segunda-feira, 13 de julho de 2015

0 3º Trim. 2015 - Lição 3 - Oração e recomendação às mulheres cristãs




PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015

ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP






ESBOÇO Nº 3

LIÇÃO Nº 3 – ORAÇÃO E RECOMENDAÇÃO ÀS MULHERES CRISTÃS

                                         A oração é indispensável para uma igreja local.

INTRODUÇÃO

- Na sequência do estudo da Primeira Epístola de Paulo a Timóteo, hoje estudaremos o seu segundo capítulo.

- Neste segundo capítulo, Paulo orienta Timóteo a respeito da oração e da recomendação que deveria dar às mulheres cristãs na igreja de Éfeso.

I – A NECESSIDADE E IMPORTÂNCIA DA ORAÇÃO

- Depois de ter lembrado seu filho na fé Timóteo das razões pelas quais fora enviado para a igreja de Éfeso, qual seja, a missão de erradicar falsos ensinos que estavam contaminando a saúde espiritual daqueles crentes, o apóstolo Paulo iniciou, como vimos na lição anterior, recomendações ao próprio Timóteo, admoestando-o a conservar a fé e a boa consciência, para que não tivesse o mesmo triste fim que tiveram Himeneu e Alexandre, que haviam naufragado na fé.

-  Esta conservação da fé e da boa consciência, indispensáveis para que Timóteo pudesse empreender a sua missão para impedir a contaminação de falsos ensinos na igreja de Éfeso, deveria iniciar-se por intermédio da oração. Paulo é bem claro ao dizer a seu filho na fé: “Admoesto-te, pois, antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças por todos os homens” (I Tm.2:1).



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domingo, 12 de julho de 2015

0 Dez motivos para o cristão não tomar bebida alcoólica




Dez Motivos de ordem bíblica, social e espiritual por que um cristão evangélico deve ser abstêmio ou por que não deve beber vinho, cerveja, cachaça, aguardente ou qualquer outro tipo de bebida alcoólica mesmo que de baixo teor alcoólico e de forma social ou moderada.

1º Motivo: Antecedentes Bíblicos.
A bebida alcoólica foi o motivo da queda de muitos servos de Deus levando-os ao fracasso na vida pessoal, familiar e ministerial. Noé depois de se embriagar com vinho portou-se de forma inconveniente, censurável e imprudentemente amaldiçoou um dos filhos (Leia Gênesis 9.20-25). Ló embriagado manteve relações sexuais com as próprias filhas (Leia Gênesis 19.29-38). Não há um único texto na Bíblia que apresente alguém como exemplo ou incentivo para o uso de bebidas embriagantes.

2º Motivo: Consagração a Deus.
Para que alguém pudesse ser consagrada para Deus ou fizesse o “voto de nazireu” era necessário que se abstivesse completamente de toda bebida forte ou embriagante demonstrando ser uma pessoa especial, consagrada e separada para o serviço a Deus (Leia Números 6.1-4).
3º Motivo: Excelência Ministerial.
Para ser sacerdote na antiga aliança o escolhido tinha que se abster de vinho e de toda bebida fermentada por toda a vida enquanto estivesse ministrando ao povo de Deus. O vinho fermentado não podia estar presente em nenhum ato de sacrifício ou de adoração a Deus. O consumo de bebida com álcool tornava o sacerdote desqualificado para ministrar diante de Deus, da família e da congregação. O ministério é coisa santa. É obra excelente. É missão nobre (Leia Levítico 10.8-11).

4º Motivo: Carnalidade.
Conforme Provérbios 20.1 a bebida forte (aguardentes, destilados e fermentados etílicos como o vinho e a cerveja) torna aquele que bebe imprudente, insensato e inconveniente. Por trás de um gole de bebida alcoólica vem o escárnio, a ociosidade, a brincadeira indecente, a agressividade e a frieza espiritual. Os crentes em tempos de consagração e intimidade com Deus não costumam se sentir atraídos pelas rodas de bebidas. Quando isto acontece o que está acontecendo é geralmente uma crise de decadência espiritual. Bebida e sabedoria não andam no mesmo caminho. Bebedice é obra da carne e não do Espírito (Leia Gálatas 5.19-21). No céu só há lugar para os bebedores arrependidos e libertos!

5º Motivo: Decência.
Conforme Provérbios 23.29-35 aquele que bebe vinho fermentado perde o domínio próprio, a capacidade de julgar com retidão, o discernimento de valores e a postura social de decência. O vinho torna-se letal como o veneno da serpente. O seu consumidor entra na esfera das alucinações e fantasias O vício do alcoolismo está geralmente associado a outros males e pecados: violência, abandono da família, imoralidade sexual, fofoca, maledicência, palavras torpes e perda de interesse pelos valores espirituais. O vinho gera dependência e leva a pessoa a buscar bebida mais forte, por mais tempo e com mais parceiros.
6º Motivo: Dependência.
A bebida alcoólica gera dependência química e psicológica e estabelece um processo de destruição do corpo, que no caso do crente, é o templo do Espírito Santo (Leia I Coríntios 3.16,17).

7º Motivo: Exemplo.
Sabemos que os filhos pequenos tendem a imitar os pais. Um pai ou uma mãe que bebe na presença dos filhos (ou um discipulador na presença dos discípulos) está dizendo para a criança (ou para o discípulo) pela aprendizagem do exemplo que o que ele está fazendo é moralmente correto, socialmente justificável e espiritualmente aceitável e assim procedendo tornam-se motivo de escândalo aos novos crentes e impedimento aos que poderiam ser alcançados pela pregação do Evangelho (Leia II Coríntios 6.3,4ª). Geralmente encontramos na cadeia do alcoolismo filhos de pais alcoólatras dependentes química e espiritualmente numa clara evidência que o alcoolismo estabelece também uma cadeia por ação de demônios do vício de beber.

8º Motivo: Decadência.
O vício do álcool representa uma terrível chaga de ordem social. Por mais que haja uma condescendência social para com o consumo de bebidas o seu efeito é devastador e contribui para a decadência moral e social. O alcoolismo que começa com pequenas doses no ambiente entre amigos e tidas como comportamento social normal termina se tornando uma doença terminal levando à morte milhões de pessoas no Brasil e no mundo. Quantas esposas e filhos agredidos! Quantos acidentes deixando pessoas mutiladas! Quantas brigas e até mortes ocasionadas pelo consumo de bebidas fortes! Quantas oportunidades jogadas fora! Quantos leitos hospitalares, manicômios e presídios superlotados pela ação de vítimas do álcool! A Igreja foi chamada para ser sal da terra e luz do mundo, ou seja, uma referência dos padrões e valores de Deus para o mundo e não para ser uma extensão do mundo (Leia Mateus 5.16).
9º Motivo: Pretexto.
O argumento de que o fato de que Jesus bebia vinho com os pecadores (Leia Mateus 11.19) e que transformou água em vinho numa festa de casamento (Leia João 2.1-11) ou que Paulo recomendou a Timóteo que tomasse um pouco de vinho pelas suas constantes enfermidades no estômago (Leia I Timóteo 5.23) legitima o consumo de bebidas alcoólicas é tendencioso, oportunista e ignora pelo menos alguns princípios: 1. A Bíblia não se contradiz. A regra bíblica no AT é de reprovação ao consumo do vinho fermentado e não diz no NT que o vinho era fermentado. A palavra grega para vinho em ambos os casos (com fermentação ou sem fermentação) é “oinos”. Vale a regra hermenêutica de que uma afirmação bíblica menor estará contida e sempre de acordo com uma afirmação bíblica maior.  2. Os rabinos e fariseus que eram radicalmente contra o consumo de vinho fermentado e que provavelmente estavam entre os convidados não reprovaram ou questionaram a atitude de Jesus. 3. Nos dias de Cristo o consumo de vinho fermentado era social e religiosamente não recomendado. 4. É interessante notar que o texto traz uma acusação dos oposicionistas do ministério de Cristo e não uma declaração afirmativa. 5. Se Paulo insiste com Timóteo para que tome um pouco de vinho pelas suas características terapêuticas e medicinais é porque o próprio Timóteo não tinha o hábito de ingerir vinho e isto não acontecia em uma roda de amigos, ouvindo música e conversando lorotas, miolo de pote, patranha, treta, bazófia, gabolice ou coisa parecida.  Nas citações bíblicas relacionadas a finalidade da citação do vinho foi para manifestar a divindade de Cristo e sua humanidade através do seu poder e da identificação com os pecadores. Os fariseus, independente da questão moral, questionavam Jesus até pelo fato de andar ou se assentar ao lado de um pecador. Os escribas também disseram que Jesus estava possesso por um demônio chamado de Belzebu (Leia Marcos 3.22) e nós sabemos que esta acusação não tinha qualquer fundamento de verdade.

10º Motivo: Consciência.
Apesar de reconhecer os benefícios do consumo moderado do vinho, geralmente apontados em pesquisas médicas, a mesma ciência comprova que os mesmos benefícios podem ser encontrados na uva com casca, no suco de uva e nos chás verde e preto. O vinho é benéfico para a saúde, mas o álcool é maléfico para a saúde, para a família, para a sociedade e para a vida espiritual. O vinho fermentado é alcoólico. O suco de uva é vinho sem álcool. De que lado você fica? A decisão de cada um deve ser de acordo com sua consciência e nível de conhecimento e temor a Deus. Cabe a cada um responder diante de Deus pelos seus atos no plano físico, moral e espiritual (Hebreus 4.13 e Leia Romanos 14.11-13). Aos que querem viver segundo o padrão de excelência estabelecido por Deus cabe obedecer a Ele pela sua Palavra e pelos ministros que Ele constituiu para ensinar o seu rebanho (Leia Hebreus 13.17).

Nota: Vale ressaltar que o autor do artigo-estudo define-se hoje como um abstêmio não fazendo uso de qualquer bebida alcoólica, inclusive o vinho fermentado, em qualquer graduação alcoólica, em qualquer lugar e por qualquer justificativa ou pretexto de ordem social, terapêutica ou religiosa.
Outros textos para leitura e reflexão: Isaías 5.11,22 / Isaías 28.1-7 / Oséias 4.11 / Efésios 5.18

Extraído do site http://cristianismocomcristo.blogspot.com.br/ em 11/07/2015

quinta-feira, 9 de julho de 2015

0 Revolução de 1932


Revolução Constitucionalista de 1932 (9/7/1932 – 2/10/1932)

Os motivos que iniciaram o movimento datam de dois anos antes, quando a Revolução de 1930 depôs o presidente Washington Luís e impediu a posse do paulista Júlio Prestes. A entrada do gaúcho Getúlio Vargas à presidência, pôs um fim na chamada política do café com leite e desagradou as elites paulistas, representadas pelo Partido Republicano Paulista, o PRP, que viram não só o poder sobre a política brasileira ser perdido, como presenciaram também o então estado mais rico da federação ser submetido a um situação de submissão.

Uma das primeiras medidas do governo federal ao assumir foi dissolver congresso e os poderes estaduais. Enquanto outros estados ganharam interventores nascidos neles, São Paulo teve que se contentar com militares de outros locais, já que o Partido Democrata, que era a favor da revolução de 30, não conseguiu indicar ninguém para o cargo. Além disso, viram o major Miguel Costa, expulso da Polícia Militar por tentar derrubar o governo em 1924, assumir o comando da corporação.

As pressões sobre Getúlio Vargas começaram. As forças políticas e econômicas de São Paulo exigiam uma nova Assembleia Constituinte, novas eleições e o fim do governo provisório.

Em dois anos passaram pelo governo do estado quatro interventores federais. Nenhum deles conseguiu manter o controle.  As intervenções da ditadura varguista eram constantes e desagradavam cada vez mais a oposição em São Paulo.

Em 1932 a capital era um barril de pólvora. A maioria da população era a favor das exigências das elites. Havia ainda um grupo de tenentes do clube 3 de outubro que eram a favor do golpe de Getúlio e contra as reformas exigidas. Grandes comícios começaram a acontecer na capital paulista.

Vargas tentou acalmar a situação apresentando um novo código eleitoral e marcando eleições para 1933. Além disso, nomeou o paulista Pedro Toledo como interventor.


No dia 23 de maio um comício de estudantes da Faculdade São Francisco, que protestavam contra a intervenção de Osvaldo Aranha (representante da ditadura) no governo de Pedro Toledo, tentou invadir o clube 3 de outubro, onde se concentrava os membros da Liga Revolucionária que apoiava a ditadura. O grupo foi recebido a balas. Cinco jovens morreram no confronto: Mário Martins de Almeida, Euclides Bueno Miragaia, Dráusio Marcondes de Sousa e Antônio Américo Camargo de Andrade e Orlando de Oliveira Alvarenga (incluído depois na lista). As inicias de seus nomes - MMDC - foi o nome escolhido pelo movimento de oposição à ditadura, que começava a planejar a luta armada.

O MMDC ganhou apoio do povo paulista e de seus principais partidos, o PRP, e o Partido Democrata. Em 9 de julho as forças paulistas lideradas pelo General Isidoro Dias Lopes tomaram o estado e iniciaram a marcha para o Rio de Janeiro. Acreditava-se que Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul ajudariam enviando forças para retirar Getúlio Vargas do poder.

Não aconteceu. Houve movimentos isolados no Rio Grande e no Mato Grosso facilmente destruídos. Em pouco tempo São Paulo, que planejava uma ofensiva rápida contra a capital, se viu cercado por mais de 100 mil tropas federais.

Se os outros estados não vieram ajudar, o mesmo não se pode dizer do povo paulista, que mesmo diante de um movimento articulado pelas elites do estado, se mobilizou para ajudar seus exércitos. Houve mais de 200 mil voluntários, sendo 60 mil combatentes. Mas houve outras dificuldades.

Praticamente sitiado, São Paulo se viu sem alternativa para conseguir armamentos. Passou a arrecadar ouro doado por seus moradores e tentou comprar armas dos Estados Unidos, mas o navio foi interceptado pela Marinha.

Com tantos problemas, a revolução foi derrotada. Em 2 de outubro, na cidade de Cruzeiro, as forças paulistas se entregam ao líder da ofensiva federal. Apesar de ter sido derrotado no campo de batalha, politicamente o movimento atingiu seus objetivos. A luta pela constituição foi fortalecida, e em 1933 as eleições foram realizadas colocando o civil Armando Sales como governador do estado.





quarta-feira, 8 de julho de 2015

0 Pesquisa mostra as heresias mais comuns nas igrejas modernas



A mais recente pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas LifeWay é intitulada “Americanos acreditam no céu, inferno e em algumas heresias”. Encomendada pela Ligonier Ministries e publicada ontem (28), recebeu destaque em vários sites de conteúdo evangélico.
O material revela que muitos evangélicos americanos têm opiniões “heterodoxas” sobre a Trindade, a salvação, e outras doutrinas. Segundo os padrões dos conselhos mais importantes da Igreja primitiva, essas posturas seriam consideradas heréticas.
Os pesquisadores fizeram 43 perguntas sobre fé, abordando temas como pecado, salvação, Bíblia e vida após a morte. A pesquisa feita com 3 mil pessoas tem uma margem de erro de 1,8% e seu nível de confiança é de 95%.
As principais conclusões do estudo são que embora a imensa maioria – 90% dos evangélicos e 75% dos católicos – acredite que o céu é um lugar real, cerca de 19% dos evangélicos (67% dos católicos) acreditam que existem outros caminhos para chegar lá que não seja através da fé em Jesus.
Por outro lado, 55% dos evangélicos dizem que o inferno é um lugar real, contra 66% dos católicos. Na média, os americanos não parecem muito preocupados com o pecado ou em irem para o inferno depois de morrer. Dois terços (67%) dizem que a maioria das pessoas são basicamente boas, apesar de todos os seus pecados. Apenas 18% acredita que até mesmo pequenos pecados podem resultar em condenação eterna, enquanto pouco mais da metade (55%) dizem que Deus tem “um lado irado”.
A importância desse tipo de levantamento é a grande influência que a igreja americana tem sobre a maioria das igrejas do mundo ocidental. Segundo Stephen Nichols, diretor acadêmico da Ligonier, os dados mostram “um nível significativo de confusão teológica”. Muitos evangélicos não têm visões em harmonia com a Bíblia sobre Deus ou os seres humanos, especialmente em questões de salvação e do Espírito Santo, acrescentou.
Alguns pontos têm variação expressiva dependendo da tradição teológica a que a pessoa entrevistada pertence. Porém, em algumas questões os resultados surpreendem. Em alguns casos, o problema parece ser mais a falta de informação.
Menos da metade (48%) acredita que a Bíblia é a Palavra de Deus, sendo que 50% dos evangélicos e 49% dos católicos dizem que ela é “útil, mas não uma verdade literal”.


Ao mesmo tempo, por exemplo, apenas 6% dos evangélicos acham que o “Livro de Mórmon” é uma revelação de Deus, enquanto outros 18% “não tem certeza e acham que pode ser”. Possivelmente desconhecem que os mórmons são uma seita e que, para eles, Jesus e o Diabo são irmãos, filhos do Deus-pai, que vive em outro planeta.
Perguntados sobre a natureza de Jesus, um terço (31%) disse que Deus, o Pai é mais divino do que Jesus, enquanto 9% não tinham certeza. Além disso, 27% dizem que Jesus foi a primeira criação de Deus, e outros 11% não tinham certeza.

No segundo e terceiro século, proeminentes teólogos e líderes da igreja debateram por muito tempo sobre a natureza. O concílio ecumênico da Igreja em Nicéia, no ano 325, e o concílio ecumênico de Constantinopla, em 381 declararam sua rejeição a qualquer ensinamento que defendia que Jesus não era um com o pai, da mesma substância. Logo, tratar Jesus como um ser criado e menor que Deus-Pai não é um ensinamento cristão, embora permaneça sendo ensinado por seitas como os mórmons e os Testemunhas de Jeová.
Na mesma época, concílios ecumêmicos também esclareceram que a Trindade era composta por Pai, Filho e Espírito Santo, sem diferença de essência ou hierarquia entre eles. Quando questionados sobre a pessoa do Espírito Santo, os evangélicos de 2014 revelam posturas ainda problemáticas. Mais da metade (58%) disse que o Espírito Santo é uma força, não uma pessoa. Enquando 7% disse não ter certeza. Sobre o Espírito Santo ser menos divino do que Deus Pai e Jesus, 18% concordaram e o mesmo percentual respondeu “não sei”. Já dois terços dos católicos (75%) responderam acreditar que o Espírito Santo é apenas uma “força divina”.

A natureza humana e a salvação são outras áreas que mostram confusão nas respostas. Dois em cada três evangélicos (71%) dizem que uma pessoa será salva se buscar a Deus primeiro, e depois Deus responde com sua graça. Uma percentagem semelhante (67%) disse que as pessoas têm a capacidade de se converter a Deus apenas por sua própria iniciativa. Ao mesmo tempo, mais da metade (56%) disse que as pessoas têm de contribuir para a sua própria salvação.

Essa parece ser a questão que ainda suscita mais debate. A tradição mais comum entre católicos romanos, ortodoxos e aguns ramos protestantes defende que os seres humanos cooperam com a graça de Deus na salvação. O ensinamento cristão histórico em todos os ramos é que qualquer ação por parte do homem será apenas uma resposta à obra do Espírito de Deus.
Ao serem perguntados sobre a igreja local, 52% acreditam que não há necessidade de pertenceram a uma igreja, pois buscar a Deus sozinho tem o mesmo valor que a adoração comunitária. Ao mesmo tempo, 56% disseram crer que o sermão do pastor não tem “qualquer autoridade” sobre eles. Quarenta e cinco por cento dos entrevistados acredita que tem o direito de interpretar as Escrituras como quiserem.
Teólogos comentam
A revista Christianity Today consultou teólogos sobre os resultados da pesquisa. Para Nichols, a Ligonier apenas está verificando o que muitos pastores já sabem: as pessoas não conhecem sua fé a fundo.
Timothy Larsen, professor do pensamento cristão no Wheaton College, afirma que isso só poderá ser revertido com mais discipulado bíblico. John Stackhouse, professor de teologia no Regent College, em Vancouver, é enfático: “Um sermão no domingo e um estudo bíblico simples durante a semana não é suficiente para informar e transformar a mente das pessoas para seguirem a teologia cristã ortodoxa.”
Ele acredita que é preciso mais empenho dos que pregam para deixar claro o que a Bíblia ensina sobre essas questões-chaves. Opinião parecida tem Beth Felker Jones, professora de Teologia no Wheaton College: “Os líderes da Igreja precisam ser capazes de ensinar a verdade da fé com clareza e precisão, e nós precisamos ser capazes de mostrar às pessoas por que isso é importante para as nossas vidas.”
Howard Snyder, ex-professor de em vários seminários conhecidos, enfatiza que a doutrina da Trindade não é um “conceito teológico abstrato, mas uma verdade cristã fundamental que nos informa sobre o Deus que adoramos, que somos como seres humanos, e toda a criação”.
Na análise do diretor da LifeWay, Ed Stetzer, o evangélico médio “gosta de acreditar em um tipo de Deus quase cristão, com doutrinas incompletas”.

http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-evangelicos-doutrinas-basicas/ 

terça-feira, 30 de junho de 2015

0 3º Trim. 2015 - Lição 1 - Uma mensagem à igreja local e à liderança





PORTAL ESCOLA DOMINICAL

TERCEIRO TRIMESTRE DE 2015

ADULTOS - A IGREJA E O SEU TESTEMUNHO: As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais

COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA

COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO

ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP



Escrito por  Caramuru Afonso Francisco                                                                                           



                                                                                           





A) INTRODUÇÃO AO TRIMESTRE

Pela graça de Deus, damos início a mais um trimestre letivo da Escola Bíblica Dominical, mais um trimestre que denominamos “bíblico”, já que haveremos de estudar as chamadas “cartas pastorais”, ou seja, as epístolas de Paulo a Timóteo e a Tito, as três últimas epístolas escritas pelo apóstolo Paulo, depois que foi solto da sua primeira prisão em Roma, entre os anos 64 e 67.

                         As referidas epístolas são denominadas de “pastorais”, porque o apóstolo Paulo as endereçou a dois jovens pastores, seus filhos na fé, Timóteo e Tito, que tinham sido seus cooperadores durante boa parte de seu ministério e que o apóstolo havia enviado para Éfeso (Timóteo) e Creta (Tito), a fim de que organizassem as  igrejas locais em tais regiões.

                         Paulo já pressentia que seu ministério se encaminhava para o fim e, dentro de suas responsabilidades, sentiu a necessidade de dar orientações a estes seus dois cooperadores, que assumiam encargos de cuidar de igrejas locais, a fim de que pudessem eles levar a bom termo o ministério que estavam a receber.

                         Tal intento, no entanto, já era uma obra do Espírito Santo para deixar à Igreja sábias e importantes orientações a respeito de como devem agir os pastores, como também como devem se organizar as igrejas locais enquanto o Senhor Jesus não vem buscar a Sua Igreja.



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quinta-feira, 25 de junho de 2015

0 Fracos Modelos de Cristo



William MacDonald
Cada crente deve representar o Senhor Jesus aqui na Terra, devendo ser uma cópia do Salvador e mostrar Cristo ao mundo. Essa é uma tremenda responsabilidade.
Nós somos membros do corpo de Cristo. O corpo é o veículo através do qual uma pessoa se exprime. O corpo de Cristo, a Igreja, é o veículo pelo qual Ele deseja revelar-Se ao mundo.
Assim, uma questão é levantada a cada um de nós: “Que tipo de imagem de Cristo ofereço ao mundo?” E devemos perguntar a nós mesmos:
Se a única visão que têm de Cristo
É o que vêem dEle em ti,
Minha alma, o que vêem eles?
Deus tem um sobrenome. Ele foi chamado o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó.
Alguém explicou: Deus tem um sobrenome. Ele foi chamado o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó. Ele não se sentia envergonhado de ser o Deus destes homens (Hb 11.16b)Como é que Deus se sentiria se tivesse o meu nome como o Seu sobrenome?
Charles Swindoll disse:
Quer queiramos quer não, o mundo observa-nos com a atenção de uma gaivota que espreita um camarão em águas pouco profundas. O crente... está sob vigilância constante. Este é o nosso problema ocupacional número um. E quando falamos do nosso Salvador e da vida que Ele nos oferece, tudo o que dizemos é filtrado através daquilo que os outros observam em nós.
Ferido em casa dos seus amigos
O triste fato é que Cristo tem sofrido bastante devido às vidas daqueles que professam ser Seus discípulos. Ele tem sido ferido até na “casa dos Seus amigos.”
James Spink disse:
A causa do Cristianismo tem sido mais prejudicada pelo seus seguidores do que pelos seus oponentes, porque o mundo compara freqüentemente a profissão de fé de um cristão com a prática da mesma. Dizem, com uma certa razão, que se o Cristianismo é aquilo que nós defendemos ser, então as nossas vidas deveriam ser diferentes.
Hudson Taylor concordou:
A incongruência dos cristãos, que ao professarem que crêem na sua Bíblia mas se sentem felizes em viver como se tal Livro não existisse, tem sido um dos maiores argumentos para a discussão dos meus companheiros mais céticos.
Não é difícil encontrar ilustrações para a forma como o Senhor é freqüentemente tão mal representado. Recentemente, vi uma camionete com dois adesivos no pára-choque traseiro. Um dizia: “Eu amo Jesus”. No outro podia ler-se: “Se bates no meu carro, acabo contigo”. Aparentemente o dono do carro não podia ver a contradição gritante dos dois sentimentos.
Por exemplo, George Duncan conta a seguinte história do mundo dos negócios: Um negociante... tinha participado de um programa cristão de rádio na noite anterior, e uma das suas funcionárias o tinha ouvido. Na manhã seguinte, ele estava de muito mau humor, as coisas não estavam correndo bem, e a funcionária acabou sendo vítima do mau humor do patrão. Ao sair do escritório ela comentou com uma colega que entrava: “Está certo... Venham a Jesus no domingo à noite e vão para o Diabo na segunda-feira de manhã.”
Quando um homem de negócios cristão não cumpriu o que havia prometido, um concorrente perguntou-lhe: “A que igreja você pertence?” Ele respondeu: “A minha igreja não tem nada a ver com esse assunto. Isso é negócio”. Pode ter levado vinte anos dando um bom testemunho, mas destruiu-o em vinte segundos.
Quando um famoso ator ou atriz relata que “nasceu de novo”, a notícia é transmitida por todos os meios de comunicação disponíveis. Mas, da mesma forma, também são transmitidas as notícias de que ele, ou ela, não abandonaram completamente o seu modo de vida anterior, quando aparecem num filme de baixo nível, tornando evidente que Cristo não fez diferença na sua vida.
E os “músicos cristãos” com a sua atuação teatral, sugestiva linguagem corporal, letras muito duvidosas e música que imita a do mundo: Será isto Cristianismo? Ou será uma paródia, uma imitação ridícula?
Um criminoso declarou ter-se convertido numa grande campanha evangelística. A notícia espalhou-se imediatamente, mas ele continuou com as suas atividades criminosas, contatando com o sub-mundo do crime. Quando alguém o confrontou com essa caricatura de Cristianismo, ele disse: “Nunca me foi dito que por dizer sim a Jesus, eu tinha de voltar as costas à minha vida anterior. Não entendo, há jogadores de futebol cristãos, há “cowboys” cristãos, há políticos cristãos. Por que não pode haver um criminoso cristão?” Desde ali ele abandonou o Cristianismo.
Depois, temos as personalidades cristãs da televisão, de roupas caras, cabelos perfeitos, cobertas de jóias, pintadas como Jezabel. É desta maneira que Jesus é apresentado, tão diferente do meu amigo pobre de Nazaré.
Um negócio rendoso
Não convém, também, esquecer alguns pregadores de rádio ou de televisão, que levam a vida angariando dinheiro e vivem em casas suntuosas, viajam em automóveis e aviões caríssimos. Nunca demora muito para que um repórter exponha todo o jogo tal como é, e que o Cristianismo fique, de novo, prejudicado.
Foi noticiado que um dos pregadores favoritos da América vivia numa mansão de muitas salas, remodelada como o Palácio de Versalhes, com fabulosos jardins, estábulos e lagos. Outro comprou uma mansão de meio milhão de dólares em Los Angeles, a que a sua esposa se referiu como sendo um cantinho para fugir à rotina. Um Rolls Royce também foi adicionado à sua frota de Mercedes e Jaguars.
O mundo evangélico realmente está necessitando de uma limpeza profunda.
É constrangedor verificar o número de líderes cristãos que, ao atingirem os pináculos do poder cristão, acabaram nas manchetes dos escândalos sexuais. Alguns desapareceram com as secretárias particulares e divorciaram-se das suas esposas. Quantas mulheres cristãs, bem conceituadas, deixaram seu lar e marido para viver com outro homem? O mundo evangélico realmente está necessitando de uma limpeza profunda.
Quantas vezes Cristo é difamado por “políticos cristãos” de linguagem vulgar, compromissos duvidosos, associações obscuras? É incalculável a desonra causada ao nome de Jesus.
Talvez se devesse mencionar também os prisioneiros famosos que proclamam ter sido salvos. Através de uma forte representação dos crentes, um juiz duvidoso e relutante concorda em libertá-los. Algumas organizações cristãs aproveitam-se deles colocando-os como pregadores itinerantes (para arranjar mais fundos financeiros para a organização). Pouco tempo depois estes homens caem novamente na criminalidade e são detidos. Estudantes cristãos que colam nos exames, donas de casa que discutem com os vizinhos, pessoas que são mal-educadas e impacientes desonram a Palavra de Deus. Todo o comportamento que não reflita o caráter de Cristo fará com que os seus inimigos se manifestem e blasfemem. Todo o mau exemplo fará os descrentes dizerem: “Aquilo que tu és fala tão alto que abafa o que dizes”. Foi este tipo de conduta que levou John MacArthur a dizer: “Penso que Jesus tinha muito mais classe que muitos dos seus representantes”.
Uma vez, um soldado apresentou-se a Alexandre o Grande por ter desobedecido a ordens:
- “Como te chamas?” perguntou Alexandre.
- “Alexandre,” respondeu o soldado com acanhamento.
- “Alexandre? Ou mudas de nome ou de comportamento!” ordenou o grande chefe militar.
Aqueles, dentre nós, que defendem o título de cristão, têm obrigação de agir em conformidade com ele. “É contraditório alguém dizer que crê, e agir como se não cresse.” (H.G.Bosh).
Certa vez, em conversa com Mahatma Gandhi, E.Stanley Jones disse:
“Estou ansioso por ver o Cristianismo naturalizado na Índia, para que não seja mais uma coisa estrangeira identificada com um povo estrangeiro e um governo estrangeiro, mas para que faça parte da vida nacional da Índia e que o seu poder contribua para o crescimento e redenção deste país. O que é que sugere que façamos para que isso se concretize?” Gandhi pensativa e gravemente respondeu: “Eu sugeria... que todos vocês, cristãos... começassem a viver mais à semelhança de Jesus Cristo. Em seguida, sugeria que praticassem a vossa religião sem a adulterar ou depreciar. Por último, sugeria que dessem mais valor ao amor, porque o amor é o centro e a alma do Cristianismo”.
Atribui-se a Gandhi ter dito: “Eu teria sido um cristão se não fossem os cristãos.”
Brian Goodwin conta-nos sobre um jovem chinês que fora educado por um missionário numa escola cristã. Ele admirava o seu professor e, anos depois, ao saber que este tinha voltado à cidade, tentou entrar em contato com ele no hotel onde o professor se encontrava hospedado. No entanto, recusaram-se a anunciá-lo ao missionário e expulsaram-no do hotel. “Então é assim que os cristãos agem,” murmurou o jovem ao afastar-se. Todos os anos de cuidado e atenção que tinha recebido do seu professor missionário foram anulados por aquela grande humilhação. O nome deste jovem era Mao Tse-tung.
Bem, estas foram as más notícias. Graças a Deus que a história não acaba aqui.  (William MacDonald — http://www.chamada.com.br)

segunda-feira, 22 de junho de 2015

0 2º Trim. 2015 - Lição 13 - A ressurreição de Jesus



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - JESUS, O HOMEM PERFEITO: O Evangelho de Lucas, o médico amado
COMENTARISTAJOSÉ GONÇALVES
COMENTÁRIOS - EVCARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

          Escrito por  Caramuru Afonso Francisco                                                                                      

ESBOÇO Nº 13
LIÇÃO Nº 13-  A RESSURREIÇÃO DE JESUS
                                   A ressurreição de Jesus é a garantia da nossa fé.
INTRODUÇÃO
- Na conclusão do estudo do Evangelho segundo Lucas, analisaremos a narrativa lucana da ressurreição.
- A ressurreição de Jesus é a garantia da nossa fé.
I – A SEPULTURA DE JESUS
- Na conclusão do estudo do Evangelho segundo Lucas, analisaremos a narrativa lucana da ressurreição. Tendo em vista a característica bibliológica deste trimestre, preferimos tratar do tema à luz do Evangelho segundo Lucas, numa perspectiva um tanto diferenciada da adotada pelo nosso comentarista.
- Lucas, após ter encerrado a narrativa da crucifixão, mostrando que o centurião romano havia reconhecido a justiça de Cristo e a multidão que assistira ao espetáculo saíra dali batendo nos peitos, diz que os conhecidos de Jesus e as mulheres que o haviam seguido durante o Seu ministério estavam de longe vendo estas coisas (Lc.23:49). Mais uma vez, Lucas enfatiza o papel feminino no ministério de Jesus.
OBS: Como afirma Teofilato: “Mas a linhagem feminina, maldita em outro tempo, está de pé e vê todas estas coisas. ‘E as mulheres que O haviam seguido desde a Galileia viam isto’. Por isso foram as primeiras que receberam a graça da justificação ou a bênção que brotou da paixão e da ressurreição” (Cátena áurea. Lc.23:47-49. Disponível em: http://hjg.com.ar/catena/c628.htmlAcesso em 20 abr. 2015) (tradução nossa de texto em espanhol).


quinta-feira, 18 de junho de 2015

0 Os códigos da bíblia são dignos de crédito?



Um número significativo de líderes cristãos hoje aclamam os códigos da Bíblia como importantes evidências da inspiração das Escrituras. Embora eles declarem que profecias posteriores, como o assassinato do primeiro ministro israelense Yitzhak Rabin em 1995, estejam codificadas no texto bíblico, na realidade os códigos da Bíblia são pouco mais do que uma pequena variação de misticismo judaico adaptada para o cristão.
Primeiro, como seu substituto mais antigo, a numerologia bíblica, os códigos da Bíblia são, na melhor das hipóteses, uma pseudociência. Códigos são “descobertos” por meio da procura de sequências de letras equidistantes (ELS) que podem ser agrupadas em mensagens inteligíveis concernentes a eventos passados. Pode-se procurar da esquerda para a direita, da direita para a esquerda, de cima para baixo, de baixo para cima e na diagonal. Embora a sequência possa variar de palavra a palavra, nenhuma das profecias pôde ser conhecida antecipadamente. Ou seja, a percepção tardia é sempre perfeita.
Além disso, códigos da Bíblia são um jogo marcado completo com profecias posteriores aos fatos e mensagens autorratificadoras. Embora os adeptos do ELS argumentem que esses eventos históricos, como o assassinato de Rabin, estejam codificados na Torá, nada poderia estar mais distante da verdade. Pelo fato de o hebraico do Antigo Testamento não conter vogais, um suposto código como “Rabin Bang Bang” (Assassinato de Rabin) poderia facilmente referir-se a Christopher Robin atirando com sua arma de rolha nos balões que o ursinho Puff estava segurando quando flutuava sobre a Floresta dos Cem Acres (“Robin Bang Bang”). Por essa razão, mensagens autorratificadoras poderiam se referir ao estouro do pneu que o parceiro do Batman, Robin, experimentou enquanto estava no batmóvel. Também poderia remeter ao mafioso chamado Robin que tinha dois tiros certeiros — bang, bang.
Finalmente, embora a mensagem do autographa (textos originais da Bíblia) não seja alterada nas melhores cópias de manuscritos disponíveis, pequenas diferenças em ortografia e estilo tornam impossível validar a divina inspiração de sequências de letras equidistantes. Essas pequenas divergências deixam o sentido inalterado, mas arruínam completamente todas as tentativas de encontrar sequências de letras equidistantes, alterando-se a distância entre as letras. Além disso, as coincidências de sequências de letras equidistantes que ocorrem na Torá não são únicas. Elas ocorrem em qualquer outra obra literária, de Homero a Hobbes, e de Tolkien a Tolstoy.
Os códigos da Bíblia mudam o foco da apologética bíblica da essência do evangelho para especulações esotéricas.
Aqueles que negam a evidência incontroversa de que Jesus ressuscitou dos mortos não parecem ser persuadidos pela pseudoapologética dos códigos da Bíblia.
“Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite” (Lucas 16.31).
Hank Hanegraaff

http://www.cacp.org.br/os-codigos-da-biblia-sao-dignos-de-credito/

segunda-feira, 15 de junho de 2015

0 2º Trim. 2015 - Lição 12 - A morte de Jesus





PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2015
ADULTOS - JESUS, O HOMEM PERFEITO: O Evangelho de Lucas, o médico amado
COMENTARISTA: JOSÉ GONÇALVES
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP
 Escrito por  Caramuru Afonso Francisco

ESBOÇO Nº 12
LIÇÃO Nº 12 – A MORTE DE JESUS
                                   Jesus morreu por nós, para pagar o preço dos nossos pecados.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo do Evangelho segundo Lucas, analisaremos hoje a narrativa lucana sobre a morte do Senhor Jesus.
- Jesus morreu por nós, para pagar o preço dos nossos pecados.
I – OS EVENTOS IMEDIATAMENTE ANTERIORES À PAIXÃO DE CRISTO
- Na sequência do estudo do Evangelho segundo Lucas, analisaremos a narrativa lucana sobre a morte do Senhor Jesus.
Após a última ceia, o Senhor Jesus teve de enfrentar nova discussão entre os discípulos a respeito de quem era o maior entre eles, a mostrar que os apóstolos ainda não tinham entendido que o Senhor Jesus deveria padecer para a salvação dos homens, apesar de o Senhor ter dito isto mais de uma vez para eles, como vemos em Lc.18:31-34.
- Após ter mostrado aos discípulos que a lógica que deveria reinar entre eles não era a do poder, mas a do serviço (Lc.22:24-27), o Senhor Jesus renovou as promessas messiânicas, dizendo a eles que lhes estava destinado o reino e que eles julgariam as doze tribos de Israel.



sexta-feira, 12 de junho de 2015

0 Batalhando Pela Fé Nos Últimos Dias


Tim LaHaye
Por mais que se tente enfatizar, não é possível supervalorizar a importância da profecia do Sermão do Monte das Oliveiras. Além de ter sido o próprio Senhor Jesus que a transmitiu, o fato de ela ter sido mencionada detalhadamente nos três primeiros Evangelhos e não no Evangelho do apóstolo João é digno de nota. Os discípulos que insistiram para que o Senhor respondesse suas duas perguntas já haviam sido levados para o céu pelo menos cinqüenta anos antes que João escrevesse o Evangelho que leva seu nome. Eles perguntaram: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e da consumação do século” (Mt 24.3). Jesus, que conhece o final desde o início, respondeu: “Aprendei, pois, a parábola da figueira” (Mt 24.32). Sobre isto já apontei, com base em três profetas do Antigo Testamento, que “a figueira”, quando usada simbolicamente, significa a nação de Israel. Obviamente, então, o sinal da volta do Senhor para arrebatar Sua igreja seria o ajuntamento de Israel de todas as partes do mundo para sua Terra Santa, terra que lhe foi divinamente designada. A pergunta foi respondida.
Isso não seria um acontecimento único, como alguns pensaram que seria quando da Primeira Guerra Mundial, mas um processo de acontecimentos que levaram àquela guerra e a outras guerras subseqüentes, inclusive o reconhecimento de Israel pelo mundo como uma nação soberana em 1948, e até ao dia de hoje, mesmo em “tempos difíceis”. Na verdade, o gráfico de profecias em que posso confiar mais intensamente, dentre o arsenal de gráficos bíblicos sobre eventos futuros que tenho, baseia-se no Sermão do Monte das Oliveiras, o qual considero o esboço de profecias mais importante de toda a Escritura. A própria existência de Israel nos tempos atuais já é um milagre notável. Que eles tenham sobrevivido ao incrível ódio dos muçulmanos radicais simplesmente por causa de sua presença e que tenham sido livrados de inimigos tão poderosos, que tentaram destruí-los pelo menos por cinco vezes, são verdadeiramente outros milagres.
A própria existência de Israel nos tempos atuais já é um milagre notável.
O que quero analisar aqui é a fantástica admoestação que Jesus fez aos discípulos e a nós na introdução dessa maravilhosa profecia sobre os Últimos Dias. “Vede que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos”. De fato, Jesus não foi o único que advertiu que o engano satânico surgiria próximo da época em que Ele deveria retornar. Alguns, nos primeiros tempos do cristianismo, eram ativos em enganar os outros – os discípulos Pedro e Paulo, em várias ocasiões, João e também Judas, em seu pequeno livro, fizeram as mesmas advertências. Pois, como Pedro e Tiago disseram,“o diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar”. Fica claro, através da Bíblia, que Satanás está ativo no engano; isto é, o que ele faz é enganar as pessoas sobre quem foi Jesus Cristo e sobre o que Ele fez, e tal engano irá aumentar nos tempos do fim, sendo um dos sinais do Final dos Tempos.
Foi Judas, o servo de Jesus Cristo [por amor] e irmão de Tiago, o que significa que ele era meio-irmão do Senhor Jesus, quem disse aos cristãos de todos os tempos e especialmente para aqueles que estivessem vivendo nos últimos dias:
Amados, quando empregava toda diligência em escrever-vos acerca da nossa comum salvação, foi que me senti obrigado a corresponder-me convosco, exortando-vos a batalhardes diligentemente pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Pois, certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus, e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo. Quero, pois, lembrar-vos, embora já estejais cientes de tudo de uma vez por todas, que o Senhor, tendo libertado um povo tirando-o da terra do Egito, destruiu, depois, os que não creram” (Jd 3-5).
Não devemos nos tornar litigiosos na fé, mas devemos batalhar pela fé
Este, que se autodenominou “servo de Jesus Cristo” [por amor], cheio do Espírito Santo, enviou uma mensagem especial aos cristãos de todas as épocas, mas particularmente a nós, que temos todos os motivos, baseados na profecia bíblica, para crer que podemos ser o povo que está vivendo imediatamente antes dos Últimos Dias. Podemos tomar essa admoestação para nossa geração de cristãos: “Senti-me obrigado a exortar-vos a batalhardes diligentemente pela fé”.Este é o objetivo que deveríamos ter nestes dias: batalharmos pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. O Dr. Ironsides, da renomada Igreja Moody em Chicago, costumava dizer: “Não devemos nos tornar litigiosos na fé, mas devemos batalhar pelafé”.
Você acredita que essa exortação foi dada antes do final do primeiro século do cristianismo? Minha leitura sobre a história da igreja primitiva revela que Satanás havia começado, mesmo antes da morte do apóstolo João, com mais de 90 anos de idade, a heresia pagã do gnosticismo, que ensina que Jesus não era um homem no sentido literal da palavra. “Ele era um homem-espírito”. No livro que escrevi juntamente com Jerry Jenkins, John’s Story: The Last Eye Witness [A História de João: A Última Testemunha Ocular], contamos a verdadeira história de João e um de seus jovens alunos. Eles ouviram a voz, em alto som, de um pregador de rua gnóstico do século I anunciando na praça da cidade que Jesus de Nazaré não havia feito os milagres que Seus discípulos falavam que Ele tinha realizado, nem havia restaurado a vista aos cegos, nem ressuscitado mortos. Isto encheu de ira o idoso apóstolo de tal maneira que ele enfrentou esse servo de Satanás, gritando para ele na praça e dizendo que ele estava errado. João, o apóstolo, estava lá e viu Jesus curar leprosos, ressuscitar mortos, e ele, pessoalmente, viu Sua sepultura vazia no terceiro dia após ter morrido pelos pecados do mundo. João também viu-O, durante Seus últimos quarenta dias na terra, com outras testemunhas, pelo menos dez vezes. Na verdade, o idoso João comeu peixe na praia do mar da Galiléia, quando Jesus milagrosamente encontrou peixe onde os discípulos haviam pescado a noite toda e não tinham apanhado nenhum.
Então, quando Policarpo, Inácio e outros dos seguidores dos apóstolos, que Deus estava levantando para continuarem o testemunho da ressurreição de Jesus, confrontaram João com o fato de que ele era a “última testemunha ocular” da vida sobrenatural de Jesus, que provava que Ele havia cumprido todas as profecias messiânicas sobre o Salvador, ele estava pronto a aceitar o desafio. É por isso que encontramos no Evangelho de João sete dos mais incríveis milagres que Jesus realizou em seus três anos e meio de ministério, desde transformar a água em vinho até ressuscitar mortos. Como se sabe, ninguém consegue ressuscitar mortos a não ser Deus!
Então, o que temos em nosso texto de Judas é que os cristãos de todas as eras – e particularmente aqueles que estiverem vivendo quando Israel estiver sendo trazido de volta àquela nação para sempre – são divinamente inspirados e desafiados a “batalhar pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos”. (Tim LaHaye — Pre-Trib Perspectives — Chamada.com.br)
 

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