segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

0 Reflexão Bíblica – É proibido “pensar” diferente.



E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” Eles responderam-lhe: “Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de ninguém. Como podes tu afirmar que seremos libertos?” Jesus explicou-lhes: “Em verdade, em verdade vos asseguro: todo aquele que pratica o pecado é escravo do pecado. O escravo não fica em casa para sempre, mas o filho permanece para sempre. Assim sendo, se o Filho vos libertar, sereis verdadeiramente livres (João 8.32-36 / King James Version Atualizada)

INTRODUÇÃO – Sempre acreditei que existem diversos assuntos no Reino de Deus que não podem e não devem ser questionados, sob pena de rebeldia  e insurreição contra aquele que os instituiu, ou seja, o SENHOR. Principalmente quando esses assuntos ou “doutrinas” têm embasamento bíblico, eu os aceito, sejam elas quais forem.

''Não tenha medo de pensar diferente dos outros, tenha medo de pensar igual e descobrir que todos estão errados. '' Autor: Eça de Queiroz

 Desenvolvimento – Uma coisa que tem me deixado estupefato nesses dias que vivemos é que vejo claramente pessoas criando inovações no Reino de Deus e querendo enfiar essas coisas “goela abaixo” das outras como se a massa (grande maioria do povo cristão) fosse composta de imbecis que não conseguem discernir entre a mão direita e a esquerda. Pior é que quando alguém questiona ainda é taxado de rebelde, divisor e endemoninhado; simplesmente por não concordar com aquilo que não tem sustentação bíblica.

Não estou dizendo aqui que devemos viver questionando tudo que ensina a nossa liderança e discordando de cada palavra, mas como seres inteligentes podemos e devemos examinar cada “novidade” a luz da Bíblia e rejeitar tudo aquilo que não tenha o crivo da palavra de Cristo. Pois o reino de Cristo não é um negócio particular onde alguns podem mandar e desmandar a vontade sem nenhuma supervisão, como se fossem semideuses a quem os demais mortais devem obedecer sem perguntar ou argumentar.

Foi justamente esse expediente que a Igreja Católica usou em períodos medievais para massacrar a doutrina bíblica e implantar diversas inovações no seio do cristianismo (DOGMAS) que acabaram por adoecer o Catolicismo Romano e obrigar cristãos sinceros como João Huss, Gerônimo Savonarola, Martinho Lutero, etc. a deflagrar a Reforma Protestante para assim purificar o cristianismo e resgatar a santidade da Igreja de Cristo.

Passados vários séculos aqui estamos nós correndo os mesmo riscos que eles correram. Pois estão novamente implantando inovações na liturgia de cultos, no louvor, na doutrina e na pregação da Palavra e querendo (alguns) silenciar a nossa voz sob a alegação de: NÃO TOQUEIS NOS MEUS UNGIDOS. Vejo tristemente que alguns de nossos líderes estão caminhando para a criação do dogma da infalibilidade (como aconteceu com o Papa) a fim de defender que aquilo que eles criam e implantam na Igreja não deve ser em hipótese alguma questionado pelos seus liderados, mesmo que não tenha nenhuma base na Bíblia.

Precisamos URGENTEMENTE orar a Deus e nos posicionar contra esse mal que nos assola, antes que seja tarde demais e vejamos a Igreja sofrer nas mãos de homens inescrupulosos e avaros como nos dias de Lutero. Homens que visam apenas lucrar à custa do suor do povo de Deus. Não podemos calar nossa voz enquanto os perversos gritam a plenos pulmões.

Conclusão – Qualquer coisa pregada ou praticada na Igreja deve ter como base a Bíblia, a Palavra de Deus. Rejeitamos veementemente qualquer inovação doutrinária ou administrativa que fuja dos princípios bíblicos, pois compactuar com isso é abrir não somente as janelas, mas as comportas do grande mal.

Na paz de Cristo,


                             João Augusto de Oliveira

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

0 REFLEXÃO BÍBLICA – Estou plenamente convencido: “Estão pregando outro evangelho”



Estou chocado de que estejais vos desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho, que na verdade, não é o Evangelho. O que acontece é que algumas pessoas vos estão confundindo, com o objetivo de corromper o Evangelho de Cristo. 
Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado maldito! Conforme já vos revelei antes, declaro uma vez mais: qualquer pessoa que vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja amaldiçoado! (Gálatas 1.6-9 / KJV)

Tenho observado muitas pregações na atualidade e posso dizer com grande tristeza que o temor que habitava o coração do apóstolo Paulo cumpre-se em nossos dias. Muitos dos chamados “GRANDES PREGADORES” estão pregando tudo, menos o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Mas se fossem somente os pregadores de renome que tivessem entrando nessa barca furada poderíamos resolver o problema, porém o que acontece é que os mais simples dentre os que se põe a anunciar o evangelho também estão enverado por esse caminho perigoso e estão espalhando uma mensagem de autoajuda, psicologia humana e teologias estranhas. 

Mas porque estou afirmando que estamos vivenciando a época de outro evangelho?

1.    Porque eu nunca vi Jesus pregando um evangelho complicado – Isso mesmo é o que alguns têm pregado. São pregações carregadas de hebraísmos, teologia, figuras de linguagem e vocabulário rebuscado que ninguém entende. Algumas pregações parecem estar sendo direcionadas a um grupo de acadêmicos mortos e não a almas sedentas das verdades mais claras e simples da Palavra de Deus.
Jesus, no entanto, pregava uma mensagem tão simples que até as crianças o entendiam, mas ao mesmo tempo tão profunda que deixava de boca aberta os doutores da lei.

2.    O tema central do Evangelho de Jesus é salvação – Não adianta pregar uma ou duas horas sem repetir conceitos, verbalizar as palavras mais difíceis do dicionário e despejar sobre a multidão os mais profundos temas da teologia bíblica se a sua mensagem não tiver como tema central a SALVAÇÃO EM CRISTO. O lugar de fazer discursos é na Universidade e nos grandes auditórios montados para tal finalidade, mas o púlpito da Igreja é lugar de dizer ao pecador que Jesus é aquele que veio buscar e salvar o que se havia perdido.

3.    Porque as pregações de hoje em dia (a maioria) não chama vidas à santidade – Santidade é a ponte que nos leva ao santuário da presença de Deus. Conforme disse o autor da carta aos Hebreus: Sem santificação ninguém verá o SENHOR. Então como podem os mensageiros de Deus pregar ao povo uma mensagem que não inclua a santidade no cardápio? Como podem os pastores apresentar a Igreja como noiva imaculada a um marido (CRISTO) se não pregam nem exortam os crentes a santidade?

4.    Porque algumas pregações de hoje em dia não confrontam o problema do pecado – Seja sincero, quantas vezes nesse ultimo ano (2016) você ouviu uma mensagem sobre o pecado e seus efeitos danosos para a humanidade? Quantos pregadores você lembra que te fizeram voltar para casa após o culto de domingo preocupado com a situação da tua alma? Você sabia que a maior doença que padece a humanidade hoje se chama pecado? Então como podem os mensageiros de Deus negligenciar esse e outros assuntos relevantes em suas pregações e ainda terem a ousadia de pensar que estão pregando a inteira vontade de Deus?

5.    Porque Jesus não pregou prosperidade e saúde perfeita aqui nessa terra – Isso mesmo que você leu, o Senhor Jesus não pregou bênçãos financeiras e saúde perfeitas a ninguém aqui nesse mundo. Pelo contrário, disse aos discípulos que aqui neste mundo eles seriam odiados, perseguidos e teriam muitas aflições (Marcos 10.22; Lucas 21.12; João 16.33). Então como Deus poderia reservar sofrimentos, perseguições, dores, aflições, etc. ao seu filho Jesus e aos seus apóstolos amados e paz, saúde, dinheiro e troféus para nós da Igreja Moderna?

6.    Porque o evangelho de Cristo lembra à Igreja que JESUS ESTÁ VOLTANDO – Não acredito num evangelho que não anuncia a Volta de Jesus para buscar a sua Igreja. A nossa maior esperança é ir um dia morar no céu com Jesus e se o pregador ou pastor não mais anuncia essa mensagem á igreja, por certo ele não mais a deseja ou perdeu a fé nela.

Conclusão – por tudo isso e muito mais estou convencido que “alguns” estão anunciando “outro evangelho” e os resultados tem sido desastrosos para a noiva de Cristo. Precisamos urgentemente de discernimento espiritual para abraçar a verdadeira mensagem da Cruz, ainda que pregada pelos obreiros mais humildes de nossas congregações e “rejeitar” como anátema (maldito) esse evangelho que destrona Deus e coroa o homem, ainda que pregado pelo mais ilustre pregador desse mundo.

Paz seja convosco,

                            João Augusto de Oliveira



sábado, 19 de novembro de 2016

0 Reflexão Bíblica – Deixando o Espirito Santo do lado de fora


E, quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo. Do pecado, porque não creem em mim; da justiça, porque vou para meu Pai, e não me vereis mais; e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. (João 16.8-11)

Introdução – O pregador pode gritar, saltar, correr no púlpito ou até mesmo mandar as pessoas olharem umas para as outras e dizer qualquer coisa, mas se o Espírito Santo não agir, nada acontecerá. Ele foi, é e continuará sendo o interprete por natureza da palavra que sai dos lábios do “pregador ungido”. Pregar sem o auxílio do Espírito Santo é o mesmo que tentar fazer um carro ligar a ignição sem motor.

Desenvolvimento - Fico estarrecido todas as vezes que leio o sermão de Pedro logo após a descida do Espírito Santo no dia de Pentecostes. Porque não dizer que logo após o advento do revestimento de poder do Espírito na vida dos apóstolos a história da Igreja mudou. Era somente abrir a boca para falar e literalmente milhares de vidas eram salvas, transformadas, libertas e batizadas no Espírito Santo.

O tempo passou e por incrível que pareça ao invés de melhorar ficou pior. Hoje temos milhares de pregadores formados em Teologia, músicos com as melhores formações, os melhores sistemas de som, divulgação maciça através das redes sociais e televisivas, etc., mas estamos realmente muito distantes de obter frutos semelhantes aos deles. Alguns congressos que vejo chega a dar dó. Muitas vezes canta-se tantos hinos (não tenho nada contra o louvor) que até parece um show e não uma reunião para se ouvir a voz de Deus. Em contrapartida em alguns cultos até temos tempo razoável para a exposição da Bíblia, mas coitado do pregador, parece até um palhaço que faz gracejos, conta histórias bonitas e vomita muita letra sobre o auditório, mas ao final quando vai se fazer a contabilidade o saldo é quase zero. Porque isso está acontecendo? Bem ao meu ver existe apenas uma explicação: Estamos deixando o Espírito Santo de fora dos nossos sermões.

De nada adianta ter um vocabulário impecável, uma retórica de fazer inveja aos grandes oradores greco-romanos, uma hermenêutica e exegese de ponta se não tivermos como interprete ao coração da multidão, o ESPÍRITO SANTO. Realmente se o deixarmos de fora de qualquer atividade relacionada ao Reino de Deus (Pregação, ensino da Bíblia, Administração Eclesiástica, etc.) estamos fadados ao fracasso. E o pior é que muita gente sabe que está há anos tentando trabalhar sozinho, mas não se arrepende desse grave pecado e não pede com lágrimas e choro que Deus mude esse quadro.

Eu não sou contra o Estudo da Teologia em todas as suas ramificações ou qualquer outro campo de estudo e pesquisa (Filosofia, Sociologia, Direito, etc.), mas infelizmente e digo isso com muito pesar; em alguns lugares o “estudo” está tomando o lugar do Espírito Santo e a catástrofe oriunda dessa atitude já é uma realidade na vida da Igreja hodierna.

Não estou propondo que deixemos de estudar ou que fechemos as faculdades e centros de ensino, mas se não tivermos um retorno urgente aos pés do CONSOLADOR veremos a Igreja sucumbir a frieza e a mornidão espiritual.

Existe hoje um contingente enorme a ser alcançado pelo Evangelho e salvo por Jesus, inúmeras pessoas nas igrejas precisam ser libertas de enfermidades e opressões demoníacas, centenas de milhares precisam receber a promessa do Batismo no Espírito Santo e é usando o pregador que Deus realiza estas e outras grandes obras no meio da Igreja.

Conclusão - Quando você pregar o Evangelho e começar a perceber que as pessoas não mais choram, não são libertas através do poder da Palavra de Cristo, não são salvas, não são curadas, não são cheias do Espírito PARE! Faça uma retrospectiva na sua vida e veja o que está errado, pois você pode ter substituído a ajuda do Espírito por muletas e estar trabalhando sozinho.

Portanto voltemos ao altar da oração, ao quarto do jejum e as horas de reflexão e meditação sincera na Palavra, afim de que o Senhor tenha misericórdia e derrame sobre nós o ESPÍRITO lá do alto (Isaías 32.15).
   
Em Cristo,
                    João Augusto de Oliveira


domingo, 13 de novembro de 2016

0 O Batismo deve “obrigatoriamente” ser realizado em águas correntes?



Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28.19 – ARA)

Portanto, ide e fazei com que todos os povos da terra se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo (Mateus 28.19 KJV)

Introdução – Há muito venho ouvindo ressoar essa pergunta aos meus ouvidos e lamentavelmente vejo bons crentes discutindo acerca desse e de outros assuntos “triviais”. Alguns alfinetando-se desnecessariamente ficam a dizer que essa e aquela prática denominacional é exigência bíblica salvívica e que deve ser praticada.

Acredito que existem doutrinas bíblicas e regras ministeriais que podem ser observadas, sem, contudo, ser exigido a sua prática sob pena de ser deixado de fora do REINO DOS CÉUS. Mas parece que algumas pessoas querem fazer guerra “Em nome de Deus” por assuntos desnecessários a luz da Bíblia.

O Batismo deve ser realizado águas correntes?
Eu acredito que todo o cristão deve ser batizado em águas, por imersão e em Nome do Pai, Filho e Espirito Santo. Esse batismo é a confirmação do salvo na fé em Cristo Jesus. Esse batismo não salva, apenas confirma diante do mundo que a pessoa é salva (Somos salvos mediante a fé – Efésios 2.8-9).

O pecador aceita o presente da salvação mediante a fé em Cristo Jesus, gerada no seu coração através do Espírito Santo, uma vez aceitando ele já é salvo e deve agora esse salvo ser batizado em águas conforme orientação de Jesus aos seus discípulos para que diante do mundo ele dê testemunho de sua fé e nova vida em Jesus.

Outrossim para que através desse ato simbólico (O BATISMO EM ÁGUAS) o salvo possa morrer e reviver para Jesus, quando da sua saída como nova criatura.

Agora não vejo em toda a Bíblia Sagrada uma exigência sequer dizendo que esse BATISMO deve obrigatoriamente ser realizado em águas correntes (águas de rios), e uma vez que tal exigência não foi feita pelo Senhor Jesus nem tampouco pelos seus apóstolos não somos obrigados a praticar.

Se essa ou aquela denominação resolveu batizar seus membros em águas correntes devido a sua localização ser próximo a rios e cachoeiras, isto é ótimo, mas não façamos de uma regra ministerial uma doutrina, principalmente se não a pudermos sustentar a luz do texto e da Hermenêutica Bíblia.

É fácil para as igrejas em sítios e outros locais que passam rios batizar seus membros nestes rios, mas e quanto a maioria das igrejas localizadas nos Grandes Centros Urbanos, cujos rios (como o Tietê em São Paulo) são extremamente poluídos e totalmente impróprios ao consumo e quaisquer outras utilidades humanas?

Podem alguns argumentar que Jesus foi batizado no Rio Jordão e que o próprio João Batista ali realizava seus batismos e que por essa razão devem os demais crentes em todas as épocas da Igreja ser batizados dessa maneira. Ótimo argumento, mas façamos algumas ressalvas:
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  A região em que João batizava e que por sinal o Senhor Jesus foi batizado era por natureza uma região de rios, pois havia próximo a eles o Rio Jordão (principal) e outros demais que cortavam a área;
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Mesmo sendo batizado dessa maneira (em rios) Jesus nunca exortou a que esse batismo fosse realizado em águas correntes;
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  Os apóstolos por sua vez também silenciaram a esse respeito, ou seja, ninguém dentro do contexto neotestamentário exortou acerca do batismo ser realizado em rios, o que desobriga o cristão de tal doutrina;
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Alguns que supostamente dizem batizar em águas correntes (hoje em dia) na verdade o fazem em “represas”, barragens ou açudes de aguas paradas e não necessariamente em rios (águas correntes).

Temos no livro de Atos dos Apóstolos no capítulo 8 o caso do Eunuco de Candace rainha dos Etíopes, que uma vez evangelizado por Filipe e crendo em Jesus aceitou ser batizado (na verdade insistiu) e Filipe o batizou conforme o seu pedido. O interessante é que eles não estavam próximos a nenhum rio, ao contrário, ambos estavam numa região desértica, então eu pergunto: Onde esse batismo foi realizado? Qual rio?

Provavelmente eles encontraram alguma agua parada das chuvas no deserto e ali ambos desceram da carruagem e o Eunuco foi batizado.

Conclusão – O que vejo claramente lendo e estudando as Escrituras é que o Batismo deve ser realizado por imersão e em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, mas não necessariamente em rios, mas onde houver água (tanque, piscina, represa, etc.). Qualquer ensino além disso é atentar contra a Bíblia, indo além daquilo que está escrito e causando divisões desnecessárias no corpo de Cristo, a Igreja.

Ao invés de discutirmos assuntos tão triviais, na verdade deveríamos estar nos unindo em oração e amor para evangelizar milhões que todos os dias morrem sem Deus e descem ao INFERNO, muitos deles frutos da nossa negligência e celeumas desnecessárias.
  
Paz a todos da parte de Deus,
                                          João Augusto de Oliveira



 

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