segunda-feira, 4 de abril de 2011
0 A Bíblia nos permite uma vida de prazeres?
terça-feira, 22 de março de 2011
0 Pregação: A mesa de Jezabel (Pr. Carvalho Junior)
http://www.youtube.com/watch?v=FnTTaH57C0o
domingo, 20 de março de 2011
0 LIções biblicas CPAD 2º Trimestre de 2011
Divisão de lições por semana:
1. Quem é o Espírito Santo?
2. Nomes e símbolos do Espírito Santo
3. O que é o Batismo com o Espírito Santo
4. Espírito Santo agente capacitador da obra de Deus
5. A importância dos dons espirituais
6. Dons espirituais que manifestam a sabedoria de Deus
7. Os dons de poder
8. O genuíno culto pentecostal
9. A pureza do movimento pentecostal
10. Assembléia de Deus, cem anos de Pentecoste
11. Uma igreja autenticamente Pentecostal
12. Conservando a pureza da Doutrina Pentecostal
13. Aviva ó Senhor a tua obra
segunda-feira, 7 de março de 2011
0 Esses cristãos reflexivos
Fato é que, nas nossas igrejas, sempre há uma pessoa, ou um grupo, que na maioria das vezes se sente diferente da maioria – e gente assim quase sempre é marginalizada. Dan Taylor, em The Myth of Certainty [O mito da certeza], chama essas pessoas de “cristãos reflexivos”. Os menos solidários classificam-nas como questionadoras da fé; e, muitas vezes, suas atitudes de inconformismo fazem com que se tornem desrespeitados em suas comunidades.
Como quase todos os protestantes sabem, no século 16 a Igreja Católica Apostólica Romana estava empolgada acerca da emissão das famigeradas indulgências. Elas eram alardeadas pelo clero como maneiras de reduzir o tempo das pessoas no purgatório através da doação de dinheiro ou bens à Igreja. Mas apesar da generalização de tal prática, muitas pessoas não se contiveram e questionaram o programa de indulgência proposto pelas autoridades eclesiásticas. Elas duvidaram do que a instituição sustentava com tamanha convicção, simplesmente porque aquilo não fazia sentido para esses cristãos questionadores. Se permanecessem em silêncio, iriam se sentir desonestos e frustrados; contudo, se levantassem suas questões, seriam vistos com desconfiança. Alguns desses questionadores, como Martinho Lutero se manifestaram e descobriram que cristãos reflexivos, já àquela altura, não tinham futuro na Igreja.
Uma história semelhante poderia ser contada acerca do célebre evangelista John Wesley, que duvidava daquilo que todos sabiam: que atividades sagradas, como a pregação, precisavam ser desenvolvidas em espaços sagrados, como púlpitos. Por discordar disso, ele foi à porta das minas de carvão do Reino Unido anunciar a salvação em Jesus a trabalhadores que não freqüentavam os templos. Poderíamos falar ainda de crentes reflexivos como Phineas Bresee, fundador dos Nazarenos, que duvidou que pessoas pobres devessem ser evitadas por cristãos honrados. E o que dizer de Menno Simons, o líder dos anabatistas, que discordava da voz corrente de que cristãos deveriam matar outros cristãos em nome de Cristo?
Questionadores contemporâneos, como o pastor Martin Luther King Jr e o bispo Desmond Tutu, duvidaram que a raça fosse um fator de comunhão, e enfrentaram forte oposição por isso. Já líderes como Bill Hybels ou Rick Warren, com suas propostas de uma nova eclesiologia, ou talvez você, com suas idéias ainda não devidamente expostas, também tendem a provocar certo desconforto devido a suas posturas... Os heróis que estudamos na história da Igreja começaram como cristãos reflexivos que duvidaram daquilo que todos consideravam ser o óbvio. Como conseqüência foram, em quase todos os casos, marginalizados. Quando comunidades habitualmente marginalizam ou excluem seus membros mais reflexivos – aqueles que fazem perguntas difíceis sobre coisas que são completamente basilares para a maioria –, é claro que os que são estigmatizados acabam feridos.
Aqui vai uma sugestão: que esses cristãos reflexivos sejam ouvidos! Tentemos entender suas perguntas, frustrações e novas idéias, mesmo que não concordemos com suas inquietações. Sejamos atenciosos, dando-lhes espaço para serem quem são, mesmo se pensam diferente da maioria. Às vezes, talvez seja preciso se posicionar entre eles e seus críticos mais contundentes a fim de defendê-los das forças que mantêm as fronteiras e promovem a exclusão. Um coração bondoso e um ouvido disposto a escutar podem manter os cristãos reflexivos dentro da comunidade – e, se a renovação vier das margens, como quase sempre parece ser o caso, então, ao amputarmos essas nossas margens, fazemos aquilo que os chefes dos sacerdotes e escribas fizeram quando uma voz necessária apareceu às margens de sua comunidade. Será que estamos escutando seu clamor?
(Tradução: Jorge Camargo)
Brian McLaren fundou e foi por muitos anos pastor da Cedar Ridge Community Church, nos arredores de Washington D.C. (EUA). É palestrante e autor de vários livros, dentre eles A mensagem secreta de Jesus e
Uma ortodoxia generosa.
0 Pentecostalismo: Análise por um pentecostal
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No início do movimento houve muitos debates acerca da doutrina, e logo nos primeiros dezesseis anos de existência, surgiram quatro grandes controvérsias. A primeira era sobre o valor teológico da literatura narrativa, em especial o livro de Atos e os últimos versículos de Marcos, para fundamentar o falar noutras línguas como a evidência inicial do batismo no Espírito Santo. A segunda controvérsia já foi mencionada, e diz respeito à natureza das línguas faladas. Um grupo acreditava tratar-se de expressões idiomáticas inteligíveis (línguas pátrias) enquanto outro acreditava que as línguas faladas eram expressões de mistério, portanto, ininteligíveis por meios naturais. O terceiro debate girava em torno da segunda obra da graça: a santificação. Seria ela progressiva ou instantânea? Os pentecostais de tendências wesleyanas asseguravam que a santificação era uma obra instantânea, enquanto os pentecostais de tendências reformada defendiam a santificação progressiva. A quarta controvérsia tinha ênfase cristológica. Em um sermão pregado em Arroyo Seco, R.E. McAlister observou que os apóstolos batizavam apenas em nome de Jesus (At 2.38) ao invés da fórmula trinitariana (Mt 28.19). Os que deram crédito à pregação de McAlister foram “rebatizados” em nome de Jesus. Houve então uma cisma no movimento e os que enfatizaram o batismo apenas no nome de Jesus acabaram por propor uma doutrina modalística da trindade, que é uma variação do unitarismo. As Assembléias de Deus, no entanto, não acompanharam esse modalismo.
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1. No Batismo no Espírito Santo como experiência subseqüente e distinta da salvação.
2. Na atualidade dos dons espirituais, tais como cura, profecias, línguas e interpretação de línguas e operação de milagres.
3. Que o batismo pentecostal reveste o crente com poder do alto capacitando-o para exercer seu ministério ao mundo..Além disso, a maioria dos cristãos pentecostais também crê:
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4. Na vinda de Jesus pré-milenista e pré-tribulacionista.
5. No falar em línguas como evidência física inicial do batismo no Espírito.
6. Em uma interpretação dispensacionalista da Bíblia..Razões que contribuíram para crescimento do Movimento Pentecostal
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No final do século dezenove e início do século vinte, a medicina avançava às duras penas e oferecia pouca ajuda aos que se achavam gravemente enfermos. Consequentemente, a fé no miraculoso para a cura física começou a ressurgir nos círculos evangélicos. Na Alemanha do século dezenove, os ministérios que ressaltavam a importância da oração pelos enfermos atraíam a atenção dos crentes estadunidenses, ao mesmo tempo que a teologia pietista, com sua crença na purificação instantânea do pecado ou no revestimento do poder do Espírito produziu um ambiente receptivo aos ensinos da cura mediante a fé.
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Objeções à doutrina pentecostal
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Muitos cessacionistas têm se empenhado em desacreditar o pentecostalismo e a atualidade dos dons espirituais. Porém, nenhuma exegese por eles apresentada justifica o anti-sobrenaturalismo presente em sua teologia. Os cessacionistas argumentam que se a inspiração profética é atual, então teremos duas fontes inspiradas: a Bíblia e a profecia. Os restauracionistas pentecostais, por outro lado, dizem que as profecias só são válidas se estiverem em comum acordo com a Bíblia sagrada e terão valor apenas após o seu cumprimento. Outra questão diz respeito aos milagres. Alguns cessassionistas dizem que a ocorrência de sinais fantásticos seria mais que uma mera persuasão e violaria incondicionalmente o livre-arbítrio humano. A isso os pentecostais dizem que Jesus e os discípulos também faziam sinais, e nem por isso aqueles que se convertiam tinham seu livre-arbítrio violado. Muitos presenciaram a multiplicação dos pães, e nem por isso se tornaram crentes.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
0 Big Brother Brasil 11
Big Brother Brasil 11
Ano novo e eis que surge no horizonte a 11ª edição do famigerado Big Brother Brasil.
Pois é parece que definitivamente, a sociedade brasileira se tornou uma feroz consumidora de lixo. Infelizmente, o sucesso do BBB diagnostica que a sociedade a qual fazemos parte, encontra-se profundamente adoecida, além de culturalmente empobrecida.
Confesso que o burburinho da mídia e a agitação do povo diante deste letal programa, produzem em meu coração uma profunda inquietação quanto ao rumo que a sociedade brasileira tem tomado. Assusta-me o fato de que milhões de pessoas neste país, sentem defronte à tv durante horas a fio, jogando fora seu precioso tempo torcendo para que casais se escondam debaixo do edredon para a prática de sexo.
Caro leitor, bem sei que existem algumas pessoas que ao lerem este atexto discordarão substancialmente dizendo: "O que tem de mais em assistir o BBB? Qual é o problema de se divertir diante de um bom reality Show? Nosso povo é tão sofrido, por que não se descontrair assistindo um bom programa de televisão?"
Ora, quem me conhece sabe não sou daqueles que combatem a diversão e a cultura. Muito pelo contrário, sou adepto da festa, do lúdico e da celebração da vida, mesmo porque acredito que o incentivo a cultura e a educação podem corroborar significativamente na construção de um país melhor.
No entanto, acredito também que determinados programas televisivos em vez de incentivar o despertamento do povo para aquilo que é bom e saudável, age de modo inverso, levando o nossa sofrido povo ao caminho do emburrecimento e da alienação. Aliás, vamos combinar uma coisa? Este tal de BBB é extremamente alienante não é verdade?
BBB? Eu to fora e você?
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sábado, 8 de janeiro de 2011
2 10 provas irrefutáveis da veracidade da Bíblia.
(A Bíblia como a palavra de Deus)
Em resumo,
notam-se na Bíblia duas coisas: o Livro e a Mensagem. O estudo da Bíblia tem
por finalidade precípua o conhecimento de Deus. Isso é visto desde o primeiro
versículo dela, do qual se nota que tudo tem o seu centro em Deus. Portanto, a
causa motivante de ensinar a Bíblia aos outros deve ser a de levá-los a
conhecer a Deus. Se chegar-mos a conhecer o Livro e falharmos em conhecer a
Deus, erramos no nosso propósito, e também o propósito de Deus por meio do seu
Livro seria debalde.
Que as
Escrituras são de origem divina é assunto resolvido. Deus, na sua palavra, é
testemunha concernente a si mesmo. Quem tem o Espírito de Deus deposita toda a
confiança nela como a Palavra de Deus, sem exigir provas nem argumentos.
Portanto sob o ponto de vista legal, a Bíblia não pode ser sujeita a provas e
argumentos. Apresentamos aqui algumas provas da Bíblia como a Palavra de Deus,
não para crermos que ela é divina, mas porque cremos que ela é divina.
Apresentamos
agora algumas provas da origem da Bíblia, as quais evidenciam esse Livro como a
Palavra de Deus.
I – A inspiração da Bíblia.
O que
diferencia a Bíblia de todos os demais livros do mundo é a sua inspiração
divina (Jó 32.8; II Tm 3.16; II Pe 1.21). É devido à inspiração divina
que ela é chamada de Palavra de Deus.
A própria
Bíblia reivindica a si a inspiração de Deus, pois a expressão “Assim diz o
Senhor”, como carimbo de autenticidade divina, ocorre mais de 2.600 vezes nos
seus 66 livros.
II – A perfeita hormonia e unidade da
Bíblia.
A existência
da Bíblia até nossos dias só pode ser explicada como um milagre. Há nela 66
livros, escritos por cerca de 40 autores, cobrindo um período de 16 séculos.
Esses homens na maior parte dos casos, não se conheciam. Viveram em lugares
distantes de três continentes, escrevendo em duas línguas principais.
III – A aprovação da Bíblia por Jesus.
Inúmeras
pessoas sabem quem é Jesus; crêem que Ele fez milagres; crêem em sua
ressurreição e ascenção, mas... não crêem na Bíblia! Essas pessoas precisam
conhecer a atitude de Jesus quanto à Bíblia. Ele leu-a (Lc 4.16-20); ensinou-a
(Lc 24-27); chamou-a “A Palavra de Deus” (Mc 7.13) e cumpriu-a (Lc 24.44).
IV – O testemunho do Espírito Santo
dentro do crente, quanto a Bíblia.
Em cada pessoa
que aceita Jesus como Salvador, o Espírito Santo põeem sua alma a certeza
quanto à autoridade da Bíblia.
V – O cumprimento fiel das profecias da
Bíblia.
O Antigo
Testamento é um livro de profecias (Mt 11.13). O Novo Testamento, em grande
parte, também o é. As pro fecias sobre o Messias, proferidas séculos antes de
seu nascimento, cumpriram-se literalmente e com toda a precisão quanto ao
tempo, local e outros detalhes. Por exemplo: Gênesis 49.10; Salmos 22; Isaías
7.14; Isaías 53 (todo); Daniel 9.24-26; Miquéias 5.2; Zacarias 9.9 etc. Outro
ponto saliente nas profecias bíblicas é o referente à nação israelita. A Bíblia
prediz sua dispersão, seu retorno, sua restauração e seu progresso material e
espiritual. Exemplos: Levítico 26.14, 32,33; Deuteronômio 4.25-27; 28.15-64;
Isaías 60.9; 61.6; 66.8; Jeremias 23.3; 30.3; Ezequiel 11.17; 36; 37.
Ciro, o
monarca persa, Deus chamou-o pelo nome através do profeta Isaías, 150 anos
antes do seu nascimento! (Is 44.28). Josias, rei de Judá, também foi chamado
pelo nome 300 anos antes do seu nascimento (I Rs 13.2; II Rs 23.15-18).
VI – A influência benéfica da Bíblia
nas pessoas e nações.
O mundo hoje é
melhor devido à influência da Bíblia. Mesmo os próprios inimigos da Bíblia
admitem que nenhum livro em toda história da humanidade teve tamanha influência
para o bem.
VII – A Bíblia é sempre nova e
inesgotável.
O tempo não
afeta a Bíblia. É o livro mais antigo do mundo e ao mesmo tempo o mais moderno.
Em mais de 120 séculos o homem não pôde melhorá-la...A Bíblia nunca se torna um
livro antigo, apesar de ser cheio de antiguidades. Ela é tão hodierna como o
dia de amanhã.
VIII – A Bíblia é familiar a cada povo
ou indivíduo em qualquer lugar.
Através do
mundo inteiro, qualquer crente, ao ler a Bíblia, recebe sua mensagem como se
esta fora escrita diretamente para ele.
IX – A superioridade da Bíblia em
relação aos demais livros, quanto à composição.
É muito
interessante comparar nalguns pontos os ensinos da Bíblia com os de Zoroastro,
Buda, Confúcio, Sócrates, Sólon, Marco Aurélio e muitos outros autores pagãos.
Os ensinos da Bíblia superam os desses homens em todos os pontos imagináveis.
Só dois pontos vamos destacar dessa superioridade.
a. A Bíblia contém mais verdades que
todos os demais livros juntos;
b. A Bíblia só contém verdades.
X – A imparcialidade da Bíblia.
Se a Bíblia
fosse um livro originado do homem, ela não poria a descoberto as faltas dele.
Os homens jamais teriam produzido um livro como a Bíblia, que só dá toda glória
a Deus e mostra a fraqueza do homem (Jó 14; 17.1; 27; Sl 50.21,22; 51.5; I Co
1.19-25).
Só a Bíblia
ensina que o homem está em condições físicas, mentais e morais decadentes e
que, se deixado só, decairá cada vez mais.
Conclusão sobre a origem da Bíblia.
Deus é o único
que pode ter sido o autor da Bíblia, porque:
a. Homens ímpios jamais iriam produzir
um livro que sempre os está condenando.
b. Homens justos e piedosos jamais
cometeriam o crime de escreverem um livro e depois fazerem o mundo crer que
esse livro é obra de Deus.
c. Os judeus – guardiães da Bíblia,
jamais poderiam ser os autores dela, pois ela sempre condena suas
transgressões, pondo seus defeitos a descoberto. Também se eles tivessem podido
mexer nela, teriam apagado todos esses males, idolatrias e rebeliões contra
Deus, nela registrados.
(Extraído da obra: “A Bíblia através
dos séculos”. Autor: Pastor Antonio Gilberto – CPAD . pagns. 31 à 48).
Do vosso conservo em Cristo
- João Augusto de Oliveira







