sexta-feira, 16 de outubro de 2020

0 Lição 3 – Quando a Chamada de Deus não Faz Diferença: Os Filhos de Eli | EBD



TEXTO DO DIA

 “[…] Porém, agora, diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão envilecidos.” (1 Sm 2.30) 

AGENDA DE LEITURA 

SEGUNDA – Rm 13.7 A quem honra, honra 

TERÇA – Mt 15.8 Honra da boca para fora 

QUARTA – Pv 2121 Honra como fruto da justiça 

QUINTA – Pv 18.12 Na frente da honra vai a humildade 

SEXTA – Rm 1.10,11 Prefira honrar o próximo 

SÁBADO – Is 428 Deus não divide sua glória 

SÍNTESE 

Manter a vocação dada por Deus é um desafio diário, que não pode ser considerado como de pouca importância 

REFLETIR a respeito da chamada sacerdotal que foi esquecida pelos filhos de Eli; 

MOSTRAR o desprezo que os filhos de Eli tinham pelas coisas de Deus; 

CONHECER a respeito das consequências de se desprezar a Deus. 

INTERAÇÃO 

Nesta lição, veremos que os filhos de Eli ficaram conhecidos por desrespeitarem a santidade de Deus no ofício sacerdotal e procurarem de maneira sórdida satisfazerem seus desejos pessoais. A falta de temor de Hofni e Finéias. era tão grande que eles se deitavam com as mulheres que iam à tenda da congregação (1 Sm 2.22). Eles profanaram o sagrado com suas ações insanas e pecaminosas. Mas homem algum pode escarnecer de Deus sem receber a devida reprimenda. Como não se arrependeram de suas ações e continuam enganando, roubando e fazendo o que bem entendessem, o Senhor colocou um basta e permitiu que a arca fosse levada pelos inimigos e eles fossem mortos no mesmo dia. 

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA 

Prezado(a) professor(a), sugerimos que para a aula de hoje você promova um debate com a sua turma. Divida os alunos de modo que formem 3 grupos, cada grupo deverá ficar com uma questão para ser discutida Escreva as questões no quadro (observe abaixo). Em seguida peça que os grupos escolham a questão que desejam discutir. Delimite um tempo para que os grupos discutam as questões e após forme um único grupo onde os alunos podem expor suas conclusões. Perguntas para discussão em grupo: Por que mesmo sabendo das atitudes erradas dos seus filhos, Eli não os disciplinou?

O que os filhos de Eli estavam fazendo de errado? Os pais precisam disciplinar seus filhos com responsabilidade? Conclua enfatizando que Eli acabou honrado mais seus filhos do que a Deus. Ele falhou na disciplina com Hofni e Finéias e não somente seus filhos e sua família sofreram as consequências, mas todo o povo de Deus. 

1 Samuel 2.27-30 TEXTO BÍBLICO 

27- E veio um homem de Deus a Eli e disse-lhe: Assim diz o SENHOR: Não me manifestei, na verdade, a casa de teu pai, estando os israelitas ainda no Egito, na casa de Faraó? 

28- E eu o escolhi dentre todas as tribos de Israel para sacerdote, para oferecer sobre o meu altar, para acender o incenso e para trazer o éfode perante mim; e dei à casa de teu pai todas as ofertas queimadas dos filhos de Israel. 

29- Porque dais coices contra o sacrifício e contra a minha oferta de manjares. que ordenei na minha morada, e honras a teus filhos mais do que a mim, para vos engordardes do principal de todas as ofertas do meu povo de Israel?: 

30- Portanto, diz o SENHOR, Deus de Israel: Na verdade, tinha dito eu que a tua casa e a casa de teu pai andariam diante de mim perpetuamente; porém, agora, diz o SENHOR: Longe de mim tal coisa, porque aos que me honram honrar e, porém os que me desprezam serão envilecidos, 

INTRODUÇÃO 

A forma como olhamos para as oportunidades que Deus nos dá fala muito a nosso respeito. Enquanto há pessoas que tem um encontro pessoal com Deus quando adultas, há outras que são privilegiadas por nascerem dentro de um lar onde Deus é adorado e sua Palavra é ensinada. Mas tal oportunidade não se traduz necessariamente, no reconhecimento da bondade de Deus para com essas pessoas. Há casos de pessoas, como por exemplo, Hofni e Finéias, que desprezaram a Deus mesmo tendo recebido uma oportunidade diferenciada.

I – A CHAMADA SACERDOTAL ESQUECIDA 

1. A família de Eli. Os livros de Samuel estão inseridos no período dos juízes, época em que ainda não havia rei em Israel. É um período em que a Bíblia registra uma sequência de afastamentos do povo da presença de Deus, e das permissões que o Senhor concedia aos inimigos do seu povo para oprimi-los. É nesse contexto que Hofni e Finéias surgem no relato sagrado. 

Vindos de uma família sacerdotal, os moços cresceram e foram educados dentro do ambiente onde era realizado o culto ao Senhor. Eles foram ensinados a respeito dos protocolos do culto. Sabiam como usar as vestimentas sacerdotais, a ordem dos cerimoniais, como oferecer os sacrifícios, as datas festivas e como aplicariam a Lei de Deus. Mas esse conhecimento não fez daqueles moços pessoas tementes ao Senhor. 

Como veremos, tal conhecimento se perde na história quando é colocado à disposição de quem não dá valor ao que Deus tem como valioso. Mais do que todo esse conhecimento, o Senhor esperava deles um relacionamento. Eles tinham o sangue da descendência sacerdotal, as roupas para as cerimônias, conheciam os rituais de sacrifícios, mas não tinham proximidade com Deus. Proximidade nem sempre produz intimidade

Não basta nascer em uma família que teme e serve a Deus. É preciso que cada geração tenha sua própria experiência de fé como Todo-Poderoso, que tenha a oportunidade de conhecer e viver o Evangelho de Cristo, ter seus pecados perdoados e suas vidas mudadas. 

2. Sacerdotes do Senhor em Siló. Hofnie Finéias são mencionados como sacerdotes do Senhor em Siló (1 Sm 13). Essa localidade, Siló, era o centro de adoração naqueles dias, e os israelitas se dirigiam para aquela localidade a fim de celebrar ao Senhor. Há estudiosos que creem que Siló pode ser considerada a primeira capital de Israel, dada à sua importância para as tribos que haviam saído do deserto. Quando entraram na Terra Prometida, os hebreus se juntaram em Siló e ali montaram a tenda da congregação (Js 18.1).

Em Siló Ana orou ao Senhor pedindo um filho, e o Eterno a ouviu. Também em Siló os filhos de Eli davam mal testemunho de seu sacerdócio, roubando carne do sacrifício e se deitando com mulheres (1 Sm 2.16). Por fim, foi em Siló que a Arca do Senhor foi capturada pelos filisteus, uma vergonha para a nação de Israel O Senhor mesmo confirma que estava naquele lugar. Foi em Siló que Deus diz a Jeremias que “fiz habitar o meu nome” (Jr 7.12). E foi lá que Ele despertou Samuel para o chamado profético com que seria usado por décadas. 

3. Filhos de Belial A Palavra nos diz que aqueles moços eram filhos de Belial (1 Sm 2.12). A palavra “Belial” (beliyal) traz a ideia de algo ou pessoa inútil, sem valor. Os filhos de Eli não eram pessoas úteis no ministério sacerdotal Seu testemunho público era vergonhoso, e não representavam o Deus que os havia escolhido. Essa expressão, “filhos de Belial”, é aplicada aos homens de Gibeá, que abusaram e violentaram a concubina de um Levita que se dirigia a Casa do Senhor (Jz 19.22). A atitude desses homens foi tão condenável que as demais tribos se juntaram contra os benjamitas e quase os destruíram. 

É Curioso que Eli, pai dos sacerdotes. tenha considerado que Ana, a futura mãe de Samuel, estava bêbada quando a serva do Senhor, em sua angústia, estava orando sem pronunciar uma palavra (1 Sm 1.12,13). Eis aqui um contraste. Eli acredita que Ana estava tendo uma atitude imprópria no momento de oração, e Deus diz que os filhos de Eli eram pessoas impróprias ao ministério sacerdotal quando os chama de filhos de Belial Que sejamos bem cautelosos antes de emitir um juízo sobre uma pessoa. 

Pense! Mais do que receber uma chamada da parte de Deus para executar um ministério, é importante estar dentro dos padrões dEle para exercer essa chamada 

Ponto Importante Deus fez questão de classificar os filhos de Eli como filhos de Belial, pessoas que se tornaram inúteis para a chamada que receberam de Deus. 

II – O DESPREZO PARA COMAS COISAS DE DEUS 

1. Desrespeito com a oferta do Senhor. Um dos momentos mais sagrados no culto cristão é aquele em que honramos a Deus com nossos dízimos e ofertas, cientes de que nosso ato de fé é importante para a manutenção da Casa de Deus. É também uma forma de mostrar que não somos dominados pela ganância. Hofni e Finéias pegaram para si a “gordura”, a parte que era destinada ao Senhor, para ser queimada. Quando um hebreu trazia uma oferta de animais, os sacerdotes tomavam a oferta antes de a mesma ser dada ao Senhor. “(…) Queimem primeiro a gordura de hoje, e depois toma para ti quanto desejar a tua alma, então, ele lhe dizia: Não, agora a hás de dar” (1 Sm 2.16), 

2. Vida violenta. Os filhos de Eli são descritos como homens violentos. Sem limites e acostumados a não ouvir ninguém. Se isso fosse pouco, agiam com violência se uma pessoa não quisesse entregar a eles aquilo que era do Senhor: “(…) se não, por força a tomarei” (1 Sm 2.16). Eles forçaram as pessoas a fazer o que eles queriam. “Era, pois, muito grande o pecado desses jovens perante o SENHOR, porquanto os homens desprezavam a oferta do SENHOR” (1 Sm 2.17). Aqueles moços fizeram suas regras pessoais no culto, não para adorar ao Senhor, mas para se beneficiar das ofertas que eram trazidas pelas pessoas. 

3. Vida imoral. Apesar da chamada que haviam recebido da parte de Deus, Hofni e Finéias não reconheceram sua própria vocação, e se utilizaram dela para proveito próprio. Eles eram conhecidos por desrespeitarem a santidade de Deus no oficio sacerdotal, quando usufruiam de favores sexuais de mulheres que iam à tenda da congregação (1 Sm 2.22). Aqui reside um dos maiores problemas para pessoas que estão em posição de influência, sem crer que seus atos deverão ser julgados um dia: aproveitarem-se de sua posição para satisfazerem seus desejos pessoais.

Aqueles sacerdotes desrespeitaram o culto e o local sagrado, e se aproveitavam sexualmente do ambiente em que estavam. Desrespeitando os próprios casamentos, aqueles moços fizeram do ambiente sagrado um local para satisfazerem seus instintos adúlteros. E Deus os julgará por esses atos. 

III – CONSEQUÊNCIA DE SE DESPREZAR A DEUS 

1. Perderam a vida. Aqueles sacerdotes não respeitaram seu chamado. Desprezaram a Deus, e numa batalha dos israelitas contra os filisteus, a arca do Senhor foi tomada, e eles, mortos (1 Sm 4.11). Deus havia dito a Eli que julgaria os seus dois filhos: “E isto te será por sinal, a saber, o que sobrevirá a teus dois filhos, a Hofni e a Finéias: que ambos morrerão no mesmo dia” (1 Sm 2.34). É possível dizer que parte do comportamento dos filhos de Eli se deve a ele próprio, por ser um pai tolerante com os pecados dos filhos: “Porque já eu lhe fiz saber que julgarei a sua casa para sempre, pela iniquidade que ele bem conhecia, porque, fazendo-se os seus filhos execráveis, não os repreendeu” (1 Sm 3.13).

Para piorar a situação, Eli parecia conformado com o julgamento divino: “Então, Samuel lhe contou todas aquelas palavras e nada lhe encobriu. E disse ele: E O SENHOR; faça o que bem parecer aos seus olhos” (1 Sm 3.18). Ele não buscou ao Senhor por seus filhos. Não orou nem chorou por eles naquele momento. O preço de sua tolerância foi a morte de seus filhos e o afastamento de sua família das atividades sacerdotais. Os filhos de Eli morreram perto da Arca, o símbolo da presença de Deus entre os hebreus, presença essa que eles desrespeitaram. 

2. Eu honro os que me honram. Uma das passagens bíblicas mais enfáticas no tocante à forma como somos tratados por Deus encontra-se em 1 Samuel 2.30: “… AOS que me honram honrarei, porém os que desprezam serão envilecidos”. Envilecer significa tornar tão, inútil Ao invés de Hofni e Finéias servirem ao Senhor e serem honrados por Ele, preferiram honrar a si mesmos e aos seus desejos. Deus os havia honrado, dando-lhes a oportunidade de nascerem em uma família sacerdotal e ministrarem a todo povo, mas eles não colocaram Deus em primeiro lugar.

Eles não o destacaram em suas vidas, pois honrar é dar destaque, distinguir, de forma positiva, com a intenção de homenagear. É uma virtude em que o ser humano reconhece a grandiosidade do Eterno e lhe rende adoração e respeito. Essa virtude faltou naqueles homens. Para eles. o culto a Deus não tinha valor, e o ministério que deveriam exercer com excelência e temor era encarado como obrigações com as quais poderiam fazer, se quisessem. Cabe aqui uma advertência: Os que são chamados para o ministério devem cumprir a sua chamada com sobriedade: “Mas tu sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério” (2 Tm 4.5). 

3. Deus chama Samuel. Deus não deixou de abençoar a nação de Israel por causa dos pecados dos filhos de Eli. Todavia, o pecado sempre tem consequências maléficas e os israelitas perderam temporariamente a guerra contra os filisteus, e a Arca de Deus foi levada como despojo de guerra. O Eterno também julgou os filisteus e eles devolveram a Arca da Aliança; Deus deu aos israelitas um novo sacerdote: Samuel. “… ia crescendo e fazia-se agradável, assim para com o Senhor como também para com os homens” (1 Sm 2.26).

Notamos a diferença entre o comportamento dos filhos de Eli e o do jovem Samuel Todos foram criados em um ambiente cercado pelas atividades do ministério, mas Hofni e Finéias se esquecerem de que deveriam ouvir e servir ao Senhor. Samuel ouviu a voz de Deus, e atendeu-lhe o chamado. 

É curioso que, mesmo sendo Samuel um menino, e sendo criado no ambiente em torno do santuário, não conhecia ao Senhor: “Porém Samuel ainda não conhecia ao SENHOR, e ainda não lhe tinha sido manifestada a palavra do SENHOR” (1 Sm 3.7). Ainda assim, Samuel obedeceu à voz de Deus, pela orientação de Eli. Crianças precisam e podem conhecer a Deus, e assim fazendo, poderão ser muito usados no ministério pessoal e coletivo desde a tenra idade, como Samuel foi. 

Pense! Deus deixa de realizar sua obra por causa de pessoas que o desonram? 

Ponto Importante Deus levanta outras pessoas que o honrem, a fim de que o seu nome seja glorificado e a sua obra seja continuada 

SUBSÍDIO

“Os filhos de Eli 

Eles tinham o conhecimento necessário para saber que seus atos estavam errados, mas continuaram a desobedecer a Deus de maneira deliberada, enganando, corrompendo, e roubando o povo. Portanto, Deus planejou matá-los.. Qualquer pecado é errado, mas o pecado realizado de forma deliberada é o pior tipo. Quando pecamos por ignorância, merecemos punição. Mas se pecamos intencionalmente, as consequências serão mais graves. Não ignore as advertências de Deus sobre o pecado. Abandone o pecado antes. que ele se torne um modo de vida.

Será que um Deus amoroso levará alguém a morte? Considere a situação no Tabernáculo. Uma pessoa fazia uma oferta para ter seus pecados, perdoados e os filhos de Eli roubavam a oferta e tratavam a atitude de arrependimento da pessoa com fingimento. Deus, em seu amor por: Israel, não poderia permitir que esta situação continuasse. Ele permitiu que os filhos de Eli morreram como resultado da própria presunção arrogante deles. Levaram a Arca para a batalha, acreditando que isto iria protegê-los” (Bíblia de Estudo Cronológica Aplicação Pessoal Rio de Janeiro: CPAD, 2015, p. 432). 

CONCLUSÃO 

Palavra de Deus nos mostra que não basta ser escolhido por Deus para um determinado ministério. É preciso levar a sério essa chamada, sob pena de desperdiçarmos os dons que Deus depositou em nós para que fossemos úteis em sua obra. A vocação não correspondida é inútil. Que possamos, com base nesta lição, ser pessoas mais gratas a Deus pelas oportunidades que recebemos, e jamais desprezar a graça e o privilégio de servi-lo. 

HORA DA REVISÃO 

1. Em que período da história de Israel estão inseridos os livros de Samuel? Os livros de Samuel estão inseridos no período dos juízes, época em que ainda não havia rei em Israel 

2. Quais os nomes dos dois filhos do sacerdote Eli que não honraram a Deus? Hofni e Finéias. 

3. Qual a localidade onde os filhos de Eli exerciam seus sacerdócios? Hofni e Finéias são mencionados como sacerdotes do Senhor em Siló (1 Sm 1.3). Essa localidade, Siló, era o centro de adoração naqueles dias, e os israelitas se dirigiam para aquela localidade a fim de celebrar ao Senhor. 

4. Qual o significado da palavra “Belial”? A palavra “Belial” (beliy’al) traz a ideia de algo ou pessoa inútil, sem valor. 

5. O que Hofni e Finéias faziam com as ofertas que eram trazidas à Casa de Deus? Eles pegaram para si a oferta antes de a mesma ser dada ao Senhor. 

FONTE: https://escolabiblicadominical.org/licao-3-quando-a-chamada-de-deus-nao-faz-diferenca-os-filhos-de-eli/


 

sexta-feira, 9 de outubro de 2020

0 Lição 2 (Mocidade) - Débora: fazendo a diferença em ações e palavras I

 



ASSEMBLEIA DE DEUS - TEMPLO CENTRAL - NATAL/RN

PORTAL ESCOLA DOMINICAL

QUARTO TRIMESTRE DE 2020

Jovens - Tema: Os bons e maus exemplos - aprendendo com homens e mulheres da Bíblia

Comentarista: Alexandre Coelho

COMENTÁRIO: PROF.ª SULAMITA MACEDO

LIÇÃO Nº 2 – DÉBORA - FAZENDO A DIFERENÇA EM AÇÕES E PALAVRAS

Professoras e professores, observem estas orientações:

1 – Antes de abordar o tema da aula, é interessante que vocês mantenham uma conversa informal e rápida com os alunos:

- Cumprimentem os alunos.

- Dirijam-se aos alunos, chamando-os pelo nome, para tanto é importante uma lista nominal para que vocês possam memorizar.

- Perguntem como passaram a semana.

- Escutem atentamente o que eles falam.

- Observem se há alguém necessitando de uma conversa e/ou oração.

- Verifiquem se há alunos novatos e/ou visitantes e apresentem cada um.

2 - Este momento não é uma mera formalidade, mas uma necessidade. Ao escutá-los, vocês estão criando vínculo com os alunos, eles entendem que vocês também se importam com eles.

Outro fator importante para estabelecer vínculos com os alunos é através das redes sociais, adicionem os alunos e mantenham comunicação com eles.

3 - Após a chamada, solicitem ao secretário da classe a relação dos alunos ausentes e procurem manter contato com eles durante a semana, através de telefone ou email ou pelas redes sociais, deixando uma mensagem “in box” dizendo que sentiu falta dele(a) na EBD).

Os alunos se sentirão queridos, cuidados, perceberão que vocês sentem falta deles. Dessa forma, vocês estarão estabelecendo vínculos afetivos com seus alunos.

4 – Escolham um momento da aula, para mencionar os nomes dos alunos aniversariantes, parabenizando-os, dando-lhes um abraço, oferecendo um versículo.

5 – Fazendo o que foi exposto acima, somando-se a um professor motivado, associando a uma boa preparação de aula, com participação dos alunos, vocês terão bons resultados! Experimentem!

6 – Agora, vocês iniciam o estudo da lição. Vejam estas sugestões:

- Apresentem o título da lição, escrevendo no quadro: Débora: Fazendo a Diferença em Ações e Palavras.

- Trabalhem os pontos levantados na lição, sempre de forma participativa e contextualizada.

Vocês já sabem que a aula expositiva ou Preleção é um método que está centralizado na oralidade por parte do professor. Entretanto, esta unilateralidade da exposição não é boa, tendo em vista que somente o professor fala e os alunos escutam, escutam, escutam... tendem a se dispersar e a aprendizagem fica comprometida.

Por isso, recomendo que vocês, busquem a participação dos alunos nas aulas.

Para isso é importante que você apresente estratégias que estimule a participação dos alunos, valorize o conteúdo, reforce as aplicações e facilite a aprendizagem. Portanto, para não perder de vista o alvo da lição, use a criatividade, apresente domínio da matéria e observe se os alunos estão entendendo o assunto. Só assim você saberá adaptar as sugestões apresentadas aqui.

- Para concluir o estudo desta lição, apliquem a dinâmica “Débora: profetisa e juíza”.

Tenham uma excelente e produtiva aula!

Dinâmica: Débora: profetisa e juíza

Objetivo: Concluir o estudo sobre a profetisa e juíza Débora.

Material:

Bala ou sachê de mel de abelha

01 quadro branco

01 marcador para quadro branco

Procedimento:

- Falem: O significado do nome “Débora” é abelha. Que tal uma bala de mel? Vocês querem?

Creio que os alunos vão responder positivamente.

Então, distribuam uma bala ou sachê de mel de abelha para cada aluno.

- Depois, falem: Durante a exposição do conteúdo da lição, várias características referentes a Débora foram mencionadas.

Quais foram estas características?

Anotem no quadro as características e observem quais alunos responderam.

Estes alunos vão receber mais uma bala de mel, mas somente falem no final.

Após, as características apontadas, acrescentem outras se necessário e enfatizem a importância delas na vida moral e espiritual do cristão.

- Somente agora, vocês vão dar mais uma bala para os alunos que responderam.

Observação:

Algumas características da personagem Débora: pessoa, profetisa e juíza:

Líder mediadora(planejou, orientou e delegou)

Companheira

Sábia

Corajosa

Conselheira

Encorajadora

Temente a Deus

Confiou na Palavra de Deus

Por Sulamita Macedo.

Fonte: http://atitudedeaprendiz.blogspot.com/2020/10/jovens-os-bons-e-maus-exemplos.html Acesso em 06 out. 2020

terça-feira, 6 de outubro de 2020

0 Reflexão Bíblica - Cumplices ou alienados


 


Texto: Portanto, não sejam seus companheiros. Porque, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz (porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade), aprovando o que é agradável ao Senhor. E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas, antes, condenai-asPorque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. (Efésios 5:7-12 ARC / grifo nosso)

Estamos vivendo tempos difíceis em todos os setores da vida. Seja no âmbito profissional, familiar e até mesmo o espiritual.

A igreja do Senhor Jesus passa momentos delicados e os que ainda têm sensibilidade espiritual clamam por providência da parte de Deus, assim como o fazia em seus dias o profeta Habacuque.

Desde o abandono das pregações cristocêntricas e bíblicas até a omissão diante de pecados e fatos relevantes, assim tem sido a marcha daquela que se chama “noiva do Cordeiro”.

Isso sem falar em liberação de divórcios a grosso modo, até mesmo de ministros do altar.

Falando em “Ministros” eu tenho dó de centenas de “bons Pastores” que ainda temos, mas que estão abandonados pelo ministério, sem nenhum suporte ou até mesmo oprimidos por exigências tenebrosas e muitas “antibíblicas”. Alguns, o obreiro repudia, mas como é ordem do “ministério”, ele é obrigado a fazer sem questionar, cito como exemplo a massificação da política em nosso meio.

Claro que já passamos a muito de simples “respeito mútuo’ ENTRE a Igreja e a política partidária de nosso país”. Agora a igreja é cumplice, amiga, companheira e come na mesma mesa que alguns dos nossos candidatos. Muitos deles estão interessados apenas em eleger-se à custa do “voto dos crentes”, nada mais.

O que me espanta é que parece que quase ninguém consegue perceber essa desfaçatez que rola em nosso meio. Homens desocupados, alguns manchados com crimes e pecados grosseiros ocupando as nossas tribunas e falando livremente ao nosso povo. Alguns ao invés de tentar combater tal prática, a apoiam e incentivam.

Parece-me que temos dois tipos de pessoas a celebrar tais uniões espúrias sem questionar: OS CUMPLÍCES OU OS ALIENADOS.

Peço desculpas pela “dureza” de minhas palavras, mas é isso que tenho notado.

Será que ninguém consegue perceber que dessa “mistura homogênea” entre a Igreja e a política suja de nosso país o resultado não será bom? Será que não percebemos que a Igreja foi chamada por Cristo para evangelizar, adorar e esperar a Volta de Jesus para busca-la e não para estabelecer um Reino Político aqui na terra? Será que não vemos que estamos laborando no mesmo erro da Igreja Católica quando se uniu ao Estado? Qual o fim dela? Está aí como exemplo diante de nós.

Pobres daqueles que esperam pela salvação de suas almas e libertação de seus males, pois “MUITOS” de nossos pastores estão mais preocupados em massagear o ego de políticos do que com as almas aflitas; pobres daqueles irmãos que esperam por ajuda de suas igrejas, pois muitas delas transformaram-se em comitês político-partidário.

    Leia e reflita com muita calma. Pondere a diferença da Igreja quando se mantinha longe dessa mistura e como ela é AGORA.

   Deus nos guarde e abençoe a todos.

 

João Augusto de Oliveira

 

 

 

 


sexta-feira, 2 de outubro de 2020

0 Avivamento Coletivo: A Necessidade



Henry Blackaby

 

 

Um Chamado a

Avivamento Coletivo

Quero falar sobre avivamento coletivo. Vou usar uma passagem de 1 Samuel 7 onde isto aconteceu.

Precisamos ser a encarnação da nossa própria mensagem. O Senhor Jesus era a encarnação de tudo que pregou, e ensinou. Ele era a própria mensagem. A vontade de Deus é que nunca haja uma mensagem que saia do nosso coração ou das nossas bocas que não esteja encarnada na nossa vida.

Se você diz uma coisa e vive outra, Deus o chama de hipócrita, e ele odeia a hipocrisia. Como evangélicos, muitas vezes achamos que podemos falar qualquer coisa, conquanto que seja bíblico. Esquecemos que o proclamador precisa ser a encarnação da mensagem que prega.

É de importância crucial, quando houver avivamento coletivo e arrependimento coletivo, que tenha a pessoa certa para liderar. Precisa haver um líder que saiba o que fazer quando o povo de Deus sentir convicção de pecados e clamar: "Pecamos contra Deus!" Samuel era este tipo de líder.

 

O Que Deus Considera Pecado

Vamos começar em 1 Samuel 6.19:

"E feriu o Senhor os homens de Bete-Semes, porquanto olharam para dentro da arca do Senhor, até ferir do povo cinqüenta mil e setenta homens; então, o povo se entristeceu, porquanto o Senhor fizera tão grande estrago entre o povo."  

Quero apresentá-lo a uma verdade muito importante: nunca veremos um grande avivamento enquanto não compreendermos os caminhos de Deus. Precisamos entender que quando alguém peca contra Deus, é algo muito sério. Ele pode tirar a vida de 50.070 pessoas, simplesmente porque olharam para dentro da arca. A comunidade cristã hoje não acredita que servimos ao mesmo Deus que vemos nas Escrituras. Acha que podemos viver como quisermos, e que Deus nos perdoará seja o que for que tenhamos feito. Mas não é este Deus que vejo nas Escrituras.

Deus confrontou Eli por causa da maneira como tratava seus filhos. Eli estava honrando a seus filhos mais do que a Deus. Depois, já idoso, Eli percebeu que seus filhos estavam agindo perversamente, e tentou repreendê-los. Disse-lhes: "Pecando o homem contra o próximo, Deus lhe será o árbitro; pecando, porém, contra o Senhor, quem intercederá por ele?" Mas a Escritura diz que os filhos não ouviram a voz de seu pai, porque o Senhor havia determinado matá-los (1 Sm 2.25).

Em outras palavras, não poderiam ter se arrependido, mesmo se quisessem. Já tinham passado para o outro lado da linha, e não conseguiam arrepender-se. Foi como Esaú que buscou arrependimento com lágrimas, mas não o achou (Hb 12.17). Precisamos compreender os caminhos de Deus.

Alguém vai dizer: "Bom, isto é o Velho Testamento". Minha resposta é: "Isto não é o Velho Testamento; isto é um Deus santo". Foi o que aconteceu na Coréia: encontraram com a santidade de Deus, e não conseguiram ficar em pé. Ficavam prostrados, choravam, gritavam. Não conseguiam escapar dele.

Vi uma mensagem intitulada: "Avivamento é Como o Dia do Juízo". Isto é verdade. Quem clama a Deus por avivamento precisa se preparar para o juízo absoluto de Deus sobre seu pecado.

Hoje a maioria não acredita que Deus julgará nossos pecados. Os pregadores anunciam: "Não importa o que tenha feito, Deus o perdoará assim mesmo".

Estamos adulterando a Palavra de Deus e deixando o povo de Deus pecar e sentir que pode fazer o que quiser; depois basta uma palavra com o Senhor, e será perdoado, sem nenhum arrependimento, e sem qualquer compreensão do que Deus quer dizer quando manda arrepender-se. Colocamos nosso próprio padrão de arrependimento, e dizemos: "Deus me perdoou, porque assim lhe pedi". Onde você achou isto nas Escrituras?

Estas pessoas em 1 Samuel haviam pecado contra Deus. Não importa se você acha que é pecado, ou se acha que não é - se Deus acha que é pecado, você sofrerá as conseqüências. O que tinha demais em olhar para dentro da arca? Cinqüenta mil e setenta pessoas do povo de Deus morreram. Será que Deus achava que era pecado olhar dentro da arca?

Este era um momento muito sério para o povo de Deus. E a passagem diz: "Então, disseram os homens de Bete-Semes: Quem poderia estar em pé perante o Senhor, este Deus santo? E a quem subirá desde nós?" (1 Sm 6.20).

 

Por Que Deus Demora Tanto Para Responder? 

Agora veja 1 Samuel 7.2: "Sucedeu que, desde aquele dia, a arca ficou em Quiriate-Jearim, e tantos dias se passaram, que chegaram a vinte anos; e toda a casa de Israel dirigia lamentações ao Senhor."

Aqui vemos mais um dos caminhos do Senhor. Deus não responde simplesmente porque oramos. Deus responde por causa dos seus caminhos soberanos. Quanto tempo demoraria para Deus devolver a arca ao povo de Deus? Poderia ter acontecido no mesmo dia.

Por que Deus deixou a arca ficar longe de seu povo por vinte longos anos, e por que permitiu que o povo suspirasse por ele durante o mesmo tempo, sem nada acontecer? Pergunte para ele! O povo já não tinha um senso correto da presença de Deus. De algum modo, sentiam que eram donos de Deus, e que se orassem, Deus seria obrigado a responder.

Deus permite que oremos por vinte anos em favor de avivamento, sem nada acontecer? Sim! Mas quando seu povo se tornar capaz de receber um avivamento, então ele o enviará. Presumimos que automaticamente a condição básica para Deus agir é nossa oração. Não é. Você realmente não poderá receber o incrível revestimento do poder de Deus sem oração, mas esta não é a única condição.

Antes da captura da arca, os filhos de Israel não tinham visão clara da parte de Deus. Eli não tinha nenhuma palavra de Deus; o povo também não tinha. O pecado de Eli, e dos seus filhos, havia desorientado o povo em seu relacionamento com Deus. Mesmo os anciãos não sabiam o que fazer, e pecavam sem saber que estavam pecando.

Lemos em 1 Samuel 4 que quando os filisteus derrotaram os filhos de Israel, os anciãos disseram: "Por que nos feriu o Senhor, hoje, diante dos filisteus?" (1 Sm 4.3). Os anciãos do povo de Deus tinham a lei de Deus, tinham os testemunhos e os estatutos de Deus. Mas tinham saído de relacionamento para religião. Quando Deus falava, não reconheciam sua voz. Quando ele agia, não percebiam que era Deus que estava agindo.

Queriam saber por que Deus permitira que seu povo fosse derrotado. Por que deixou que tudo isto acontecesse com eles? Creio que Deus responderia: "Por causa do seu pecado".

Disseram: "Por que não pegamos a arca, e a levamos para a batalha? Isto nos dará segurança".

Os cristãos hoje têm muitas pequenas arcas que levam para a batalha também. Acham que Deus é obrigado a ouvi-los. Não! Se o pecado corre solto na igreja, pode apostar - haverá silêncio da parte de Deus, e ele permitirá que nossas coisas mais sagradas sejam levadas para o cativeiro.

O juízo veio. Mas foram os anciãos que disseram: "Vamos pegar a arca, e isto nos protegerá". Deus permitiu que os filisteus capturassem a arca, e aí entraram em desespero ainda maior. E Deus deixou a arca ficar em cativeiro durante vinte anos para que alguém dissesse: "Algo está errado".

Desde quando era garoto, tenho orado por avivamento no Canadá. Meu tio estava no grande avivamento de Shantung na China, e trabalhou junto com Jonathan Goforth no norte da China e na Manchúria. Assim, toda minha vida foi influenciada e orientada para buscar avivamento, e tenho orado por isto há muito tempo.

Mas enquanto lia estas passagens, o Espírito de Deus me dizia: "Henry, por que não me pergunta por que tem orado há tanto tempo e ainda não viu uma grande obra de Deus? Por que não me pergunta?" E estremeço dentro de mim, pois sei quais são as implicações desta pergunta.

 


É autor e conferencista, com um ministério dedicado a levar cristãos a verdadeiras experiências com Deus e a promover avivamento e despertamento na Igreja. Suas obras mais conhecidas no Brasil são: "Conhecendo Deus", com mais de sete milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e "Santidade: o plano de Deus para uma vida abundante". Nascido em British Columbia, ele e sua esposa têm cinco filhos, quatorze netos, e vivem na Geórgia, Estados Unidos.
 

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

0 Revista - Lições Bíblicas Jovens - 4º Tr. 2020




Descrição

A partir desse Novo Currículo, a igreja contará com uma revista própria para a classe de jovens! Há assuntos específicos para essa faixa etária, que não são contemplados em uma revista de Adultos, pois precisam ser abordados de forma específica para os jovens. Na Revista Lições Bíblicas Jovem, os alunos terão aulas cujos temas estarão conectados com as sua realidade, respeitando sempre as doutrinas bíblicas, com um conteúdo de excelência e voltado à vida de fé e prática do jovem cristão brasileiro.

Conteúdo da Revista

• Palavra do editor
Uma carta de apresentação do trimestre preparada pelo editor da revista.

• Nosso comentarista
Esta seção trás um pequeno resumo do currículo do comentarista do trimestre.

• Texto do dia
Versículo principal que trás em seu conteúdo a essência do assunto que está sendo tratado.
• Síntese
Nesta seção você vai encontrar uma síntese do tema que será estudado na lição.

• Agenda de leitura
Versículos que contém mensagens devocionais para serem lidos todos os dias da semana.
• Texto bíblico
Texto básico que dá suporte e fundamenta o comentário da lição.
• Comentário da lição
Análise, comentário e aplicação do texto básico da lição. A lição vai estar divida em três tópicos.
• Pense!
Você vai encontrar abaixo de cada tópico uma reflexão. O objetivo é levar os alunos a pensarem a respeito do que está sendo abordado no tópico.

• Conclusão
O objetivo desta seção é auxiliar você no fechamento da lição.

• É hora do debate
Perguntas relacionadas à lição. Você não vai encontrar espaço para respostas, pois o objetivo é verificar oralmente se os pontos principais do conteúdo foram compreendidos. Estas perguntas podem ser utilizadas para que o ensino se torne mais dinâmico. Tema: Os Bons e Maus Exemplos - Aprendendo com Homens e Mulheres da Bíblia.
Comentarista: Pastor Alexandre Coelho

Sumário:
Lição 1 - Moisés: A Diferença que a Presença DE Deus Faz
Lição 2 - Débora: Fazendo a Diferença em Ações e Palavras
Lição 3 - Quando a Chamada de Deus não Faz Diferença: Os Filhos de Eli
Lição 4 - Saul: Somente Ser Escolhido Não Faz a Diferença
Lição 5 - Abigail: Quando a Sabedoria Faz Diferença Para a Vida
Lição 6 - Natã: Falando o Que Deus Mandou Você Falar
Lição 7 - Jezabel: Fazendo a Diferença Para o Mal
Lição 8 - A Sunamita: Quando a Fé Faz a Diferença em Atitudes
Lição 9 - José: Fazendo a Diferença Aceitando a Jesus
Lição 10 - João Batista: Prepare o Caminho do Senhor
Lição 11 - A Mulher Samaritana: a Diferença que a Água da Vida Faz
Lição 12 - Judas: Quando a Proximidade Com Jesus Não Faz a Diferença
Lição 13 - Barnabé: Quando a Graça de Deus Faz a Diferença

Características

Altura22,5
Largura14,5
AcabamentoGrampeado
PeriodicidadeTrimestral
TipoEscola Dominical


segunda-feira, 21 de setembro de 2020

0 Reflexão Bíblica - 05 razões para se preocupar com Missões


 Texto: Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós (João 20:21)

Introdução - Segundo o Dr. Oswald Smith, a Igreja de Cristo tem uma missão na terra de grandiosa importância, ou seja, a preocupação missionária (pessoal, local e transcultural), esta que deveria percorrer cada átomo do nosso corpo e preencher nossos pensamentos e orações.

Dr. Oswald Smith disse certa vez: "Se o propósito de Deus é alcançar o mundo inteiro em missões, e o desejo de Deus é que todo homem o conheça, e o grande propósito do Senhor é que toda a Terra venha a Seu conhecimento, e você não está
interessado em evangelismo e missões: há uma grande probabilidade de você nunca ter nascido de novo, ainda.”.

Olhando a nossa realidade onde as missões transculturais e o evangelismo pessoal foi sistematicamente abandonado por diversos ministérios cristãos, o que esperar? Qual será a nossa desculpa diante de Deus quando chegarmos lá com as mãos vazias, enquanto centenas de almas são arrastadas para a condenação eterna?

Isso sem falar nos próprios cristãos  (boa parte deles) que precisam novamente ser evangelizados, pois estão se desviando de Cristo, mesmo estando dentro dos templos todos os dias.

Diante de um cenário tão caótico, surge a pergunta: Porque fazer missões? Porque evangelizar?

1.      Porque é uma ordem do Senhor Jesus

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura (Marcos 16:15)

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém (Mateus 28:19,20)

Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho (um Coríntios 9:16)

Jesus Cristo nos deu uma ordem quando disse “IDE” e ele conta que a sua Igreja, seus ministros a cumpram, mas infelizmente essa ordem nunca foi tão negligenciada como nos dias hodiernos. Parece que nosso cristianismo tornou-se assim: “Se eu estou caminhando para o céu, não importa quem está indo ao inferno”. Ou seja, se as pessoas não querem a Cristo o problema é delas e não meu. E com essa desculpa nos esquivamos da grande responsabilidade que pesa sobre nós: Anunciar o Evangelho até os confins da terra.

2.      É o único meio de fazer o Senhor Jesus conhecido de todas as nações

Povos locais não alcançados pelo Evangelho (nossos vizinhos, colegas de trabalho e faculdade e familiares).

Povos brasileiros não alcançados pelo Evangelho

Indígenas: com 117 etnias sem presença missionária e sem o conhecimento do Evangelho

Ribeirinhos: na bacia amazônica há 37.000 comunidades ribeirinhas ao longo de centenas de rios e igarapés.

Quilombolas: Formados por comunidades de afrodescendentes que se alojaram em áreas mais ou menos remotas nos últimos 200 anos. Há possivelmente 5.000 comunidades quilombolas no Brasil, sendo 3.524 oficialmente reconhecidas. Estima-se que 2.000 ainda permaneçam sem a presença de uma igreja evangélica.

Povos Mundiais não alcançados pelo Evangelho

Mais de três bilhões de pessoas no mundo estão distantes da oportunidade de aprender sobre o Evangelho onde moram. “Dos sete bilhões de pessoas do planeta Terra, cerca de 3,2 bilhões de pessoas, o que representa cerca de 40% da população, não têm oportunidade de ouvir o Evangelho onde moram, em sua localização”, disse o diretor da organização, Wayne Pederson, à CBN News.

Na Ásia, 60% da população ainda desconhece Cristo. A organização Joshua Project aponta que muitos países precisam de missionários para pregar o evangelho. Um deles é o Marrocos. O país possui apenas 12 mil cristãos. O Brasil está incluído no relatório. Dos 309 grupos étnicos que existem no país, 29 ainda não foram alcançados. Ao todo, 118 mil pessoas não conhecem Jesus.

3.      Missões é a única coisa que justifica a presença da Igreja no mundo

Somos salvos para dois propósitos básicos: Adorar a Deus e alcançar vidas para ele com a Pregação do Evangelho.

4.      Porque se preocupar com missões é a única e verdadeira prova de nosso amor para com o MUNDO PERDIDO.

Podemos ajudar a amenizar a fome no mundo

Podemos ajudar a combater as injustiças sociais

Mas a missão MÁXIMA da Igreja de Cristo é pregar.

5.      Porque quando evangelizamos o Espírito Santo torna-se nosso parceiro ou companheiro mais chegado.

E, servindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. (Atos 13:2)

Disse o Espírito a Filipe: Chega-te e ajunta-te a esse carro (Atos 8.29)

E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia.
E, quando chegaram a Mísia, intentavam ir para Bitínia, mas o Espírito não lho permitiu (
Atos 16:6, 7)

Conclusão – Concluo lhe convocado a um clamor: Pelo retorno da nossa paixão pelas almas perdidas; Pelo amor que nos constrange a compartilhar Cristo com todos ao nosso redor; pela inquietação a ponto de perder o sono e a fome, enquanto não presenciarmos vidas se renderem no altar de Deus.

Pois esta e somente esta é a única razão da Igreja está aqui a terra.

 

Deus abençoe a todos.

João Augusto de Oliveira

terça-feira, 8 de setembro de 2020

0 Revista Adultos 4° trimestre 2020 - Tema: A Fragilidade Humana e a Soberania Divina:





Revistas Lições Bíblicas Adultos.
Tema: A Fragilidade Humana e a Soberania Divina:
Lições do Sofrimento e da Restauração de Jó

Comentarista: José Gonçalves.

Sumário:
Lição 1 – O Livro de Jó
Lição 2 – Quem Era Jó
Lição 3 – Jó e a Realidade de Satanás
Lição 4 – O Drama de Jó
Lição 5 – O Lamento de Jó
Lição 6 – A Teologia de Elifaz: Só os Pecadores Sofrem?
Lição 7 – A Teologia de Bildade: Se Há Sofrimento, Há Pecado Oculto?
Lição 8 – A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?
Lição 9 – Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus
Lição 10 – A Última Defesa de Jó
Lição 11 – A Teologia de Eliú: O Sofrimento É uma Correção Divina?
Lição 12 – Quando Deus se Revela ao Homem
Lição 13 – Quando Deus Restaura o Justo

JÁ DÍSPONÍVEL NAS LIVRARIAS CPAD
Pedidos pelo 0800-021-7373 (ligação gratuita)
WhatsApp: (21) 97024-1679
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segunda-feira, 7 de setembro de 2020

0 A morte de Uzá: Por que Deus o matou



Quando os bois tropeçaram, Uzá, em violação direta da lei divina, encostou na arca com a mão, e foi imediatamente morto. O local de seu falecimento foi chamado de Perez-Uzá. Por conta do acontecido Davi temia prosseguir, então deixou a arca na casa de Obede-Edom, o giteu por três meses.


 

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