terça-feira, 13 de novembro de 2012

0 O Brasil e suas injustiças



De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.

Dia desses, eu estava acompanhando o julgamento do “mensalão”, esse esquema criminoso, corrupto e vergonhoso; que se instaurou na política brasileira, sob a chancela daqueles que deveriam trabalhar em prol da defesa da população e da cidadania.

Bem, não sou jurista nem advogado formado, apesar de ser estudante de “direito”, estou no início da jornada e não sou a pessoa mais qualificada para emitir um manifesto de revolta consistente diante desse quadro ignominioso que temos acompanhado em nosso país.

Cito as penas impostas pela justiça (Supremo Tribunal Federal) aos acusados; acredito que deveriam os mesmos ter pego penas bem maiores do que as que lhes foram impostas.

Observando-se as acusações contra os réus chegamos a uma conclusão: ou existe um conchavo terrível em nosso país, ou falta visão ao nosso judiciário brasileiro. Parece que as palavras de “Rui Barbosa” soam como uma profecia aos nossos ouvidos quando dizem: “De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

Essa é uma das causas da proliferação do crime em nossa pátria, “a impunidade”. Lógico, o bandido (cito aqui o bandido de paletó e gravata) sabe que pode cometer crimes a vontade e não vai preso; quando muito lhe dão uma pena de 6 ou 7 anos que lhe dão o direito de recorrer a um milhão de brechas em nosso “código penal”; e assim cumprir ou quanto ou um terço dessa pena e o pior, cumprir em liberdade, indo à cadeia apenas para dormir lá.

É minha gente, de uma coisa eu tenho certeza, e é que a justiça verdadeira somente será feita quando nós estivermos diante do “Supremo Juiz” de toda a terra, o Senhor Jesus Cristo, que julgará a todos segundo as suas obras e recompensará segundo as ações de cada qual, individualmente (Ap 20.11-15). Nesse Juiz e nesse tribunal nós podemos confiar verdadeiramente que ele é incorruptível, justo e reto; quanto aos tribunais humanos (principalmente os brasileiros) nós vamos observar disso a pior.

Que Deus em Cristo guarde a nossa alma...

João Augusto de Oliveira



segunda-feira, 12 de novembro de 2012

0 Eu quero ser protestante



Por Renato Vargens

Como todos sabemos, o termo protestante, deixou de ser usado pela maioria esmagadora das pessoas em nossos dias. Na verdade, tanto a sociedade brasileira como a mídia, nos denominam de “crentes”, ou como ultimamente temos ouvido, de “evangélicos”. Entretanto, por mais representativas que sejam tais definições, nenhuma delas se compara ao termo “protestante”.
A palavra protestante deriva do latim, cuja preposição PRO, significa “para”, e o infinitivo TESTARE, representa “testemunho”. Um protestante, em outras palavras, é uma testemunha. Na verdade, podemos afirmar categoricamente que um protestante é uma testemunha viva de Jesus Cristo e da Palavra de Deus.
O protestantismo, não é meramente o protesto contra a corrupção eclesiástica e o falso ensinamento católico do século XVI; é muito mais do que isso. Ser protestante, é viver debaixo de um avivamento integral, é resgatar os valores indispensáveis a fé bíblica através da Palavra, é proclamar incondicionalmente a mensagem da graça de Deus em Cristo Jesus.
Ah, meu amigo, confesso que não aguento mais a efervescência da graça barata, o mercantilismo gospel, a banalização da fé. Não aguento mais, as loucuras e os atos proféticos feitos em nome de Deus, não suporto mais o aparecimento das mais diversas unções em nossos arraiais; isso sem falar da hierarquização do reino, onde apóstolos, paiostolos, príncipes e reis, têm oprimido substancialmente o povo do Senhor.
Chega! Basta! Quero viver e pregar o evangelho, quero ver uma igreja, santa, ética, justa e profética, quero ver uma igreja, que não se corrompe diante das loucuras dessa era, quero ver uma igreja reformada e reformando, quero ver uma igreja verdadeiramente PROTESTANTE!
Soli Deo Gloria.

http://www.cacp.org.br/eu-quero-ser-protestante/


quinta-feira, 8 de novembro de 2012

1 Egito quer banir pornografia da internet



Procurador-geral afirma que esse tipo de conteúdo é venenoso e vil, afrontando os princípios da religião, da moralidade e do patriotismo.
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O governo do Egito está estudando uma maneira radical de restringir o acesso a conteúdos pornográficos na internet. O debate começou há três anos, quando Adbel Maguid Mahmoud alegou que esse tipo de conteúdo é “venenoso e vil, afrontando os princípios da religião, da moralidade e do patriotismo”.
A proposta teve apoio das alas mais conservadoras do Egito, mas especialistas em leis digitais estão indecisos quanto à sua real eficácia. Um dos maiores empecilhos, por exemplo, é determinar qual é o grau de censura que pode ser aplicado, algo difícil de ser especificado de forma exata.
Outra possibilidade, segundo a imprensa local, é criar uma lista de sites com conteúdo impróprio, nos moldes do que já acontece no Paquistão. Por outro lado, essas medidas podem surtir outros efeitos, como aumentos nos custos técnicos e utilização de outros meios para burlar a proibição, o que pode gerar ainda mais transtornos para o governo.
Fonte: SlashGear

OBS:  Não que eu concorde com os princípios muçulmanos de interpretar as leis de Deus e a religião, mas desta vez sou obrigado a tirar o chapéu pra eles.

Ainda não sei quais os critérios que a liderança muçulmana no Egito pretendo usar para banir, coibir e proibir a disseminação da pornografia, mas de uma coisa eu sei, e é que outros países e outras religiões, principalmente a religião cristã, principalmente os nossos representantes políticos, deveriam se posicionar de forma mais dura e severa contra esse “MAL QUE DESTRÓI VIDAS”.

O problema da pornografia é realmente um grande mal no mundo e tem de ser tratado com todo o rigor da lei.

Quem sabe se outros países não tomam o Egito como exemplo nesta questão e resolvem também fazer alguma coisa.

João Augusto de Oliveira





0 Oito regras para um ministério cristocêntrico


1. Não se una a pessoas que buscam fama e sucesso ministerial a todo e qualquer custo, nem que para isso tenham que infamar publicamente os supostos concorrentes. 

2. Não aceite todo convite para não sacrificar a família, o trabalho, e o estudo acadêmico. 

3. Não faça do ministério um “pé de meia” para o futuro, quando tudo o mais der errado. 

4. Não busque o sucesso, a fama e honra para si, fazendo da piedade uma autoafirmação da sua personalidade e talentos naturais. 

5. Jamais use a simplicidade e acriticidade do povo de Deus como esteio para popularidade e sucesso pessoal. 

6. Não fique teologicamente em cima do muro para agradar gregos e troianos, mas expresse o que a Bíblia diz sem vacilação. 

7. Não use a linguagem da piedade para incensar os próprios feitos. 

8. Seja amigo daqueles que compartilham da mesma visão.

Esdras Costa Bentho


domingo, 4 de novembro de 2012

0 Obadias, o princípio da retribuição




A mensagem de Obadias é rica em advertências que se aplicam tanto às instituições, quanto para indivíduos.


Da perspectiva exegética o texto trata dos pecados e castigos de Edom, povo descendente de Esaú, irmão de Jacó, filhos de Isaque (Gn 25.24-26). Ainda no ventre de sua mãe, a soberania de Deus determinou a relação entre a descendência dos dois irmãos (Gn 25.21-23). As relações entre Esaú e Jacó foram tensas desde os primórdios (Gn 27.38-41).

OS PECADOS DE EDOM E SUAS APLICAÇÕES PARA OS NOSSOS DIAS

Na mensagem de Obadias identificamos os seguintes pecados de Edom:

A soberba;

A soberba do teu coração te enganou, como o que habita nas fendas das rochas, na sua alta morada, que diz no seu coração: Quem me derribará em terra? Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz o SENHOR. (v.1.3-4)

O termo hebraico para “soberba” é zadhon, que pode ser traduzido também por arrogância, presunção, orgulho. Conforme a passagem bíblica, Edom foi enganado pela soberba que estava presente em seu coração (sede das emoções, pensamentos, sentimentos, vontade). Por habitar numa montanha, tal posição estratégica fazia com que os edomitas pensassem ser indestrutíveis e insuperáveis em combates. A confiança deste povo não repousava em Deus, mas em suas defesas naturais e habilidades pessoais.

Nos dias atuais há quem deposite a sua confiança em si mesmo, desprezando a ajuda e a proteção do Senhor. Na vida escolar, acadêmica, profissional, empresarial, pública ou ministerial, é preciso aprender a confiar e a depender de Deus que está sempre pronto a nos ajudar. Nossas conquistas e progresso devem resultar em muitas glórias a Deus.

Os que trilham o caminho de Edom, e em soberba vivem, pensando que nada nem ninguém podem derribá-los dos altos lugares, da falsa segurança e estabilidade que se encontram, a Palavra do Senhor diz: “Se te elevares como águia e puseres o teu ninho entre as estrelas, dali te derribarei, diz oSENHOR.” (v. 4)

Perceba no texto que a “elevação” de Edom não vem de Deus, mas de si próprio. A sua ambição não faz parte de um projeto divino, mas meramente nacional. Devemos buscar e querer apenas os altos lugares que o Senhor preparou para nós. Nem mais, nem menos.

Sobre a soberba encontramos na Bíblia que com ela vem a afronta (Pv 11.2), que ela precede a ruína e a queda (Pv 16.18). Devemos orar como orou Davi:

Também da soberba guarda o teu servo, para que se não assenhoreie de mim; então, serei sincero e ficarei limpo de grande transgressão.” (Sl 19.13)

A soberba é um sentimento tão pernicioso, que Davi pede que o Senhor o guarde dela, pois no geral ela costuma dominar os indivíduos, tornando-os servos seus.

- A violência contra o irmão:

Por causa da violência feita a teu irmão Jacó, cobrir-te-á a confusão, e serás exterminado para sempre.” (v. 10)

O termo hebraico para violência é hamas, que pode ser traduzido por injustiça, crueldade, dano, maldade, afronta, agravo.

Como já citado, a hostilidade de Esaú (Edom) contra Jacó (Israel) era um caso já antigo. Irmãos deveriam se ajudar e se amar mutuamente, mas infelizmente, não foi o caso aqui. Não seria a primeira vez que um irmão mais velho, motivado por ciúme, inveja e outros sentimentos malignos, desejasse o mal a seu irmão. Caim, que deveria ser o protetor e cuidador do seu irmão, pois a vida em família e sociedade deveria seguir esse princípio, tornou-se o próprio assassino de Abel (Gn 4.8-10).


Edom é acusado de se unir aos inimigos dos filhos de Judá contra seu irmão (v. 11), de se alegrar com a sua ruína e angústia (v. 12), de se satisfazer com o mal de seu irmão (v. 13), de estender a mão contra o seu irmão no dia de sua calamidade (v. 13), de cooperar com a violência contra o seu irmão (v. 14).

Não é fato que testemunhamos hoje as mesmas mazelas nas relações entre irmãos consanguíneos e de fé? Na família, na igreja e no ministério não deveria haver hostilidades entre os irmãos. Infelizmente, o que vemos é o contrário. Há ódio onde deveria haver amor. Há contendas onde deveria haver união. Há competições onde deveria haver companheirismo. Há guerras onde deveria haver paz. Há invejas onde deveria haver alegria.

AS CONSEQUÊNCIAS DOS ATOS DE EDOM

As atitudes insensatas de Edom resultaram no juízo de Deus sobre aquele povo e nação. Obadias, como profeta do Senhor anuncia que Edom seria:

- Desprezado entre as nações (v.2);

- Derribado de sua altivez pelo Senhor (v.4);

- Traído e enganado por seus aliados (v.7);

- Exterminado em seu próprio lugar de segurança, a montanha (v.8-10).

Conforme a lei da semeadura e da colheita, a proporção do que se semeia é geralmente maior do que aquilo que se plantou. No caso de Edom, a semeadura de todos os males contra seu irmão resultaria em sua total destruição. Neste caso, mais uma vez, a proporção da colheita foi maior que a do plantio: “como tu fizeste, assim se fará contigo; a tua maldade cairá sobre a tua cabeça.” (v. 15b).

CONCLUSÃO

“Partiu, pois, Jacó de Berseba, e foi-se a Harã. E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por sua cabeceira, e deitou-se naquele lugar. E sonhou: e eis era posta na terra uma escada cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela. E eis que o SENHOR estava em cima dela e disse: Eu sou o SENHOR, o Deus de Abraão, teu pai, e o Deus de Isaque. Esta terra em que estás deitado ta darei a ti e à tua semente. E a tua semente será como o pó da terra; e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul; e em ti e na tua semente serão benditas todas as famílias da terra. E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra, porque te não deixarei, até que te haja feito o que te tenho dito.” (Gn 28.10-15)

Fica aqui o alerta para a ideologia ou pensamento edomita que norteia os atos hostis de muitos na atualidade, em especial na relação entre irmãos:

Não adianta desejar o mal, nem lutar contra quem Deus resolveu abençoar!
Fonte: http://www.altairgermano.net/2012/10/obadias-o-principio-da-retribuicao.html

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

0 Pregadores ou contadores de “causos”?



 1 Timóteo 2.7   Para isto fui designado pregador e apóstolo (afirmo a verdade, não minto), mestre dos gentios na fé e na verdade.

Temos observado atualmente a crescente onda de pregadores em ascenção no cenário evangélico brasileiro. Há algumas décadas atrás, era raríssimo você encontrar pregadores de “nome” entre os evangélicos, o que tem mudado de uns anos para cá.

Isso é muito bom, digamos, que haja pessoas dispostas a pregar a palavra de Cristo nos púlpitos de nosso Brasil, na televisão, no rádio e na internet. Homens (mulheres) aos milhares têm respondido ao chamado de Deus para serem atalaias em favor da causa de Cristo e da expansão do seu Reino.

Mas como todo movimento encontra também pontos frágeis, devido à fraqueza e loucura humanas; neste caso não é diferente.

Um dos grandes problemas dessa onda de pregadores novos que tem se levantado é que na maioria das vezes abandonam a pregação cristocêntrica em nome de uma pregação puramente materialista e motivacional. Só para se ter uma ideia; de uns anos para cá, quase não me lembro de ouvido nos púlpitos de algumas igrejas, mensagens acerca de temas como: Santidade, Salvação, Pureza, Moral (ética), segunda vinda de Jesus, etc.

Outro problema que tem permeado esses pregadores modernos é a necessidade de reconhecimento por parte da liderança eclesiástica e de cair na graça do povo. Nesse afã, muitos tem se vendido a preço barato para corromper a pureza doutrinária e deixar assim de agradar aquele em cujas mãos está a nossa vida, DEUS!

Mas um dos piores casos que tenho observado com tristeza é o fato de pregadores que simplesmente tomam o precioso tempo da exposição exegética, temática ou tópica da Bíblia e simplesmente tornam-se contadores de “causos”.

Não quero aqui citar nomes, mas, tenho visto pregadores contando estórias durante as suas predicações, tão estapafúrdias que nem mesmo meu filho de sete anos acreditaria.

É verdade que a homilética nos ensina que faz bem respingar uma e outra ilustração durante o sermão, para descontrair um pouco e até mesmo firmar algumas verdades ao coração da multidão de forma mais vivida. Até o Senhor Jesus usou este método e olha que sempre deu certo. Agora uma coisa é contar ilustração, outra é contar mentiras e casos inventados para agradar o povão.

Tenho ouvido um pregador em particular que em quase todas as suas mensagens, ele tem o hábito de contar “causos”, e é incrível observar que em cada mensagem ele os conta de forma diferente da outra; ora acrescentando, ora suprimindo detalhes. Uma prova cabal de quem está a contar mentiras para o povo de Deus.

É por isso que Oséias já no seu tempo vaticinara, acerca da destruição da fé do povo de Deus: O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oséias 4.6).

Portanto, povo de Deus, vamos parar de passar o dia vendo bobagens na internet (Orkut, twitter e facebook, ou assistindo as novelas imorais (principalmente da rede Globo) ou ate mesmo assistindo a “FAZENDA DA VERÃO” e vamos voltar a “examinar as escrituras”, antes que seja tarde demais!

    Paz a todos,

                             João Augusto de Oliveira


0 A realidade da perseguição na Indonésia


Perseguição pelas autoridades locais
O ambiente religioso na Indonésia permanece instável, e tem se deteriorado. O país sofre com a intolerância religiosa, as igrejas são fechadas e sofrem ataques esporádicos instigados por grupos muçulmanos radicais, como a Frente Islâmica Pembela (FPI) e a Frente de Defesa do Islã. Em 2010, 43 casos de violência contra a Igreja foram registrados.
Uma má interpretação do Decreto Ministerial Conjunto, números 8 e 9 de 2006 (licença para a construção de edifícios), tem aumentado o fechamento de igrejas por muçulmanos radicais. Ao longo dos 63 anos como Estado independente, pelo menos 1.100 igrejas foram atacados ou fechadas. Vinte e cinco por cento dos casos, aconteceu em Java Ocidental. Lá, a Portas Abertas vai intensificar alguns de seus programas de fortalecimento dos cristãos.
Islamização
Islamização continua a crescer. Os anos de 2010 e 2011 testemunharam o ressurgimento de uma dos mais antigos grupos muçulmanos radicais, o Negara Islã Indonesia (NII) ou Estado Islâmico da Indonésia. Por anos, o Negara age na clandestinidade, tentando espalhar sua ideologia de fundar um Estado islâmico em universidades; recrutamento, lavagem cerebral, e radicalização dos jovens. Componentes do Negara se infiltraram não só orgãos do governo, da política, da educação e da cultura pop, mas também alguns dos seus "alunos" foram identificados como autores das recentes ameaças de bomba.
Igreja na Indonésia ainda fragmentada
Por causa de conflitos e competições entre as líderanças e denominações, a força (numérica) da Igreja não pode ser sentida, não há unidade. A Igreja é dividida tambem por causa de questões étnicas e denominacionais, e isso se agrava ainda mais por causa da inveja e exclusividade. Ela tende a ser introspectiva, não atende às necessidades das comunidades ao seu redor, é acomodada e desinteressada especialmente ao testemunhar aos muçulmanos. O materialismo e a influência ocidental em algumas grandes cidades pode ter enfraquecido sua vontade de compartilhar a fé. No topo destes problemas está o ensino bíblico que, em muitas igrejas, é considerado doentio.
Necessidade de conscientização Islã entre os cristãos Mainline
A maioria dos cristãos não têm uma compreensão básica do contexto islâmico e tendem a ser insensíveis na forma como se aproximam e se relacionam com os muçulmanos. Os cristãos tem que ser capazes de agir com sabedoria e se esforçarem para construir uma boa relação com a comunidade local, especialmente com aqueles que vivem em lugares controlados por leis inspiradas na Sharia, ou liderados por um membro de um partido radical islâmico.
Implicações sobre o Ministério da Portas Abertas
Dado o número crescente de casos de perseguição, a Portas Abertas espera ajudar um número maior de fiéis através de seus projetos, principalmente com ex-muçulmanos.
FontePortas Abertas Internacional
TraduçãoMarcelo Peixoto



quarta-feira, 31 de outubro de 2012

0 Televisão, um "drácula eletrônico"


Interessante analogia pode ser feita entre a TV e a lenda dos vampiros. Diz a lenda que os vampiros só podem entrar em alguma casa com o consentimento de seus moradores. Mas, uma vez consumado o ato, é muito difícil – quase impossível – libertar-se de sua força hipnótica, de sua fome voraz de sangue.

A televisão pode não nos roubar o sangue, mas rouba-nos algo de suma importância: o tempo. Crianças norte-americanas em idade pré-escolar assistem em média a quatro horas diárias de televisão. Segundo dados obtidos pela psicanalista Ana Olmos, especialista em infância e adolescência, na Europa o índice cai para pouco mais de três horas. A excessiva exposição também existe por lá. Na França, por exemplo, é a distração favorita para 75% dos pequenos, enquanto na Espanha, 96% deles, em idade de 4 a 10 anos, vêem TV diariamente.

Frequentemente, as pessoas, quando convidadas a ler a Bíblia ou outro livro, alegam falta de tempo. Mas a média diária do brasileiro é de 4h em frente à TV… Falta de tempo?

Atualmente muitas famílias se desmantelam justamente por falta de tempo para relacionamento e comunicação. Não se conversa mais sobre os problemas do dia-a-dia, sobre projetos, esperanças e frustrações. Geralmente no momento em que toda a família está reunida, à noite, intrusos como telejornais e principalmente as novelas impedem o diálogo.

A revista Scientific American, do mês de fevereiro de 2002, destacou na capa: “Televisão causa dependência”.  Na matéria, os pesquisadores Robert Kuebey e M. Csilkszentmihalyi, da Universidade de Claremont, concluem que a maioria dos critérios de dependência química aplica-se a pessoas que assistem muito à TV. Entre os critérios usados por psicólogos e psiquiatras para descrever a dependência química, estão: passar muito usando a substância, usá-la com mais frequência do que se pretendia, pensar em reduzir o uso ou fazer tentativas repetidas e mal-sucedidas de reduzi-la, abrir mão de importantes atividades sociais, familiares e ocupacionais para usá-la e relatar sintomas d síndrome de abstinência. “Todos esses critérios podem se aplicar a pessoas que assistem muito TV, dizem os pesquisadores”.

De acordo com os pesquisadores, vários estudos demonstram que o “feitiço” da TV reside em sua capacidade de acionar um tipo de resposta-padrão instintiva visual e auditiva a estímulos repentinos ou novos. Os vasos sanguíneos que alimentam o cerébro dilatam-se, o coração desacelera, os vasos para os principais músculos estreitam-se. O cerébro concentra sua atenção em colher mais informação enquanto o resto do corpo se aquieta” descrevem os pesquisadores. Sem nos darmos conta, para ver televisão escolhemos aquela postura que permita o máximo de comodidade e o mínimo de movimento, ou seja, a mínima consciência de nosso corpo, com o objetivo de não tirarmos nossa atenção da TV.

Domando o “drácula” – Como se percebe, diversas são as razões por que deveríamos dominar o “drácula eletrônico”.

a) A TV impõe mudanças de personalidade e estilo de vida, além de afetar o inter-relacionamento social do indivíduo, desde o palavreado até suas opiniões pessoais.

b) Promove o distanciamento familiar e contribui, segundo Ailton Amélio, do Instituto de Psicologia da USP, para o quadro de dissolução de muitos relacionamentos.

c) Oferece um mundo falso, onde tudo se resolve e isso traz uma falsa tranquilidade.

d) Promove o consumismo. “A publicidade cria necessidades onde elas não existem”, converte o ser humano em mercadoria, e a televisão tem de sua parte todas as vantanges para realizar isso.

e) Influencia negativamente as crianças, por meio dos super-heróis. Bonitos, ágeis, “justos”, mas extremamente violentos, que resolvem tudo com os punhos. Assim, elas não apreciarão aqueles cujos métodos são pacíficos, baseados no amor e no perdão.

f) A TV promove intensamente ideologias anticristãs, como a Nova Era, o evolucionismo, o espiritualismo e as ciências ocultas. E, como já dizia Goebbels, uma mentira insistentemente repetida acaba adquirindo aparência de verdade.

 

* Pastor, teólogo, hebraísta, consultor teológico do Programa Crescendo na fé na Rádio Musical – São Paulo/SP.

Fonte: http://davarelohim.com.br/?p=1543 

 

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

0 Evidências em favor da consciência eterna do perdido

 
 
Pr. João Flávio Martinez
 
Seitas como os Adventistas e as Testemunhas de Jeová afirmam que depois da morte somos reduzidos ao silêncio. Que morte é morte mesmo, incluindo a própria alma. Ao morrer, o homem deixa realmente de existir. Mas será isso correto de acordo com a Bíblia?

Evidências em favor da consciência eterna do perdido

Primeiro, o rico que morreu e foi para o inferno tinha plena consciência de seu tormento (Lc 16:22-28), e não há indicação alguma no texto de que esse tormento um dia iria terminar.
Segundo, Jesus falou repetidamente que, para as pessoas no inferno, “haverá choro e ranger de dentes” (Mt 8:12; 22:13; 24:51; 25:30), o que indica que elas estarão lá conscientes.
Terceiro, a Bíblia diz que o inferno tem a mesma duração que o céu, ou seja, é “eterno” (Mt 25:41).
Quarto, o fato de o castigo ser eterno indica que as pessoas também são eternas. Não se pode sofrer o castigo, a menos que a pessoa exista, para ser punida (IITs 1:9).
Quinto, a besta e o falso profeta serão lançados vivos dentro do lago de fogo quando começar o milênio (Ap 19:20), e ainda estarão lá, conscientes e vivos, depois de mil anos (Ap 20:10).
Sexto, as Escrituras afirmam que o diabo, a besta e o falso profeta “serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10). Mas não há como ser atormentado pelos séculos dos séculos sem estar consciente pelos séculos dos séculos.
Sétimo – Jesus repetidamente referiu-se ao inferno como um lugar onde o fogo não se apaga (Mc 9:48), onde os próprios corpos dos ímpios nunca morrerão (cf. Lc 12:4-5). Mas não faria sentido algum haver chamas eternas, se os corpos não tivessem alma, que é necessária para a pessoa sofrer o tormento.
Oitavo, a mesma palavra usada para o verbo “perecer”, a respeito do ímpio, no AT (abad) é empregada também a respeito da morte do justo (veja Is 57:1; Mq 7:2). A mesma palavra é usada para descrever coisas que simplesmente tenham sido perdidas, mas depois encontradas (Dt 22:3), o que prova que “perdido” no texto em questão não significa deixar de existir. Assim, se “perecer” significasse “sofrer uma aniquilação total”, então o salvo seria aniquilado também. Mas sabemos que isso não acontece.
Nono, seria contra a própria natureza dos seres humanos a sua aniquilação, já que eles são feitos à imagem e semelhança de Deus, o qual é eterno (Gn 1:27). Para Deus, aniquilar a sua imagem no homem seria atacar o reflexo dele mesmo.
Décimo, a aniquilação seria algo que diminuiria tanto o amor de Deus como a natureza do ser humano como uma criatura moralmente livre. Seria como se Deus dissesse ao homem: “Vou permitir que você ‘seja livre somente se você fizer o que eu digo! Senão, acabarei de uma vez com a sua própria liberdade e com a sua existência!” Seria como um pai que dissesse ao filho que queria que ele se tomasse médico e, quando o filho decidisse ser guarda florestal, o pai o matasse! O sofrimento eterno é um eterno testemunho da liberdade e da dignidade do homem, mesmo daquele que não se arrependeu.
http://www.cacp.org.br/evidencias-em-favor-da-consciencia-eterna-do-perdido/


sábado, 27 de outubro de 2012

0 Perguntas rápidas sobre o aniquilacionismo




Por Pr. João Flávio Martinez

 

1) Você acredita que Jesus é Deus, a segunda pessoa da Trindade, que tomou corpo de homem? Também, como homem, acredita que Ele morreu? Então, será que Deus pode ser aniquilado, ainda que seja só por três dias?

2) Você sabia que na história da Igreja os cristãos nunca duvidaram da imortalidade da alma? Esse conceito só apareceu com o humanismo e iluminismo iniciados no século XVI?

3) pra nós evangélicos, tirando as implicações acima, essa problemática
doutrinária não faz diferença – sono da alma ou imortalidade… Agora, para os aniquilacionistas tais como, Adventistas e TJ, que possuem uma doutrina peculiar, isso seria uma problemática irreparável.

- Para os Adventistas – seria a questão do Juízo Investigativo – sem sono da alma essa doutrina fica irreparavelmente quebrada…

- Para as TJ – É a questão da doutrina do paraíso, afinal a onde seria o paraíso?

Pense nisso!





 

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