quarta-feira, 18 de abril de 2012
0 Amigos do mundo, inimigos de Deus
domingo, 15 de abril de 2012
0 Senadores Magno Malta e Lindberg Farias defendem pastor Silas Malafaia
sábado, 14 de abril de 2012
0 Avivamento da Rua Azusa
Pr Paul David Cull
Ministério Avivamento Já
Leia também "O Que São Essas Manifestações?", uma pregação de Aimee Semple McPherson, fundadora da Igreja Quadrangular e pioneira do Movimento Pentecostal.
2. The Topeka Outpouring of 1901 por Larry Martin
3. Azusa Street por Frank Bartleman
4. Jornal The Apostolic Faith da Missão Azusa
5. The Fire That Could Not Die por Rick Joyner
6. Azusa Street & Beyond por Grant McClung
sexta-feira, 13 de abril de 2012
0 Por que ainda estamos aqui neste mundo?
Se Deus o quisesse, cada um de nós teria sido levado ao céu no momento da conversão. Não era absolutamente necessário, em nossa preparação para a imortalidade, que nos demorássemos neste mundo. E possível uma pessoa ser levada ao céu e ser encontrada pronta a tomar parte da herança dos santos na luz, mesmo que ela tenha acabado de crer em Jesus. E verdade que nossa santificação é um processo longo e contínuo, e não seremos aperfeiçoados até que abandonemos nosso corpo e adentremos o véu; mas, apesar de ter o Senhor desejado fazer assim, Ele poderia ter mudado o nosso estado, da imperfeição para a perfeição, e nos transportado imediatamente ao céu.
Então, por que estamos aqui? Nosso Deus manteria qualquer de seus filhos fora do Paraíso por um momento além do necessário? Por que o exército do Deus vivo ainda está no campo de batalha, quando apenas uma ordem poderia lhe dar a vitória? Por que seus filhos ainda estão vagueando aqui e ali, por um labirinto, quando uma única palavra de seus lábios os traria ao centro de suas esperanças no céu? A resposta é: eles estão aqui a fim de viverem para o Senhor e trazerem outros ao conhecimento do amor dEle.
Estamos neste mundo como semeadores da boa semente; como aradores, para sulcar a terra não-cultivada; como arautos, para proclamar a salvação. Estamos aqui como o "sal da terra" (Mateus 5.13), a fim de sermos uma bênção para o mundo. Estamos aqui para glorificar a Cristo em nossa vida diária, e trabalhar para Ele e cooperar com Ele (ver 2 Coríntios 6.1). Tenhamos certeza de que nossas vidas cumprem esses objetivos. Vivamos com seriedade, utilidade e santidade, para o louvor da glória da graça dEle (ver Efésios 1.6). Entrementes, esperamos estar com Ele e cantamos diariamente:
"Meu coração está com Ele em seu trono,
E mal pode a demora agüentar;
A cada momento esperando ouvir a voz,
Levanta-te, vem sem tardar"
C. H. Spurgeon (1834 - 1892)
quarta-feira, 11 de abril de 2012
0 Não matarás (Êxodo 20.13)
Não matarás (Êxodo 20.13)
Estamos diante de uma
intensa mobilização para a
legalização do aborto e da eutanásia em nosso Brasil. É notável como
autoridades governamentais se reúnem periodicamente para discutir pautas que
ferem a vida intrauterina e a dignidade humana. Diante de tais medidas,
financiadas pelo contribuinte, é necessário expressar nosso repúdio.
Reafirmo meu
posicionamento: sou integralmente
contrário ao aborto e à eutanásia, sob quaisquer circunstâncias. Isso inclui
casos de anencefalia, gestações decorrentes de violência sexual ou situações em
que se alega falta de condições psicológicas da gestante.
Nada — absolutamente
nada — nos confere o direito de
tirar a vida de outrem, especialmente quando se trata de um ser inocente e
indefeso. Argumenta-se, por vezes, que o aborto preservaria a integridade
física ou mental da mulher. Embora pareça uma defesa plausível, ela é falha: busca-se
preservar um direito sacrificando a vida do feto, que não possui culpa alguma
por sua existência.
Outro argumento comum
foca no estupro, alegando que a
criança não seria aceita pela família. Pergunto-me: resolve-se um crime
cometendo outro? É justo livrar familiares do "constrangimento" sobre
o cadáver de uma criança que apenas queria viver?
Baseio minha convicção em
três pilares fundamentais:
- A Vida como Direito Inalienável (Art. 121 do Código Penal): Matar
alguém é errado, independentemente da situação. Ninguém recebeu autoridade
para decidir quem deve viver ou morrer; este é um atributo exclusivo do
Criador.
- O Dever do Estado (Art. 5º da Constituição
Federal): A nossa Carta
Magna garante a todos a inviolabilidade do direito à vida. Aqueles que
lutam pela liberação do aborto deveriam zelar pelo cumprimento da lei, em
vez de ignorá-la. O Estado tem a obrigação de proteger a integridade
física de todos, inclusive dos nascituros.
- O Mandamento Bíblico: A Palavra de Deus é clara: "Não
matarás" (Êxodo 20.13). Somente o Senhor tem o poder sobre a vida e a
morte, como diz em Deuteronômio 32.39: "Eu mato, e eu faço
viver; eu firo, e eu saro". O homem que tenta assumir esse papel
ignora sua dependência de Deus.
Aos que já passaram por
um aborto, independentemente do motivo, deixo uma mensagem de esperança: arrependam-se
e busquem o Senhor. Deus é rico em perdoar (Isaías 55.7). Nele, você
encontrará a paz de espírito e a restauração que tanto precisa.
Vosso conservo em Cristo,
João Augusto de Oliveira
segunda-feira, 9 de abril de 2012
0 Apascentando ovelhas ou entretendo bodes ???
- Já tentamos fazer o que é certo, mas não atraía novos convertidos... tivemos que mudar... precisamos alcançá-los de qualquer jeito.
(Fil. 3:13 e Rom. 8:1).
sábado, 7 de abril de 2012
0 Um apelo aos cristãos de hoje - Paul Washer
Só há uma coisa que me deu uma noite de insônia. Só há uma coisa que me perturba toda manhã. E esta é que: Dentro de uns cem anos a grande maioria das pessoas neste prédio possivelmente estará no inferno. E muitos que até mesmo professam Jesus Cristo como Senhor vão passar uma eternidade no inferno.
Muitas das coisa que você ama fazer, Deus odeia, você sabia disso?
Você ora por avivamento, você vai ter reunião de jovens e você quer que Deus mova, mas antes de ir você assiste programas na TV que Deus absolutamente abomina.
E você ainda se pergunta por que o Espírito Santo não se move, e porque você tem que criar falso fogo, falsa empolgação, pois Deus não está lá, Deus é um Deus Santo, e a única forma que você e eu podemos ser reconciliados com um Santo Deus é através da morte do Filho Unigênito de Deus. Quando Ele foi pendurado naquele madeiro.
Porque você precisa entender que a Bíblia diz que Todos pecaram e foram desconstituídos da Glória de Deu, e você não tem idéia do que isso significa, que nós fomos concebidos radicalmente depravados e inimigos de Deus e que nós nunca buscaríamos a Deus nem nos achegaríamos a Ele.
Nós nos rebelamos contra Deus, quebramos todas as Leis, não é só o problema de você ter pecado uma vez, o problema é que você nunca fez nada além de pecar.
Eu não estou tentando ser duro somente para ser duro... Você tem idéia de quanto amor é necessário para estar diante de 5 mil pessoas e dizer que seu cristianismo está quase totalmente errado?
A bíblia diz nos profetas que até as nossas maiores obras, são como trapos sujos diante de Deus e por causa disso você sabe o que nós merecemos? A IRA DE DEUS.
Por que eu sou um cristão? porque houve um momento em minha vida em que eu orei e pedi para Jesus entrar no meu coração. Eu quero que você saiba que a maior Heresia na igreja evangélica e protestante é que se você orar e convidar Jesus para entrar em seu coração Ele com certeza irá entrar. Você não irá achar isso em nenhum lugar das escrituras.
O que você precisa saber é que a salvação é pela fé e somente pela fé em Jesus Cristo, e fé em Jesus Cristo é precedida e acompanhada por arrependimento. Abandonar seus pecados, odiar as coisas que Deus odeia, amar as coisas que Deus ama, crescer en santidade e um desejo de não ser igual a Britney Spears, um desejo de não ser igual ao mundo, um desejo de não ser igual a maioria dos que se dizem cristãos, mas de ser como Jesus Cristo.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
1 O que está acontecendo com a Igreja de Cristo
quinta-feira, 5 de abril de 2012
0 Será que a apologética pode levar o crente a se perder?
Ora, o maior apologista que já existiu foi o próprio Jesus Cristo, pois Ele foi quem mais defendeu a fé contra os ataques dos religiosos, e ensinou a importância da fidelidade ao que está escrito, pois em Sua própria tentação defendeu-se utilizando a Escritura.
Os apóstolos deixaram grandes ensinos apologéticos, como Judas que fez uma carta inteira que é denominada como um chamado ao combate cristão; Pedro que exorta a sabermos responder com mansidão e temor aos questionamentos que nos são feitos, santificando a Cristo em nossos corações em primeiro lugar; Paulo que todos os dias estava nas praças das cidas para debater com os filósofos, aos sábados nas sinagogas para debater com os judeus e aos domingos reunindo-se com os irmãos.
Não vejo a apologética como uma ferramenta que desvia o crente do caminho, mas uma ferramenta que faz com que estejamos sempre alertas, vigilantes e sóbrios contras as armadilhas, ou melhor, contra as centenas ou milhares de armadilhas que são postas em nossos caminhos.
Normalmente, aqueles que se opõem a apologética são os mesmo que têm ensinado heresias e distorções e temem que suas máscaras caiam e sejam confrontados com a verdade da Escritura.
A apologética não deve servir para formar um exército de “xiitias” evangélicos que saem por aí brigando com todo mundo, não! A apologética deve servir como instrumento de esclarecimento da doutrina bíblica sadia e como ferramenta de evangelização. Afinal, devemos estar “preparados” para responder com mansidão e temor.
Acredito que a apologética não leva o crente a se perder, mas o ajuda a encontrar o verdadeiro Deus da Bíblia, livre dos estereótipos estabelecidos pela sociedade e pela religiosidade do ser humano. A apologética ajuda o estudante a ver Deus como Ele realmente é, e não como gostaríamos que fosse segundo nossa própria vontade e entendimento.
Jesus defendeu a fé, quando lhe perguntaram sobre os impostos, e Ele disse: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. (Mt 22:21)
Jesus defendeu a fé, quando disse que: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. (Jo 18:36)
Jesus defendeu a fé, quando açoitou os comerciantes na porta do templo: “E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões”. (Mt 21:13)
Jesus defendeu a fé, quando por várias vezes explicou os detalhes e minúcias da Escritura (Mt 26:31; Mc 7:6; Mc 14:21).
Jesus defendeu a fé, quando foi questionado (Mt 22:24).
A apologética é uma ferramenta que ajuda o crente a pensar, e pensar de forma coerente, sensata, lógica, correta e bíblica.
A apologética ajuda o crente a conhecer a verdade, e conhecendo a verdade se chega a liberdade. O problema é que muitos líderes religiosos pretendem manter suas “ovelhas” no aprisco da cegueira e escravidão.
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32)
“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15)
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22:29)
“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2:8)
Autor: Robson T. Fernandes












