JESUS – O Maior Nome da
História
“Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador,
que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 2:11)
Ler a história de Jesus é, simplesmente, contemplar o belo. Em toda a minha vida, nunca li uma
trajetória tão fascinante, inspiradora e altruísta quanto a do “Homem de
Nazaré”. Sua história exala santidade e um amor apaixonado pela humanidade.
A beleza desse relato
reside no fato de que Ele teve o nascimento
mais extraordinário, a vida mais íntegra e o exemplo mais nobre de pureza que
este planeta já testemunhou. Sua dedicação ao Pai e Seu cuidado com os seres
humanos superam os de qualquer outro homem que já pisou na Terra.
Porém, o que mais nos
impacta não é apenas Sua humanidade exemplar,
mas o fato de Ele não ser um mero mortal. Jesus não foi apenas mais um rabino,
sábio, profeta ou filósofo bondoso; Ele era o Deus Encarnado.
Exatamente o que você leu: Jesus é o próprio Deus (a Segunda Pessoa da Trindade) habitando entre
nós. O Criador e Sustentador de toda a vida caminhando em meio à Sua criação.
Como um oleiro que caminha por sua olaria, Jesus andava pela terra admirando e
cuidando da obra de Suas próprias mãos. Foi exatamente isso que o evangelista
João compreendeu ao escrever o prólogo de seu Evangelho:
“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus,
e o Verbo era Deus... Todas as coisas foram feitas por intermédio dele... Nele
estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” (João 1:1-5)
Por tudo isso, devemos
olhar para Sua história com temor e profunda
reverência. Afinal, não fosse por Sua encarnação voluntária, Seus sofrimentos,
morte e ressurreição, estaríamos todos perdidos. Jamais deveríamos tratá-Lo com
desdém, mas sim meditar diariamente em Seu exemplo e buscar, com afinco, sermos
Seus imitadores.
Neste ponto, não posso
deixar de expressar minha indignação ao ver
como a indústria do entretenimento, de forma inescrupulosa, tenta transformar a
história de Jesus em uma “novela barata”. É preocupante ver cristãos consumindo
produções que, muitas vezes, não possuem compromisso com a verdade bíblica em
seus enredos.
Peço perdão pela dureza das
palavras, mas é impossível ser ameno quando a
mensagem do Calvário é mercantilizada apenas para gerar lucro. Não vejo nessas
tramas um propósito evangelístico, mas uma busca por audiência que, por vezes,
banaliza a imagem santa de nosso Senhor. Como pode um povo que se reúne para
adorar a Jesus participar de entretenimentos que podem manchar a percepção do
nome mais santo de todos?
Conclusão
Minha oração é para que a Igreja de hoje desperte. Que percebamos a gravidade
de tratar o sagrado como entretenimento comum. Que não sejamos cúmplices da
banalização da santidade de Deus. Ainda hoje, se ouvirdes a voz do Espírito
Santo, não endureçais o vosso coração.
Bom domingo e uma ótima semana a todos,
João Augusto de Oliveira



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