quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

0 4 º trim. 2012 - Lição 10: Sofonias, o Juízo Vindouro


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
4 º Trimestre de 2012 - CPAD
Os Doze Profetas Menores - advertências e consolações Pará a santificação da Igreja de Cristo
Comentarios da revista da CPAD: Esequias Soares da Silva
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e vídeos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva

Lição 10, Sofonias, O Juízo Vindouro

  
Áureo TEXTO
"Porqué surgirão Falsos Cristos e Falsos Profetas e Farão Tão Grandes Sinais e prodígios, Que, se Possível fóruns, enganariam ATÉ OS escolhidos" (Mt 24,24). 

VERDADE PRATICA 
Sem Juízo Vindouro, DEUS ha de julgar de Todos os moradores da terra, de a Acordo com como Obras de CADA UM. 

Leitura Diaria
Segunda - Jr 30,7 Um ritmo de Angústia parágrafo Jacó
Terça - Dn 12,1 Daniel profetizou o ritmo de Angústia
Quarta - Lc 21.25,26 Uma convulsão Geral nd Sociedade
Quinta - 2 Pe 3,10 Os CEUs Passarão com grande Estrondo
Sexta - 1 Ts 5.2,3 Um ritmo de Destruição
Sábado - Mt 25.31,46 O Juízo Final

Leitura Bíblica EM CLASSE - Sofonias 1,1-10
1 Palavra do Senhor Govinda um Sofonias, Filho de Cusi, Filho de Gedalias, Filho de Amarias, Filho de Ezequias, nos Dias de Josias, Filho de Amom, rei de Judá. 2 Inteiramente consumirei Tudo sobre a face da terra, Diz o Senhor. 3 Arrebatarei OS Homens E Os animais, consumirei como aves do Céu, Peixes E OS do mar, e com tropeços OS OS ímpios; e exterminarei OS Homens de Cima da terra, Disse o senhor. 4 E estenderei a Minha Mão contra Judá e contra de Todos os Habitantes de Jerusalém e exterminarei deste Lugar o resto de Baal EO Nome dos quemarins com OS Sacerdotes; 5 e OS Que OS sobre Telhados se curvam AO Exército confere do Céu; e OS Que se inclinam jurando AO Senhor e juram POR Malca, 6 e OS Que deixam de andar los seguimento fazer Senhor, e OS Que buscam NAO AO Senhor, NEM POR perguntam elementos. 7 Cala-te Diante do Senhor JEOVÁ, porqué o Dia do Senhor ESTA Perto, porqué o Senhor preparou o Sacrifício e santificou OS SEUS Convidados. 8 E acontecerá Que, não Dia do Sacrifício não senhor, hei de Castigar OS Príncipes, E Os Filhos do Rei, e de Todos os Que se Vestem de vestidura Estranha. 9 Castigarei also, naquele dia, Todos aqueles Que saltam sobre o umbral, Que enchem de violencia de e engano a casa senhores DOS SEUS. 10 E, naquele dia, Diz o Senhor, far-se-á Ouvir UMA Voz de clamor DESDE a Porta do Peixe, e hum uivo DESDE a Segunda Parte, e grande quebranto DESDE OS Outeiros.

COMENTÁRIOS DA BEP - CPAD
Esboço 
Introdução (1,1)
IO Julgamento EO Dia do Senhor (1,2-3,8)
A. Julgamento sobre a Terra (1.2,3)
B. Julgamento contra o Povo de Judá (1,4-18)
1. DESCRIÇÃO DOS Pecados de Judá (1,4-9)
2. Advertencia a Jerusalém (1,10-13)
3. O Grande Dia do Senhor (1,14-18)
C. Chamada AO Arrependimento (2,1-3)
D. Julgamento das Nações (2,4-15)
1. Os Filisteus (2,4-7)
2. Os Amonitas e Moabitas (2,8-11)
3. Os Etíopes (2.12)
4. Os Assírios (2,13-15)
E. Julgamento de Jerusalém (3,1-7)
1. Pecados de Jerusalém (3,1-4)
2. A Justiça Divina contra Jerusalém (3,5-7)
3. Julgamento de Toda a Terra (3,8)
II.A Salvação EO Dia do Senhor (3,9-20)
A. O Remanescente Restaurado e Jerusalém Purificada (3,9-13)
B. O Povo Jubiloso com DEUS não Seu Meio (3,14-17)
C. Promessas Finais a Respeito da Restauração (3,18-20)  Autor: Sofonias Tema: O Dia do Senhor de dados: Cerca de 630 aC  Considerações Preliminares





Sofonias, Cujo Nome significa "o Senhor esconde", era hum tataraneto fazer Ezequias Rei. Durante o elemento profetizou Reinado de Josias (639-609 aC), O Último governante Piedoso de Judá (1,1). Suá Referência uma Jerusalém Como "este lugar" (1,4), Bem Como uma minuciosa DESCRIÇÃO de SUA topografia e de SEUS Pecados, indicam Que residia na Cidade. Como parente do Rei Josias, tinha Imediato Acesso AO palácio real. CONFORME era de se esperar, o SUAS profecias focalizavam a Palavra fazer Sr. endereçada uma juda Nações e como.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

0 Revista da Escola dominical 1º Trimestre de 2013 - Jovens e adultos


Revista Escola Dominical, no 1º Trimestre de 2013 estudaremos através das Lições Bíblicas da CPAD o tema: "Elias e Eliseu" - Um Ministério de Poder para a Igreja.


Lições:

Lição 1- A Apostasia no Reino de Israel
Lição 2- Elias, o Tisbita
Lição 3- A Longa Seca Sobre Israel
Lição 4- Elias e os Profetas de Baal
Lição 5- Um Homem de Deus em Depressão
Lição 6- A Viúva de Sarepta
Lição 7- A Vinha de Nabote
Lição 8- O Legado de Elias
Lição 9- Elias no Monte da Transfiguração
Lição 10- Há Um Milagre em Sua Casa
Lição 11- Os Milagres de Eliseu
Lição 12-  Eliseu e a Escola de Profetas
Lição 13- A Morte de Eliseu 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

1 Discriminação – será que ela existe na Igreja?


Discriminar significa "fazer uma distinção". Existem diversos significados para a palavra, incluindo a discriminação estatística ou a atividade de um circuito chamado discriminador. O significado mais comum, no entanto, tem a ver com a discriminação sociológica: a discriminação social, racial, política, religiosa, sexual, por idade ou nacionalidade, que podem levar à exclusão social e são o assunto deste artigo (http://pt.wikipedia.org/wiki/Discrimina%C3%A7%C3%A3o, acesso em 03 de Dezembro de 2012; 17h45minhs).

O Brasil faz campanhas e mais campanhas no afã de reduzir a discriminação, de todas as formas possíveis. Existem inclusive leis específicas que visam punir aqueles que forem acusados de tal prática 
(http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9459.htm). Até a mídia se envolve nesta onda de banir toda a forma de discriminação.

E vou falar a verdade; eu sou totalmente a favor da punição severa a todo tipo de discriminação. Como descendente de negros que sou, com todo orgulho, graças a Deus; posso dizer que sei e sinto na pele o que é “ser discriminado”, seja no trabalho, na faculdade ou em qualquer outra parte.



Mas e quando essa discriminação parte da Igreja, de membros e até ministros que desprovidos da graça de Deus, praticam a discriminação aos irmãos; talvez de forma aberta, mas muitas vezes disfarçadamente toam-se atitudes que deixam claro a ação ou omissão por descriminação.

Muitos são discriminados por serem negros – Alguém pode alardear: “irmão isso não existe na Igreja!” Digo que existe sim; é só abrir os olhos pra enxergar. Não podemos nem devemos tentar tapar o sol com a peneira.

Muitos são discriminados por serem pobres – Vai dizer pra mim que os mais abastados não têm um tratamento diferenciado dos mais humildes financeiramente? Lógico que não deveria haver esse tipo de coisa no meio da Igreja, mas tem; e isso tem que acabar. Veja o que Tiago diz a respeito (Mas, se fazeis acepção de pessoas, cometeis pecado, e sois redarguidos pela lei como transgressores. Tiago 2:9).

Muitos são discriminados por pensarem diferente da maioria – Basta você abrir a boca durante aquela reunião ministerial e expressar um ponto de vista diferente sobre assuntos como dízimo, missões, usos e costumes, escatologia, etc. 

Imediatamente o seu mundo desaba! É perigoso ate o Pastor fazer passar uma circular nas Igrejas ligadas aquela convenção, proibindo de lhe dar qualquer oportunidade, ate mesmo pra uma saudação. OU EU ESTOU ERRADO NO QUE ESTOU DIZENDO?

Isso tem que acabar no meio da Igreja do Senhor, afinal de contas, Deus não faz acepção de pessoas (Porque, para com Deus, não há acepção de pessoas. Romanos 2:11). Como podemos nós como seus filhos fazer aquilo que o nosso Pai não faz nem aprova que se faça? Oremos e façamos ouvir a nossa voz, no sentido de que toda “DISCRIMINAÇÃO SEJA ABERTA OU VELADA ACABE NO MEIO DO POVO DE DEUS”.

Boa semana a todos!

                     João Augusto de Oliveira





domingo, 2 de dezembro de 2012

0 Minha Igreja é a melhor; é aqui que Deus opera!



     Um fenômeno que tem me chamado bastante a atenção nas últimas décadas no Brasil é o exacerbado crescimento evangélico. Crescimento esse que, evidentemente tem seu lado positivo, mas que não podemos negar; tem também seu lado negativo.

     E um dos pontos negativos que tenho observado com tristeza é a falta de união e o sentimento de achar que Deus opera somente no seu ministério e que o outro ministério não é de Deus; ou que Deus lá não está.

     Pode observar que vários programas de rádio, tv e internet de alguns ministérios são feitos não com o intuito de pregar a “Cristo e este crucificado” (1 Co 1.23); mas sim o de divulgar suas Igrejas, seus pastores e suas posses materiais; deixado de lado a verdadeira mensagem de salvação e privando assim ao pecador de alcançar perdão e vida em Jesus.

Você liga o rádio ou a televisão e eis o que você ouve:

·         Aqui nesse ministério Deus opera realmente; venha que aqui Jesus tem uma benção pra você. Não deixe de vir aqui no próximo domingo, pois aqui tem o poder de Deus;

·         Venha para a nossa Igreja e traga a sua família para ser curado, receber a benção da prosperidade, pagar todas as suas contas e ter uma vida plenamente feliz. Mas você só alcança essas vitórias em nossa Igreja, pois aqui Deus opera;

·         Outros perguntam aos seus entrevistados: Você foi curado dessa enfermidade aqui na nossa Igreja? Quanto tempo você frequentou o outro ministério? Lá Deus não te curou? Por quê?

Diante de tudo isso e muito mais eu fico a me perguntar: Onde fica Jesus em tudo isso? Afinal de contas Jesus tem uma igreja (ministério) para operar especialmente, enquanto que as outras ele despreza? Não somos todos irmãos em Cristo? Porque então existe tanto individualismo? Porque tanta disputa pelos fiéis? Porque não vamos aos milhares que perecem sem salvação e morrem todos os dias correndo o risco de que suas almas imortais vão ao inferno?

Jesus nos mandou pregar o Evangelho que tem o significado de “boa nova”; e esta boa nova não é outra mensagem senão que Jesus morreu na cruz para nos perdoar, salvar e nos levar para os céus para morar com ele. O que passa disso é balela, propaganda humana e marketing pessoal de homens que querem adquirir fama as custas do Evangelho.

Que Deus nos guarde desse individualismo satânico.

João Augusto de Oliveira


sábado, 1 de dezembro de 2012

0 NASA promove encontro na internet para negar o fim do mundo


- De olho na aproximação do dia 21 de dezembro de 2012, data em que algumas pessoas acreditam que a antiga civilização maia previu o fim do mundo, e no aumento do fluxo de mensagens pedindo esclarecimentos sobre o assunto, cinco cientistas da Nasa participaram esta semana de um debate na internet para responder às dúvidas do público. Durante o encontro na rede social "Google Plus", especialistas da agência espacial americana rechaçaram teorias apocalípticas como a de que um planeta errante chamado Nibiru, ou Planeta X, chocaria-se com a Terra e tentaram colocar um pé na realidade temores como o de uma tempestade solar de grandes proporções que poderia destruir boa parte de nossa tecnologia atual e deixar o planeta às escuras.

Leia também:
A pedra maia sobre o fim do mundo é a biografia de um guerreiro
Contagem regressiva para fim de uma era no calendário maia
- É tudo uma elaborada fantasia - afirmou David Morrison, astrobiólogo do Centro de Pesquisas Ames da Nasa. - Mas a verdade é que muitas pessoas estão verdadeiramente preocupadas e muitas delas escrevem sobre isso para a Nasa. Em particular, fico preocupado com os jovens que escrevem para mim e dizem estar apavorados, que não conseguem dormir, comer. Alguns deles contam que até consideram o suicídio. Acho uma maldade ficarem espalhando rumores pela internet para assustar crianças.
Quanto a Nibiru, um suposto planeta com órbita irregular que levaria 3,6 mil anos para completar uma volta em torno do Sol, os cientistas esclareceram que se um objeto tão grande existisse e estivesse em rota de colisão com a Terra ele já teria sido detectado.
- Não faz nenhum sentido, pois se ele estivesse lá nós o veríamos. Nós estaríamos acompanhando sua trajetória por uma década ou mais e agora ele seria o objeto mais brilhante no céu depois do Sol e da Lua. Você pode derrubar este rumor sozinho, basta sair e olha para o céu - disse Morrison.
Já com relação à atividade solar, uma pergunta feita por um dos internautas surpreendeu a heliofísica Mitzi Adams, do Centro de Voo Espacial Marshall. Segundo o boato citado pelo internauta, a Nasa teria previsto que o Sol sofreria um "apagão" entre os dias 21 e 23 de dezembro.
- Não há nada que conhecemos na física que permita que o Sol se desligue por três dias e depois ligue de novo - respondeu, sem, no entanto, afirmar que estamos totalmente livres de qualquer perigo. - A maior ameaça à Terra em 2012, no fim deste ano e no futuro vem da própria espécie humana.
Além do encontro na internet, a Nasa reeditou no último dia 13 de novembro uma página especial no seu site na internet em que responde a algumas das principais perguntas e temores sobre o fim do mundo. No ar desde 2009, a página já recebeu milhares de visitantes.

OBS: Que o mundo não vai acabar em 21 de dezembro de 2012 eu tenho absoluta certeza; porém não é para esse evento que devemos nos preparar, mas para o evento da volta de Jesus, primeiro para arrebatar a sua Igreja e depois para julgar esse mundo com vara de ferro.
Enquanto as pessoas perdem tempo debatendo teorias tolas de antigas civilizações, estamos vendo a Bíblia nos alertar enfaticamente:
·         E, eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo, para dar a cada um segundo a sua obra. Apocalipse 22:12

·         Eis que presto venho: Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro. Apocalipse 22:7

·         Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa. Apocalipse 3:11

·         Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim. Amém. Apocalipse 1:7

João Augusto de Oliveira



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

0 Os profetas menores - Habacuque, a soberania de Deus sobre as nações


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
QUARTO TRIMESTRE DE 2012
OS DOZE PROFETAS MENORES - advertências e consolações para a santificação da Igreja de Cristo
COMENTARISTA: ESEQUIAS SOARES DA SILVA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                      

LIÇÃO Nº 9 – HABACUQUE, A SOBERANIA DIVINA SOBRE AS NAÇÕES
                                               O livro de Habacuque mostra-nos que Deus é soberano e que o justo deve viver pela fé n’Ele.

INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos profetas menores, hoje estudaremos o livro do profeta Habacuque, o oitavo livro na ordem do cânon do Antigo Testamento.
- No livro de Habacuque, aprendemos que Deus é soberano, tem o controle de todas as coisas e que resta ao justo tão somente ter fé n’Ele.
I – O LIVRO DE HABACUQUE
- Na sequência do estudo dos profetas menores, estudaremos o oitavo livro do cânon, o livro de Habacuque.
- Em hebraico, "Habaquq" (חבקוק), que significa "abraço ardente"`, "abraço amoroso" ou "lutador". Este livro é "sui generis", pois seu livro é o resultado de uma indagação do profeta a Deus. Assim, não se tem, propriamente, uma mensagem de Deus para o povo, mas uma resposta de Deus ao profeta que é tornada pública.
- Assim como Naum, o livro de Habacuque foi escrito em verso, sendo, portanto, um poema, sendo que o terceiro capítulo é para ser cantado, como se verifica de Hc.3:19 e da anotação de pausa ou de mudança de tonalidade em Hc.3:13, a saber, “selá”, assim como se verifica nos Salmos.
- Há discussão sobre a data em que o livro foi escrito, já que, a exemplo do que ocorre em Obadias, o livro não registra a época da profecia, nem tampouco a origem do seu escritor. Uns entendem que o profeta escreveu pouco antes do cativeiro da Babilônia. Já outros acham que Habacuque escreveu durante o cativeiro da Babilônia, mas antes da queda de Babilônia na mão dos medo-persas.
- Edward Reese e Frank Klassen, co-organizadores da Bíblia em ordem cronológica, publicada entre nós pela Editora Vida, situam o livro por volta de 606 a.C., pouco depois da prisão de Jeremias e sua submissão a julgamento em que foi absolvido (Jr.26:8-19), ou seja, perfilham a corrente que entende que Habacuque escreveu pouco antes do cativeiro da Babilônia, fazendo-o, pois, contemporâneo de Jeremias, Obadias e Sofonias, mais uma testemunha que Deus levanta em meio à apostasia do povo para dar notícia não só do juízo iminente sobre Judá, mas, também, da fidelidade de Deus e do Seu absoluto controle sobre a história, apesar da derrota do Seu povo.
- A mensagem do livro é, como já falamos, a resposta que Deus dá ao profeta quando inquirido do porquê da derrota dos judeus para a Babilônia. Em resposta a esta pergunta, Deus anuncia que Babilônia será, também, destruída e que a história é reservada para a vitória dos justos, através da fé. É em Habacuque que está revelado que o justo viverá pela fé, o que seria fundamental para o desenvolvimento doutrinário da Igreja, seja através de Paulo, ao escrever a Epístola aos Romanos, seja, séculos depois, como base para a Reforma Protestante.
- Além disso, Habacuque é, também, conhecido como “o profeta do avivamento”, pois é, também, em seu livro que aparece este termo no Antigo Testamento (Hc.3:2), o que fez deste profeta, também, uma fonte de inspiração para os vários movimentos de avivamento espiritual na história da Igreja.
- O livro de Habacuque, que tem 3 capítulos, pode ser dividido em três partes, a saber:
a) 1ª parte - diálogo entre Deus e o profeta - Hc.1:1-2:5
b) 2ª parte - os "cinco ais" sobre Babilônia - Hc.2:5-20
c) 3ª parte - a oração (ou o salmo) de Habacuque - Hc.3



http://www.portalebd.org.br/classes/jovens-e-adultos/item/1870-4%C2%BA-trim-2012-li%C3%A7%C3%A3o-9-habacuque-a-soberania-divina-sobre-as-na%C3%A7%C3%B5es-i



quinta-feira, 29 de novembro de 2012

1 Estou com saudades dos PROTESTANTES!


Todos nós sabemos que o termo “protestante” originou-se da “Reforma”, quando o monge Martinho Lutero, afixou na porta da Igreja de Witemberg as suas famosas 95 teses; que deram origem à citada reforma.
A partir desta data os cristãos que seguiam a Lutero passaram a serem chamados de “protestantes”, pois que protestaram contra a Igreja Católica de sua época, com os seus costumes e ensinos antibíblicos.
Mas o tempo passou e esses protestantes foram silenciados pela voz do tempo e pelos costumes de sua época e pela voz das mazelas de seu tempo. Parece até que a Igreja hodierna vive de forma fingida e hipócrita; pregando, mas não vivenciando quase nada daquilo que se predica nos altares de nossos templos.
Sem falar no silêncio que tem havido ante as mazelas que grassam a Igreja e a própria sociedade hodierna. Fica então a pergunta: ONDE ESTÃO OS PROTESTANTES?
·         Aqueles que protestam contra a pregação antibíblica e puramente humanista nos púlpitos de nossas Igrejas; que não se calam diante de anéis de grau ou de homilétas falsos que corrompem o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo;

·         Aqueles que protestam contra as injustiças sociais e religiosas o seio da comunidade cristã; os que não aceitam a mordaça do silêncio e gritam quando veem os pequenos serem injustiçados e massacrados;


·         Onde estão aqueles que não acham normal um casal de namorados viverem como se casados fossem; dormindo na casa um do outro e indo aos motéis da vida, enquanto que no domingo à noite, assiste ao culto como se nada estivesse errado;

·         Onde estão aqueles que protestam contra o divórcio, a fornicação, a sonegação de impostos, a legalização de templos que hoje funcionam de forma ilegal; como se Deus assim o aceita-se;

·         Em outras palavras: Onde estão os verdadeiros protestantes, os profetas de Deus na atualidade?

Não tenho vergonha de dizer: Estou com saudades dos PROTESTANTES!
João Augusto de Oliveira


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

0 Quantas vezes o homem morre?



 Pr. João Flávio Martinez

A apologética Kardecista vive tentando fugir de evidência Bíblica contra o raciocínio reencarnacionista. Dentro da cosmovisão teológica cristã, o texto mais contundente encontra-se em Hebreus 9.27 que arvora:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo”

Diante de um texto tão destrutivo ao pensamento espírita, argumenta os apologistas do espiritismo:

“A passagem de Hebreus 9.27 é citada inúmeras vezes, como argumento contra a Reencarnação… No Novo Testamento é narrada a ressurreição da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim e de Lázaro. Se de fato houve essas ressurreições, vale dizer que Eles morreram DUAS vezes! E aí, como ficamos diante da afirmativa citada?”
*
Quais sãos os problemas que precisamos responder então?

1°) – Como fica o caso das pessoas na Bíblia que morreram e ressuscitaram pela intervenção de um milagre? Afinal de contas ao morrerem, elas morreram duas vezes?
2°) – E as pessoas que morreram e ressuscitaram, foram julgadas duas vezes? A lógica aqui é – se ao morrer eu sou julgado, como fica então os que morreram duas vezes – eles tiveram dois julgamentos?

“… ordenado morrerem …”
Donald Guthrie argumenta que: “O texto explicita que a morte em si é inevitável (é isso que o autor de Hebreus quer salientar). Ninguém está isento dessa experiência “debaixo do sol”. A diferença entre a morte de Cristo e todos os demais indivíduos é que a de Cristo foi voluntário (João 10.18), ao passo que para todos os demais seres humanos ela é ordena (apokeitai) – Armazenada para eles” – (isso por causa do “salário do pecado” – Rm 3.23). 
Cabe aqui salientar a observação relevante feita por Guthrie sobre a palavra “ordenada” – No grego ”apokeitai” significaarmazenada para eles. Esse contexto não corrobora com a interpretação de que o homem não poderia morrer e ressuscitar pela intervenção Divina (Ou mesmo pelo uso de um desfibrilador). O que vemos no conjunto textual do original grego é que a morte não é simplesmente “ordena ao homem”, mas “ARMAZENADA PARA O HOMEM”.

“…uma só vez…”
Aqui se encontra a parte do versículo mais problemática, pois a apologética kardecista alega que as pessoas que ressuscitaram e voltaram a morrer teriam morrido duas vezes – enquanto o texto fala que o homem deve morrer uma só vez.
Guthrie comenta o seguinte: “ao fazer a comparação entre todos os homens e Cristo, o escritor começa com um fator comum: Ele morreu uma só vez, consideração esta que é repetida mais de uma vez. O que há de mais relevante nesta declaração é que a morte agora é declarada no passivo, tendo-se oferecido…”
Jesus se ofereceu uma única vez para redimir os homens da morte. O contraste do texto é para frisar esse fato – Jesus se ofereceu uma vez para libertar o homem da morte. O texto mostra que a morte quando efetivada, se não acontecer nenhum milagre da parte de Deus, é o caminho que todos devem passar, vindo depois disso o juízo de Deus.
Quanto aos milagres de ressurreição, eles foram feitos pelo poder e vontade exclusiva de Deus – ou seja – Ele interferiu na morte de alguém, dando àquele indivíduo mais tempo de vida. Claro, mas todos os que ressuscitaram no VT e no NT voltaram a morrer – cumprindo o designo humano e o texto de Hebreus 9.27 - ” E, como aos homens está armazenado (ou guardado) morrerem uma só vez, vindo depois o juízo “.

Outro fato interessante de notarmos é a doutrina Escatológica. Ela mostra que nem todos irão preceder aos que morrem, mas muitos não experimentarão a morte, sendo arrebatados para a glória de Deus (I Ts 4.15). Isso explicita que o texto bíblico de Hebreus tem duas exceções: No caso de pessoas que morreram e foram ressuscitadas e o caso do arrebatamento da Igreja – Mas em nenhum dos dois casos de exceção existe brecha para a doutrina reencarnacionista.

“…vindo depois o juízo”

As palavras “vindo depois o juízo” não visam dar a entender que o julgamento ocorre imediatamente após a morte, mas que o julgamento deve ser esperado subsequentemente à morte. O juízo aqui (krisis) aludido é o juízo final. Esse juízo não será aplicado a um conjunto de vidas, mas a uma única vida – a uma única existência (por isso a importância de aproveitarmos para chegar-nos a Deus no dia de hoje – Hb 3).

Conclusão:

Toda pessoa que morre fisicamente, sabe que não voltará a viver aqui novamente como afirmam os adeptos do espiritismo. A Bíblia é categórica nesse sentido e afirma que ninguém viverá por duas, três ou mais vezes, mas só uma única vez. Não há reencarnação, ninguém após a morte volta a viver nesse mundo outra vez em outro corpo qualquer.
A vida que Deus deu ao homem é para ser desfruta neste mundo apenas uma vez. Não se pode confundir ressurreição com reencarnação. Os mortos podem ressuscitar, mas não se reencarnar em outro corpo. Deus deu uma palavra, e ela será mantida:

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).
Nossa vida é única e intransferível diante de Deus. Somos responsáveis diretos por todas as decisões e atitudes que tomamos.
Se a reencarnação fosse verdade, não teria sentido Jesus ter narrado a história do rico e do Lazaro. A Bíblia não teria sentido, a própria vida não teria sentido.
A Bíblia fala de ressurreição, e não de reencarnação. O conselho prático seria aceitarmos a revelação de Deus na bíblia para nossas vidas e negarmos o engodo da reencarnação.
* http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070727223347AAwCufE
Fonte de pesquisa
livro “Hebreus” – Editora Mundo Cristão.
Livro “Morte e Vida no Além” – Moisés Carneiro





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

0 Naum, o limite da tolerância divina


Escrito por  Pr. Altair Germano

Peso de Nínive. Livro da visão de Naum, o elcosita. O SENHOR é um Deus zeloso e que toma vingança; o SENHOR toma vingança e é cheio de furor; o SENHOR toma vingança contra os seus adversários e guarda a ira contra os seus inimigos. O SENHOR é tardio em irar-se, mas grande em força e ao culpado não tem por inocente; o SENHOR tem o seu caminho na tormenta e na tempestade, e as nuvens são o pó dos seus pés. Ele repreende o mar, e o faz secar, e esgota todos os rios; desfalecem Basã e Carmelo, e a flor do Líbano se murcha. Os montes tremem perante ele, e os outeiros se derretem; e a terra se levanta na sua presença, sim, o mundo e todos os que nele habitam. Quem parará diante do seu furor? E quem subsistirá diante do ardor da sua ira? A sua cólera se derramou como um fogo, e as rochas foram por ele derribadas. (Na 1.1-6)

Diferente daquilo que alguns ensinam, no versículo terceiro, geralmente utilizado como palavra de conforto e consolo, Deus não tem “um” caminho na tormenta, mas tem “o” seu caminho na tormenta. O comentário de Baker (Naum: Introdução e Comentário, Vida Nova, 2001, p. 305) é bastante pertinente:
O poder de Deus na ordem criada é visto na íntima associação que ele tem com algumas manifestações poderosas da criação, como o “turbilhão” (IBB) e a tempestade (cf. Sl 83.15; Is 29.6), em que ele percorre seu caminho levantando nuvens com os pés, tal como os israelitas levantavam pó em suas viagens. Seu poder também é visto em sua capacidade de reverter a criação, secando o mar e os rios (cf. Is 42.15; 50.2; Jr 51.36; Ap 21.1) e fazendo murchar (Is 16.8; 24.4; 33.9; Jl 1.10, 12) regiões de produtividade proverbial (Basã, na Transjordânia; Carmelo, no norte de Israel e Líbano; cf. Is 33.9). Os fundamentos da própria terra reagem com terremoto (Sl 46.3; Jr 4.24) e derretimento (Sl 46.6; Am 9.5; cf. Am 9.13 quanto ao uso do verbo “derreter” com sentido positivo) diante da presença poderosa de Deus.
Dessa forma, o texto não fala do conforto e do consolo de Deus para o seu povo, mas de sua ira e de seu furor contra os seus inimigos (1.8). Um texto fora do contexto é sempre um pretexto. Uma má leitura e interpretação comprometerão a exposição bíblica.
O LIMITE DA TOLERÂNCIA DIVINA
Nínive teve a sua oportunidade dada por Deus, onde num momento aproveitou (Jn 3-4), para depois voltar a pecar e tornar-se objeto da vingança divina (v. 2). Os termos hebraicos traduzido por “tomar vingança” e “vingança” são hemah, que significa ira, furor, calor, cólera, indignação, e naqam, que significa a tomada de vingança.
O senhor é tardio em irar-se (hb. ’arekh, de ânimo longo, longânimo, de temperamento brando, paciente), mas sua tolerância tem limites (v. 3).
A graça, a bondade, o perdão, o amor e a longanimidade de Deus não devem ser abusados. Deus é Deus de oportunidades, mas a próxima (ou a que passou) poderá ser a última.
Quando se abusa da tolerância divina é possível ser rejeitado pelo Senhor:
Porém Samuel disse a Saul: Não tornarei contigo; porquanto rejeitaste a palavra do SENHOR, já te rejeitou o SENHOR, para que não sejas rei sobre Israel. (1 Sm 15.26)
Quando se abusa da tolerância divina é possível ser entregue às próprias concupiscências, ser abandonado pelo Senhor, ser entregue a um sentimento perverso:
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça;  porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que também Deus os entregou às concupiscências do seu coração, à imundícia, para desonrarem o seu corpo entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém! Pelo que Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles se não importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convém; estando cheios de toda iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; sendo murmuradores, detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos, inventores de males, desobedientes ao pai e à mãe; néscios, infiéis nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; os quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as fazem. (Rm 1.16-32)
Quando se abusa da tolerância divina é possível ser vomitado pelo Senhor:
Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. (Ap 3.16)
Quando se abusa da tolerância divina é possível se privar de seu perdão:
Portanto, eu vos digo: todo pecado e blasfêmia se perdoará aos homens, mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens. E, se qualquer disser alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro. (Mt 12.31-32)
O livro do profeta Naum nos serve de alerta quanto aos perigos de se “brincar” com Deus, de não levá-lo a sério.
Abreu e Lima-PE, 21/11/2012

 

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