sábado, 27 de agosto de 2016

0 Biblia de Estudo do Expositor (Jimmy Swaggart) - RECOMENDO




DESCRIÇÃO:

Esta obra foi desenvolvida para ajudar a todos que desejam entender melhor as Sagradas Escrituras. Cada versículo dos 66 livros da Bíblia contém comentários exclusivos escritos por Jimmy Swaggart, renomado tele-evangelista pentecostal da década de 1980, que auxiliam na compreensão do texto bíblico. Esta é uma Bíblia de estudo singular, pois tem o estilo de “Bíblia amplificada”, em que os termos bíblicos comentados vêm seguido da explicação, não havendo a necessidade de se procurar os significados e comentários em notas de rodapé. Publicada pelo Ministério de Jimmy Swaggart, a obra é distribuída com exclusividade, no Brasil, pela Sociedade Bíblica do Brasil.

RECURSOS ADICIONAIS:

Explicações na maioria das passagens, Texto bíblico em preto e notas do expositor em marrom, Material elaborado em consulta com grandes estudiosos das línguas originais, Concordância temática, Artigos, Mapas coloridos, Letra grande, Impressão em duas cores

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

0 REFLEXÃO BÍBLICA – Política na Igreja (repetindo os erros da história)






















Escrevo-lhe estas coisas, embora espere ir vê-lo em breve; mas, se eu demorar, saiba como as pessoas devem comportar-se na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e fundamento da verdade (I Timóteo 3.14,15/NVI)

Escrevo-te estas coisas, embora esperando ir ver-te em breve, para que, no caso de eu tardar, saibas como se deve proceder na casa de Deus, a qual é a igreja do Deus vivo, coluna e esteio da verdade (I Timóteo 3.14,15/ARA)

Escrevo essas coisas a você, esperando ir vê-lo logo. Mas, se eu demorar, esta carta vai lhe dizer como devemos agir na família de Deus, que é a Igreja do Deus vivo, a qual é a coluna e o alicerce da verdade (I Timóteo 3.14,15/NTLH)

Desde muitos anos a política está arraigada ao ser humano e de certa forma o fascina e domina. Seja pelo desejo de “bem governar”, seja pelas facilidades que o poder político proporciona àqueles que o detêm.

Vivemos em um país que adota a política partidária como regra de vida. Aliás, a própria Carta Magna (Constituição Federal) declara no seu Artigo 1º Caput, que o Brasil é “uma República Federativa”, dela participando seus cidadãos direta ou indiretamente, por meio de seus representantes legais (políticos eleitos por meio do voto).

Acho que a política é um “mal necessário”, afinal de contas alguém tem que governar um país tão vasto, diversificado e populoso. E acredito firmemente, não obstante as inúmeras desilusões sofridas por todos nós com a política, que ainda podemos fazer a diferença, escolhendo pessoas capacitadas e moralmente prontas a assumir responsabilidades públicas em favor de outrem.

Também não posso deixar de reparar que de umas décadas para cá, a participação evangélica na política tem crescido bastante. Afinal de contas, somos hoje uma cifra de quase 42 milhões de evangélicos e era de se esperar que a igreja se envolvesse com a política do país, seja exercendo o voto direto, seja elegendo alguns representantes para representar assim os interesses da igreja junto aos órgãos Municipais, Estaduais e Federal. Até aí tudo bem, isso não me espanta.

O que quero destacar aqui é a necessidade da “Igreja Militante” cuja missão máxima é pregar o Evangelho de Cristo e fazer a diferença nesse mundo através de uma vida de Santidade e a prática do amor cristão. Mas que têm se unido de maneira homogênea à política como está acontecendo atualmente, inclusive com o apoio maciço da liderança e a cessão de seus púlpitos para propaganda eleitoral.

Desculpem a redundância, mas não sou contra a política em si, muito menos ao direito de voto garantido ao cidadão pelas leis do país; tampouco a candidatura de cristãos (crentes) a cargos eletivos. Somente acho que estamos extrapolando os limites entre “política e igreja”, uma extrapolação perigosa eu diria, principalmente se evocarmos a história, considerando que dessa junção em tempos passados vieram terríveis prejuízos à Igreja e acredito que hoje não será diferente.

Se observarmos o que acontece hoje ficamos estarrecidos: Pois alguns templos têm-se transformado em comitês partidários e alguns pastores em verdadeiros cabos eleitorais; fazendo propaganda aberta em seus altares e ainda distribuindo imagens de seus candidatos prediletos na porta dos templos. Uma verdadeira guerra partidária dentro da “Casa de Deus”. Nesse interim, o ministro que não concorda com essa prática ou discorda da posição política da sua liderança corre o risco de perder a congregação ou ainda ser “banido do ministério”. A que ponto chegamos?

O engraçado é que muitos parecem esquecer que nesses dois mil anos de cristianismo todas as vezes que essa união (IGREJA E POLÍTCA) aconteceu os prejuízos para o rebanho foram irreparáveis. Haja vista a clássica lição da Igreja com o Imperador Constantino por volta do ano 306 da era cristã. Qualquer pessoa pode consultar livros de História da Igreja ou fazer uma rápida consulta na internet e verá que quando a Igreja resolveu unir-se ao Estado e ficar sob a tutela do mesmo o resultado foi catastrófico. Porque será que pensamos que hoje será diferente?

Minha oração a Deus é para que a nossa liderança possa acordar desse sono profundo e perceber grande erro que estão cometendo, ao entregar seus altares a políticos (muitos deles sem nenhum compromisso com Deus) e assim manchando a santidade da casa de Deus e comprometendo o rebanho, pelo qual Jesus deu a sua vida no calvário. Pois não sabem eles (ou fingem não saber) que um dia o Senhor da Obra vai voltar e pedir contas a cada um deles, de COMO CUIDARAM DAS OVELHAS DO MESTRE.

   Pense nisso,

                                João Augusto de Oliveira


sábado, 13 de agosto de 2016

0 Cinco coisas que você precisa saber


Há cinco coisas que você precisa saber para ser salvo. Você pode não conhecer a Bíblia nem teologia; mas estas coisas você necessita saber.
Você precisa saber que é um pecador aos olhos de Deus
A Bíblia nos diz: “Não há justo, nem sequer um” (Romanos 3.10). Se não há nem um sequer, então você não é justo, e se não é justo, segue-se que é pecador. “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho” (Isaías 53.6). A palavra “todos” significa todos, portanto você está incluído. Só há dois caminhos que você pode seguir: o seu e o de Deus. Se não está seguindo o de Deus, segue-se que está seguindo o seu próprio caminho, e se está nesse caminho, você está desviado. E se está desgarrado, você é um pecador aos olhos de Deus.
Você não é um pecador porque peca, você peca porque é um pecador. Uma laranjeira não é laranjeira porque produz laranjas, ela dá laranjas porque é laranjeira. É porque você é pecador que você peca.
Você não quer ser socorrido a menos que saiba que está se afogando. Não quer alimento a menos que saiba que está com fome. Não quer o médico a não ser que esteja doente. Você jamais desejará um Salvador enquanto não souber que é pecador. Você precisa, portanto, saber, antes de tudo, que é pecador.

Você precisa saber que os seus pecados foram postos sobre Jesus
A Bíblia diz: “O Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de nós todos” (Isaías 53.6). Deus teve que tratar do seu pecado antes de poder oferecer-lhe salvação. Houve necessidade de se fazer uma expiação. Jesus Cristo a fez, levando os seus pecados sobre o Seu corpo na cruz e morrendo em seu lugar. Os seus pecados foram postos sobre Ele. Jesus pagou o preço. Ele enfrentou a penalidade — a morte, em seu favor. O pecado era a grande barreira entre você e Deus. Deus teve de destruí-la antes de poder tratar com você na base da graça. Ele o fez há mais de 2000 anos, quando colocou os seus pecados sobre Jesus. Daí Ele poder agora oferecer-lhe misericórdia. Os seus pecados não estão mais sobre você; eles estão sobre o Senhor Jesus Cristo.

Você precisa saber que não pode salvar a si mesmo
“Pela graça sois salvos mediante a fé; e isto não vem de vós” (Efésios 2.8). Essa é a afirmação da Bíblia. “Não vem de vós”. Você poder salvar-se seria como poder levantar-se pelos cordões dos sapatos. Nenhum homem pode ser o seu próprio salvador. Você não pode ser salvo por tornar–se membro de igreja ou por ser batizado. Não pode sê-lo somente por mudar de vida, por obras de mérito ou boas obras. Você nada pode fazer para salvar-se.
Se você pudesse salvar-se a si mesmo, a morte de Jesus Cristo seria a maior atrocidade da história do mundo. Você não teria necessidade de Jesus Cristo se pudesse ser o seu próprio salvador. O fato de que Jesus morreu no Calvário, em seu lugar, prova cabalmente que você não pode salvar a si mesmo.

Você precisa saber que somente Jesus Cristo pode salvá-lo
“E lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará” (Mateus 1.21). “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4.12). “Eu sou o caminho… ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6). Como vê, a Bíblia torna perfeitamente claro que Jesus Cristo, e só Jesus Cristo, pode salvá-lo. Ninguém mais pode.

Você precisa saber que necessita de receber a Jesus como seu Salvador pessoal
Não importa a quantidade de alimento que você tenha; ele não poderá salvá-lo da morte pela fome, a menos que o coma. Se você está morrendo de sede, precisa beber a água que lhe está sendo oferecida. Se foi picado por uma serpente, precisa tomar o remédio contra o veneno.

Você precisa tomar uma decisão
Agora, meu amigo, que você sabe estas cinco coisas, que vai fazer? Vai agir de acordo com este conhecimento? Vai aceitar a Jesus como seu Salvador? Está preparado agora para convidá-Lo a entrar no seu coração? Quer receber a Jesus Cristo hoje? Chegou a hora da ação. Você precisa tomar uma decisão. Você não pode ser levado à salvação; ninguém jamais pode salvar-se sem tomar uma decisão.
Essa decisão deve ser tomada agora. Deus nos diz: “Agora é o tempo aceitável, eis agora o dia da salvação” (2Coríntios 6.2). Para Deus não há o amanhã. Até onde está no plano de Deus, tem de ser agora ou nunca. Ele não faz promessas para o futuro.
Você precisa aceitar a Jesus Cristo, e fazê-lo AGORA. Quer fazê-lo?

Pr. Oswald J. Smith

FONTE: http://www.cacp.org.br/cinco-coisas-que-voce-precisa-saber/

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

0 Teoria da reencarnação reduzida a cinzas



A crença da reencarnação é tão antiga quanto a humanidade, mas nunca fez parte do credo judaico-cristão. Muito comum nas comunidades pagãs como o hinduísmo, budismo e jainismo. Há vários modelos de reencarnação nas religiões do Extremo Oriente. Nosso enfoque aqui é sobre a forma como é ensinada pelos espíritas kardecistas. Qualquer que seja a forma de reencarnação é incompatível com os ensinos de Jesus Cristo.

A palavra vem do latim e re significa “outra vez” e incarnere vem de duas palavras, in e caris, que significam “em carne”. No mundo do ocultismo, outras palavras são usadas para designar reencarnação: transmigração, renascimento, metempsicose. Esses ensinos são muito difundidos hoje pela Nova Era.

Acreditam que a reencarnação pode aperfeiçoar a humanidade no sentido moral, espiritual e até físico. É a doutrina do carma, uma espécie de causa e efeito: tudo o que o homem semear nesta vida será colhido na próxima. Alguns creem que a pessoa pode ser reencarnada num animal ou mesmo num inseto. Os adeptos de Hare Krishna, por exemplo, não matam uma barata, pois estariam correndo o risco de estar matando a própria avó. Nisso os kardecistas diferem deles, pois não creem na reencarnação humana num ser de ordem inferior.

Jactam-se de ter a explicação para o fenômeno do sofrimento humano. Para nascimento de pessoas com deficiência física ou com problema muito sério de saúde, dizem ser efeito da lei do carma. Essa pessoa estaria pagando o que fez em outras encarnações, e assim ela teria como se aperfeiçoar. Buscam fundamentos bíblicos e científicos, como a criptoamnésia, para consubstanciar estes argumentos. Segundo eles, reencarnações e boas obras são os meios para se obter a salvação. Uma tentativa de angariar a salvação por seus próprios méritos.

Quando os discípulos de Jesus lhes perguntaram quem havia pecado, se o cego de nascença ou seus pais, a resposta de Jesus foi clara e destruidora da tese reencarnacinista: “Nem ele pecou, nem seus pais” (João 9.3). Além disso, seria muito cruel alguém padecer sem saber o por quê. Jamais alguém se lembra dessa suposta encarnação, é obvio, porque ela não existe. A salvação é pela fé em Jesus, e não pelas obras (Efésios 2.8-9 e Tito 3.5). Não há salvação sem Jesus (João 14.6; Atos 4.12). O sacrifício de Jesus pode salvar perfeitamente os que Dele se aproximam (Hebreus 7.25).

Às vezes, acontece que a pessoa está numa conversa com outra pela primeira vez, ou se encontra num ambiente pela primeira vez, e tem a sensação de que já viu tal pessoa ou já tratou do mesmo assunto antes, ou tem a impressão de que já esteve nesse ambiente antes. Isso é chamado de déjà vu (francês “já visto”). Os reencarnacionistas exploram esse estado psíquico para justificar sua crença. Os cientistas, porém, afirmam que quando os dados do ambiente são captados pela visão, às vezes, a informação para o cérebro demora um microssegundo, e isso leva a pessoa a pensar que já viveu aquela cena antes. Eles chamam o déjà vu de criptoamnésia. É isso que eles chamam de provas científicas? Não há consistência bíblica nem científica.

Essa crença kardecista está intimamente vinculada com a consulta aos mortos, o pecado da necromaneia (Levítico 19.31 e Deuteronômio 18.10-11). Sendo isso um problema, procuram se apegar ao texto de 1Samuel 28, que registra o episódio de Saul e a feiticeira, para consubstanciar suas crenças. Com isso querem provar que Saul entrevistou Samuel, tendo o profeta já morrido, através da pitonisa de En-Dor. Mas a interpretação deles é muito superficial e não resiste à exegese bíblica.
À luz do contexto, a médium de En-Dor falou com os “deuses” que subiam e não com Samuel. Só depois que ela “recebeu” a entidade reconheceu que seu cliente era Saul (ISamuel 28.12). A partir de então o suposto Samuel falava com Saul.

A Bíblia diz que Deus não respondeu a Saul nem por sonhos, nem por Urim e nem por profeta (ISamuel 28.6). Samuel era profeta (Atios 13.20). Deus se revelava nos tempos do Antigo Testamento por diversas maneiras (ISamuel 28.6) sonhos (Jó 33.15-17); Urim e Tumim (Êxodo 28.30 e Números 27.21) e por profetas (Hebreus 1.1). A Bíblia afirma que Saul consultou a “adivinhadora” e não a Samuel nem ao Senhor (lCrônicas 10.13-14).

O suposto Samuel afirmou que, no dia seguinte, Saul e seus filhos estariam com ele, ou seja, morreriam. Saul não morreu no dia seguinte, só depois de dezoito dias, e apenas Jônatas, de todos os seus filhos, morreu junto com Saul. Isbosete, Armoni e Mefibosete sobreviveram (2Samuel 2.8-10; 21.8).
Além disso, quem morre desviado não vai para o mesmo lugar onde está um profeta de Deus. Portanto, Saul não foi para junto de Samuel. Saul não foi entregue nas mãos dos filisteus. Ele suicidou-se (1Samuel 28.19; 31.4). Caiu nas mãos dos homens de Jabes-Gileade (1Samuel 31.11-13). Deus não deixou cair por terra nenhuma palavra de Samuel (1Samuel 3.19).

Assim essa entidade era um espírito demoníaco disfarçado de Samuel. Isso prova a possibilidade de manifestações sobrenaturais nas práticas necromânticas, pois o inimigo é astuto (2Coríntios 11.13-15).

Outra passagem bíblica que eles usam é Mateus 17.10-13, para justificar a reencarnação, afirmando que João Batista é Elias reencarnado. Eles, porém, não se dão conta de que Moisés morreu cerca de 1.400 anos a.C. e reaparece sendo o mesmo Moisés, e não uma reencarnação de Moisés, e que Elias, sequer morreu (2Reis 2.11). João Batista veio na virtude e no espírito de Elias (Lucas 1.1-17), pois se vestia como Elias: vestes de pelo e cinto de couro (2Reis 1.8 e Mateus 3.4); ambos eram homens do deserto (lReis 19.9-10 e Lucas 1.80); ambos eram contundentes em suas palavras e pregaram contra reis ímpios (lReis 21.20-27 e Mateus 14.1-4). O próprio João, consciente de sua identidade e missão (João 1.26-27, 32-33), disse que não era Elias (João 1.21).

A Bíblia diz que reencarnação não existe (Hebreus 9.27), que consultar os mortos é violar as leis de Deus e, portanto um crime em Israel, nos tempos do Antigo Testamento (Levítico 20.27; 2Reis 23.24 e Isaías 8.19-20).

Não há espaço na escatologia bíblica para a reencarnação, pois a Bíblia fala de ressurreição e uma coisa anula a outra (João 5.28-29, Apocalipse 20.12-13).

Não havendo, pois, fundamento bíblico que apoie a possibilidade de comunicação dos vivos com os mortos, nem a existência da reencarnação, os argumentos kardecistas são reduzidos a cinzas.

Pr. Esequias Soares

Teólogo Apologista da CPAD
Assembleia de Deus Jundiaí/SP

http://www.cacp.org.br/teoria-da-reencarnacao-reduzida-a-cinzas/ 

 

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