terça-feira, 29 de abril de 2014

0 2º Trim. 2014 - Lição 5 - Dons de elocução I

PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

       Escrito por  Caramuru Afonso Francisco                                                                                                       

ESBOÇO Nº 5
LIÇÃO Nº 5 –  DONS DE ELOCUÇÃO
                                          Os dons de elocução manifestam a onipresença de Deus no meio do Seu povo.
INTRODUÇÃO
- Na conclusão do primeiro bloco deste trimestre, que estuda os dons espirituais, falaremos a respeito dos dons de elocução.
- Os dons de elocução manifestam a onipresença de Deus no meio do Seu povo.
I – DOM DE VARIEDADE DE LÍNGUAS
- Na conclusão do primeiro bloco deste trimestre, que estuda os dons espirituais, falaremos hoje dos últimos três dons da relação apresentada pelo apóstolo Paulo em I Co.12:8-11, os chamados dons de elocução.
- Os dons de elocução ou de fala (também chamados “dons de eloquência”) são em número de três, cuja finalidade é realizar a comunicação entre Deus e o Seu povo, mostrando assim que Deus está presente no meio do Seu povo e que é um Deus vivo, que ainda fala aos Seus filhos. Por meio destes dons, sentimos o descanso do Senhor, pois a Sua presença nos faz descansar (Ex.33:14).
- O primeiro deles é o dom de variedade de línguas ou dom de línguas, que é o dom concedido pelo Espírito Santo a alguns crentes para que falem em línguas estranhas, de forma sobrenatural, para o fim de edificação própria de quem fala. É o dom mais disseminado no meio do povo de Deus, até porque é, também, aquele que é mais buscado.
- O dom de variedade de línguas ou de falar em línguas estranhas, dom este que, depois de ser elencado por Paulo na mencionada relação minudente de I Co.12, foi alvo de um estudo específico por parte do apóstolo em I Co.14, tendo em vista que este dom esta sendo mal utilizado pela igreja de Corinto, numa demonstração, aliás, como bem assinala R.N. Champlin que, "…é bem possível que, naqueles primeiros anos da igreja cristã, a posse de tais dons era mais um lugar comum do que uma raridade (como é hoje em dia, observação nossa), e, portanto, que não demonstrasse necessariamente qualquer evidência de espiritualidade superior, ou mesmo de qualquer busca espiritual mais intensa.…"(Dons espirituais. In: Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, v.2, p.217-8).
- É interessante observar, por primeiro, que o fenômeno linguístico sempre esteve relacionado na Bíblia Sagrada ao homem e a seu contato com Deus. Para demonstrar ao homem a sua supremacia sobre as demais criaturas terrenas, Deus fez com que Adão desse nome aos demais seres sexuados (Gn.2:19,20), sendo esta uma evidência de que a língua, conquanto criada por Deus, era um sinal distintivo do homem, era um fator de demonstração da natureza diferenciada do homem e, por conseguinte, da relação que deveria existir entre Deus e o homem. Mas, também, logo se demonstrou que o adversário, conquanto não fosse homem, mas enquanto ser celestial, também tinha o poder da comunicação e, ao permitir o homem que se abrisse um diálogo com ele, sobreveio o fracasso espiritual (Gn.3:1-6).

domingo, 27 de abril de 2014

0 Deus e nós... mas onde está Deus???



Finalmente, a verdade é dita na TV Americana:

A filha de Billy Graham estava sendo entrevistada no Early Show e a apresentadora Jane Clayson perguntou a ela:

- Como é que DEUS teria permitido algo horroroso assim acontecer no dia 11de setembro?

Anne Graham deu uma resposta extremamente profunda e sábia. Ela disse:

- Eu creio que DEUS ficou profundamente triste com o que aconteceu, tanto quanto nós. Por muitos anos nós temos dito para DEUS não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas. Sendo um cavalheiro como DEUS é, eu creio que Ele calmamente nos deixou. Como poderemos esperar que DEUS nos dê a Sua bênção e Sua proteção se nós exigimos que Ele não se envolva mais conosco?
À vista dos acontecimentos recentes...ataque dos terroristas, tiroteio nas escolas, etc. Eu creio que tudo começou desde que Madeline Murray O' Hare (que foi assassinada e seu corpo encontrado recentemente), se queixou de que era impróprio se fazer oração nas escolas americanas como se fazia tradicionalmente, e nós concordamos com a sua opinião.

Depois disso, alguém disse que seria melhor também não ler mais a Bíblia nas escolas... A Bíblia que nos ensina que não devemos matar, não devemos roubar, e devemos amar o nosso próximo como a nós próprios. E nós concordamos. Logo depois, o Dr. Benjamin Spock disse que não deveríamos bater em nossos filhos quando eles se comportassem mal, porque suas personalidades em formação ficariam distorcidas e poderíamos prejudicar sua auto-estima (O filho do Dr. Spock cometeu suicídio). E nós dissemos: "um perito nesse assunto deve saber o que está falando", e então concordamos com ele.

Depois alguém disse que os professores e os diretores das escolas não deveriam disciplinar os nossos filhos quando eles se comportassem mal. Os administradores escolares então decidiram que nenhum professor em suas escolas deveria tocar em um aluno quando se comportasse mal, porque não queriam publicidade negativa, e não queriam ser processados. (Há uma grande diferença entre disciplinar e tocar, bater, dar socos, humilhar e chutar, etc.) E nós concordamos com tudo.

Aí alguém sugeriu que deveríamos deixar que nossas filhas fizessem aborto, se elas assim o quisessem, e que nem precisariam contar aos pais. E nós aceitamos essa sugestão sem ao menos questioná-la.

Em seguida algum membro da mesa administrativa escolar muito sabido disse que, como rapazes serão sempre rapazes, e que como homens iriam acabar fazendo o inevitável, que então deveríamos dar aos nossos filhos tantas camisinhas quantas eles quisessem, para que eles pudessem se divertir à vontade, e que nem precisaríamos dizer aos seus pais que eles as tivessem obtido na escola. E nós dissemos, "está bem". Depois alguns dos nossos oficiais eleitos mais importantes disseram que não teria importância alguma o que nós fizéssemos em nossa privacidade, desde que estivéssemos cumprindo com os nossos deveres. Concordando com eles, dissemos que para nós não faria qualquer diferença o que uma pessoa fizesse em particular, incluindo o nosso presidente da República, desde que o nosso emprego fosse mantido e a nossa economia ficasse equilibrada.

Então alguém sugeriu que imprimíssemos revistas com fotografias de mulheres nuas, e disséssemos que isto é uma coisa sadia, e uma apreciação natural da beleza do corpo feminino. E nós também concordamos.

Depois uma outra pessoa levou isto a um passo mais adiante e publicou fotos de crianças nuas e foi mais além ainda, colocando-as à disposição na Internet. E nós dissemos, "está bem, isto é democracia, e eles têm direito de ter a liberdade de se expressar e fazer isso".

A indústria de entretenimento então disse: "Vamos fazer shows de TV e filmes que promovam profanação, violência e sexo ilícito. Vamos gravar música que estimule o estupro, drogas, assassínio, suicídio e temas satânicos." E nós dissemos: "Isto é apenas diversão, e não produz qualquer efeito prejudicial. Ninguém leva isso a sério mesmo, então que façam isso!"

Agora nós estamos nos perguntando por que nossos filhos não têm consciência, e por que não sabem distinguir entre o bem e o mal, o certo e o errado, por que não lhes incomoda matar pessoas estranhas ou seus próprios colegas de classe ou a si próprios...

Provavelmente, se nós analisarmos tudo isto seriamente, iremos facilmente compreender que nós colhemos exatamente aquilo que semeamos!

Se uma menina escrevesse um bilhetinho para DEUS, dizendo: "Senhor, por que não salvaste aquela criança na escola?"

A resposta Dele seria:

"Querida criança, não me deixam entrar nas escolas!"

Do Seu DEUS.

É triste como as pessoas simplesmente culpam DEUS e não entendem por que o mundo está indo a passos largos para o inferno. É triste como cremos em tudo que os jornais e a TV dizem, mas duvidamos do que a Bíblia nos diz.

É triste como todo o mundo quer ir para o céu, desde que não precise crer, nem pensar ou dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.

É triste como alguém diz: "Eu creio em DEUS", mas ainda assim segue a Satanás, que por sinal, também "crê" em DEUS. É engraçado como somos rápidos para julgar mas não queremos ser julgados! É triste ver como as pessoas ficam inflamadas a respeito de Cristo no domingo, mas depois se transformam em cristãos invisíveis pelo resto da semana.

Gozado que nós nos preocupamos mais com o que as outras pessoas pensam a nosso respeito do que com o que DEUS pensa...

Que DEUS nos abençoe.

http://www.montesiao.pro.br/estudos/mensagens/deusenos.html

sábado, 26 de abril de 2014

0 Os dons espirituais podem ser perdidos?

  


                 Pr. Altair Germano*

No contexto pentecostal, no que diz respeito aos dons espirituais, sempre houve a discussão sobre a possibilidade ou não, de se perder os dons concedidos pelo Espírito. Para cooperar com essa discussão, resolvemos escrever este artigo, onde a ideia é esclarecer alguns fatos sobre a questão.

Em primeiro lugar, entendo ser importante relembrarmos o conceito de “dom de Deus”. O termo grego para “dom” no sentido em que estamos tratando é charisma.Barclay afirma que no Novo Testamento a palavra ocorre dezessete vezes, catorze nas epístolas paulinas gerais, duas nas pastorais e uma vez em 1 Pedro. O termo, segundo Barclay[1];

sábado, 19 de abril de 2014

1 PROTESTO, protesto, protesto!

 
 
 
 
Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados. Isaías 58:1
Mesmo sabendo que boa parte do meu protesto irá perder-se ao sabor do vento, mesmo assim me convém “protestar”, nem que seja para desabafar comigo mesmo e com os leitores a minha indignação e perplexidade.
Pois em meio a tantos anos como evangélico nunca imaginei nem em sonhos (ou melhor pesadelos) que a igreja evangélica brasileira fosse chegar a uma crise de identidade tamanha, como a que estamos vivenciando atualmente.
Quero dizer que não concordo com muito do que está acontecendo no meio do povo “evangélico” da atualidade. E não estou aqui atacando a “Noiva do Cordeiro”, mas apenas expressando minha discordância face aos desmandos e desvios doutrinários que tenho observado e isso sem falar naqueles (e são muitos) que têm passado despercebidos.
PROTESTO – contra a elitização eclesiástica – Pois o que tenho visto na sua grande maioria é que posições ministeriais tem sido o privilégio de alguns (ELITE) e não uma resposta à chamada ministerial daqueles a quem Deus escolheu;
PROTESTO – contra a obtenção de posições ministeriais privilegiadas por “boas ofertas, bons dízimos e formações superiores” – Não foi isso que Jesus nos ensinou, pois se assim fosse, alguns dos maiores apóstolos de Jesus jamais teriam seguido carreira ministerial. Exemplo disso são os pescadores que o seguiam (Pedro, João e Tiago) que não possuíam formação acadêmica, mas mesmo assim foram os primeiros ministros escolhidos a dedo pelo próprio Jesus e também seus melhores amigos. Aliás, de todos os apóstolos (exceto Paulo) o único que tinha formação superior era JUDAS ISCARIOTES, que mostrou-se um traidor e filho do demônio.
Assim como também não concordo com consagração de obreiros somente se forem dizimistas, pois essa regra não é bíblica. E não sendo bíblica ela é extra bíblica ou antibíblica, portanto como cristão não tenho a obrigação de obedecer uma regra extra nem antibíblica sob pena de ser enquadrado em Isaías 8.20b “...se eles não falarem (andarem) segundo esta palavra, nunca verão a alva”.
Se fôssemos realmente considerar a hipótese de que o obreiro para ser consagrado ao ministério deve necessariamente ser “DIZIMISTA FIEL” como rezam as tradições, então todos os apóstolos seriam reprovados, pois quê na Bíblia (NOVO TESTAMENTO) não encontramos uma única referência ao dízimo a não ser Mateus 23.23 que não é uma referência doutrinária sobre a questão, mas uma palavra de reprovação de Jesus sobre algumas práticas da lei (JUÍZO, MISERICÓRDIA E A FÉ) esquecidas por judeus que no afã de guardar a Lei de Moisés, insistiam em dizimar até a hortelã, o endro e o cominho. Fora esta referência eu desconheço qualquer outra que trate da questão do dízimo como uma doutrina neotestamentária.
PROTESTO – contra a união espúria da igreja com política – vejam bem, eu não sou maluco nem extremista de esquerda, eu sei e conheço o direito e a obrigação do voto. Assim como sei o valor de bons políticos para o bom andamento de nossa nação (embora os tenha procurado com um microscópio e não tenha encontrado). Sei também que qualquer cristão pode candidatar-se a cargos eletivos e fazer a diferença na esfera Municipal, Estadual e Federal.
Agora o que eu não admito é a “igreja” como corpo de Cristo e os seus ministros venderem-se a política partidária e transformarem o templo do Senhor em curral eleitoral. Isso é inadmissível e intolerável. E quem assim age prepare-se, pois o dono da Igreja está voltando para acertar as contas com você. (Lembra-te, pois, de onde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; quando não, brevemente a ti virei, e tirarei do seu lugar o teu castiçal, se não te arrependeres. Apocalipse 2:5)
Não posso aceitar esses e tantos outros disparates como a disseminação do adultério, o divórcio generalizado, o aborto consentido pela liderança, à prostituição no meio da juventude, a pregação da teologia da prosperidade, a pregação da teologia da pobreza absoluta e o liberalismo geral que está acontecendo no meio da igreja.
LIDERANÇA – Pelo amor de Deus acordem e voltemos ao verdadeiro evangelho!
Bom final de semana e boa páscoa a todos,
João Augusto de Oliveira.
 



sexta-feira, 18 de abril de 2014

0 Quanto Jesus sofreu? Relatório médico de morte por crucificação



Quanto Jesus sofreu? Relatório médico de morte por crucificação

Mark Driscoll
Quando se reconstitui os aspectos médicos da crucificação de Jesus, o resultado é um quadro brutal e vívido do que Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.
Em 1986, a Revista da Associação Médica Americana publicou uma série de artigos que examinava a prática da tortura. O primeiro artigo foi intitulado “Sobre a Morte Física de Jesus Cristo,” escrito pelo Dr. William D. Edwards, Dr. Wesley J. Gabel e Dr. Floyd E. Hosmer.
“O artigo foi um relatório do evento possivelmente mais influente de tortura da história com análise fisiologicamente confiável que mostrava a dor horrível de um comum castigo romano da antiguidade,” o editor George Lundberg mais tarde escreveu em defesa do conteúdo polêmico.
Inspirando-se no relato que a Bíblia faz da crucificação, a evidência arqueológica e documentos históricos, combinados com o estudo moderno, o artigo tinha como meta “reconstituir os prováveis aspectos médicos dessa forma de execução lenta” (1460). O resultado foi uma explicação brutal e vívida do que Jesus sofreu para salvar as pessoas do pecado.

Morte excruciante

Isso é o que fizemos com o Deus do universo, conforme o artigo descreve:
* “Embora os romanos não tivessem inventado a crucificação, eles a aperfeiçoaram como forma de tortura e pena capital que tinha o objetivo produzir uma morte lenta com máxima dor e sofrimento” (1458).
* “Para os açoites, o homem era despido de suas roupas, e suas mãos eram amarradas a uma coluna erguida. As costas, as nádegas e as pernas eram açoitadas por dois soldados (lictores) ou por um que alternava posições. A gravidade dos açoites dependia da disposição dos lictores e tinha o objetivo de enfraquecer a vítima a um estado à beira do colapso ou morte” (1457).
* “À media que os açoites continuavam, as lacerações dilacerariam até alcançar os músculos esqueléticos subjacentes e produziriam tiras tremulantes de carne ensanguentada” (1457).
* “Quando os soldados rasgaram as vestes das costas de Jesus, provavelmente eles reabriram as feridas de açoites” (1458).
* “O prego fincado esmagaria ou deceparia o nervo mediano senso-motor um tanto grande. O nervo estimulado produziria ‘relampejos’ excruciantes de dor ardente em ambos os braços” (1460).
* “Exalação adequada exigia levantar o corpo flexionando os pés e os cotovelos e aduzindo os ombros. Contudo, essa manobra colocaria o peso inteiro do corpo nos calcanhares e produziria dor intensa. Além disso, a flexão dos cotovelos faria a rotação dos pulsos em volta dos pregos de ferro e causaria dor ardente ao longo dos nervos medianos danificados” (1461).
* “Já que expressões verbais ocorrem durante a exalação, essas expressões curtas [as palavras de Jesus na cruz] devem ter sido particularmente difíceis e dolorosas” (1462).
Em resumo, “A morte por crucificação era, em todo sentido da palavra, excruciante (em latim, excruciatus, ou ‘da cruz’)” (1461). Mas a morte violenta, dolorosa, sacrificial, corajosa e humilde de Jesus não é o único ato mais horrendo do homem pecador que o mundo já conheceu — é também o maior ato de amor demonstrado por nosso Deus bom e justo.

Não uma vítima impotente

É tentador olhar para o Jesus crucificado com piedade condescendente e sentir pena de Seu sofrimento brutal. Contudo, por respeito à dignidade de Jesus, precisamos resistir a essa tentação, pois Jesus não morreu como mais uma vítima impotente. Em vez disso, com a cruz no horizonte de Sua vida, Jesus disse que ninguém tiraria Sua vida dEle em derrota. Pelo contrário, Ele disse que Ele a daria e tomaria de novo em vitória (John 10:18).
Uma testemunha desses acontecimentos assombrosos foi um jovem chamado João, que nos ajuda a compreender a morte de Jesus como um ato de amor: “Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como propiciação pelos nossos pecados” (1 João 4:10 NVI).
Feliz Páscoa.
Traduzido por Julio Severo do artigo da revista Charisma: How Much Did Jesus Suffer? A Medical Account of Death by Crucifixion

quarta-feira, 16 de abril de 2014

0 2º Trim. 2014 - Lição 3 - Dons de revelação I


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


                                                                                                   


ESBOÇO Nº 3
LIÇÃO Nº 3 –  DONS DE REVELAÇÃO
                                                           Os dons de revelação têm o propósito de manifestar a onisciência de Deus no meio da Igreja.
INTRODUÇÃO
- Na continuidade do estudo dos dons espirituais, estudaremos os chamados dons de revelação, ou seja, a palavra da sabedoria, a palavra da ciência e o discernimento de espíritos.
Os dons de revelação têm o propósito de manifestar a onisciência de Deus no meio da Igreja.
I – A CLASSIFICAÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS
- Depois de termos visto, na lição anterior, o propósito dos dons espirituais, passaremos a estudá-los um a um, consoante a lista apresentada pelo apóstolo Paulo em I Co.12:8-11.
- É importante observarmos que, ao longo do Novo Testamento, encontramos três listas de dons, todos em cartas do apóstolo Paulo, listas estas que foram feitas sob inspiração do Espírito Santo mas com propósitos e contextos diferentes.
- Destarte, não podemos considerar que tais listas sejam absolutamente distintas e que cada uma delas traz dons de natureza diversa, como se se tratassem de relações totalmente estanques, que não admitem nenhuma comunicação entre si.
- Não podemos nos esquecer que o apóstolo Paulo escrevia suas cartas visando situações concretas enfrentadas pelas igrejas destinatárias e que seu objetivo primordial era cristalizar e consolidar a doutrina cristã numa igreja nascente, objetivo este, aliás, quer também o do Espírito Santo, que levou o apóstolo a escrever estas cartas para que seus ensinos pudessem superar o limite da própria geração apostólica.
Paulo traz uma lista dos dons espirituais ao tratar deste assunto com a igreja em Corinto. Comefeito, ao iniciar o capítulo 12 da primeira carta canônica àquela igreja, o apóstolo inicia dizendo que não queria que os coríntios fossem ignorantes a respeito dos dons espirituais e, a partir do versículo 8, fala de nove dons, a saber: palavra da sabedoria, palavra da ciência, fé, dons de curar, operação de maravilhas, profecia, dom de discernir os espíritos, variedade de línguas e interpretação das línguas.
- Diante do fato de que Paulo fala destes dons como sendo dons espirituais (em grego, “carismas”), tem-se entendido que os dons espirituais são nove, ou seja, são nove as manifestações do Espírito Santo que, de forma especial e particular, promove a edificação, exortação e consolação da Igreja.
Estes dons espirituais são manifestações do Espírito Santo, ou seja, como já vimos em lições anteriores, são “poderes extraordinários”, “poderes especiais” que o Espírito Santo reparte a alguns crentes, a fim de promover a edificação, exortação e consolação da Igreja, poderes estes que somente são conferidos a quem for previamente batizado com o Espírito Santo, já que não vemos, nas Escrituras, ninguém que tenha sido usado, na dispensação da graça, com tais dons que não tenha sido previamente revestido de poder.
- Tomando-se a relação de I Co.12:8-11, podemos dividir os dons espirituais em três categorias, a saber:

sexta-feira, 11 de abril de 2014

0 25 Dons do Espírito Santo

25 Dons do Espírito Santo
25 DONS DO ESPÍRITO SANTO
                                   25 dons do Espírito Santo mencionados nas Escrituras
                                                                       Ron Phillips*
                                   Muitos cristãos estão familiarizados com os nove dons do Espírito que Paulo descreve em I Co.12:4-10. Mas você sabia que há muitos mais? Embora o número exato seja alvo de debate, aqui estão pelo menos 25 dons espirituais que o Espírito Santo deu para a igreja primitiva — e continua a dar hoje.
  1. Palavra da sabedoria (I Co.12:8; Lc.6:9)
  2. Palavra do conhecimento (1 Co.12:8; Lc.18:22)
  3. Fé (I Co.12:9; At.3:6)
  4. Dons de curar (1 Co.12:9, 28; At. 28:1-10)
  5. Operação de milagres (1 Co.12:10; At.6:8)
  6. Profecia (1 Co.12:10; 1 Ts.5:20-21; Ef. 4:11)
  7. Discernimento de espíritos (1 Co.12:10; Lc.8:29)
  8. Línguas (1 Co.12:10; At.19:6)
  9. Interpretação de línguas (1 Co.12:10; 14:13-33)
  10. Socorros (1 Co.12:28)
  11. Governos (1 Co.12:28; At.6:2-3)
  12. Ministério/serviço (Rm.12:7; II Tm.1:16-18)
  13. Ensino (Rm.12:7; Ef. 4:11-14)
  14. Exortação (Rm.12:8; Hb.10:24-25)
  15. Repartir (Rm.12:8; 1 Co.13:3; At. 4:32-35)
  16. Presidir (Rm.12:8; At.13:12)
  17. Misericórdia (Rm.12:8; Lc.5:12-13)
  18. Apóstolos (Ef. 4:11)
  19. Evangelistas (Ef. 4:11; II Tm.4:5)
  20. Pastores (Ef.4:11)
  21. Graça (Rm.12:6; Ef.3:7; 4:7; I Pe.4:10-11)
  22. Disposição para enfrentar o martírio (1 Co.13:3)
  23. Intercessão (Rm.8:26-27)
  24. Hospitalidade (I Pe.4:9)
  25. Celibato (1 Co.7:8)
Tradução de Caramuru Afonso Francisco.
* Pastor sênior da Igreja Batista Central, hoje conhecida como Casa de Abba, em Chattanooga, Tenessee/EUA.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

0 Apologética: Uma necessidade para o evangelismo


Uma necessidade para o evangelismo
É indiscutível o fato da apologética se tornar cada vez mais necessária para a proclamação da Palavra de Deus. Apologética não consiste apenas em defender a fé cristã, mas também em anunciá-la ou servir como um instrumento indispensável para esta anunciação. A apologética sem o evangelismo é praticamente vã e o evangelismo sem a apologética se torna cada vez mais ineficaz.
A simples defesa do cristianismo é inútil quando não temos posteriormente a essencial proclamação da Palavra. A defesa é útil para a proclamação e deve estar intimamente relacionada a esta última. É preciso entender o quanto à apologética é útil, mas também o quanto ela pode se tornar inútil quando não utilizada de forma correta.
O apologista cristão Francis A. Schaeffer dizia que o homem moderno, quase em sua totalidade, está tomado pelo relativismo. O pensamento moderno mudou drasticamente o homem e para tanto se torna imprescindível que as formas de evangelismo também sofram intensas mutações. Uma destas mutações é aliar-se forçosamente a apologética.
O relativismo a que Schaeffer se referia pode ser verificado na prática. Estou evangelizando uma jovem de 21 anos, ela diz que todas as coisas etéreas que formam o homem, tais como moral e sentimentos, tem fundamentação orgânica.
Este pensamento conduz necessariamente ao relativismo, pois reduz a moral a um mero mecanismo orgânico (como um hormônio, por exemplo), e pensando assim existe uma relativização do certo e do errado. O homem é reduzido a um ser impessoal e suas atitudes não são essencialmente certas ou erradas, mas indicam sua necessidade de sobrevivência. Como na selva os animais lutam pelo seu espaço (e não precisam se culpar se matam um ao outro para conquistar seus objetivos), os homens também não precisam se culpar se passam por cima do seu próximo – isso é inclusive necessário para a manutenção da raça humana.
A minha pergunta é a seguinte: como é possível simplesmente evangelizar uma pessoa assim? O evangelismo puro e simples neste caso não surtirá muito efeito, pois a mente desta jovem está tomada pelo relativismo. Se ela não diferencia o certo e o errado, simplesmente dizer a ela que Cristo morreu em seu lugar se torna algo incompleto e ineficaz. Aqui nasce a apologética, enquanto uma ferramenta eficaz para o evangelismo.
No caso desta jovem, preciso prová-la que somos munidos sim de uma moral, que está longe de ser um mecanismo puramente orgânico, e para tanto necessito da apologética. Preciso defender racionalmente minha fé e mostrá-la como seu pensamento está baseado na irracionalidade. A partir daí será possível evangelizar, sem estar falando ao vento.
Insisto novamente que a apologética é importante, mas que deve ser seguida do evangelismo, ou tudo volta à estaca zero. A apologética deve fazer parte do processo evangelístico, e precisa contar para tanto com o essencial auxílio do Espírito Santo.
É imprescindível preparar a nova geração para evangelizar utilizando-se da apologética. A cada evolução da ciência, a cada nova filosofia, o homem se afasta mais da realidade da Palavra de Deus. A ciência vai se multiplicando e a amor se esfriando. Cabe a nós, como cristãos, defender e comunicar o Evangelho transformador nos adaptando as inevitáveis transformações do mundo.
http://www.cacp.org.br/apologetica-uma-necessidade-para-o-evangelismo/

terça-feira, 8 de abril de 2014

0 2º Trim. 2014 - Lição 2 - O propósito dos dons espirituais


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


                                                                                                          

ESBOÇO Nº 2
LIÇÃO Nº 2 – O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS
                                               Os dons espirituais têm o propósito de edificação, exortação e consolação da Igreja.
INTRODUÇÃO
- Dando início ao estudo dos dons espirituais, que constitui o primeiro bloco do trimestre, estudaremos o seu propósito.
- Os dons espirituais têm o propósito de edificação, exortação e consolação da Igreja.
I – DEUS É UM DEUS DE PROPÓSITO
- Depois de termos visto em linhas gerais que são e o que representam os dons para a Igreja, passaremos ao estudo dos dons, sendo que o primeiro bloco do trimestre, que envolve as lições 2 a 5, tratará dos dons espirituais, entendidos estes como os dons dados pelo Espírito Santo particularmente aos membros do corpo de Cristo para a manifestação do que for útil, para a edificação, exortação e consolação da Igreja (I Co.12:7-11).
- O apóstolo Paulo, ao dissertar a respeito dos dons espirituais, traz este ensino para uma igreja local que estava acostumada ao exercício destes dons, pois a igreja em Corinto é a única que é mencionada nas Escrituras como sendo uma igreja local em que dom algum faltava (I Co.1:7).
- Isto já nos mostra com clareza que, além da busca e do exercício dos dons, é fundamental que a igreja local não seja ignorante a respeito deles, ou seja, saiba efetivamente porque e para que o Espírito Santo entrega dons para a Igreja, a fim de que se cumpra o propósito para eles estabelecido pelo próprio Senhor.
- Tal posicionamento do apóstolo Paulo, que não queria que houvesse ignorância a respeito dos dons espirituais (I Co.12:1) já desmonta a tese de muitos que cristãos se dizem ser que, dizendo-se “espirituais”, são anti-intelectualistas e arredios ao estudo das Escrituras, considerando que, “em havendo poder de Deus”, tudo estará resolvido e que não é necessário exercer uma fé racional e equilibrada, consoante os parâmetros estatuídos na Bíblia Sagrada.
- A igreja em Corinto, apesar de ter todos os dons, o que é bom e jamais foi alvo de qualquer crítica ou censura por parte do apóstolo Paulo que, bem ao contrário, ensinava os coríntios a buscar com zelo os dons espirituais (I Co.14:1), tinha grandes e gravíssimos problemas e um dos fatores que ocasionavam estas imensas dificuldades estava, precisamente, a ignorância com relação aos dons espirituais.

quinta-feira, 3 de abril de 2014

0 2º Trim. 2014 - Lição 1 - E deu dons aos homens


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


                                                                                                              
ESBOÇO Nº 1
A) INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE
                                                           Damos início a mais um trimestre letivo da Escola Bíblica Dominical, um trimestre “temático”, onde estudaremos um assunto tal qual ele se apresenta nas Escrituras Sagradas.
                                                           Neste segundo trimestre de 2014, estaremos estudando um tema muito importante, qual seja, “Dons espirituais e dons ministeriais”, um assunto cujo estudo se faz extremamente necessário nos dias em que vivemos, onde a igreja dita pentecostal tem deixado de lado esta preciosidade que o Senhor deixou à Sua Igreja que são os dons espirituais e num instante em que a luta pelo poder eclesiástico confunde dons ministeriais com títulos e posições hierárquicas.
                                                           Necessitado de salvação, o homem depende da ação divina para alcançar sua redenção, vez que o homem não pode salvar-se a si mesmo.
                                                           A salvação apresenta-se, assim, por si só, como um dom que Deus nos dá para que possamos retomar a comunhão com Ele que perdemos por causa do pecado. Daí porque o chamado texto áureo da Bíblia dizer que Deus deu o Seu Filho Unigênito para que todo aquele que n’Ele crer não pereça tenha a vida eterna (Jo.3:16). O próprio Cristo, portanto, é um dom que Deus dá aos homens, mediante o qual alcançamos a vida eterna.
                                                           Mas, quando o homem é salvo por Cristo, o Senhor não Se contenta em lhe dar apenas a salvação, o que já seria por demais suficiente para a humanidade. Na verdade, em Seu infinito amor, o Senhor também compartilha com o homem que salvou do Seu poder e da Sua companhia, de modo que, ao longo da peregrinação terrena da Sua Igreja, entrega a ela dons, dádivas, riquezas espirituais que nos permitem servi-l’O e também servir aos homens, desempenhar o amor que d’Ele recebemos, não só em relação a Ele como também aos homens.

 

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