quinta-feira, 21 de setembro de 2017

0 Reflexão Bíblica – Os desastres naturais e a ira de Deus




Reflexão Bíblica – Os desastres naturais e a ira de Deus

Texto: A terra pranteia e se murcha; o mundo enfraquece e se murcha; enlanguescem os mais altos do povo da terra. Na verdade, a terra está contaminada por causa dos seus moradores, porquanto transgridem as leis, violam os estatutos e quebram a aliança eterna. Por isso, a maldição consome a terra, e os que habitam nela se tornam culpados; por isso, serão queimados os moradores da terra, e poucos homens restarão (Isaías 24.4-6 / ARA)

A terra vai secando e murchando, o mundo inteiro vai se acabando, os céus e a terra vão se desfazendo. A terra está impura por causa dos seus moradores, pois eles desobedeceram às leis e aos mandamentos de Deus e quebraram a aliança que devia durar para sempre. Por isso, Deus está amaldiçoando e destruindo a terra, e os seus moradores estão pagando pelos seus pecados; um fogo devorador os está queimando, e poucos escapam com vida (Isaías 24.4-6 / NTLH)

CRISES E CATÁSTROFES SEM PRECEDENTES

Estamos no ano de 2017 e mais uma vez uma previsão absurda dá conta que a terra vai ser destruída esse ano, mais especificamente no dia 23 de Setembro de 2017. Talvez eu até ficasse assustado com essa assombrosa e medonha previsão, se não fossem milhares delas (todas falhas) nos últimos anos.

Mas a verdade é que estamos experimentando uma onda de desastres naturais (tempestades, tornados, furacões, terremotos etc.), como nunca visto antes. Isso sem falar das tensões de guerra entre EUA e Coréia do Norte, crise econômica e financeira em diversos países do mundo (principalmente no Brasil), crise política sem precedentes etc. Quando olho para tudo isso não posse deixar de pensar que algum fundo de verdade deve haver por trás da ideia de Deus dar cabo do planeta, mesmo que através da ação irresponsável do próprio homem.

É impossível ignorar as tragédias que nos cercam diariamente como os recentes furacões nos Estados Unidos, Caribe, Chile etc. que vitimaram centenas, deixaram milhares de desabrigados e estão obrigando estas nações a gastar bilhões de dólares na recuperação de suas cidades.

Recentemente lemos a triste notícia do terremoto que atingiu nosso vizinho, o México, vitimando dezenas de vidas e deixando centenas de feridos e desabrigados.

Não sei quanto aos senhores (leitores), mas eu particularmente acredito que ainda não acabou (e não estou sendo pessimista nem pregoeiro de previsões funestas), estou apenas sendo realista. Teremos ainda nesse ano (2017) mais tragédias dessa natureza (lamentavelmente) ainda mais crises na economia, na política e na religião. A verdade é que a terra está entrando em colapso por causa da manifestação da ira de Deus devido a prática exacerbada e desenfreada do pecado humano.

A Bíblia é bem clara quando diz que Deus não tolera o pecado, seja de quem for, seja praticado onde for; mas que ele julgará com justiça e retribuirá o homem com a manifestação da sua ira (através de males, pestilências, desastres naturais etc.) como recompensa ao pecado humano (Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Romanos 1.18).

O pecado dessa terra tem cheirado mal às narinas de Deus e assim como no tempo de Sodoma e Gomorra ele desceu (sentido figurado) para contemplar de perto e sentiu ojeriza diante de tudo o que os seus olhos estão presenciando. Desde a liberação de toda a sorte de promiscuidade sexual, adoração a demônios, excesso de idolatria, violência desmedida, falta de amor generalizada, egoísmo, avareza, morte de milhões de inocentes (ABORTO) etc.

Isso sem falar nos pecados cometidos pela própria Igreja (aqueles que se dizem cristãos) que talvez sejam piores dos que os cometidos por aqueles declaradamente ímpios e pecadores. Pois quando um povo que tem conhecimento de Deus, mas vive à revelia (como é o caso da Igreja hodierna) praticando toda a sorte de pecados diante do Senhor, isso torna-se uma ofensa mil vezes maior do que os pecados de mundo perdido.

Acredito, assim como disse Jonathan Edwards há quase 300 anos que “Deus está mais irado com alguns que estão hoje dentro das igrejas do que com aqueles que estão fora dela”. Pois conhecer o evangelho e viver em total desacordo com ele é uma sandice indescritível e uma afronta desmedida aos olhos do Todo Poderoso.

CONCLUSÃO – Por tudo isso e muito mais (que não cabe aqui nesta simples reflexão) é que eu acredito que todos esses males que estão vindo sobre nós revelam a justa manifestação da Ira de Deus contra toda a carga de pecados e rebeldia da humanidade. Acredito ainda que dias piores virão nos próximos anos, dias de caos e tragédias incontáveis, dores lancinantes e pragas inigualáveis, dias de desemprego e fome sem par na terra. Pois o ser humano abandonou qualquer princípio cristão e de boa conduta e tornou-se uma verdadeira besta fera solta no campo, a praticar tudo o que o seu coração pervertido lhe manda, sem nenhum freio ou receio do mal que disto lhe virá.

    Para escapar de tudo isso há somente um caminho, sim somente um, não dois ou três, mas apenas um: CRISTO JESUS. Ele disse: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim. (João 14.6.)

Somente aceitando a graça oferecida na cruz, crendo em Jesus como Senhor e Salvador e vivendo uma vida que agrade a Deus (ODIANDO O PECADO E A INIQUIDADE) o ser humano pode escapar dos males que virão. Porém, se recusar, então prepare-se para encarar toda a manifestação da Justa, Santa e Perfeita IRA DO DEUS TODO PODEROSO.

   Pense nisso,

                      João Augusto de Oliveira


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

0 Lições Bíblicas 4° Trimestre de 2017, Adultos – CPAD




4º TRIMESTRE de 2017 da Revista Lições Bíblicas - Adultos!
Falaremos sobre o tema: "A Obra da Salvação - Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida”

Comentarista: Pr. Claiton Ivan Pommerening


SUMÁRIO:
Lição 1 - Uma Promessa de Salvação
Lição 2 - A Salvação na Páscoa Judaica
Lição 3 - A Salvação e o Advento do Salvador
Lição 4 - Salvação - O Amor e a Misericórdia de Deus
Lição 5 - A Obra Salvífica de Jesus Cristo
Lição 6 - A Abrangência Universal da Salvação
Lição 7 - A Salvação pela Graça
Lição 8 - Salvação e Livre-Arbítrio
Lição 9 - Arrependimento e Fé para a Salvação
Lição 10 - O Processo da Salvação
Lição 11 - Adotados por Deus
Lição 12 - Perseverando na Fé
Lição 13 - Glorificados em Cristo
Lição 14 - Vivendo com a Mente de Cristo


O currículo de Escola Dominical CPAD é um aprendizado que acompanha toda a família. A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus. Neste 4º trimestre de 2017, estudaremos: A Obra da Salvação 
Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. 

FONTE: http://www.cpad.com.br/revista-licoes-biblica-professor-4-tri-955004/p


domingo, 17 de setembro de 2017

0 O Pregador e o pulpito (POSTURA CORRETA)




II Timóteo 2 : 15   Procura apresentar- te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
01 -  Suba a plataforma bem preparado.
02 -  Comece com calma
03 -  não é bom usar gírias. use uma linguagem sã.
04 -  Prossiga de modo modesto
05 -  Não  fale  em gritando.
06 -  fale com clareza, sem declamar.
07 – Evite os chavões, tais como levante a mão. feche sua mão. diga pra seu irmão, Etc.
08 -  nunca esmurre o púpito.
10 -  Empregue frases curtas e bem claras.
11 -  E vite a monotonia.
12 -  Não empregue sarcasmo nem outras expressões maliciosas.
13 -  Nunca use da palavra para jogar indireta para alguem .
14 -  pregue sempre aquilo que você  vive.
15 -  Não provoque risadas, tornando-se bõbo
16 -  Não elogie a si mesmo.
17 -  Não coloque ilustrações  longas.
18 -  Não canse os ouvintes com discursos extensos.
19 -  Não se afaste do texto e do tema. a ser pregado.
20 -  Procure suscitar o interesse pela mensagemnos ouvintes.
21 -  Fale com autoridade, mas não em tom de mando.
23 -  não feche os olhos enquanto estar pregando.
25 -  Fixe o olhar nos ouvintes.
26 -  Não fixe os olhos nem no chão nem no teto. nem para os lado.com se tivesse medo do auditório.
27 -  Nunca pregue olhando para os obreiros da retaguarda.
28 -  Adapte os gestos às palavras.
29 -  Não seja teso e rígido como uma estátua.
30 -  Não faça gestos ridículos.
31 -  Na. hora que tiver pregando não fique subinho. e descendo do pulpito.
32 -  Não ponha as mãos nos lados nem nos bolsos da calça.pois são posturas deselegantes.
33 -  Não brinque com algum botão do paletó.
34 -  Não comece cada frase tossindo.
35 -  procure sempre usar roupas decentes. e limpas, sem estravagancias,  use sempre a gravatas no centro, calçados limpos. unhas limpas,
36 -  Não diga repetidas vezes , Logo vou terminar,
mas diga o que tiver a dizer e o assunto estará concluído.

http://prjoaquim.blogspot.com.br/2011/03/postura-de-um-pregador-no-pulpito.html 


OBS: Lógico que não devemos ser robotizados, mecanicos e guiados totalmente pelas regras da homilética, desconsiderando a unção e o mover do Espírito Santo durante o sermão; todavia na medida do possível, orientações como estas servem de norte para que evitemos situações ridículas e atitudes desnecesárias, que podem macular o santo evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.

   João Augusto de Oliveira

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

1 Jesus voltou de maneira invisível em 1914?



MATEUS 24.3 – ESTE VERSÍCULO DÁ SUPORTE À IDEIA QUE JESUS VOLTOU DE MANEIRA INVISÍVEL EM 1914?

O verso fala do “sinal da tua vinda” referindo-se à segunda vinda de Cristo. Na Tradução do Novo Mundo (das TJs), está escrito “o sinal da tua presença”. As TJs utilizam essa tradução distorcida para sustentar a visão de que Jesus retornou de forma invisível em 1914, e tem estado espiritualmente presente na terra desde então, mas os olhos do nosso entendimento não estão abertos para enxergar esse fato.

RESPOSTA APOLOGÉTICA: O termo grego parousia pode significar “presença”, mas com frequência significa “presença física”, “chegando ao lugar” e “chegando fisicamente”. Na versão ACF da Bíblia parousia foi traduzida 22 vezes por vinda e 2 vezes por presença. Por exemplo, em IICo. 7.6 “a vinda de Tito”; em Fp. 2.12 “na minha presença”. Esse termo é utilizado com o mesmo sentido de “vinda física” em Mateus 24.3. Jesus virá fisicamente, com um corpo, e de forma visível em sua segunda vinda (At. 1.11).

Esse termo parousia também está de acordo com outros termos gregos que são utilizados para descrever a segunda vinda de Jesus. O termo epiphaneia significa “aparecer” e Paulo usou em Tito 2.13. É interessante que a primeira vinda de Cristo, num corpo físico visível, foi referida como epiphaneia (IITm. 1.10).

Uma “presença invisível” é sempre difícil de ser contestada. É algo semelhante a um amigo que lhe diz receber a visita de um parente morto, que vem confortá-lo frequentemente, mas o faz invisivelmente, e procura convencê-lo de que isto é real. A “presença invisível” é um conceito que permitiu aos Adventistas associados com N. H. Barbour[1] afirmar que eles, apesar de tudo, tinham uma data correta para a presença de Cristo em 1874, mas um conceito errado, pois esperavam Cristo voltar corporalmente, quando Ele deveria fazê-lo em espírito, invisivelmente. Essa explicação foi também aceita e adotada por C. T. Russell. Não pode ser negado, porém, que a segunda vinda de Cristo é entendida como a “visita de um governador”, que é o vocábulo ou termo técnico da palavra grega parousia. Assim, Cristo voltará novamente (Jo. 14.2-3); aparecerá segunda vez (Hb. 9.28); manifestar-se-á (Cl. 3.4; IPe. 5.4; IJo. 2.28); virá como Rei dos reis (Ap. 19.11-16).

[1] Nelson Horatio Barbour foi um influente escritor e editor religioso ligado ao movimento adventista e posteriormente a Charles T. Russel, fundador da seita das Testemunhas de Jeová.

Extraído da apostila: O Mito do Ano 1914, Pr. Natanael Rinaldi


sexta-feira, 4 de agosto de 2017

0 REFLEXÃO BÍBLICA – Apologia ou discussões inúteis?






Fique longe das discussões tolas e sem valor, pois você sabe que elas sempre acabam em brigas (2 Timóteo 2.23 / NTLH)

Evite as controvérsias tolas e fúteis, pois você sabe que acabam em brigas (2 Timóteo 2.23 / NVI)

E rejeita as questões insensatas e improdutivas, sabendo que geram apenas discussões (Timóteo 2.23 / KJV).

Discussão - Desentendimento; ação de defender uma opinião contrária à outra. Debate; conversa polêmica em que cada pessoa é responsável por defender seu ponto de vista: discussão em sala de aula. Análise detalhada feita de modo a demonstrar os prós e os contras de um assunto, um problema, uma teoria, uma questão etc.: problemas em discussão. Ação ou efeito de discutir, de examinar, de contestar. (Dicionário On-Line / https://www.dicio.com.br/discussao/)

INTRODUÇÃO – Normalmente gostamos de defender nossos pontos de vista bíblicos (teológicos) contra os pontos de vista alheios e eu não quero aqui dizer que isso é errado, pois afinal a própria Bíblia exorta-nos a fazer “apologia” da nossa fé diante dos ataques sectários de adeptos de seitas demoníacas.

Porém devemos fazer isso com amor, humildade e acima de tudo com um claro objetivo: levar os discordantes ao conhecimento claro e inequívoco de Cristo e da Salvação oferecida no calvário. Quero dizer que nossa apologia deve ser feita pelas razões e motivações corretas, caso contrário, melhor é ficarmos calados.

APOLOGIA OU DISCUSSÕES INUTEIS? Todo mundo ultimamente é apologista. Esse é o triste quadro que se pinta diante de nós, contudo muitos desses não passam de tagarelas, provocadores de contendas e discussões inúteis. O pior é que muitas dessas discussões são orquestradas por assuntos totalmente triviais.

Já vi irmãos em Cristo, bons crentes, discutindo sobre assuntos tão irrelevantes que confesso,  dei gargalhadas (às escondidas, é claro) do assunto em pauta. E esses irmãos estavam quase a ir as vias de fato por causa de assuntos tão sem importância. Quando fazemos isso na verdade estamos dando lugar ao Diabo para maldizer a nossa vida (e automaticamente a Igreja) por causa da nossa carnalidade.

Se o assunto discutido é “ponto essencial da Doutrina Cristã” ´- Claro que devemos defendê-lo a qualquer custo, mas com mansidão e temor (1Pedro 3.15). Pois o nosso objetivo não é simplesmente ganhar um “debate teológico”, senão, ganhar uma alma duvidosa para Cristo, esclarecendo-lhe o verdadeiro caminho a seguir.

Tristemente tenho observado que nestes últimos dias as pessoas querem debater acerca de tudo o que diz respeito à Bíblia e a Teologia, mas poucos estão realmente interessados em obedecer a Palavra de Deus. 

Discutem, debatem, rebatem unicamente com o objetivo que ganhar a peita, mas não têm em mente a Glória de Cristo e a salvação de uma alma. ISTO ESTÁ ERRADO!

CONCLUSÃO - Acredito que a maior apologia que podemos e devemos fazer a este mundo perdido está exatamente no “viver o verdadeiro Evangelho”. De nada adianta apresentar razões teológicas, sociológicas, jurídicas, filosóficas etc. para convencer o contraditor. Se não damos ao mundo um testemunho de verdadeiro crente (vivendo de forma a não dar escândalo algum ao Evangelho que defendemos) não passamos de hipócritas e seremos tão rejeitados pelo Senhor como os hereges a quem estamos tentando convencer.

Pense nisso,

                      João Augusto de Oliveira

 

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