domingo, 22 de junho de 2014

0 Cristãos ou frequentadores de culto? Qual dos dois você é?



Temos um número de crentes nas igrejas hoje em dia considerável, segundo diversas pesquisas, incluindo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Isso soa positivo em jornais e revistas cristãos na atualidade, pois têm até pastores de igrejas que em suas prédicas costumam evocar esses números para mostrar o crescimento exorbitante da “Igreja Evangélica Brasileira”.

Lógico que o meu intuito com essa postagem não é desacreditar, muito menos achincalhar uma pesquisa séria e que traz em seu bojo muito de positivo, verdade seja dita. No entanto esse positivismo em torno dessa pesquisa ao mesmo tempo em que alegra também preocupa, acredito que todo cristãos que usa um pouco o cérebro vai concordar comigo, senão vejamos.

Com essa explosão do crescimento (que alguns preferem chamar de inchaço) nos deparamos com uma dura realidade: “A igreja encheu-se de crentes sinceros e ao mesmo tempo de frequentadores”.

Nem todos os que estão nas igrejas hoje em dia são cristãos, pois uma massa esmagadora não passam de frequentadores. Pessoas que estão ali (na Igreja) mas não são dali. Estão apenas ocupando espaço com alguma coisa, mas não têm nenhum compromisso com Deus e com as suas lideranças.

·         O cristão é temente a Deus; o frequentador de Igreja é um mero expectador sem nenhum compromisso.

·         O cristão é alguém que segue a Cristo independente de receber bênçãos financeiras ou não; o frequentador é aquele que vai a igreja somente se lhe for oferecido algum benefício.


·         O cristão é alguém que tem prazer em ser parecido com Cristo; o expectador é alguém que somente é cristão enquanto está no meio do povo de Deus, mas quando ele está no meio ímpio assemelha-se a este.

·         O cristão é alguém que vai a Igreja no domingo à noite “adorar a Deus”; O frequentador de igreja vai à igreja somente em busca de receber bênçãos e benesses.

·         O cristão é alguém que busca na Bíblia a vontade de Deus e procura obedecê-la; o frequentador de Igreja é um rebelde, desobediente e pecador inveterado disfarçado de cristão.

Em outras palavras o frequentador de Igreja é semelhante a uma flor artificial que olhando para ela parece verdadeira, tem até cheiro, mas quando nos aproximamos um pouco mais, percebemos que a abelha (símbolo do Espírito Santo) dela não se aproxima, pois nela (flor) não existe néctar (unção do Espírito), mas que são vazios e secos por dentro.

Após ler essa postagem decida se você é “cristão ou frequentador de Igreja”, a decisão é sua.

Boa semana a todos,

               João Augusto de Oliveira






sexta-feira, 13 de junho de 2014

0 O que é apostasia?



A enciclopédia “International Standard Bible” e a “Pequena Enciclopédia Bíblica” de Boyer corroboram no seguinte sobre a temática:
 Apostasia: (η αποστασια, he apostasía, “um desvio de”): ou seja, uma queda, uma retirada, uma deserção. Não encontrado nas versões da Bíblia em Inglês, mas utilizado duas vezes no Novo Testamento, no grego original, para exprimir o abandono da fé. Paulo foi falsamente acusado de ensinar os judeus uma apostasia contra Moisés (Atos 21:21), ele previu a grande apostasia do cristianismo, anunciada por Jesus (Mateus 24:10-12), o que precederia o “dia do Senhor” (2 Tessalonicenses 2:2) . Apostasia, não no nome, mas na verdade, possui uma reprovarão mordaz na epístola de Judas, por exemplo, a apostasia dos anjos (Judas 1:6). Anunciada, com advertências, como certeza de que abundam nos últimos dias (1 Timóteo 4:1-3; 2 Tessalonicenses 2: 3; 2 Pedro 3:17). Causas da: perseguição (Mateus 24:9, 10); falsos professores (Mateus 24:11); tentação (Lucas 8:13); secularismo mundano (2Timóteo 4:4); defeituoso conhecimento de Cristo (1 João 2:19); colapso moral (Hebreus 6:4-6); abandono da adoração e vida espiritual (Hebreus 10:25-31); incredulidade (Hebreus 3:12). Exemplos Bíblicos: Saul (1 Samuel 15:11); Amazias (2Crônicas 25:14, 27); muitos discípulos (João 6:66); Himeneus e Alexandre (1 Timóteo 1:19, 1Timóteo 1:20); Demas (2 Timóteo 4:10). Para mais ver ilustrações nesse caso Deuteronômio 13: 13; Zacarias 1 :4-6; Gálatas 5: 4; 2 Pedro 2: 20, 21.
“Abandono de Yahweh” era a característica do retorno ao pecado do povo eleito, sobretudo no seu contacto com as idólatras nações. É constituído seu supremo perigo nacional. A tendência apareceu em seus primeiros dias na história, como visto em abundância de avisos e proibições das leis de Moisés (Êxodo 20:3, 4, 23; 6:14; Deuteronômio 11:16). As consequências da temerosa apostasia religiosa e moral aparecem nas maldições pronunciadas contra este pecado, no monte Ebal, pelos representantes de seis das tribos de Israel, eleitos por Moisés (Deuteronômio 27:13-26; 28:15-68). Então exausto estava o coração de Israel, mesmo nos anos imediatamente seguintes à emancipação nacional, no deserto, que Josué achou necessário voltar a promessa de toda a nação para um novo voto de fidelidade a Yahweh e à sua aliança original antes de serem autorizados a entrar na Terra Prometida (Josué 24:1-28). Infidelidade a este pacto eliminaria as perspectivas da nação do crescimento durante a época dos juízes (Juízes 2:11-15; 10:6, 10:10, 10:13; 1 Samuel 12:10). Foi a causa prolífica e cada vez mais má, cívica e moral, desde os dias de Salomão até o cativeiro Assírio e Babilônico. Muitos dos reis do reino apostada dividido, levando as pessoas, como no caso de Roboão, para as formas asquerosas de idolatria e imoralidade (1 Reis 14 :22-24; 2 Crônicas 12:1).
Conspícuos exemplos de tais apostasias régias são de Jeroboão (1 Reis 12:28-32); Acabe (1 Reis 16:30-33); Acazias (1 Reis 22:51-53); Jeorão (2 Crônicas 21:6, 10, 21:12-15); Acaz (2 Crônicas 28:1-4); Manassés (2 Crônicas 33:1-9); Amom (2 Crônicas 33:22). A profecia surgiu como um imperativo Divino para protestar contras com esta tendência histórica de deserção da religião de Yahweh.
No grego clássico, apostasia significava revolta de um comandante militar. Na Igreja Católica Romana, denota abandono das ordens religiosas; renúncia da autoridade eclesiástica; defecção da fé… Um apóstata da defecção da fé pode ser intelectual, como no caso de Ernst Haeckel, que, devido à sua filosofia materialista, publica e formalmente renunciou o Cristianismo e a Igreja, ou ele pode ser moral e espiritual, como aconteceu com Judas, que, pela imunda ganância traiu seu Senhor.

http://www.cacp.org.br/o-que-e-apostasia/


terça-feira, 10 de junho de 2014

0 A Igreja deve viver e falar a verdade



Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz (João 18:37)

O que é a verdade? Foi a pergunta de Pilatos a Jesus no versículo seguinte, mas ao invés de dar uma resposta Jesus ficou em silêncio. Ele poderia muito bem ter dito assim como disse aos discípulos em João 14.6 “Eu sou... a verdade”.

Segundo o dicionário da Língua Portuguesa, a palavra verdade significa: “Qualidade do que é verdadeiro, exatidão, autenticidade etc.”

Nós como servos de Jesus e seus seguidores e por isso devemos andar, praticar e falar a verdade (Efésios 4.25). É inadmissível ao cristão viver uma vida de mentiras, sejam essas grandes ou pequenas.

Se é inadmissível viver e falar mentiras, muito mais ainda o é quando trata-se de “pregar a Palavra de Deus”. Não consigo entender como existem algumas pessoas que sobem ao púlpito e ao invés de abrirem suas Bíblia e entregar a mensagem verdadeira e pura de Deus à Igreja, ficam bajulando e procurando subterfúgios para esconder a verdade.

Toda a palavra de Deus é verdadeira e devemos como embaixadores dele pregá-la com amor e sinceridade, mesmo que isso nos custe a própria vida, sob pena de omitindo-a ou falsificando-a, sermos condenados por ela quando o Justo Juiz sentar no Trono para julgar a Igreja.

No afã de arrebanhar membros muitas Igrejas e pregadores estão usando estratégias desonestas e antibíblicas, omitindo a verdade para não espantar o povo, não sabendo que com isso estão condenando-se a si mesmos e tornando não só a eles, mas àqueles que estão arrebanhando, dignos de reprovação e condenação, pois Deus não negocia a sua Palavra e a sua Verdade com ninguém.

É normal (entre aspas) entrarmos em várias Igrejas hoje em dia e ouvirmos pregações destituídas da cruz, da salvação, do arrependimento etc. no lugar destas ouvimos mensagens de prosperidade, curas sem limites, ordens a Deus, quebra de maldições hereditárias e até regressões ao passado para quebrar algumas dessas maldições.

Tenho a impressão que Deus está “enojado” com essa situação a ponto de vomitar a maior parte de nós (CRISTÃOS) da sua boca; se ele não fez isso ainda é porque o sangue de Jesus tem nos protegido e muito. Mas, não abusemos, pois como dizia Jonathan Edwards “Somos pecadores nas mãos de um Deus irado”.

Boa semana a todos,

         João Augusto



domingo, 8 de junho de 2014

0 2º Trim. 2014 - O presbítero, bispo ou ancião I


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP


                                                                                                     
ESBOÇO Nº 11

LIÇÃO Nº 11 –  O PRESBÍTERO, BISPO OU ANCIÃO
                                          O presbítero, bispo ou ancião é uma atividade tipicamente pastoral na igreja local.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos dons ministeriais, passaremos a estudar as funções eclesiásticas, começando pela de presbítero, bispo ou ancião.
O presbítero, bispo ou ancião é uma atividade tipicamente pastoral na igreja local.
I – AS FUNÇÕES ECLESIÁSTICAS
- Após termos estudado a respeito dos dons ministeriais, vamos, nas duas próximas lições, analisar as chamadas “funções eclesiásticas”, ou seja, as funções estabelecidas na igreja local, que são as funções de presbíteros e de diáconos.
- O saudoso pastor Severino Pedro da Silva (1946-2013) considerava que a Igreja possui “sete colunas”, consoante nos dá conta Salomão em Provérbios 9:1, onde se verifica que a “casa da Sabedoria”, ou seja, a Igreja do Senhor Jesus Cristo (Hb.3:3), tem sete colunas, que são os cinco dons ministeriais (apóstolos, profetas, evangelistas, pastores e mestres) e as duas “funções eclesiásticas”, a saber, os presbíteros e os diáconos.
Para entendermos o papel das “funções eclesiásticas”, torna-se necessário rememorar os dois conceitos de “igreja”.
- A palavra “igreja” surge, pela vez primeira, nas Escrituras, no evangelho segundo Mateus (Mt.16:18), quando é declarada pelo próprio Jesus que, assim, revela o “mistério de Cristo”, como o apóstolo Paulo chamou a “igreja” na epístola aos efésios. É a palavra grega “ekklesia” (εκκλησια), cujo significado é “reunidos para fora”, “chamados para fora”. A palavra “ekklesia”, porém, já havia sido utilizada na Versão Grega do Antigo Testamento (a chamada Septuaginta) para traduzir a palavra hebraica “qahal”(קָהָל), que as nossas versões em língua portuguesa costumam registrar como “congregação”, nome pelo qual era conhecida a reunião do povo de Israel, principalmente no tempo da peregrinação no deserto, quando Moisés costumava chamar todo o povo para algumas reuniões solenes à frente do tabernáculo que, por isso mesmo, era denominada de “tenda da congregação” (Nm.10:1-3).
- Notamos, pois, de início, que a palavra “igreja” fala de uma “reunião”, ou seja, um grupo de pessoas. Igreja não é um indivíduo, não é uma pessoa solitária, mas, sim, um grupo de pessoas, um conjunto de pessoas. Desta forma, ficamos sabendo, já pela etimologia da palavra, que a salvação proporcionada por Jesus Cristo cria um novo grupo de pessoas, um novo povo. Não se pode, pois, biblicamente falando, ser salvo e permanecer isolado, solitário na vida sobre a face da Terra. Este novo povo, esta “igreja”, vem, portanto, realizar, concretizar aquilo que Israel, a “propriedade peculiar de Deus dentre todos os povos” (Ex.19:5,6) era apenas uma figura, um símbolo, uma sombra (Hb.10:1).
- Mas “igreja” não é apenas uma “reunião”, mas é o conjunto dos “reunidos para fora”, ou seja, daqueles que foram chamados, convocados, para sair do lugar onde estavam, da sua habitação, como, aliás, acontecia toda vez que Moisés tocava as duas trombetas de prata no deserto, sinal de que todo o povo deveria sair das suas habitações e comparecer até a frente do tabernáculo. A “igreja”, pois, não é um povo que se formou por vontade própria, mas que foi resultado de um chamado, de uma ação divina. Por isso, Jesus diz que edificaria a Sua igreja e o apóstolo Paulo a denomina de “lavoura de Deus” e “edifício de Deus” (I Co.3:9). A igreja não é uma criação humana, mas, sim, divina, é algo que se construiu pela vontade do Senhor. É uma “reunião” que não é obra de homem algum, mas do próprio Deus.

- A igreja não é uma reunião a esmo, sem propósito nem tampouco lugar. A igreja é o conjunto dos “reunidos para fora”, ou seja, é um povo que está “fora”, que se encontra em um lugar distinto e diferente do dos demais povos. Ora, sabemos que a humanidade, por causa do pecado, encontra-se longe de Deus (Pv.15:29; Is.46:12; Mc.7:6), mas, quando aceita o chamado do Senhor, crendo em Jesus como seu único e suficiente Senhor e Salvador, pelo sangue de Cristo deixa de ficar longe e passa a estar perto do Senhor (Dt.30:14; Sl.145:18; At.2:39; Ef.2:13,14). Por isso, a igreja é formada por aqueles que estão “fora” do pecado, “fora” do mundo, “fora” das trevas. Há, portanto, uma verdadeira oposição entre a “igreja” e o “mundo”.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

0 Deus habita num determinado templo?




2 CRÔNICAS 7.12ss- Deus habita num determinado templo?
PROBLEMA: Deus disse a Salomão: “Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa do sacrifício” (v. 12). Disse também: “para que nela esteja o meu nome perpetuamente” (v. 16). Contudo, o próprio Salomão nadedicação do templo orou reconhecendo que Deus não poderia habitar no templo “Eís que os céus, e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei” (1Rs 8:27).
Outros textos de igual forma afirmam que Deus “não habita em santuários feitos por mãos humanas” (At 17:24; cf. Is 66:1).
SOLUÇÃO: Deve-se observar, antes de mais nada, que na verdade Deus não prometeu a Salomão que “habitaria” naquele templo. Ele disse apenas tê-lo escolhido como uma “casa de sacrifício” (2 Cr 7:12), onde o seu “nome” estaria perpetuamente (v. 16).
Além disso, quando a Bíblia fala que Deus está em alguma coisa, isso não quer dizer que a sua natureza infinita possa ser contida (1 Rs 8:27) por tal coisa, mas simplesmente que ele se faz presente ali de uma maneira especial, para abençoar ou para manifestar-se ao seu povo. Geral­mente isso era expresso na forma de uma teofania (Is 6:1), ou como uma nuvem de glória (Êx 40:34). Mas de forma alguma o Deus transcendente das Escrituras pode ser compreendido pelas paredes de qualquer edifício construído pelo homem (cf. Is 40:21-22).
Extraído do livro MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia. Norman Geisler – Thomas Howe.

http://www.cacp.org.br/deus-habita-num-determinado-templo/

segunda-feira, 2 de junho de 2014

0 LIÇÃO Nº 10 – O MINISTÉRIO DE MESTRE OU DOUTOR



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                               


ESBOÇO Nº 10
LIÇÃO Nº 10 –  O MINISTÉRIO DE MESTRE OU DOUTOR
                                          O mestre é aquele que foi escolhido pelo Senhor para promover o discipulado contínuo dos servos de Cristo Jesus.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos dons ministeriais, estudaremos o ministério de mestre ou doutor.
O mestre é aquele que foi escolhido pelo Senhor para promover o discipulado contínuo dos servos de Cristo Jesus.
I – A TAREFA DA IGREJA DE ENSINAR AS NAÇÕES
- Continuando o estudo dons ministeriais, estudaremos hoje o ministério de mestre ou doutor, o último dos dons elencados pelo apóstolo Paulo em Ef.4:11 e cujo papel é fundamental para se completar a tarefa da edificação do corpo de Cristo em amor, a missão de aperfeiçoamento dos santos.
- Conforme já temos dito ao longo destas lições em que estamos a tratar dos chamados “cinco dons”, o aperfeiçoamento dos santos para a obra do ministério, para a edificação do corpo de Cristo segue precisamente a ordem da relação trazida por Paulo, que não é casual ou aleatória.
- A edificação do corpo de Cristo começou com o trabalho dos apóstolos e dos profetas, que são os fundamentos do edifício de Deus (Ef.2:20), amplia-se com o trabalho do evangelista e prossegue com o trabalho do pastor e do mestre, que permitem que o edifício cresça de forma inabalável, alcançando, assim, o limite de varão perfeito, da estatura completa de Cristo.
A tarefa da evangelização, que foi analisada na lição 8, está posta ao lado de uma outra atividade, a saber: o ensino. Ao Se dirigir aos Seus discípulos, o Senhor Jesus disse que eles deveriam ir e “ensinar todas as nações”, expressão esta que, em algumas versões, é traduzida por “fazei discípulos” ou “façam discípulos” (como na NVI), que é, mesmo, a tradução mais adequada para o verbo grego “matheteusate” (μαθητεύσατε), que se encontra no original.
- Não basta, portanto, que a Igreja pregue o Evangelho, ou seja, proclame a Palavra de Deus, mas é preciso, também, que a Igreja “ensine as nações”, “faça discípulos”, cuidado este que era patente nos tempos apostólicos, a ponto de os apóstolos terem chamado para si esta tarefa, considerando, inclusive, não ser razoável deixar de se dedicar à oração e ao ensino da Palavra (At.6:2,4), sem falar no zelo de Barnabé com relação à primeira igreja gentílica, a de Antioquia (At.11:25,26) e dos conselhos que Paulo dá a Timóteo no sentido de jamais se descuidar com o ensino junto aos crentes (I Tm.4:12-16).

sábado, 31 de maio de 2014

0 Masturbação é pecado?



Afinal, o que é masturbação?
Nada mais é que a manipulação do órgão genital a fim de obter o prazer. (pesquisar no Google maiores definições).
É pecado? Apesar de a Bíblia não falar nada sobre o ato, sim é pecado e exponho pra vocês quatro fatores pelos quais defendo que masturbação é pecado.

1 – Masturbação está ligada a impureza mental.
Alguém se masturba pensando num pé de alface? Ou num potinho de sorvete. Não né? Isso é impossível. A pessoa no ato da masturbação vai tomar para si imagem de pessoas que não lhe pertencem através da internet, revistas, fotos, pensamentos maldosos e outras formas. A Bíblia relata que só em pensar na maldade, já cometemos pecado. Por isso, logo o indivíduo que se masturba utiliza imagens ou lembranças de outra pessoa que não lhe pertencem, algo condenado pelo próprio Jesus.

2 – Masturbação afeta o padrão sexual natural
Como já foi mencionado, a masturbação utiliza-se de imagens e artifícios impuros para ser praticada. Geralmente a masturbação está vinculada a pornografia e por isso o ato da masturbação vai gerar um padrão sexual em desacordo com a criação divina. Por quê? Isso é simples. O cônjuge não vai reproduzir todos os modelos aprendidos na pornografia. Ou você acha que vai? Isso acabará gerando insatisfação no casamento, pois todas aquelas fantasias utilizadas nos momentos de masturbação não se tornarão concretas.

3 – Masturbação se torna um vício… (pecado)
A masturbação gera prazer extremo e isso ninguém pode negar, pois o ato gera o êxtase do orgasmo que traz uma infinidade de modificações hormonais no corpo. Não quero me deter à fisiologia do prazer em si, mas quero deixar claro que esse momento de êxtase gera um prazer imenso e isso torna o individuo refém do ato devido ao vício que isso lhe trará. O vício é semelhante ao uso de drogas e álcool e antes que você me critique, existem várias doenças relacionadas à sexualidade correlacionadas ao vicio por sexo e masturbação e isso é tanto pecado quanto o uso de drogas e álcool, pois para o cérebro o processo viciante é o mesmo (caso tenha dúvidas pesquisa no Google).

4 – Masturbação é um ato de egoísmo
O sexo tem o objetivo de gerar prazer mutuo. Esse foi o desejo de Deus quando criou o sexo santo e imaculado. Porém o homem através do pecado conseguiu destruir essa visão de sexo santo. A expressão do amor é a satisfação do “outro”, o que não acontece com a masturbação, pois o individuo que a pratica a masturbação busca o prazer próprio, sendo egoísta em seus desejos, estando indiferente ao desejo de Deus. O prazer do orgasmo individual e compulsório torna-se pecado pela expressão de egoísmo relacionada,

E ai, não gostou? Então compartilhe sua opinião abaixo. Será muito edificante trocarmos ideias e experiências.

Autor: Ariel Lemes Jeronimo
Fonte: Gospel Prime

sexta-feira, 30 de maio de 2014

0 Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!



29/05/2014
 às 16:45

Dilma decidiu extinguir a democracia por decreto. É golpe!

Atenção, leitores!
Seus direitos, neste exato momento, estão sendo roubados, solapados, diminuídos. A menos que você seja um membro do MTST, do MST, de uma dessas siglas que optaram pela truculência como forma de expressão política.
De mansinho, o PT e a presidente Dilma Rousseff resolveram instalar no país a ditadura petista por decreto. Leiam o conteúdo do decreto 8.243, de 23 de maio deste ano, que cria uma tal “Política Nacional de Participação Social” e um certo “Sistema Nacional de Participação Social”. O Estadão escreve nesta quinta um excelente editorial a respeito. Trata-se de um texto escandalosamente inconstitucional, que afronta o fundamento da igualdade perante a lei, que fere o princípio da representação democrática e cria uma categoria de aristocratas com poderes acima dos outros cidadãos: a dos membros de “movimentos sociais”.
O que faz o decreto da digníssima presidente? Em primeiro lugar, define o que é “sociedade civil” em vários incisos do Artigo 2º. Logo o inciso I é uma graça, a saber: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”.
Pronto! Cabe qualquer coisa aí. Afinal, convenham: tudo aquilo que não é institucional é, por natureza, não institucional. Em seguida, o texto da Soberana estabelece que “todos os órgãos da administração pública direta ou indireta” contarão, em seus conselhos, com representantes dessa tal sociedade civil — que, como já vimos, será tudo aquilo que o governo de turno decidir que é… sociedade civil
Todos os órgãos da gestão pública, incluindo agências reguladoras, por exemplo, estariam submetidos aos tais movimentos sociais — que, de resto, sabemos, são controlados pelo PT. Ao estabelecer em lei a sua participação na administração pública, os petistas querem se eternizar no poder, ganhem ou percam as eleições.
Isso que a presidente está chamando de “sistema de participação” é, na verdade, um sistema de tutela. Parte do princípio antidemocrático de que aqueles que participam dos ditos movimentos sociais são mais cidadãos do que os que não participam. Criam-se, com esse texto, duas categorias de brasileiros: os que têm direito de participar da vida púbica e os que não têm. Alguém dirá: “Ora, basta integrar um movimento social”. Mas isso implicará, necessariamente, ter de se vincular a um partido político.
A Constituição brasileira assegura o direito à livre manifestação e consagra a forma da democracia representativa: por meio de eleições livres, que escolhem o Parlamento. O que Dilma está fazendo, por decreto, é criar uma outra categoria de representação, que não passa pelo processo eletivo. Trata-se de uma iniciativa que busca corroer por dentro o regime democrático.
O PT está tentando consolidar um comissariado à moda soviética. Trata-se de um golpe institucional. Será um escândalo se a Ordem dos Advogados do Brasil não recorrer ao Supremo contra essa excrescência. Com esse decreto, os petistas querem, finalmente, tornar obsoletas as eleições. O texto segue o melhor padrão da ditadura venezuelana e das protoditaduras de Bolívia, Equador e Nicarágua. Afinal, na América Latina, hoje em dia, os golpes são dados pelas esquerdas, pela via aparentemente legal.
Inconformado com a democracia, o PT quer agora extingui-la por decreto.

Por Reinaldo Azevedo


http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-decidiu-extinguir-a-democracia-por-decreto-e-golpe/

quarta-feira, 28 de maio de 2014

0 2º Trim. 2014 - Lição 9 - O ministério de pastor I


PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2014
DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS: servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

    Escrito por  Caramuru Afonso Francisco                                                                                                     
ESBOÇO Nº 9

LIÇÃO Nº 9 –  O MINISTÉRIO DE PASTOR
                                          O pastor é aquele que foi escolhido pelo Senhor para cuidar das almas ganhas para o reino de Deus.
INTRODUÇÃO
- Na sequência do estudo dos dons ministeriais, analisaremos hoje o ministério de pastor.
- O pastor é aquele que foi escolhido pelo Senhor para cuidar das almas ganhas para o reino de Deus.
I – A FIGURA DO PASTOR NAS ESCRITURAS SAGRADAS
- Na continuidade do estudo dos dons ministeriais elencados em Ef.4:11, analisaremos hoje o ministério de pastor.
- A figura do pastor nas Escrituras Sagradas é um dos pontos mais marcantes da influência da cultura hebreia na revelação que Deus dá à humanidade através da Bíblia Sagrada, visto que os israelitas são um povo que se construiu ao redor da atividade da criação de animais, notadamente de ovelhas (Gn.13:7; 26:20; 46:32,34; 47:3).
- A palavra hebraica empregada para pastor é “ra-ah” (רעה) , entendido como “aquele que apascenta, cuida, zela, alimenta” os animais. Em o Novo Testamento, a palavra grega empregada é “poimen” (ποιμήν), que tem o mesmo significado.
- Bem se vê, portanto, que o pastor é aquela pessoa que foi escalada para cuidar das ovelhas, tratá-las, cuidar de seu dia-a-dia, a fim de que possam crescer saudáveis até o momento em que cumpram a finalidade de sua criação, que era tanto o fornecimento de alimentação quanto o fornecimento de lã para os homens.

- Normalmente, os pastores não eram pessoas que tinham alguma projeção social, mas, pelo contrário, via de regra, eram pessoas simples, pessoas que se encontravam na base da pirâmide social, não raras vezes escravos ou servos de alguém. Vemos isto em diversas passagens bíblicas: em Gn.13:7,8, observamos que os pastores de Abrão e de Ló eram servos, muito provavelmente escravos de ambos; em Gn.26:20, também vemos que os pastores de Isaque eram servos daquele patriarca; Davi, o mais jovem e, por isso mesmo, o mais desprezado dos filhos de Jessé (tanto que nem foi chamado ao banquete), era pastor de ovelhas; Doegue, um estrangeiro, era pastor de Saul (I Sm.21:7), a mostrar que se tratava de posição subalterna na ordem social israelita. Em Is.38:12, a habitação do pastor é descrita como sendo uma “choça”, ou seja, uma simples tenda, facilmente removível, a nos mostrar com era humilde a condição do pastor.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

0 AVIVAMENTO - conheça a história dos grandes avivamentos na história da Igreja


Deus é infinitamente poderoso para ainda hoje derramar sobre nós o seu Espírito como um rio transbordante, da mesma maneira como fez no passado.

IRINEU (130-200dC), bispo de Lyon, na Gália.
Declarou que no seu tempo muitos cristãos falavam línguas estranhas pelo Espírito e tinham dons, inclusive o de profecia. Irineu foi discípulo de Policarpo, bispo de Esmirna, que, por sua vez, fora discípulo de João, o apóstolo.

JUSTINO MÁRTIR (100-165dC).
Nasceu na Palestina, converteu-se em Éfeso e morreu em Roma. Nos seus escritos, mencionou os dons espirituais em evidência nos seus dias, inclusive o dom de línguas estranhas pelo Espírito Santo.

ORÍGENES (185-254dC), teólogo de renome.
Afirmou que os dons espirituais, inclusive o de línguas, eram um facto notório nos seus dias.

CRISÓSTOMO (347-407dC), patriarca de Constantinopla.
No sentido eclesiástico oriental, o termo “patriarca” designa um bispo investido de prerrogativas e precedências especiais. Crisóstomo relatou um caso em que três membros da sua igreja falaram pelo Espírito Santo em persa, latim e hindu.

AGOSTINHO (354-430dC), bispo de Hipona, no Norte de África.
Deu testemunho de que as línguas estranhas estavam em evidência no seu tempo.

WALDENSES e ALBIGENSES (1140-1280dC).
Isso no Sul da Europa, em plena Idade Tenebrosa – a Era Medieval. Eles eram dissidentes da Igreja Romana, seguidores dos princípios bíblicos da salvação e da vida cristã em geral. Os historiadores afirmam que entre eles havia manifestações espirituais em línguas estranhas, segundo o Novo Testamento.

LUTERO (1483-1546).
Falava em línguas e profetizava, conforme depoimento histórico do Dr. Jack Deer, eminente professor e historiador baptista, do Seminário Teológico de Dallas. Essa informação também é encontrada nas obras História da Igreja Alemã, de Souer (volume 3, pág. 406) e Pentecostes para Todos, de Emílio Conde, pág. 88.

ANABAPTISTAS da Alemanha (1521-1550).
Havia entre eles manifestações do Espírito, inclusive dons espirituais e línguas estranhas, como regista a história.

HUGUENOTES (1560-1650). Eram, na França, protestantes, dissidentes quanto à forma de governo da época, no respeitante à liberdade religiosa. O historiador A. A. Boddy assim escreveu: “Durante a perseguição dos huguenotes, a partir de 1685, havia entre eles os que falavam em línguas, transbordantes de fervor espiritual”.

QUAKERS (1647-1650) e os SHAKERS (1771-1774).
Eram cristãos organizados em grupos distintos, no Nordeste da América do Norte, região da Nova Inglaterra. Dos Quakers (tremedores) e Shakers (puladores), diz a obra História da Igreja, de Philip Schaff, edição de 1882, que entre esses grupos havia manifestação de dons espirituais, inclusive línguas estranhas.

METODISTAS primitivos. Líder: João Wesley (1703-1791), inglês. O historiador Philip Schaff, na sua História da Igreja, edição de 1882, relata que esses metodistas pugnavam por uma vida santa e muitos tinham dons espirituais e falavam línguas. O movimento avivalista metodista começou em 1739, em Londres. Foi no Metodismo que teve maior expressão e vulto o Movimento da Santidade, na América do Norte, entre determinadas igrejas tradicionais, após o início do século XIX, do qual, quase um século depois, surgiu o atual Movimento Pentecostal.

IRVINGISTAS. Líder: Edward Irving (1822-1834), presbiteriano, da Igreja Escocesa de Londres. Irving testemunhou, entre outros factos, que, em 1831, uma irmã solteira, por nome Hall, cheia do Espírito Santo, falou em línguas num culto de oração. A Igreja Presbiteriana local, forçou o pastor Irving a renunciar ao seu pastorado por causa do avivamento que estava ocorrendo e seiscentos membros da igreja da Regent Square, de lá saíram com aquele pastor. Isso também está averbado na obra citada acima, de Schaff.

D. L. MOODY (1837-1899), poderoso evangelista e avivalista norte-americano. Ele era baptista e pregava a salvação em Cristo de modo diferente e objectivo. Pregava a plenitude do Espírito Santo e uma vida cristã cheia do poder do alto. Acerca da sua marcante cruzada cristã evangelística de Londres, em 1873 escreveu Robert Boyd: “Moody pregou à tarde no Auditório da Associação Cristã de Moços, em Sunderland. Em pleno culto houve manifestação de línguas estranhas e profecia. O fogo espiritual dominava o ambiente” (Moody and Sankey in Great Britain, 1875). Há muitos outros exemplos de que, ao longo da história, o Espírito Santo vem sendo derramado sobre aqueles que o buscam. A mundialmente conhecida e respeitada Enciclopédia Britânica, declara: “A glossolália (o falar noutras línguas) esteve em evidência em todos os avivamentos da história da igreja” (volume 22, pág. 282, ano 1944).

O declínio espiritual da igreja
A igreja do primeiro século, pelo poder do Espírito Santo, tornou-se uma força invencível para levar o Evangelho de Cristo aos lugares mais remotos da Terra e conquistou almas para Deus em todos os locais do poderoso Império Romano, até no palácio do imperador César, como se lê em Filipenses 1:13 e 4:22. No fim do primeiro século, a espiritualidade da igreja já havia arrefecido (Apocalipse 2:4,15,20; 3:16-18). Era tão decadente o seu estado que, para cinco das sete igrejas locais mencionadas em Apocalipse 2 e 3, a mensagem do Senhor foi: “Arrepende-te” (2:5,16,22;3:3,19). Nos dias do imperador Constantino, já no quarto século, a igreja foi tutelada pelo Estado, ganhando muita fama. Mas isso fê-la perder espiritualidade e poder. A decadência continuou até que ela se transformou numa organização humana na Idade Média (500-1500dC), em vez de ser um organismo divino, como Corpo de Cristo, como revela o Novo Testamento. Como já vimos, Martinho Lutero foi um homem que experimentou a presença poderosa do Espírito Santo. Deus levantou esse baluarte cristão, por quem a doutrina bíblica fundamental da justificação pela fé foi restaurada à igreja. Lutero foi o instrumento de Deus para desencadear o Movimento da Reforma Religiosa em 1517.

Outros movimentos avivalistas que se seguiram foram pelo Senhor usados para o retorno de outras doutrinas essenciais, como:

a) O avivamento liderado por Wesley – A doutrina da santificação.

b) Os morávios – As missões.

c) O Exército de Salvação – A evangelização e a acção social da igreja
.
d) O Movimento Pentecostal – A dotação de poder do alto, mediante o baptismo no Espírito Santo, com a evidência física inicial no falar noutras línguas pelo Espírito, como ocorreu quando o Senhor Jesus baptizou os salvos pela primeira vez, em Jerusalém (Atos 2:1-4). Um exame da história, do ponto de vista religioso, mostra que os trinta anos que precederam o século XIX (1870-1900) foram, na igreja cristã em geral, de declínio espiritual, de disputas teológicas acirradas e vazias, de enfraquecimento na fé cristã, de “cristianismo” formal, de rejeição do sobrenatural, de profissionalismo ministerial, de inactividade na evangelização do mundo e de conformismo quanto à frieza espiritual. Ao mesmo tempo, em diferentes pontos do globo, pequenos grupos de homens e mulheres, movidos por Deus, confessando os seus pecados com arrependimento, clamavam a Deus em oração e jejum por um avivamento de busca da Palavra de Deus, de tristeza e repúdio pelo pecado – um avivamento de santidade e de derramamento de poder do alto para reavivar a igreja. Entre muitos líderes da igreja de então reacendeu a convicção de que há para o crente um baptismo no Espírito Santo subsequente à conversão como afirma Actos 1:4-5. Surgiu também, no íntimo deles, um incontido clamor pela evangelização do mundo, mediante missões estrangeiras, bem como a busca das operações sobrenaturais de Deus, como é o caso da cura divina e demais milagres, segundo as Escrituras. Já nesse tempo de sequidão espiritual, como regista a história, houve, em diferentes pontos do globo, muitos casos de cura divina e baptismo no Espírito Santo, com a manifestação de línguas estranhas.

Autor: Antonio Gilberto, consultor doutrinário da CPAD

Fonte: Mensageiro da Paz (CPAD) de Setembro de 2007

http://pentecostalismo.wordpress.com/2007/12/19/os-avivamentos-atraves-da-historia/
 

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