sábado, 28 de julho de 2018

0 JESUS – O maior Nome da História


JESUS – O Maior Nome da História

“Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor.” (Lucas 2:11)

Ler a história de Jesus é, simplesmente, contemplar o belo. Em toda a minha vida, nunca li uma trajetória tão fascinante, inspiradora e altruísta quanto a do “Homem de Nazaré”. Sua história exala santidade e um amor apaixonado pela humanidade.

A beleza desse relato reside no fato de que Ele teve o nascimento mais extraordinário, a vida mais íntegra e o exemplo mais nobre de pureza que este planeta já testemunhou. Sua dedicação ao Pai e Seu cuidado com os seres humanos superam os de qualquer outro homem que já pisou na Terra.

Porém, o que mais nos impacta não é apenas Sua humanidade exemplar, mas o fato de Ele não ser um mero mortal. Jesus não foi apenas mais um rabino, sábio, profeta ou filósofo bondoso; Ele era o Deus Encarnado.

Exatamente o que você leu: Jesus é o próprio Deus (a Segunda Pessoa da Trindade) habitando entre nós. O Criador e Sustentador de toda a vida caminhando em meio à Sua criação. Como um oleiro que caminha por sua olaria, Jesus andava pela terra admirando e cuidando da obra de Suas próprias mãos. Foi exatamente isso que o evangelista João compreendeu ao escrever o prólogo de seu Evangelho:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... Todas as coisas foram feitas por intermédio dele... Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens.” (João 1:1-5)

Por tudo isso, devemos olhar para Sua história com temor e profunda reverência. Afinal, não fosse por Sua encarnação voluntária, Seus sofrimentos, morte e ressurreição, estaríamos todos perdidos. Jamais deveríamos tratá-Lo com desdém, mas sim meditar diariamente em Seu exemplo e buscar, com afinco, sermos Seus imitadores.

Neste ponto, não posso deixar de expressar minha indignação ao ver como a indústria do entretenimento, de forma inescrupulosa, tenta transformar a história de Jesus em uma “novela barata”. É preocupante ver cristãos consumindo produções que, muitas vezes, não possuem compromisso com a verdade bíblica em seus enredos.

Peço perdão pela dureza das palavras, mas é impossível ser ameno quando a mensagem do Calvário é mercantilizada apenas para gerar lucro. Não vejo nessas tramas um propósito evangelístico, mas uma busca por audiência que, por vezes, banaliza a imagem santa de nosso Senhor. Como pode um povo que se reúne para adorar a Jesus participar de entretenimentos que podem manchar a percepção do nome mais santo de todos?

Conclusão
Minha oração é para que a Igreja de hoje desperte. Que percebamos a gravidade de tratar o sagrado como entretenimento comum. Que não sejamos cúmplices da banalização da santidade de Deus. Ainda hoje, se ouvirdes a voz do Espírito Santo, não endureçais o vosso coração.

Bom domingo e uma ótima semana a todos,

João Augusto de Oliveira


 


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