografia e da imoralidade?

<!Uma coisa é frequentar a igreja, outra totalmente diferente é ser livre de verdade. Qual é o seu caso? Não adianta se esconder atrás de uma Bíblia, de um paletó ou de uma retórica rebuscada e achar que Deus vai fazer vista grossa.

Se você é um destes (as), que frequentam a igreja regularmente, cantam, pregam, oram e fazem assistência social. Mas não consegue libertar-se dos pecados ocultos, ouça a voz do meigo Jesus: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livre”.

<!Peça a Ele de coração e Ele te ajudará a ser livre. Vá a ele com franqueza, com o coração quebrantado que com certeza você conhecerá o que é a verdadeira liberdade. Liberdade essa que só Jesus pode oferecer.

Os fariseus quando ouviram Jesus falando-lhes de liberdade, ficaram nervosos: “Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? João 8:33. E quanto a nós, qual a nossa reação? “Diremos que somos cristãos e que não precisamos de mais nada, ou seremos sinceros e lhe diremos” SENHOR, eu preciso ser livre de verdade, faze isso em mim”!

João Augusto de Oliveira


sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

0 O mal que fazem as novelas



Certa vez um amigo já falecido, psicólogo, me disse que “as novelas fazem uma pregação sistemática de anti-valores”. Embora isso já faça bastante tempo, eu nunca esqueci esta frase. Meu amigo Franz Victor me disse uma grande verdade.

Enquanto a evangelização procura incutir nas pessoas uma vida de acordo com os valores do Evangelho, a maioria das novelas estraga o povo, incutindo nas pessoas anti-valores cristãos.

As novelas, em sua maioria, exploram as paixões humanas, muito bem espelhadas nos chamados pecados capitais: soberba, ganância, luxúria, gula, ira, inveja e preguiça; e faz delas objeto dos seus enredos, estimulando o erro e o pecado, mas de maneira requintada.

Na maioria delas vemos a exacerbação do sexo; explora-se descaradamente este ponto, desvirtuando o seu sentido e o seu uso. Em muitas cenas podem ser vistos casais não casados vivendo a vida sexual, muitas vezes de maneira explícita, acintosa e provocante; e isto em horário em que as crianças e os jovens estão na sala. Aquilo que um casal casado tem direito de viver na sua intimidade, é colocado a público de maneira despudorada, ferindo os bons costumes e os mandamentos de Deus.

Mas tudo isso é apresentado de uma maneira “inteligente”, com uma requintada técnica de imagens, som, música, e um forte aparato de belas mulheres e rapazes que prendem a atenção do telespectador e os transforma em verdadeiros viciados. Em muitas famílias já não se faz nada na hora da novela, nem mesmo se dá atenção aos que chegam, aos filhos ou aos pais.

Assim, os valores cristãos vão sendo derrubados um a um: a humildade, o desprendimento, a pureza, a continência, a mansidão, a bondade, o perdão, etc. vão sendo jogados por terra, mas de maneira homeopática; aos poucos, lentamente, para não chocar, os valores morais vão sendo suprimidos. Faz-se apologia do sexo a qualquer instante e sem compromisso familiar ou conjugal; aprova-se e estimula-se o homossexualismo como se fosse algo natural e legítimo, quando o Catecismo da Igreja chama a prática homossexual de “depravação grave” (§2357).

O roteiro e enredo dos dramas das novelas são cuidadosamente escolhidos de modo a enfocar os assuntos mais ligados às pessoas e às famílias, mas infelizmente a solução dos problemas é apresentada de maneira nada cristã. O adultério é muitas vezes incentivado de maneira sofisticada e disfarçada, buscando-se quase sempre “justificar” um triângulo amoroso ou uma traição. O telespectador é quase sempre envolvido por uma trama onde um terceiro surge na vida de um homem ou de uma mulher casados que já estão em conflito com seus cônjuges. A cena é formada de modo a que o telespectador seja levado a até desejar que o adultério se consume por causa da “maldade” do cônjuge traído.

E assim, a novela vai envolvendo e “fazendo a cabeça” até mesmo dos cristãos. A conseqüência disso é que as elas passaram a ser a grande formadora dos valores e da mentalidade da maioria das pessoas, de modo que os comportamentos que antes eram considerados absurdos, agora já não o são, porque as novelas tornaram o pecado palatável. O erro vai se transformando em algo comum e perdendo a sua conotação de pecado.

Por outro lado percebe-se que a novela tira o povo da realidade de sua vida difícil fazendo-o sonhar diante da telinha. Nela ele é levado a realizar o sonho que na vida real jamais terá condições de realizar: grandes viagens aéreas para lugares paradisíacos, casas super-luxuosas com todo requinte de comidas, bebidas, carros, jóias, vestidos, luxo de toda sorte; fazendas belíssimas onde mulheres e rapazes belíssimos se disputam entre si.

E esses modelos de vida recheados de falsos valores são incutidos na cabeça das pessoas. A conseqüência trágica disso é que a imoralidade campeia na sociedade; a família é destruída pelos divórcios, traições e adultérios; muitos filhos abandonados pelos pais carregando uma carência pode desembocar na tristeza, depressão, bebida e até coisas piores. A banalização do sexo vai produzindo uma geração de mães e pais solteiros que mal assumem os filhos… é a destruição da família.

Por tudo isso, o melhor que se pode fazer é proibir os filhos de acompanharem essas novelas; mas os pais precisam ser inteligentes e saber substituí-las por outras atividades atraentes.   Não basta suprimir a novela; é preciso colocar algo melhor em seu lugar. Esta é uma missão urgente dos pais.

*Escrito por  Prof. Felipe Aquino

* Professor universitário, formador da Comunidade Católica Canção Nova, apresentador de programas da TV Canção Nova.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

0 Mais conferencistas e menos profetas: a triste realidade nos púlpitos das igrejas atuais




Lembro, na minha infância, que pregadores do Evangelho que viviam em tempo integral para o ministério era uma raridade. Trago em minha memória o que significava receber um pregador desses na igreja em que congregava. Normalmente, eram referências de homens de muita oração, santidade, piedade, palavra, integridade e compromisso com Deus.

Naquela época, ninguém queria ser pregador, porque significava sofrimento, perseguição, contradição, escassez e padecimento pela causa do Evangelho. Mas as coisas mudaram drasticamente de alguns anos pra cá. Mudou, porque hoje, para muitos, o ofício da pregação se tornou status, meio de vida, glamour e autopromoção pessoal.

Mudou, porque, há dez anos, no meio evangélico (pentecostal), um pregador de sucesso era aquele que orava com disciplina, pregava com verdade, imparcialidade e integridade. Sua vida privada, quando descoberta, revelava idoneidade, fidelidade, santidade e entrega devocional a Deus. Hoje, lamentavelmente, os modelos de sucesso são: pregadores playboys, milionários, com dezenas de carros, retocados com lipoaspiração e plásticas faciais. É triste o cenário.

Não é difícil identificar esses “modelitos” ambulantes em muitos púlpitos pelo Brasil, com os mesmos estereótipos, jargões, heresias, lascívia, mentira, visando unicamente o benefício do seu próprio ventre.

Em conluio com essa classe de lobos, que ultimamente nem se preocupam tanto em se disfarçarem de ovelhas, encontra-se uma liderança avarenta, materialista e carnal. Dividem oferta, negociam o povo, vendem amuletos, promovem campanhas incabíveis e manipulam o sagrado.

A teologia deles é a do ventre, de modo que censuram aqueles que estudam a Bíblia e possuem uma fé ortodoxa, banalizam os fundamentos hermenêuticos da interpretação bíblica, fazendo do texto sagrado uma formula mágica e mística descontextualizada.

Meu lamento não é maior porque sei que este modelo desafeiçoado e corrupto tem prazo para acabar. Daqui a pouco, Jesus entra no templo e expulsa novamente esses cambistas, comerciantes e vendedores da religião. Aos poucos, as pessoas vão se cansando e despertando para a realidade e assim discernindo o engano. Minha alegria em contraposição deste cenário é observar uma sutil, mas real e crescente fome por muitos cristãos pela autêntica palavra de Deus.

É verdade que o aumento da comercialização, banalização e toda sorte de agressão ao verdadeiro evangelho de Cristo é um fato na pós-modernidade, mas também é perceptível o aumento principalmente de líderes (jovens) comprometidos com os fundamentos da fé crista.

Espero em breve assistir à falência dos charlatões da religião, enquanto vejo o povo de Deus clamando como Israel fez no retorno do cativeiro: “Tragam o livro” (Ne 8.1)

Acredito que, ainda na minha geração, verei um reavivamento no púlpito, no qual as Escrituras serão o modelo desejado por todos, os televangelistas não serão vendedores de campanhas consagradas, óleos ungidos, livros com mágicas evangélicas, mas pregarão o arrependimento dos pecados, a salvação e a esperança da glória em Cristo. Verei que o crescimento da igreja e da propagação do evangelho serão sentidos com o crescimento do anúncio das Escrituras Sagradas.

Samuel Torralbo

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

0 Socorro! Acho que estou ficando maluco!


Dia desses, eu estava ouvindo uma pregação muito interessante acerca de “evangelismo e missões”. Como eu gosto muito desses temas sempre procuro ficar atento a tudo o que é ministrado.

Acredito piamente que “evangelismo e missões” é a tarefa mais importante da Igreja, conforme já deixei bem claro em postagens anteriores. Se alguém quiser verificar, acesse: http://profetadoevangelho.blogspot.com/2011/08/os-atuais-desafios-na-evangelizacao.html; http://profetadoevangelho.blogspot.com/2012/01/evangelizacao-ou-marketing.html ou http://profetadoevangelho.blogspot.com/2011/07/evangelismo-um-grande-desafio-igreja-do.html. Nestas postagens, expresso o meu ponto de vista acerca desse assunto tão importante e tão “urgente” para a igreja atual.

Mas conforme eu vinha dizendo, ou melhor, digitando, este pregador discorria com muita sabedoria sobre a necessidade de “evangelizar e fazer” missões. Ouvindo aquela ministração, veio a minha mente alguns pensamentos daqueles que você não consegue evitar. Pensei então: Meu Deus será que estou ficando maluco? Vou compartilhar com vocês, para que me digam se tenho que procurar um “PSIQUIATRA”.

É dever da igreja evangelizar, mas como evangelizar o pecador quando uma boa fatia daqueles que se dizem “crentes em Cristo” também precisam ser evangelizados? Se fizéssemos um apelo sincero (como é costume em algumas igrejas) para que o pecador venha à frente e aceite a Jesus como seu salvador; será que este não seria o mesmo apelo a ser feito também a alguns “crentes”?

Você pode me perguntar: Como assim irmão, não entendi? Explique. Veja bem, quanto crente você conhece é crentes só de nome? Carrega a Bíblia pra igreja como desodorante debaixo do braço, mas que não obedece aos preceitos da Palavra de Deus?

Quantos que se dizem crentes, mas que são caloteiros, mentirosos, piadistas, namoradores, etc., e que estão em nosso meio como o nome de cristão? Então pra quem fazer o apelo? Pra o que ainda não aceitou a Cristo ou pra o que está na igreja, mas de crente não tem nada?

Como evangelizar, quando eu é que estou precisando ser evangelizado? Acredito que em muitas igrejas e encontros de evangélicos Brasil afora, os pregadores devem pregar uma mensagem evangelística e ao final chamar “alguns” crentes a frente pra aceitar a Cristo de verdade e parar de dar escândalos ao evangelho de Cristo.

Talvez alguns pensem que estou exagerando, mas se você analisar com honestidade, verá que não estou. Meu Deus será possível que alguns pensem que ser crente é apenas falar o nome de Jesus e ir no Domingo ao culto, enquanto que, durante a semana vivem da mesma forma do mundo? Será que não sabem que Paulo escreveu aos coríntios que: Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. (2 Co 5.17)? É impossível alguém se dizer cristão, mas viver da mesma forma que vivem o ímpio e o pecador.

Não estou dizendo que eu sou mais santo do que ninguém. Pelo contrário, acho que eu tenho centenas de falhas e erros. Mas uma coisa é ter erros (daqueles que você luta para consertar) outra totalmente diferente, é chafurdar no pecado e ter prazer em fazer aquilo que desagrada a Deus, enquanto que na presença dos irmãos, veste-se de uma capa de santidade!

Para esses diz o Senhor Jesus: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32

João Augusto de Oliveira




sábado, 18 de fevereiro de 2012

2 Por um ensino mais humanizado na Escola Bíblica Dominical



Escrito por  Pr. Altair Germano

Nos dias de Jesus o sistema religioso em Israel estava mais focado nas coisas do que nas pessoas. A Instituição era mais importante do que o indivíduo, principalmente os excluídos (mendigos, pobres, leprosos, atormentados, cegos, paralíticos, etc.).

A desvalorização do ser humano podia ser percebida em algumas ações dos discípulos, visto que durante o processo formativo que vivenciavam (discipulado), manifestaram várias vezes a influência que esta visão desumanizadora, característica da sociedade em que viviam, exercia sobre os mesmos.

Em seu desespero, a mulher cananeia foi praticamente ignorada pelos discípulos, quando ao Mestre foi pedido que a despedisse, pois seu clamor e presença os incomodava (Mt 15.23).

Quando o cego Bartimeu clamou por Jesus, a atitude dos seus discípulos foi a de mandar que ele se calasse (Mc 10.48).

Nem as crianças escaparam de tamanha insensibilidade (Lc 18.15-17).

O que dizer então da parábola do bom samaritano (Lc 10.25-37), um claro retrato de uma religiosidade ritualística, mas em nada humanista, onde o cuidado com a pureza cerimonial impede o socorro ao outro, onde o “eu” santo nega ajuda ao “tu” moribundo?

A coisificação do indivíduo, ou a sua plena desvalorização, se manifesta no fazer e nos espaços educativos das mais diversas formas, inclusive, nos fazer e nos espaços educativos cristãos evangélicos.

Nos dias atuais, a Escola Bíblica Dominical reproduz um modelo educativo centrado na transmissão de saberes ou conhecimentos. O professor entende que a sua tarefa se limita a encher a cabeça dos alunos de conteúdos. Desta forma, quando os alunos manifestam certa desenvoltura com a Bíblia, e quando demonstram o domínio de algumas doutrinas, os professores depositantes do saber ficam bastante envaidecidos ao ver que seus alunos, depositários e reprodutores de suas ideias ortodoxas, evoluem substancialmente.

É necessário que haja uma tomada de consciência por parte de superintendentes, dirigentes e professores, que os faça entender que o processo educativo na Escola Bíblica Dominical deve ter como objetivo a formação integral de discípulos/discentes, que extrapola as dimensões do saber, se estendendo para as dimensões do ser (caráter), fazer (serviço) e relacionar-se (comunhão).

A ênfase numa prática educativa que supervaloriza apenas o saber chega ao ponto de levar alguns superintendentes, dirigentes e professores a adotar um sistema de provas (instrumentos avaliativos) fundamentado em notas, que não prova quase nada. Muitas destas tarefas avaliativas são elaboradas sem nenhum critério pedagógico, onde as questões objetivas ou dissertativas são meros exercícios de medição da capacidade de memorização do aluno.

Como bem coloca a educadora e Mestre em Avaliação Educacional Jussara Hoffmann (Avaliar para Promover, Editora Mediação, 2006, p. 19), a avaliação deve levar em conta o desenvolvimento do aluno e o favorecimento do processo de aprendizagem. No contexto da educação cristã a avaliação não pode promover disputas do tipo quem sabe mais ou menos. A avaliação é uma atividade contínua, que não se limita a um exercício ou prova. Tal atividade implica em observação e convivência entre professor e aluno. O progresso integral do aluno, uma vez manifesto (1 Tm 4.15), é a prova cabal do sucesso do professor, que se revela no sucesso do aluno. .

Uma educação cristã humanizadora considera gente como gente. Gente carente de saber, mais também de afeto, de atenção, de correção, de restauração, de toque, de abraço, de socorro, de ajuda, de amor, de um olhar, de uma fala, de um sorriso.

Este tipo de ação pedagógica foi praticada por Jesus, que parava para dar atenção aos cegos, mendigos, paralíticos, publicanos, prostitutas, leprosos e fariseus. Os conteúdos ensinados por Jesus eram direcionados para o ser total. Suas aulas não eram apenas exposições de doutrinas e de revelações do sobrenatural (teoria), mas ações concretas e transformadoras de vidas.

A grande revolução do ensino na Escola Dominical não acontecerá com a aquisição de recursos didáticos de última geração, com a criação de classes adequadas e confortáveis, com a admissão de professores mestres e doutores em educação, com a elaboração de um currículo impecável, com a formação continuada de superintendentes, dirigentes, secretarias, coordenadoras e professores, com estratégias de marketing, com o franco apoio do pastor da igreja ou com qualquer outra iniciativa, se tais ações não forem acompanhadas e regadas por uma postura que promova a dignidade dos alunos, fazendo com que percebam que são mais do que um número na classe, um nome na caderneta e um consumidor de revista de lições bíblicas.

É preciso ensinar na Escola Bíblica Dominical considerando a humanidade do aluno, levando em contasuas complexidades e singularidades, suas potencialiades e limitações, sua sapiência e carência.

É preciso ensinar para a glória de Deus!


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

0 Para onde caminha a nossa querida pátria?




Reproduzo, a seguir, texto que acabo de receber (16/3/2012) via e-mail:
"A senadora Marta Suplicy (PT-SP) elogiou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC), elaborada pelaComissão Especial de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que quer ampliar privilégios a indivíduos viciados em práticas homossexuais.

O texto tem a pretensão de introduzir na Constituição todas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que favoreceram a agenda gay, inclusive a garantia de união estável para duplas homossexuais, com direito à conversão em casamento e adoção de crianças.

De acordo com a agência de notícias do Senado, “a PEC tem como um de seus principais ponto a criminalização da homofobia e estabelece a pena de dois a cindo anos de reclusão para aqueles que praticarem atos de discriminação e preconceito em virtude da orientação sexual de alguém. A mesma punição se estende aos que incitarem o ódio ou pregarem [contra a] orientação sexual ou identidade de gênero”.

Com a aprovação da PEC, a própria Constituição do Brasil se transformará num PLC 122. Mas Suplicy reconhece que a tentativa de transformar a Constituição do Brasil numa constituição anti-“homofobia” certamente enfrentará resistência de “setores como o da igreja”.

A senadora acredita que, estrategicamente, será importante aprovar primeiro o PLC 122/2006, pois sua tramitação está mais avançada, tendo já sido aprovado sorrateiramente na Câmara dos Deputados e restando apenas a votação no Senado. O segundo passo, na avaliação de Marta, é apresentar a PEC, que é uma matéria mais ampla e complexa. “A PEC é bem mais difícil de aprovar. Então, vamos começar com a homofobia e avaliar o momento adequado para fazer uma PEC com essa amplitude, que é realmente o sonho que nós gostaríamos para todo o País”, explicou a senadora à agência do Senado.

O Estatuto da Diversidade Sexual conta com 109 artigos, que alteram 132 dispositivos legais. O Estatuto criminaliza a homofobia, reconhece o direito à livre orientação sexual e iguala os direitos fundamentais entre heterossexuais e LGBTs.
Eis algumas dos “avanços” que o Estatuto da Diversidade Sexual propõe:

Legitimação da PEDOFILIA e outras anormalidades sexuais:

Título III, Art. 5º § 1º – É indevida a ingerência estatal, familiar ou social para coibir alguém de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais.

Sob essa lei, a família nada poderá fazer para inibir um problema sexual nos filhos. A sociedade nada poderá fazer. E autoridades governamentais que ainda restarem com um mínimo de bom senso estarão igualmente impedidas de “interferir”.

Retirar o termo PAI E MÃE dos documentos:

Título VI, Art. 32 – Nos registros de nascimento e em todos os demais documentos identificatórios, tais como carteira de identidade, título de eleitor, passaporte, carteira de habilitação, não haverá menção às expressões “pai” e “mãe”, que devem ser substituídas por “filiação”.

Essa lei visa beneficiar diretamente os ajuntamentos homossexuais desfigurados tratados como família. Para que as crianças se acostumem com “papai e papai” ou “mamãe e mamãe”, é preciso eliminar da mente delas o normal: “papai e mamãe”.

Começar aos 14 anos os preparativos para a cirurgia de mudança de sexo aos 18 anos (pode começar com hormônios sexuais para preparar o corpo):
Título VII, Art. 37 – Havendo indicação terapêutica por equipe médica e multidisciplinar de hormonoterapia e de procedimentos complementares não-cirúrgicos, a adequação à identidade de gênero poderá iniciar-se a partir dos 14 anos de idade.

Título VII, Art. 38 - As cirurgias de redesignação sexual podem ser realizadas somente a partir dos 18 anos de idade.

Cirurgias de mudança de sexo nos hospitais particulares e no SUS:
Título VII, Art. 35 – É assegurado acesso aos procedimentos médicos, cirúrgicos e psicológicos destinados à adequação do sexo morfológico à identidade de gênero.
Parágrafo único – É garantida a realização dos procedimentos de hormonoterapia e transgenitalização particular ou pelo Sistema Único de Saúde – SUS.

Uso de banheiros e vestiários de acordo com a sua opção sexual do dia:
Título VII, Art. 45 – Em todos os espaços públicos e abertos ao público é assegurado o uso das dependências e instalações correspondentes à identidade de gênero.

Não é permitido deixar de ser homossexual com ajuda de profissionais nem por vontade própria:
Título VII, Art. 53 – É proibido o oferecimento de tratamento de reversão da orientação sexual ou identidade de gênero, bem como fazer promessas de cura.

O Kit Gay será desnecessário, pois será dever do professor sempre abordar a diversidade sexual e consequentemente estimular a prática:
Título X, Art. 60 – Os profissionais da educação têm o dever de abordar as questões de gênero e sexualidade sob a ótica da diversidade sexual, visando superar toda forma de discriminação, fazendo uso de material didático e metodologias que proponham a eliminação da homofobia e do preconceito.

Contos infantis que apresentem casais heterossexuais devem ser banidos se também não apresentarem duplas homossexuais travestidas de “casais:
Título X, Art. 61 – Os estabelecimentos de ensino devem adotar materiais didáticos que não reforcem a discriminação com base na orientação sexual ou identidade de gênero.

As escolas não podem incentivar a comemoração do Dia dos Pais e das Mães:
Título X, Art. 62 – Ao programarem atividades escolares referentes a datas comemorativas, as escolas devem atentar à multiplicidade de formações familiares, de modo a evitar qualquer constrangimento dos alunos filhos de famílias homoafetivas.

Cotas nos concursos públicos para homossexuais assim como já existem para negros no RJ, MS e PR e cotas em empresas privadas com já existe para deficientes físicos:
Título XI, Art. 73 – A administração pública assegurará igualdade de oportunidades no mercado de trabalho a travestis e transexuais, transgêneros e intersexuais, atentando ao princípio da proporcionalidade.

Parágrafo único – Serão criados mecanismos de incentivo a à adoção de medidas similares nas empresas e organizações privadas.

Casos de pedofilia homossexual irão correr em segredo de justiça:
Título XIII, Art. 80 – As demandas que tenham por objeto os direitos decorrentes da orientação sexual ou identidade de gênero devem tramitar em segredo de justiça.

Censura a piadas sobre gays:
Título XIV, Art. 93 – Os meios de comunicação não podem fazer qualquer referência de caráter preconceituoso ou discriminatório em face da orientação sexual ou identidade de gênero.

“O Estatuto da Diversidade Sexual é um avanço. Isso nunca havia sido pensado em relação às questões LGBT”, reconheceu Marta Suplicy, classificando-o como de importância “inquestionável”.

O Estatuto defende que o Estado é obrigado a investir dinheiro público para homossexuais que querem caros procedimentos de reprodução assistida por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) e também o Estado é obrigado a criar delegacias especializadas para o atendimento de denúncias por preconceito sexual contra homossexuais, atendimento privado para exames durante o alistamento militar e assegura a visita íntima em presídios para homossexuais e lésbicas.

NÃO VAMOS DEIXAR ISSO ACONTECER!
O POVO BRASILEIRO TEM QUE REAGIR, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS."

 

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