quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

0 A Pessoa de Cristo: Sua Divindade (Doutrina Bíblica) [1/3]







Quatro declarações devem ser compreendidas e afirmadas a fim de se obter uma imagem completamente bíblica da pessoa de Jesus Cristo:
1. Jesus Cristo é plena e completamente divino.
2. Jesus Cristo é plena e completamente humano.
3. As naturezas divina e humana de Cristo são distintas.
4. As naturezas divina e humana de Cristo estão completamente unidas em uma pessoa.

A Divindade de Cristo

Muitas passagens da Escritura demonstram que Jesus é plena e completamente Deus:
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. […] E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. (João 1.1,14)
Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. (João 1.18)
Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu! (João 20.28)
[…] deles são os patriarcas, e também deles descende o Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém! (Romanos 9.5)
Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens […] (Filipenses 2.5-7)
[…] aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus […] (Tito 2.13)
Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser, sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder […] (Hebreus 1.3)
[…] mas acerca do Filho: O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; […] Ainda: No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos […] (Hebreus 1.8,10)
Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo […] (2Pedro 1.1)

O Entendimento de Jesus Acerca da Sua Própria Divindade

Embora as passagens citadas acima claramente ensinem a divindade de Cristo, essa verdade é frequentemente desafiada. Alguns dizem que Jesus jamais reivindicou ser Deus e que tais versículos foram escritos por seus discípulos, que o divinizaram por causa do impacto que ele causara em suas vidas. Jesus, é dito, via a si mesmo tão somente como um grande mestre moral semelhante a outros líderes religiosos. Todavia, o entendimento de Jesus acerca da sua própria divindade nos Evangelhos não dá suporte a essa perspectiva. Ele claramente via a si mesmo como Deus. Isso pode ser visto primariamente de seis maneiras.
1. Jesus ensinava com autoridade divina. Ao final do sermão do monte, “estavam as multidões maravilhadas da sua doutrina; porque ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mateus 7.28-29). Os mestres da lei no tempo de Jesus não tinham qualquer autoridade própria. A sua autoridade vinha do seu uso de autoridades anteriores. Mesmo Moisés e os demais profetas do AT não falavam por sua própria autoridade; antes, diziam: “Assim diz o Senhor”. Jesus, por outro lado, interpreta a lei dizendo: “Ouvistes o que foi dito aos antigos. […] Eu, porém, vos digo” (ver Mateus 5.22, 28, 32, 34, 39, 44). Essa autoridade divina é demonstrada com surpreendente clareza quando ele fala de si mesmo como o Senhor que julgará toda a terra e dirá aos ímpios: “Nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade” (Mateus 7.23). Não é de admirar que as multidões estavam maravilhadas ante a autoridade com a qual Jesus falava. Jesus reconhecia que as suas palavras carregavam o peso divino. Ele admitia a autoridade permanente da lei e punha suas palavras no mesmo nível dela: “Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mateus 5.18); “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mateus 24.35).
2. Jesus tinha um relacionamento único com Deus o Pai. Quando era um jovem menino, Jesus se assentou com os líderes religiosos no templo, maravilhando as pessoas com as respostas que dava. Quando seus pais distraídos finalmente encontraram o seu adolescente “perdido”, ele respondeu dizendo: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?” (Lucas 2.49). A referência de Jesus a Deus como “seu Pai” é uma declaração radical do relacionamento único, íntimo com Deus, acerca do qual ele já tinha plena consciência. Uma afirmação semelhante feita por um indivíduo não tinha precedentes na literatura judaica. Jesus ainda levou esse tratamento pessoal singular a um outro nível ao dirigir-se a Deus o Pai usando a afetuosa expressão aramaica “Abba”.
3. A maneira preferida de Jesus referir-se a si mesmo era o título Filho do Homem. A expressão “um filho de homem” podia significar simplesmente “um ser humano”. Mas Jesus referia-se a si mesmo como o Filho do Homem (sugerindo o singular, bem-conhecido Filho do Homem), o que indicava que ele via a si mesmo como o Filho do Homem messiânico de Daniel 7, o qual haveria de governar o mundo inteiro por toda a eternidade:
Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e o fizeram chegar até ele. Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído. (Daniel 7.13-14)
Jesus estabelece a sua autoridade divina como o glorioso Filho do Homem messiânico ao declarar que ele tem o poder de perdoar pecados e que é o senhor do Shabbath: “Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse ao paralítico: Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa” (Marcos 2.10-11); “E acrescentou: O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do Homem é senhor também do sábado” (Marcos 2.27-28).
4. O ensino de Jesus enfatizava a sua própria identidade. Jesus veio ensinando o reino de Deus, no qual ele é o Rei. O seu ensino lidava com muitos tópicos, mas era, sobretudo, acerca de si mesmo que ele ensinava. A sua pergunta aos discípulos, “Quem dizeis vós que eu sou?” (Mateus 16.15), é a questão primordial do seu ministério.
5. Jesus aceitou adoração. Talvez a mais radical demonstração da certeza de Jesus quanto à sua divindade estava no fato de que, ao ser adorado, como às vezes ele foi, ele aceitava tal adoração (Mateus 14.33; 28.9,17; João 9.38; 20.28). Se Jesus não acreditasse que ele era Deus, ele deveria ter veementemente rejeitado ser adorado, como Paulo e Barnabé fizeram em Listra (Atos 14.14-15). O fato de um judeu monoteísta como Jesus aceitar adoração de outros judeus monoteístas mostra que Jesus estava consciente de possuir uma identidade divina.
6. Jesus se igualou ao Pai, e como resultado disso os líderes judeus acusaram-no de blasfêmia:
Mas ele lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. (João 5.17-18)
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade eu vos digo: antes que Abraão existisse, EU SOU [uma clara alusão ao nome sacro e divino de Yahweh; cf. Êx 3.14]. Então, pegaram em pedras para atirarem nele; mas Jesus se ocultou e saiu do templo. (João 8.58-59)
Eu e o Pai somos um. Novamente, pegaram os judeus em pedras para lhe atirar. […] Responderam-lhe os judeus: Não é por obra boa que te apedrejamos, e sim por causa da blasfêmia, pois, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo. (João 10.30-33)
Ele, porém, guardou silêncio e nada respondeu. Tornou a interrogá-lo o sumo sacerdote e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito? Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo com as nuvens do céu [uma referência a Daniel 7; ver ponto 3]. Então, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: Que mais necessidade temos de testemunhas? Ouvistes a blasfêmia; que vos parece? E todos o julgaram réu de morte. (Marcos 14.61-64)

Implicações da Divindade de Cristo

Porque Jesus é Deus, as seguintes coisas são verdadeiras:
1. Deus pode ser conhecido definitiva e pessoalmente em Cristo: “Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou” (João 1.18); “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.9).
2. A redenção é possível e foi realizada em Cristo: “Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Timóteo 2.5).
3. No Cristo ressurreto, assunto e entronizado nós temos um Sumo Sacerdote que simpatiza conosco que tem um poder infinito para suprir nossas necessidades: “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (Hebreus 4.15).
4. Adoração e obediência a Cristo são apropriadas e necessárias.

Erros Históricos Acerca da Divindade de Cristo

A mais antiga e radical negação da divindade de Cristo é chamada ebionismo ou adocionismo, a qual foi ensinada por uma pequena seita judaico-cristã no primeiro século. Eles acreditavam que o poder de Deus veio sobre um homem chamado Jesus para habilitá-lo a cumprir o papel messiânico, mas que Cristo não era Deus. Uma heresia cristológica posterior e mais influente foi o arianismo (início do século IV), o qual negava a natureza eterna e plenamente divina de Cristo. Ário (256-336 d.C.) acreditava que Jesus era o “primeiro e maior dos seres criados”. A negação ariana da divindade plena de Jesus foi rejeitada pelo Concílio de Nicéia em 325. Naquele concílio, Atanásio demonstrou que, segundo a Escritura, Jesus é plenamente Deus, sendo da mesma essência do Pai.
Website: thegospelcoalition.orgOriginal: Biblical Doctrine: The Person of Christ. © 2001–2012 Crossway. All rights reserved
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sábado, 21 de dezembro de 2019

0 Algumas dicas de apologética para sua vida




Abaixo estão algumas Dicas de Apologética que lhe serão muito úteis. Como você pode ver, algumas são dicas para um melhor entendimento e outras são dicas para a prática. Espero que gostem!

“Antes de falar sobre um assunto, pergunte-se: eu tenho todos os fatos? Ou pelo menos uma quantidade suficiente para fazer um julgamento razoável?”
“Não baseie suas crenças naquilo que você gosta, por mais tentador e natural que possa ser. Busque a verdade, mesmo que você não goste.”
“Há alguma verdade em todo sistema de crenças falsas. Caso contrário, ninguém seria tentado a acreditar nos credos sectários.”
“Ao ler a Bíblia, não é uma opção válida aceitar os ensinos que você aprecia e ignorar os ensinamentos que você não gosta ou não acha politicamente corretos. Ou a Bíblia é inspirada e tem autoridade ou não.”
“A questão central que muitas pessoas estão perguntando hoje é se o Cristianismo é bom. Se não podemos mostrar que o Cristianismo é uma bênção, muitos nem sequer irão considerar se o Cristianismo é verdade.”
“Simplesmente esteja a frente de outras pessoas. Leia mais. Estude mais. Faça perguntas melhores. Pense com mais profundidade. Não há atalhos – estude muito.”
“As Escrituras devem ser manuseadas com maestria e conhecimento – não existe apologética sem ser pautada inteiramente na Bíblia. As demais ciências podem lhe auxiliar, mas nunca substituir a Palavra de Deus”.
“Tolerância genuína significa respeitar as pessoas que veem o mundo de forma diferente (Idiossincrasia). Tolerar apenas aqueles que defendem as mesmas opiniões que você não é tolerância de forma alguma. Entretanto, devemos ser firmes e convictos em nossos pontos de fé! O tolerante não é uma pessoa obliqua ou que deixa pra lá, mas um indivíduo que sabe respeitar e refutar!”
“Seja pessoalmente ou online, pergunte-se regularmente: Se essa pessoa estivesse sentada à minha frente, eu estaria falando com o mesmo tom e atitude?”.
“Seja Paciente! Existe um tempo de germinação e precisamos aprender a esperar a hora certa da colheita.”
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Fonte: Por Sean McDowell
Tradução Walson Sales.
Adaptado em alguns pontos pelo CACP.

quinta-feira, 21 de novembro de 2019

0 VERSÍCULOS BÍBLICOS SOBRE O FINAL DO MUNDO



Por: Marcio Motta

O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.
(Mateus: 24.35)

Introdução:

O fim do mundo está muito bem explícito na Palavra de Deus, mas ninguém sabe quando acontecerá.
Segundo está escrito, somente o Pai sabe quando será esse dia.
Por isso, todo o crente deve estar alerta para não ser surpreendido, porque desse dia ninguém escapará.
A única coisa que o cristão pode fazer é estar preparado para quando chegar a hora.
Versículos bíblicos sobre o final do mundo
Aqueles que estão em Cristo não precisam temer o final do mundo, uma vez que Jesus já pagou por todos os seus pecados.
Porém, não é demais lembrar, que a conversão é um processo e que a expressão: “uma vez salvos, salvos para sempre”, não deve fazer parte do correto viver cristão.
Sendo assim, relacionamos alguns versículos que tratam desse tema, do Dia do Senhor.

Versículos sobre o final do mundo no Antigo Testamento:

O grande dia do Senhor está perto, sim, está perto, e se apressa muito, amarga é a voz do dia do Senhor, clamará ali o poderoso. (Sofonias: 1.14)
Aquele dia será um dia de indignação, dia de tribulação e de angústia, dia de alvoroço e de assolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas. (Sofonias: 1.15)
Dia de trombeta e de alarido contra as cidades fortificadas e contra as torres altas. (Sofonias: 1.16)
E angustiarei os homens, que andarão como cegos, porque pecaram contra o Senhor e o seu sangue se derramará como pó, e a sua carne será como esterco. (Sofonias: 1.17)
Nem a sua prata nem o seu ouro os poderá livrar no dia da indignação do Senhor, mas pelo fogo do seu zelo toda esta terra será consumida, porque certamente fará de todos os moradores da terra uma destruição total e apressada. (Sofonias: 1.18)

Versículos sobre o final do mundo nos Evangelhos:

Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos que estão no céu, nem o Filho, senão o Pai. (Marcos: 13.32)
Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem. (Lucas: 21.36)
Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, mas unicamente meu Pai. (Mateus: 24.36)

Versículos sobre o final do mundo nas Cartas de Paulo:

Mas, irmãos, acerca dos tempos e das estações, não necessitais de que se vos escreva. (1 Tessalonicenses: 5.1)
Porque vós mesmos sabeis muito bem que o dia do Senhor virá como o ladrão de noite. (1 Tessalonicenses: 5.2)
Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão. (1 Tessalonicenses: 5.3)
Mas vós, irmãos, já não estais em trevas, para que aquele dia vos surpreenda como um ladrão. (1 Tessalonicenses: 5.4)
Porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia, nós não somos da noite nem das trevas. (1 Tessalonicenses: 5.5)
Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos, e sejamos sóbrios. (1 Tessalonicenses: 5.6)
Porque os que dormem, dormem de noite, e os que se embebedam, embebedam-se de noite. (1Tessalonicenses: 5.7)
Mas nós, que somos do dia, sejamos sóbrios, vestindo-nos da couraça da fé e do amor, e tendo por capacete a esperança da salvação. (1 Tessalonicenses: 5.8)
Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para a aquisição da salvação, por nosso Senhor Jesus Cristo. (1 Tessalonicenses: 5.9)

Versículos bíblicos sobre o final do mundo nas Cartas Gerais:

Havendo, pois, de perecer todas estas coisas, que pessoas vos convém ser em santo trato, e piedade. (2 Pedro: 3.11)
Aguardando, e apressando-vos para a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se desfarão, e os elementos, ardendo, se fundirão? (2 Pedro: 3.12)
Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça. (2 Pedro: 3.13)

Versículos sobre o final do mundo no Livro de Apocalipse:

E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. (Apocalipse: 21.1)
E eu, João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. (Apocalipse: 21.2)
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. (Apocalipse: 21.3)
E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. (Apocalipse: 21.4)
E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. (Apocalipse: 21.5)
E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo, ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele. (Apocalipse: 12.9)
Pense nisso e deixe o seu comentário.

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

0 REVISTA JOVENS 1° TRIMESTRE 2020




Tema: Jesus Cristo – Filho do Homem, Filho de Deus.
Comentarista: Thiago Brazil


Sumário:
Lição 1 – A Necessidade de um Salvador
Lição 2 – A Humanidade de Jesus Cristo e a Sua Deidade
Lição 3 – O Ministério de Jesus
Lição 4 – O Que Cristo Fez Por Nós
Lição 5 – Os Títulos de Jesus Cristo
Lição 6 – Eu Sou Jesus
Lição 7 – O Senhorio de Jesus Cristo Sobre Os Demônios
Lição 8 – A Obra Salvífica Do Senhor Jesus Cristo
Lição 9 – A Salvação Ofertada Por Jesus Cristo
Lição 10 – Aspectos Da Obra Redentora de Jesus Cristo
Lição 11 – A Cura No Ministério de Jesus Cristo
Lição 12 – O Código de Ética de Jesus
Lição 13 – A Segunda Vinda Do Senhor Jesus Cristo


0 REVISTA ADULTOS 1° TRIMESTRE 2020






Sumário:
Lição 1 – Adão, o Primeiro Homem
Lição 2 – A Criação de Eva, a Primeira Mulher
Lição 3 – A Natureza do Ser Humano
Lição 4 – Os Atributos do Ser Humano
Lição 5 – A Unidade da Raça Humana
Lição 6 – A Sexualidade Humana
Lição 7 – A Queda do Ser Humano
Lição 8 – O Início da Civilização Humana
Lição 9 – O Primeiro Projeto de Globalismo
Lição 10 – Só o Evangelho Muda a Cultura Humana
Lição 11 – O Homem do Pecado
Lição 12 – Jesus, o Homem Perfeito
Lição 13 – O Novo Homem em Jesus Cristo


OBS: 

Comentarista: Claudionor de Andrade é Consultor Teológico da CPAD, membro da Casa de Letras Emílio Conde, teólogo, conferencista, Comentarista das Revistas Lições Bíblicas da CPAD.


 

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