quarta-feira, 18 de abril de 2012

0 Amigos do mundo, inimigos de Deus




Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.  (Tiago 4.4)

Lendo a Bíblia nós encontramos cada palavra que faz gelar os ossos não é? Essa que acabei de citar é uma delas.

Deus nunca fez concessões para que sua Igreja venha a chafurdar com o mundo nos seus desvarios e loucuras que desagradam e ofendem a santidade de Deus. À esses, Tiago chama de “adúlteros e adúlteras”, ou seja, pessoas infiéis nos seus compromissos para com Deus.

Sabemos que a palavra mundo tem diversas aplicações no texto bíblico. Aqui por exemplo, o escritor não está falando do Kósmos (Planeta); nem das pessoas em si, que habitam a terra. Mas do sistema filosófico, cultural e social que rege esse mundo e que é guiado e orquestrado por Satanás.

Para as pessoas que imaginam que podem ao mesmo tempo agradar a Deus enquanto metem a mão na lama desse mundo estão completamente equivocadas. Se quisermos de fato ser amigos de Jesus (João 15.15), ou como o grande patriarca Abraão, sermos amigos de Jeová (Isaías 41.8), se faz necessário que nos tornemos “inimigos do sistema mundano e satânico que domina esse mundo”.

Não existe meio termo com Deus, ou você se opõe as práticas e costumes desse mundo imoral e pecaminoso ou você será tratado como “AMIGO DO MUNDO, MAS INIMIGO DE DEUS”. Somos nós que fazemos a escolha.

Esse negócio de dizer da boca pra fora: Sou crente, mas viver de mãos dadas com o mundo é engano. Quantos que carregam Bíblia e professam a fé, serão reprovados NAQUELE DIA quando forem chamados a responde diante do Senhor do Universo.

É meu irmão, a coisa é séria. Tem muita gente que quer levar o evangelho na brincadeira, mas vai se arrepender amargamente quando estiver eternamente separado de Deus nas chamas do inferno (Apocalipse 21.8).

Quando falamos sobre assuntos como esse na Igreja, tem pessoas que pensam que é radicalismo e extremismo, mas não é.  Basta estudar a Bíblia com diligência e você verá que não sou extremista. Também não estou ab-rogando uma salvação pelas obras. Mas obras que demonstrem os frutos de uma vida salva, lavada e redimida (Lc 3.8).

Você quer ser amigo de Deus e de Jesus Cristo? Então recuse a amizade do mundo – seus pecados, suas piadas imorais, seus adultérios, suas prostituições, sua corrupção e tudo o mais que desagrada e ofende a santidade de Deus; então o Eterno dirá também a teu respeito (João 15.15; Isaías 41.8).

Vosso conservo em Cristo,

                                 João Augusto de Oliveira



domingo, 15 de abril de 2012

0 Senadores Magno Malta e Lindberg Farias defendem pastor Silas Malafaia



Eu já disse uma certa vez e repito: Não concordo com todas as posições defendidas pelo Pastor Silas Malafaia, principalmente no que diz respeito a “Teologia da Prosperidade”, mas nessa questão do posicionamento dele acerca da ditadura homossexual no Brasil, eu o apoio em 100%.
 Não tenho 5% do conhecimento do nosso caro Pastor Silas Malafaia, porém, mesmo na minha pouquíssima cultura e conhecimentos jurídico, psicológico e teológico; quero manifestar o meu apoio ao nosso caro Pastor.
Assistam nesse vídeo a defesa do Pastor Silas feita pelos senadores Magno Malta e Lindenberg Farias.
E você que é cristão já tomou uma posição? Não incito, nem concordo com nenhum tipo de discriminação ou violência física ou moral, mas a livre liberdade de expressão conforme reza a nossa Constituição Federal.

sábado, 14 de abril de 2012

0 Avivamento da Rua Azusa




 


William J. Seymour

Muitas igrejas têm orado para um Pentecoste, e o Pentecoste veio. A pergunta agora é, será que o elas aceitarão? Deus respondeu de uma forma que elas não procuraram. Ele veio de uma forma humilde, como no passado, nascido em uma manjedoura. - The Apostolic Faith, setembro de 1906

Agora só uma palavra relativa ao irmão Seymour, que é o líder do movimento debaixo de Deus. Ele é o homem mais manso que eu já encontrei. Ele caminha e conversa com Deus. O poder dele está na sua fraqueza. Ele parece manter uma dependência desamparada em Deus e é tão simples como uma pequena criança, e ao mesmo tempo ele está tão cheio de Deus que você sente o amor e o poder toda vez que você chegar perto dele. - W H Durham, The Apostolic Faith, fevereiro / marco de 1907

O avivamento da Rua Azusa, na cidade de Los Angeles - EUA, tem marcado profundamente o Cristianismo dos últimos cem anos. Hoje, dos 660 milhões de cristãos protestantes e evangélicos no mundo, 600 milhões pertençam a igrejas que foram diretamente influenciadas pelo avivamento da Rua Azusa (Pentecostais, Carismáticos, Terceira-Onda etc).1

O início do avivamento começou com o ministério do Charles Fox Parham. Em 1898 Parham abriu um ministério, incluindo uma escola Bíblica, na cidade de Topeka, Kansas. Depois de estudar o livro de Atos, os alunos da escola começaram buscar o batismo no Espírito Santo, e, no dia 1° de janeiro de 1901, uma aluna, Agnes Ozman, recebeu o batismo, com a manifestação do dom de falar em línguas estranhas. Nos dias seguintes, outros alunos, e o próprio Parham, também receberam a experiência e falaram em línguas.2

Nesta época, as igrejas Holiness ("Santidade"), descendentes da Igreja Metodista, ensinaram que o batismo no Espírito Santo, a chamada "segunda benção", significava uma santificação, e não uma experiência de capacitação de poder sobrenatural. Os dons do Espírito Santo, tais como falar em línguas estranhas, não fizeram parte da sua teologia do batismo no Espírito. A mensagem do Parham, porém, foi que o batismo no Espírito Santo deve ser acompanhado com o sinal miraculoso de falar em línguas.

Parham, com seu pequeno grupo de alunos e obreiros, começou pregar sobre o batismo no Espírito Santo, e também iniciou um jornal chamado "The Apostolic Faith" (A Fé Apostólica). Em Janeiro de 1906 ele abriu uma outra escola Bíblica na cidade de Houstan, Texas.

Um dos alunos esta escola foi o William Seymour. Nascido em 1870, filho de ex-escravos, Seymour estava pastoreando uma pequena igreja Holiness na cidade, e já estava orando cinco horas por dia para poder receber a plentitude do Espírito Santo na sua vida.

Seymour enfrentou as leis de segregação racial da época para poder freqüentar a escola. Ele não foi autorizado ficar na sala de aula com os alunos brancos, sendo obrigado a assistir as aulas do corredor. Seymour também não pude orar nem receber oração com os outros alunos, e conseqüentemente, não recebeu o batismo no Espírito Santo na escola, mesmo concordando com a mensagem.

Uma pequena congregação Holiness da cidade de Los Angeles ouviu sobre Seymour e o chamou para ministrar na sua igreja. Mas quando ele chegou e pregou sobre o batismo no Espírito Santo e o dom de línguas, Seymour logo foi excluído daquela congregação.

Sozinho na cidade de Los Angeles, sem sustento financeiro nem a passagem para poder voltar para Houston, Seymour foi hospedado por Edward Lee, um membro daquela igreja, e mais tarde, por Richard Asbery. Seymour ficou em oração, aumentando seu tempo diário de oração para sete horas por dia, pedindo que Deus o desse "aquilo que Parham pregou, o verdadeiro Espírito Santo e fogo, com línguas e o amor e o poder de Deus, como os apóstolos tiveram."1

Uma reunião de oração começou na casa da família Asbery, na Rua Bonnie Brae, número 214. O grupo levantou uma oferta para poder trazer Lucy Farrow, amiga de Seymour que já tinha recebido o batismo no Espírito Santo, da cidade de Houston. Quando ela chegou, Farrow orou para Edward Lee, que caiu no chão e começou falar em línguas estranhas.

Naquela mesma noite, 9 de abril de 1906, o poder do Espírito Santo caiu na reunião de oração na Rua Bonnie Brae, e a maioria das pessoas presentes começaram falar em línguas. Jennie Moore, que mais tarde se casou com William Seymour, começou cantar e tocar o piano, apesar de nunca tiver aprendido a tocar.

A partir dessa noite, a casa na Rua Bonnie ficou lotado com pessoas buscando o batismo no Espírito Santo. Dentro de poucos dias, o próprio Seymour também recebeu o batismo e o dom de línguas.

Uma testemunha das reuniões na Rua Bonnie Brae disse:

Eles gritaram durante três dias e três noites. Era Páscoa. As pessoas vieram de todos os lugares. No dia seguinte foi impossível chegar perto da casa. Quando as pessoas entraram, elas caiaram debaixo do poder de Deus; e a cidade inteira foi tocada. Eles gritaram lá até as fundações da casa cederam, mas ninguém foi ferido. Durante esses três dias havia muitas pessoas que receberam o batismo. Os doentes foram curados e os pecadores foram salvos assim que eles entraram.1



Rua Azusa, 312

Sabendo que a casa na Rua Bonnie Brae estava ficando pequena demais para as multidões, Seymour e os outros procuravam um lugar para se reunir. Eles acharam um prédio, na Rua Azusa, número 312, que tinha sido uma igreja Metodista Episcopal mas, depois de ser danificado num incêndio, foi utilizado como estábulo e depósito. Depois de tirar os escombros, e construir um púlpito de duas caixas de madeira e bancos de tábuas, o primeiro culto foi realizado na Rua Azusa no dia 14 de abril de 1906.

Muitos cristãos na cidade de Los Angeles e cidades vizinhas já estavam esperando por um avivamento. Frank Bartleman e outros estiveram pregando e intercedendo por um avivamento como aquilo que Deus estava derramando sobre o país de Gales.

Num folheto escrito em novembro de 1905, Barteman escreveu:

A correnteza do avivamento está passando pela nossa porta... O espírito de avivamento está chegando, dirigido pelo sopro de Deus, o Espírito Santo. As nuvens estão se juntando rapidamente, carregadas com uma poderosa chuva, cuja precipitação demorará apenas um pouco mais.

Heróis se levantarão da poeira da obscuridade e das circunstâncias desprezadas, cujos nomes serão escritos nas páginas eternas da fama Celestial. O Espírito está pairando novamente sobre a nossa terra, como no amanhecer da criação, e o decreto de Deus saía: "Haja luz"...

Mais uma vez o vento do avivamento está soprando ao redor do mundo. Quem está disposto a pagar o preço e responder ao chamado para que, em nosso tempo, nós possamos viver dias de visitação Divina?3

O pastor da Primeira Igreja Batista, Joseph Smale, visitou o avivamento em Gales, e reuniões de avivamento continuavam para alguns meses na sua igreja, até que ele foi demitido pela liderança. Bartleman escreveu e recebeu cartas de Evan Roberts, o líder do avivamento de Gales. Mas o avivamento começou com o pequeno grupo de oração dirigido por Seymour. Depois de visitar a reunião na Rua Bonnie Brae, Bartleman escreveu:

Havia um espírito geral de humildade manifesto na reunião. Eles estavam apaixonados por Deus. Evidentemente o Senhor tinha achado a pequena companhia, ao lado de fora como sempre, através de quem Ele poderia operar. Não havia uma missão no país onde isso poderia ser feito. Todas estavam nas mãos de homens. O Espírito não pôde operar. Outros mais pretensiosos tinham falhados. Aquilo que é estimado por homem foi passado mais uma vez e o Espírito nasceu novamente num "estábulo" humilde, por fora dos estabelecimentos eclesiásticos como sempre.3

Interesse nas reuniões na Rua Azusa aumentou depois do terrível terremoto do dia 18 de abril, que destruiu a cidade vizinha de San Francisco. Duras críticas das reuniões nos jornais da cidade também ajudavam a espalhar a noticia do avivamento.

Como no avivamento de Gales, as reuniões não foram dirigidas de acordo com uma programação, mas foram compostos de orações, testemunhos e cânticos espontâneos. No jornal da missão, também chamado "The Apostolic Faith", temos a seguinte descrição dos cultos:

"As reuniões foram transferidas para a Rua Azusa, e desde então as multidões estão vindo. As reuniões começam por volta das 10 horas da manhã, e mal conseguem terminar antes das 20 ou 22 horas, e às vezes vão até às 2 ou 3 horas da madrugada, porque muitos estão buscando e outros estão caídos no poder de Deus. As pessoas estão buscando no altar três vezes por dia, e fileiras e mais fileiras de cadeiras precisam ser esvaziadas e ocupadas com os que estão buscando. Não podemos dizer quantas pessoas têm sido salvas, e santificadas, e batizadas com o Espírito Santo, e curadas de todos os tipos de enfermidade. Muitos estão falando em novas línguas e alguns estão indo para campos missionários com o dom de línguas. Estamos buscando mais do poder de Deus."4

Frank Bartleman também escreveu sobre os cultos na Rua Azusa:

O irmão Seymour normalmente se sentou atrás de duas caixas de sapato vazias, uma em cima da outra. Ele acostumava manter sua cabeça dentro da caixa de cima durante a reunião, em oração. Não havia nenhum orgulho lá. Os cultos continuavam quase sem parar. Almas sedentas poderiam ser encontradas debaixo do poder quase qualquer hora, da noite ou do dia. O lugar nunca estava fechado nem vazio. As pessoas vieram para conhecer Deus. Ele sempre estava lá. Conseqüentemente, foi uma reunião contínua. A reunião não dependeu do líder humano. Naquele velho prédio, com suas vigas baixas e chão de barro, Deus despedaçou homens e mulheres fortes, e os juntou novamente, para a Sua glória. Era um processo tremendo de revisão. O orgulho e a auto-asserção, o ego e a auto-estima, não podiam sobreviver lá. O ego religioso pregou seu próprio sermão funerário rapidamente.

Nenhum assunto ou sermão foi anunciado de antemão, e não houve nenhum pregador especial por tal hora. Ninguém soube o que poderia acontecer, o que Deus faria. Tudo foi espontâneo, ordenado pelo Espírito. Nós quisemos ouvir de Deus, através de qualquer um que Ele poderia usar para falar. Nós tivemos nenhum "respeito das pessoas." O rico e educado foi igual ao pobre e ignorante, e encontrou uma morte muito mais difícil para morrer. Nós reconhecemos somente a Deus. Todos foram iguais. Nenhuma carne poderia se gloriar na presença dele. Ele não pôde usar o opiniático. Essas foram reuniões do Espírito Santo, conduzidas por Deus. Teve que começar num ambiente pobre, para manter o elemento egoísta, humano, ao lado de fora. Todos entraram juntos em humildade, aos pés dele.3

Notícias sobre as reuniões na Rua Azusa começaram a se espalhar, e multidões vierem para poder experimentar aquilo que estava acontecendo. Além daqueles que vierem dos Estados Unidos e da Canadá, missionários em outros países ouvirem sobre o avivamento e visitavam a humilde missão. A mensagem, e a experiência, "Pentecostal" foi levada para as nações. Novas missões e igrejas Pentecostais foram estabelecidas, e algumas denominações Holiness se tornaram igrejas Pentecostais. Em apenas dois anos, o movimento foi estabelecido em 50 nações e em todas as cidades nos Estados Unidos com mais de três mil habitantes.5

A influência da missão da Rua Azusa começou a diminuir à medida que outras missões e igrejas abraçaram a mensagem e a experiência do batismo do Espírito Santo. Uma visita de Charles Parham à missão, em outubro de 1906, resultou em divisão e o estabelecimento de uma missão rival. Parham não se conformava com a integração racial do movimento, e criticou as manifestações que ele viu nas reuniões.

Em setembro de 1906 a Missão da Rua Azusa lançou o jornal "The Apostolic Faith", que foi muito usado para espalhar a mensagem Pentecostal, e continuou até maio de 1908, quando a mala direta do jornal foi indevidamente transferida para a cidade de Portland, assim efetivamente isolando a missão de seus mantenedores.

O avivamento da Rua Azusa durou apenas três anos, mas foi instrumental na criação do movimento Pentecostal, que é o maior segmento da igreja evangélica hoje. William H. Durham recebeu seu batismo no Espírito Santo em Azusa, formando missionários na sua igreja em Chicago, como E. N. Bell (fundador da Assembleia de Deus dos EUA), Daniel Burg (fundador da Assembleia de Deus no Brasil) e Luigi Francescon (fundador da Congregação Cristã no Brasil).6


Pr Paul David Cull
Ministério Avivamento Já

Temos mais informações sobre o avivamento da Rua Azusa em nossa comunidade online e uma cópia traduzida do livro "A História do Avivamento da Rua Azusa" por Frank Bartleman em nosso área delivros.

Leia também "
O Que São Essas Manifestações?", uma pregação de Aimee Semple McPherson, fundadora da Igreja Quadrangular e pioneira do Movimento Pentecostal.




1. Fire on the Earth por Eddie Hyatt
2. The Topeka Outpouring of 1901 por Larry Martin
3. Azusa Street por Frank Bartleman
4. Jornal The Apostolic Faith da Missão Azusa
5. The Fire That Could Not Die por Rick Joyner
6. 
Azusa Street & Beyond
 por Grant McClung


sexta-feira, 13 de abril de 2012

0 Por que ainda estamos aqui neste mundo?





Para o Senhor vivemos. Romanos 14.8

Se Deus o quisesse, cada um de nós teria sido levado ao céu no momento da conversão. Não era absolutamente necessário, em nossa preparação para a imortalidade, que nos demorássemos neste mundo. E possível uma pessoa ser levada ao céu e ser encontrada pronta a tomar parte da herança dos santos na luz, mesmo que ela tenha acabado de crer em Jesus. E verdade que nossa santificação é um processo longo e contínuo, e não seremos aperfeiçoados até que abandonemos nosso corpo e adentremos o véu; mas, apesar de ter o Senhor desejado fazer assim, Ele poderia ter mudado o nosso estado, da imperfeição para a perfeição, e nos transportado imediatamente ao céu.

Então, por que estamos aqui? Nosso Deus manteria qualquer de seus filhos fora do Paraíso por um momento além do necessário? Por que o exército do Deus vivo ainda está no campo de batalha, quando apenas uma ordem poderia lhe dar a vitória? Por que seus filhos ainda estão vagueando aqui e ali, por um labirinto, quando uma única palavra de seus lábios os traria ao centro de suas esperanças no céu? A resposta é: eles estão aqui a fim de viverem para o Senhor e trazerem outros ao conhecimento do amor dEle.

Estamos neste mundo como semeadores da boa semente; como aradores, para sulcar a terra não-cultivada; como arautos, para proclamar a salvação. Estamos aqui como o "sal da terra" (Mateus 5.13), a fim de sermos uma bênção para o mundo. Estamos aqui para glorificar a Cristo em nossa vida diária, e trabalhar para Ele e cooperar com Ele (ver 2 Coríntios 6.1). Tenhamos certeza de que nossas vidas cumprem esses objetivos. Vivamos com seriedade, utilidade e santidade, para o louvor da glória da graça dEle (ver Efésios 1.6). Entrementes, esperamos estar com Ele e cantamos diariamente:

"Meu coração está com Ele em seu trono,
E mal pode a demora agüentar;
A cada momento esperando ouvir a voz,
Levanta-te, vem sem tardar"

C. H. Spurgeon (1834 - 1892)

quarta-feira, 11 de abril de 2012

0 Não matarás (Êxodo 20.13)



Não matarás (Êxodo 20.13)

Estamos diante de uma intensa mobilização para a legalização do aborto e da eutanásia em nosso Brasil. É notável como autoridades governamentais se reúnem periodicamente para discutir pautas que ferem a vida intrauterina e a dignidade humana. Diante de tais medidas, financiadas pelo contribuinte, é necessário expressar nosso repúdio.

Reafirmo meu posicionamento: sou integralmente contrário ao aborto e à eutanásia, sob quaisquer circunstâncias. Isso inclui casos de anencefalia, gestações decorrentes de violência sexual ou situações em que se alega falta de condições psicológicas da gestante.

Nada — absolutamente nada — nos confere o direito de tirar a vida de outrem, especialmente quando se trata de um ser inocente e indefeso. Argumenta-se, por vezes, que o aborto preservaria a integridade física ou mental da mulher. Embora pareça uma defesa plausível, ela é falha: busca-se preservar um direito sacrificando a vida do feto, que não possui culpa alguma por sua existência.

Outro argumento comum foca no estupro, alegando que a criança não seria aceita pela família. Pergunto-me: resolve-se um crime cometendo outro? É justo livrar familiares do "constrangimento" sobre o cadáver de uma criança que apenas queria viver?

Baseio minha convicção em três pilares fundamentais:

  1. A Vida como Direito Inalienável (Art. 121 do Código Penal): Matar alguém é errado, independentemente da situação. Ninguém recebeu autoridade para decidir quem deve viver ou morrer; este é um atributo exclusivo do Criador.
  2. O Dever do Estado (Art. 5º da Constituição Federal): A nossa Carta Magna garante a todos a inviolabilidade do direito à vida. Aqueles que lutam pela liberação do aborto deveriam zelar pelo cumprimento da lei, em vez de ignorá-la. O Estado tem a obrigação de proteger a integridade física de todos, inclusive dos nascituros.
  3. O Mandamento Bíblico: A Palavra de Deus é clara: "Não matarás" (Êxodo 20.13). Somente o Senhor tem o poder sobre a vida e a morte, como diz em Deuteronômio 32.39: "Eu mato, e eu faço viver; eu firo, e eu saro". O homem que tenta assumir esse papel ignora sua dependência de Deus.

Aos que já passaram por um aborto, independentemente do motivo, deixo uma mensagem de esperança: arrependam-se e busquem o Senhor. Deus é rico em perdoar (Isaías 55.7). Nele, você encontrará a paz de espírito e a restauração que tanto precisa.

Vosso conservo em Cristo,

João Augusto de Oliveira


 

segunda-feira, 9 de abril de 2012

0 Apascentando ovelhas ou entretendo bodes ???



Um mal se infiltrou na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo e é tão óbvio, que só não o enxerga quem não quer ou por interesses pessoais diversos... Interesses que podem ser justos (perante os homens) ou não... Creio mesmo, que o demônio nunca fez algo tão engenhoso e eficaz, quanto insinuar à igreja, que parte de sua missão é prover entretenimento para o povo. De aturar leviandades, com a desculpa de “alcançar o povo”. Isto tem agido como o fermento e a maioria dos líderes, tem apenas assistido... calados... até que a massa toda levede.
Promover entretenimento ao povo, em nenhum lugar das Escrituras, é mencionado como função da Igreja. Se fosse, Jesus Cristo em Lucas 16:15, teria dito: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura;” E provejam divertimento para aqueles que não encontram prazer na simplicidade de meu evangelho.(grifo nosso).
Mas tais palavras não são encontradas... nem parece que ocorreu ao Espírito Santo deixá-las registradas na Bíblia... Pelo contrário... Efésios 16:15 é claro: “E Ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas outros para evangelistas e outros para pastores e mestres.” Onde estão os animadores ??? O Espírito Santo, silenciaria quanto a eles, se necessários fossem ???
Promover distração está em direto antagonismo ao ensino, a seriedade, a vida de Cristo e de seus apóstolos. “Vos sois o sal da terra (e não o açúcar), disse ele... e muito mais preocupado com seu ministério do que em agradar a qualquer preço, foi direto e pungente quando disse em Mt. 8: 21-22 “E outro de seus discípulos lhe disse: Senhor, permite-me que primeiramente vá sepultar meu pai. Jesus, porém, disse-lhe: Segue-me, e deixa os mortos sepultar os seus mortos.”
O apóstolo Paulo, em Coríntios 14, exorta-nos a manter boa ordem nas igrejas... a buscar o entendimento e os dons espirituais, que não fazem parte de shows e sim de estudo e meditação na palavra: 1Cor:14:20: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento.” 1Cor:14:26: “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.” 1Cor:14:33: “Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos.” 1Cor:14:40: Mas faça-se tudo decentemente e com ordem. (grifo nosso).
Já tive notícia, que um pastor, fez essa incrível lamúria a um membro de sua denominação:
- Já tentamos fazer o que é certo, mas não atraía novos convertidos... tivemos que mudar... precisamos alcançá-los de qualquer jeito.
Ora, Jesus e seus apóstolos poderiam ter sido mais simpáticos... contratado empresários, homens de marketing e etc. Cristo poderia ter sido mais popular, se tivesse inserido divertimento e elementos mais agradáveis em sua missão.
Porém, eu não O escuto dizer : - Corre atrás do povo Pedro, e diga-lhes que teremos um estilo diferente de culto amanhã; algo curto e atrativo, com uma pregação bem pequena e muita “diversão santa”. Marcos, contrate alguns anões, homens de perna-de-pau, músicos e saltimbancos... mande-os dizer que são levitas... Mateus, corra e anuncie a todos que teremos uma noite agradável e divertida... Sejam rápidos, devemos alcançá-los a qualquer preço e de qualquer jeito... Eu quero “casa cheia”!!!
Já ouvi de um radialista, que ele TEM de tocar uma determinada música, que está longe de ser verdadeiramente cristã, porque o público ouvinte pede...
Misericórdia... isto é MUNDO !!! Os falsos levitas, os homens de marketing e os empresários agora ditam as regras... e parece, que todos da Igreja evangélica acham que Deus aprenderá muito com eles... pois se deixam também guiar por esse tipo de gente... Afinal... são especialistas... Depois que eles surgiram... as igrejas ficaram mais cheias... cheias de mentiras e pecados... Infelizmente é assim que tem sido...
Aliás, o que tem de “falsos levitas” e de aproveitadores faturando alto com os modismos “levitas”, é um assombro... Enquanto isto, o povo de Deus é explorado e muitas vezes, desviado debaixo das vistas complacentes de “pastores” que querem “a casa cheia”.
E você jovem músico, que ama a Deus, cuidado para não se tornar um “levita”... do verbo levitar... e ficar levitando nos ares da vaidade... Os levitas eram mestres e sacerdotes... leia o livro de crônicas, estude o que é ser levita e não se deixe enganar... Seja um cristão músico e não um músico cristão... Só um exemplo: 1Cron. 25:7 “E era o número deles, juntamente com seus irmãos instruídos no canto ao SENHOR, todos eles mestres, duzentos e oitenta e oito.”
Irmãos, Jesus compadeceu-se dos pecadores, lamentou e chorou com eles, mas NUNCA PRETENDEU ENTRETER-LOS. Em vão as escrituras serão examinadas com o objetivo de se achar nelas, qualquer traço do evangelho do deleite e da diversão. O que elas contêm é: Saia, afaste-se e mantenha-se afastado !!!
Os apóstolos e discípulos tinham enorme confiança no evangelho, e não empregavam outra arma para alcançar e converter os incrédulos. Reuniam-se em oração, mas não consta que orassem assim: - Senhor, permite-nos pelo sábio, judicioso e convincente uso da “recreação inocente”, que possamos mostrar a este povo quão felizes somos... Afinal, Davi disse: “Cantai e Salmodiai...” e o povo é tolo... gosta disto, permita-nos pois Senhor, entreter-los.
Pelo contrário... dispersados pela perseguição, eles cumpriam com zelo e seriedade a missão que lhes foi confiada, e iam por todo o mundo pregando o evangelho. Como costumamos dizer... “Viraram o mundo de cabeça para baixo”. Em cem anos, com dedicação e seriedade, fizeram infinitamente mais pela obra do Senhor, do que toda a Igreja nos outros mil e novecentos anos. E eles não tinham aparelhagens de som, carros, aviões, celulares, imprensa, rádio, TV, Internet e etc.
Por fim, a missão do entretenimento falha em realizar o objetivo a que se propõe. Ela produz destruição entre os jovens convertidos. Permite aos negligentes e zombadores, usarem o púlpito para agradecerem a Deus porque a Igreja os recebeu no meio do caminho, falando por falar... e até testificando falsamente! Permite que os sobrecarregados, que encontraram “paz” através de um concerto, não fiquem calados, o que ser-lhes-ia o indicado! Permite que o bêbado, para quem o entretenimento comovente possa ter sido o elo de Deus no encadeamento de sua “conversão”, fique em pé, mas assim que a “emoção” passa... torne a cair!
Não há contestação. A missão de entretenimento não produz convertidos verdadeiros e permanentes. Será que a direção de certas igrejas, ainda não entendeu um dos mais conhecidos e repetidos versículos bíblicos ??? Romanos 10:17: “A fé vem pelo ouvir; e o ouvir pela palavra de Deus.” Será que pensam que “evangelismo” é ouvir músicas que têm o espírito mundano ou testemunhos espetaculares... muitas vezes induzidos pela emoção??? O que os pastores precisam hoje, é crer no conhecimento aliado a espiritualidade sincera; um jorrando do outro, como frutos da raiz. Necessitam de doutrina bíblica, de tal forma entendida e experimentada, que ponham os homens em chamas.
Senhor, limpe tua igreja de toda futilidade e entulho que o diabo impôs sobre ela, e traz-nos de volta os métodos apostólicos.
Precisamos voltar e viver o verdadeiro evangelho em toda a sua simplicidade, e não criarmos práticas e métodos religiosos que diminuem e até mesmo tiram o poder de salvação e transformação sobre o homem, que só pode ser alcançado no sacrifício de Jesus na cruz do Calvário. Em Jesus tudo se torna nova criatura, passa a ser herdeiro das bênçãos de Deus, pois as coisas velhas ficaram para trás. Todas essas coisas provém de Deus que nos reconciliou consigo mesmo por Jesus Cristo. Quando Deus, através de um ato de amor e misericórdia, nos reconciliou consigo mesmo em Jesus, não nos imputou pecado algum (II cor, 5:17-19).
A minha oração, é para que os crentes que realmente foram lavados no sangue do Cordeiro, possam estar conscientes de o dever maior de um cristão, como Corpo e Igreja de Cristo. Que esquecendo das coisas que para trás ficam, possamos prosseguir pregando o evangelho da salvação em Cristo Jesus e com certeza estaremos indo em direção ao alvo que Deus nos preparou em Jesus, pois agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo.
(Fil. 3:13 e Rom. 8:1).

Enviado por:
João Augusto de Oliveira

sábado, 7 de abril de 2012

0 Um apelo aos cristãos de hoje - Paul Washer



Meu coração não se perturba com relação a sua auto-estima. Meu coração não se perturba se você se sente bem ou não com o seu EU. Meu coração não se perturba se sua vida está andando conforme SEUS planos. Meu coração não se perturba se sua conta bancária está indo bem.

Só há uma coisa que me deu uma noite de insônia. Só há uma coisa que me perturba toda manhã. E esta é que: Dentro de uns cem anos a grande maioria das pessoas neste prédio possivelmente estará no inferno. E muitos que até mesmo professam Jesus Cristo como Senhor vão passar uma eternidade no inferno.

Muitas das coisa que você ama fazer, Deus odeia, você sabia disso?

Você ora por avivamento, você vai ter reunião de jovens e você quer que Deus mova, mas antes de ir você assiste programas na TV que Deus absolutamente abomina.

E você ainda se pergunta por que o Espírito Santo não se move, e porque você tem que criar falso fogo, falsa empolgação, pois Deus não está lá, Deus é um Deus Santo, e a única forma que você e eu podemos ser reconciliados com um Santo Deus é através da morte do Filho Unigênito de Deus. Quando Ele foi pendurado naquele madeiro.

Porque você precisa entender que a Bíblia diz que Todos pecaram e foram desconstituídos da Glória de Deu, e você não tem idéia do que isso significa, que nós fomos concebidos radicalmente depravados e inimigos de Deus e que nós nunca buscaríamos a Deus nem nos achegaríamos a Ele.

Nós nos rebelamos contra Deus, quebramos todas as Leis, não é só o problema de você ter pecado uma vez, o problema é que você nunca fez nada além de pecar.

Eu não estou tentando ser duro somente para ser duro... Você tem idéia de quanto amor é necessário para estar diante de 5 mil pessoas e dizer que seu cristianismo está quase totalmente errado?

A bíblia diz nos profetas que até as nossas maiores obras, são como trapos sujos diante de Deus e por causa disso você sabe o que nós merecemos? A IRA DE DEUS.

Por que eu sou um cristão? porque houve um momento em minha vida em que eu orei e pedi para Jesus entrar no meu coração. Eu quero que você saiba que a maior Heresia na igreja evangélica e protestante é que se você orar e convidar Jesus para entrar em seu coração Ele com certeza irá entrar. Você não irá achar isso em nenhum lugar das escrituras.

O que você precisa saber é que a salvação é pela fé e somente pela fé em Jesus Cristo, e fé em Jesus Cristo é precedida e acompanhada por arrependimento. Abandonar seus pecados, odiar as coisas que Deus odeia, amar as coisas que Deus ama, crescer en santidade e um desejo de não ser igual a Britney Spears, um desejo de não ser igual ao mundo, um desejo de não ser igual a maioria dos que se dizem cristãos, mas de ser como Jesus Cristo.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

1 O que está acontecendo com a Igreja de Cristo


O profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, será conhecido como aquele a quem o SENHOR na verdade enviou. Jeremias 28:9

De uns anos para cá (ou décadas) as coisas vêm mudando e muito na Igreja de Cristo. Quando falo “Igreja de Cristo”, é bom que se façam primeiramente duas observações:

. Não estou atacando a Noiva do Cordeiro – O que pretendo é  abrir os nossos olhos acerca de coisas absurdas que vêm ocorrendo em nosso meio e tem passado despercebido de alguns e contado com a conivência de outros.

. Como profeta de Deus - não espero ser agradável nem popular em minhas postagens (assim como também não sou em minhas pregações), pois que aprendi que o profeta agrada é a Deus e não ao povo.

Nos tempos do profeta Jeremias havia também alguns “profetas” que falavam de paz, prosperidade e vitórias, mesmo o povo vivendo em desobediência contra Deus, ao que o profeta Jeremias respondeu: “O profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, será conhecido como aquele a quem o SENHOR na verdade enviou”. Jeremias 28:9

Passaram-se os anos, mas as coisas parece que não mudaram muito desde a época de Jeremias até os nossos dias. Pois a Igreja que foi fundada por Jesus e inaugurada em Pentecostes, têm vivido atualmente uma de suas piores crises. Crise esta de identidade, ética, teológica, eclesiástica, etc. É tempo de os profetas deixarem a bajulação e a frouxidão de lado, e falarem a verdade e pregarem “todo o conselho de Deus” (Atos 20.27), antes que seja tarde demais.

Houve um tempo em que a pureza e a santidade – faziam parte intrínseca da vida cotidiana da Igreja. Mas com o advento do iluminismo (1650 a 1700), do humanismo (séculos XV e XVI) e do modernismo teológico; a Igreja foi gradativamente abandonando o caminho de uma vida de pureza e passou a aceitar práticas que a Bíblia condena veementemente e declara como pecado.

Um grande exemplo disso é a fornicação – Fornicação é o ato de prática sexual entre solteiros sem a consumação do casamento. Já podemos tristemente observar que essa prática tem sido aceita em muitas igrejas (muitas delas históricas e pentecostais) como algo natural. É lamentável ver que há alguns anos os pastores (profetas) ensinavam nossos jovens a viver uma vida de pureza até o casamento; mas muitos destes hoje até passam a mão sobre pecados grosseiros e jogam as sujeiras para debaixo do tapete.

Outro caso triste é a proliferação do divórcio – Hoje em dia já se pode divorciar por qualquer coisa. Quando a Bíblia diz que Deus odeia o divórcio (Malaquias 2.16) e que o permitiu apenas por causa da dureza do coração dos homens, e isso em casos específicos (Mateus 5.32; Marcos 10.5), essa praga virou moda em nosso meio. 

E o pior é que existem centenas de ministros, pregadores e mestres que estão se divorciando e casando de novo e agem como se nada estivesse acontecendo. Dia desses, chegou ao meu conhecimento o caso de um “irmão” que estava orando para Deus recolher a sua esposa, para que ele pudesse casar com outra. É absurdo, mas é verdade.

A falta de ética moral – Ainda me lembro de um tempo em que ser crente era sinônimo de retidão, de moral e conduta ilibada. As pessoas tinham prazer em fazer negócio com crente, pois crente era pessoa honesta e pagava seus compromissos. Era aquele tipo de gente de uma palavra só – sim, sim e não, não (Mateus 5.37). 

Mas como as coisas estão hoje? Será que preciso falar? O que existe de crente sem moral, sem caráter, passador de cheque sem fundo, caloteiro, namorador, enrolado e enrolando aos outros; só Jesus na causa.

Diante de tudo isso que citei e que poderia citar bem mais, o que me admira são os profetas (pregadores, pastores e professores) que muitas vezes ficam nos púlpitos enchendo linguiça e contando histórias (pra boi dormir), enquanto a Igreja perece!

Sinceramente que Deus tenha misericórdia de nós e nos ajude a sair dessa situação caótica. “Que Ele (Deus) levante profetas em nossa nação, que a semelhança de Jeremias tenham a coragem de falar a verdade e de confrontar os falsos profetas, dizendo-lhes na cara:” O profeta que profetizar de paz, quando se cumprir a palavra desse profeta, será conhecido como aquele a quem o SENHOR na verdade enviou”. Jeremias 28:9

João Augusto de Oliveira




quinta-feira, 5 de abril de 2012

0 Será que a apologética pode levar o crente a se perder?



Muitos têm feito essa afirmação: “quem se mete em apologética termina se perdendo”.

Ora, o maior apologista que já existiu foi o próprio Jesus Cristo, pois Ele foi quem mais defendeu a fé contra os ataques dos religiosos, e ensinou a importância da fidelidade ao que está escrito, pois em Sua própria tentação defendeu-se utilizando a Escritura.

Os apóstolos deixaram grandes ensinos apologéticos, como Judas que fez uma carta inteira que é denominada como um chamado ao combate cristão; Pedro que exorta a sabermos responder com mansidão e temor aos questionamentos que nos são feitos, santificando a Cristo em nossos corações em primeiro lugar; Paulo que todos os dias estava nas praças das cidas para debater com os filósofos, aos sábados nas sinagogas para debater com os judeus e aos domingos reunindo-se com os irmãos.

Não vejo a apologética como uma ferramenta que desvia o crente do caminho, mas uma ferramenta que faz com que estejamos sempre alertas, vigilantes e sóbrios contras as armadilhas, ou melhor, contra as centenas ou milhares de armadilhas que são postas em nossos caminhos.

Normalmente, aqueles que se opõem a apologética são os mesmo que têm ensinado heresias e distorções e temem que suas máscaras caiam e sejam confrontados com a verdade da Escritura.

A apologética não deve servir para formar um exército de “xiitias” evangélicos que saem por aí brigando com todo mundo, não! A apologética deve servir como instrumento de esclarecimento da doutrina bíblica sadia e como ferramenta de evangelização. Afinal, devemos estar “preparados” para responder com mansidão e temor.

Acredito que a apologética não leva o crente a se perder, mas o ajuda a encontrar o verdadeiro Deus da Bíblia, livre dos estereótipos estabelecidos pela sociedade e pela religiosidade do ser humano. A apologética ajuda o estudante a ver Deus como Ele realmente é, e não como gostaríamos que fosse segundo nossa própria vontade e entendimento.

Jesus defendeu a fé, quando lhe perguntaram sobre os impostos, e Ele disse: “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus”. (Mt 22:21)
Jesus defendeu a fé, quando disse que: “O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui”. (Jo 18:36)
Jesus defendeu a fé, quando açoitou os comerciantes na porta do templo: “E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões”. (Mt 21:13)

Jesus defendeu a fé, quando por várias vezes explicou os detalhes e minúcias da Escritura (Mt 26:31; Mc 7:6; Mc 14:21).

Jesus defendeu a fé, quando foi questionado (Mt 22:24).

A apologética é uma ferramenta que ajuda o crente a pensar, e pensar de forma coerente, sensata, lógica, correta e bíblica.

A apologética ajuda o crente a conhecer a verdade, e conhecendo a verdade se chega a liberdade. O problema é que muitos líderes religiosos pretendem manter suas “ovelhas” no aprisco da cegueira e escravidão.

“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32)

“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2:15)

“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22:29)

“Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo” (Cl 2:8)

Autor: Robson T. Fernandes

http://www.cacp.org.br/seitasdiversas/artigo.aspx?lng=pt-br&article=2806&menu=8&submenu=2

segunda-feira, 2 de abril de 2012

0 Vivendo de aparências – Um perigo atual



E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto. Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei. (Apocalipse 3.1-3)

Há quase dois mil anos atrás, o Senhor Jesus enviou cartas desafiadoras as sete igrejas da Ásia, incluindo a Igreja de Sardes. (saber mais sobre Sardes acesse: http://www.comunidadevida.8m.com/sardes.htm).

Nesta carta o Senhor Jesus identifica uma característica que tem atravessado os séculos e chegado até os nossos dias com força total – “o viver de aparências”.

·         Conheço as tuas obras – Não adianta tentar se esconder de Deus atrás de uma capa de santidade, pois Jesus nos conhece assim como nós somos. Ele é claro ao dizer às igrejas que conhece as suas obras. Façamos o que fizermos Jesus sempre está ciente de nossos atos e suas principais motivações.

Para Deus não adianta apenas agirmos de forma correta, praticarmos a palavra e fazermos a obra. Se estes não forem feitos pelas motivações corretas, estaremos por certo perdendo tempo. Certo dia, recebi a visita de um moço (aluno da EBD) que queria aprofundar o seu conhecimento na Palavra de Deus e perguntou-me se eu o ajudaria, o que prontamente me dispus a fazê-lo.

Porém antes de iniciarmos um estudo mais aprofundado, lhe fiz uma pergunta: Por que você quer aprender mais as Escrituras? Ao que ele me respondeu: Porque quando eu for pregar ou ensinar, posso mostrar as outras pessoas que sou instruído e tenho conhecimento. Atitude correta (aprender a Palavra); motivação incorreta (mostrar erudição e conhecimento para se gloriar). Jesus diz a Igreja de Sardes: Conheço as tuas obras.

·         Tens nome de que vives, e estás morto – A Igreja de Sardes era uma Igreja que vivia de aparências. Quem olhava para ela, logo dizia: Eis aí uma igreja viva, mas Jesus que não se engana diz: Tens nome de que vives, e estás morto.

Você conhece gente assim? Pessoas que na Igreja são santos, mas quando saem do templo.... Eu particularmente conheço várias pessoas (de repente estou até incluído) que na presença dos irmãos fazem de tudo para mostrar santidade e bom comportamento, mas que quando estão na roda de amigos participam das piadas imorais, assistem programas levianos e desonram o nome de Deus.

A quem pensamos estar enganando? A Deus ou nós mesmos? Tiago diz, que o nosso Deus odeia a dubiedade ( Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai os corações. Tg 4.8)

Devemos ser sinceros diante do Deus a quem servimos, pois dEle  nada podemos esconder (E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar. Hebreus 4:13)

Qual tem sido a sua atitude? A Sardes Jesus disse:” Sê vigilante, e confirma os restantes, que estavam para morrer; porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não saberás a que hora sobre ti virei”.

 João Augusto de Oliveira

 

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