sábado, 16 de novembro de 2013

0 Entrevista com Hank Hanegraaff



Para milhões de norte-americanos, Hank Hanegraaff é conhecido como o “O homem da resposta bíblica”. Apologista conhecido em todo o mundo cristão evangélico, Hanegraaff mantém há anos um programa de rádio que é ouvido diariamente por milhões de pessoas nos EUA, intitulado “Bible Answer” (“Resposta Bíblica”).
Hanegraaff é autor de dezenas de livros, dentre eles alguns títulos lançados pela CPAD, dentre eles os clássicos “O Livro de Respostas Bíblicas” e “Cristianismo em Crise”, mas também “Ressurreição”, “A Armadura Espiritual”, “A Oração de Jesus” e “O Último Discípulo”.
Nesta entrevista, concedida originalmente ao jornal norte-mericano The Christian Post, e cedida ao Mensageiro da Paz, ele fala sobre como os cristãos devem preparar-se para o Céu e o que eles podem esperar.

Quando você começou nessa área de rádio cristã?
Meu programa é transmitido há mais de duas décadas e meia. É uma transmissão focada no fato de que a cosmovisão cristã pode levantar-se para enfrentar o escrutínio do mundo quando apresentada de uma forma respeitosa e gentil.

Das milhares de chamadas que você recebe em seu programa, quantos lidam com o Céu?
Depois que fiz uma série de programas sobre o Céu, comecei a receber mais e mais perguntas sobre a vida após a morte. Acho que isso se deve ao fato de que a taxa de mortalidade é um por pessoa, de modo que todos nós um dia morreremos. E no conjunto de pessoas que se dizem cristãos, há uma quantidade com uma perspectiva limitada sobre o assunto. A maioria das pessoas imagina que tudo se resume a acabar como um “Gasparzinho”: um fantasma camarada dedilhando uma harpa sobre uma nuvem. A cosmovisão bíblica é completamente diferente disso. Um paraíso perdido se tornará um paraíso restaurado. Deus não simplesmente desfaz as coisas, ele resgata-as. Então, o que acontece com o universo e o que acontece com nossos corpos andam de mãos dadas. Este corpo que agora é perecível se tornará imperecível. Vamos passar por uma metamorfose e devemos entender o que isso implica, mas, principalmente, entender que esses rios, essas montanhas e essas colinas também serão restaurados. Haverá um novo céu e uma nova terra.

Explique, à luz da Bíblia, o que acontece quando morremos.
O que fazemos agora conta por toda a eternidade. A vida depois da vida é o céu transicional e, em seguida, vem a vida após a vida após a vida, que é o estado eterno. Assim, se eu morresse agora, eu iria estar ausente do corpo e, como um crente, meu espírito estaria na presença do Senhor. No entanto, esse não é o estado eterno. Quando uma mulher dá à luz, ela dá à luz uma unidade corpo/alma. Na morte, há uma separação natural entre corpo e alma. O corpo volta para a terra de onde ele veio e a alma agora está com Deus. Alma, por definição, não é física. Ela é não física. As almas não têm propriedade de localização, elas têm propriedades relacionais. Mas, há um momento em que nossa alma, agora separada do corpo, terá propriedades locacionais novamente, e isso vai acontecer quando Jesus aparecer uma segunda vez. Quando Ele aparecer novamente, em seguida, como diz a Bíblia, a alma do crente salvo que está no céu transicional retorna ao corpo e o corpo é ressuscitado em um estado imperecível, imortal.
O pecado não mais existirá?
Sim, não mais existirá. Quando Jesus Cristo voltar uma segunda vez, o pecado e Satanás serão resolvidos. Não haverá mais pecado ou tentação, e Jesus estará bem perto de nós. Na sua ascensão, Cristo transcendeu tempo e espaço, mas quando o véu entre o céu e a terra for removido, então Ele vai estar bem perto de nós novamente, e não só pela ação do Espírito Santo como ocorre hoje.

Então poderemos falar com Jesus diretamente, estarmos bem perto dele?
Sim, vamos caminhar com Ele assim como os discípulos fizeram. Vamos falar com Ele e vamos interagir com Ele. Isso é o objetivo final de todos os crentes em Cristo, é o que nós mais almejamos. Estamos ansiosos para a completa restauração de todas as coisas.

E como é que qualquer pessoa na terra poderá um dia chegar ao Céu?
A resposta simples para essa pergunta é que Adão e Eva caíram no pecado perpétuo e tiveram suas vidas na Terra terminando com a morte. Como resultado, o universo foi lançado em um estado de decadência e destruição. A Bíblia é o plano redentor de Deus para este universo. Temos que reconhecerque somos pecadores e temos de reconhecer que precisamos nos arrepender de nossos pecados. Arrepender-se significa dar marcha ré na estrada da vida e se virar para Jesus Cristo, seguindo-o como Salvador e Senhor da nossa vida. Portanto, precisamos admitir que somos pecadores, darmos meia volta volver diante do pecado e reconhecer Jesus Cristo como Senhor de nossas vidas. E quando o fazemos, coemçamos um relacionamento com Ele, não só para esta vida, mas também para a eternidade. A eternidade não começa quando morremos, começa quando morremos para as nossas vidas antigas e aceitamos uma nova vida em Cristo.
Por outro lado, aqueles que não têm um relacionamento com Jesus Cristo serão separados de Seu amor por toda a eternidade. A maioria das pessoas não quer falar sobre isso, mas é a realidade. Se não fosse verdade, não haveria diferença entre Céu e Inferno. Os justos herdarão o céu e os injustos se perderão eternamente no Inferno. C. S, Lewis coloca isso melhor do que ninguém. Disse ele que existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que dizem a Deus “Seja feita a Tua vontade” e aquelas a quem, no fi nal, Deus diz: “Seja feita a tua vontade”. Deus não força Ele mesmo sobre nós, de maneira que se nós não queremos um relacionamento com Ele no tempo, então não teremos um relacionamento com Ele na eternidade.
Mensageiro da Paz – Número 1541 – outubro de 2013, CPAD
Extraído do site http://www.cpadnews.com.br em 15/11/2013

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

0 Pastor escreve os 10 mandamentos para as redes sociais



Ele fala sobre a construção do perfil, mensagens e os perigos de usar a rede para caluniar pessoas


O pastor Ed René Kivitz escreveu em seu Facebook algumas regras para que cristãos utilizem melhor a web e principalmente as redes sociais.

O texto postado no dia 8 de novembro recebeu o nome de “Os dez [e alguns outros] mandamentos para o mundo virtual e as mídias sociais” e já foi compartilhado por mais de 2.800 pessoas.

Os mandamentos escritos pelo pastor da Igreja Batista da Água Branca ensinam logo de primeira que o mundo virtual não pode ser substituído pelo real e que a imagem passada nessas redes não pode ser “fake”, ou seja, falsa.

“Não manipularás as pessoas para que pensem de ti mais do que convém”, diz o terceiro mandamento pedindo que as pessoas construam uma identidade verdadeira e consciente no mundo virtual.

Entre as dicas, o pastor ensina que é necessário respeitar as barreiras da intimidade para não tornar público assuntos privados que deveriam ser tratados apenas com quem realmente faz parte de sua vida.

Kivitz também fala sobre ter em mente o que realmente se quer das redes sociais “Não te tornarás o assunto das tuas mídias. Não falarás apenas de ti mesmo. Aliás, quase nunca falarás de ti mesmo. Oferecerás conteúdo.”

O texto segue pedindo que os usuários não protagonizem “barracos” no mundo virtual e nem agridam pessoas com fofocas e calúnias. “Debaterás ideias, não pessoas. Não serás melindroso: lembre-se que quem fala o que quer, ouve o que não quer, inclusive bobagens”, escreveu.

Os últimos mandamentos falam sobre plágio, direitos autorais e o uso das redes de relacionamentos.

OS DEZ [E ALGUNS OUTROS] MANDAMENTOS PARA O MUNDO VIRTUAL E AS MÍDIAS SOCIAIS
1. Não viverás no mundo virtual, apenas farás incursões. Não substituirás o mundo real pelo mundo virtual.
2. Não venderás a alma para ganhar seguidores. Evitarás factóides e fugirás das polêmicas pelas polêmicas.
3. Não construirás de ti mesmo uma imagem fake no mundo virtual. Não manipularás as pessoas para que pensem de ti mais do que convém. Conscientemente constuirás tua identidade no mundo virtual.
4. Não te confundirás com o teu avatarhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png. Não permitirás que tua identidade seja determinada pelo que dizem a teu respeito nos comentários das tuas postagens.
5. Não serás displicente, negligente e descuidado a respeito das fronteiras da tua intimidade. Cuidarás das dimensões pública (o que qualquer um pode saber), privada (o que apenas as pessoas com quem você se relaciona sabem), e íntima (o que apenas as pessoas para quem você revela sabem). Isso vale também para a vida dos outros.
6. Saberás claramente as razões porque estás presente no mundo virtual e utilizas as redes sociais. Não te tornarás o assunto das tuas mídias. Não falarás apenas de ti mesmo. Aliás, quase nunca falarás de ti mesmo. Oferecerás conteúdo.
7. Não protagonizarás barracos no mundo virtual. Não agredirás pessoas com fofocas, calúnias e difamações. Debaterás ideias, não pessoas. Não serás melindroso: lembre-se que quem fala o que quer, ouve o que não quer, inclusive bobagens. Não serás covarde, dizendo no mundo virtual o que não dizes olhos nos olhos.
8. Não plagiarás. Respeitarás os direitos autorais.
9. Não usarás as mídias sociais para destruir, mas para construir. Não serás apenas contra, mas dirás do que és a favor e farás propostas.
10. Não cairás na armadilha embutida na expressão “rede de relacionamentos”. Relacionamento virtual é uma contradição de termos.

 Ele fala sobre a construção do perfil, mensagens e os perigos de usar a rede para caluniar pessoas


O pastor Ed René Kivitz escreveu em seu Facebook algumas regras para que cristãos utilizem melhor a web e principalmente as redes sociais.

O texto postado no dia 8 de novembro recebeu o nome de “Os dez [e alguns outros] mandamentos para o mundo virtual e as mídias sociais” e já foi compartilhado por mais de 2.800 pessoas.

Os mandamentos escritos pelo pastor da Igreja Batista da Água Branca ensinam logo de primeira que o mundo virtual não pode ser substituído pelo real e que a imagem passada nessas redes não pode ser “fake”, ou seja, falsa.

“Não manipularás as pessoas para que pensem de ti mais do que convém”, diz o terceiro mandamento pedindo que as pessoas construam uma identidade verdadeira e consciente no mundo virtual.

Entre as dicas, o pastor ensina que é necessário respeitar as barreiras da intimidade para não tornar público assuntos privados que deveriam ser tratados apenas com quem realmente faz parte de sua vida.

Kivitz também fala sobre ter em mente o que realmente se quer das redes sociais “Não te tornarás o assunto das tuas mídias. Não falarás apenas de ti mesmo. Aliás, quase nunca falarás de ti mesmo. Oferecerás conteúdo.”

O texto segue pedindo que os usuários não protagonizem “barracos” no mundo virtual e nem agridam pessoas com fofocas e calúnias. “Debaterás ideias, não pessoas. Não serás melindroso: lembre-se que quem fala o que quer, ouve o que não quer, inclusive bobagens”, escreveu.

Os últimos mandamentos falam sobre plágio, direitos autorais e o uso das redes de relacionamentos.

OS DEZ [E ALGUNS OUTROS] MANDAMENTOS PARA O MUNDO VIRTUAL E AS MÍDIAS SOCIAIS
1. Não viverás no mundo virtual, apenas farás incursões. Não substituirás o mundo real pelo mundo virtual.
2. Não venderás a alma para ganhar seguidores. Evitarás factóides e fugirás das polêmicas pelas polêmicas.
3. Não construirás de ti mesmo uma imagem fake no mundo virtual. Não manipularás as pessoas para que pensem de ti mais do que convém. Conscientemente constuirás tua identidade no mundo virtual.
4. Não te confundirás com o teu avatarhttp://cdncache1-a.akamaihd.net/items/it/img/arrow-10x10.png. Não permitirás que tua identidade seja determinada pelo que dizem a teu respeito nos comentários das tuas postagens.
5. Não serás displicente, negligente e descuidado a respeito das fronteiras da tua intimidade. Cuidarás das dimensões pública (o que qualquer um pode saber), privada (o que apenas as pessoas com quem você se relaciona sabem), e íntima (o que apenas as pessoas para quem você revela sabem). Isso vale também para a vida dos outros.
6. Saberás claramente as razões porque estás presente no mundo virtual e utilizas as redes sociais. Não te tornarás o assunto das tuas mídias. Não falarás apenas de ti mesmo. Aliás, quase nunca falarás de ti mesmo. Oferecerás conteúdo.
7. Não protagonizarás barracos no mundo virtual. Não agredirás pessoas com fofocas, calúnias e difamações. Debaterás ideias, não pessoas. Não serás melindroso: lembre-se que quem fala o que quer, ouve o que não quer, inclusive bobagens. Não serás covarde, dizendo no mundo virtual o que não dizes olhos nos olhos.
8. Não plagiarás. Respeitarás os direitos autorais.
9. Não usarás as mídias sociais para destruir, mas para construir. Não serás apenas contra, mas dirás do que és a favor e farás propostas.
10. Não cairás na armadilha embutida na expressão “rede de relacionamentos”. Relacionamento virtual é uma contradição de termos.



terça-feira, 12 de novembro de 2013

0 E você está preparado?



E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Hebreus 9:27

Hoje soubemos de uma notícia que nos entristeceu bastante. Partiu para a eternidade a esposa do tio de minha esposa. Ela era uma mulher crente e vivia uma vida de comunhão com Deus, disso sabemos. Mas, não obstante a isso, a tristeza da separação nos assalta, pois que nunca estamos devidamente preparados para enfrentar A MORTE.

Mas enquanto falávamos a respeito um pensamento me ocorreu: E se fosse eu que tivesse partido hoje? Será que estaria preparado? E se fosse você que lê, estaria preparado? Você está pronto para ser chamado a deixar essa terra e enfrentar a realidade do pós-morte?

É engraçado que nos preparamos pra tudo nessa vida: Pra escola primária, secundária, pra faculdade, pra o melhor emprego, para um bom casamento etc., mas nunca pensamos em nos preparar pra morte; nunca imaginamos que de repente esse dia que estamos vivendo pode ser o último de nossas vidas.

Mas é claro, quem vai se importar com um assunto tão lúgubre desses? Quem vai deixar de aproveitar a vida pra ficar pensando na morte? E nesse pensamento de repente somo arrebatados dessa vida ligeiramente. Sem que nos demos conta estamos as portas da morte. E agora o que será de nós? Onde estaremos na eternidade? Ou melhor, com quem estaremos lá? Com Deus ou com o Diabo? No Céu ou no Inferno?

Esse é um assunto chato eu sei, mas alguém tem que falar a respeito, e já que eu sou mesmo um chato de galocha então vou falar.

Muitos imaginam que a vida humana é como a dos irracionais que ao findar o fôlego de vida tudo acaba e todas as nossas memórias jazem em pleno esquecimento. Quem dera que assim fosse, mas infelizmente não é. A realidade que a Bíblia nos diz é bem clara e concisa, senão leiamos novamente: E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, Hebreus 9:27.

Quando o Senhor Jesus contava-nos a respeito do rico e Lazaro (Lucas 16.19-31) deixava bem claro que após a morte o ser humano está em pleno estado de consciência e ciente de cada erro e falha que cometeu aqui nesta terra. O que você tem feito? Quais têm sido suas atitudes? Já tomou a maior de todas as decisões da vida humana, A DE ACEITAR A CRISTO JESUS como seu único e suficiente Salvador e Senhor? Leia com atenção o que Jesus diz no Evangelho de João 14.6 “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. João 14:6.

E você já tomou sua decisão? Acorde enquanto o dia se chama HOJE, pois amanhã pode ser tarde demais.

     João Augusto de Oliveira

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

0 Missões para seis bilhões de pessoas



É incrível até mesmo iniciar este texto, pois o mesmo vai além de qualquer expectativa da visão humana, uma visão que não esteja totalmente dentro de um âmbito cercado pela fé.
Missões para seis bilhões de pessoas é um tema que abrange o mundo inteiro, que envolve todos os moradores da terra de modo literal e pessoal.
Nós temos o costume de escrever sempre direcionando nosso pensamento para uma, duas pessoas. Claro que queremos alcançar o maior número possível, mas se pelo menos duas pessoas gostarem do texto já ficamos realizados.
A população do mundo hoje gira em torno de seis bilhões de pessoas, sendo que um bilhão está às margens da falência, 2,8 bilhões vivem abaixo da linha da miséria; então, isso significa que quase quatro bilhões de pessoas estão correndo sério risco de morte.
Estão praticamente mortos de fome, de sede, vestindo trapos e totalmente focados no dia seguinte, pois suas vidas se transformaram em uma sobrevivência diária e não conseguem mais elaborar um plano e muito menos se preocupar com a vida espiritual, com suas mentes quase mortas.
Existe, também, esse um bilhão que está a cada dia entrando nas fileiras dos abaixo da linda da miséria. Isso significa que suas mentes estão na mira da sobrevivência. E quando o homem só pensa em sobreviver, não consegue focar nada mais além do que escapar de seu futuro caótico.
Quero lembrar que ainda resta um número que gira entorno de dois bilhões de seres humanos que estão vivendo, digamos assim, em um clima de estabilidade, e quando estamos vivendo em um clima de estabilidade não é difícil a possibilidade de estarmos tão tranquilos que não nos preocupemos com a morte.
Lembrando que a morte é o maior inimigo daqueles quatro bilhões que acabamos de mencionar, pois lutam diariamente para sobreviverem, ou seja, lutam para não morrer, já que a morte os ronda diariamente.
Mas quem vive na estabilidade suas vidas se transformam em uma vida de tranquilidade, de felicidade e de bem estar social, e nunca querem falar sobre a morte, não gostam de participar de nenhum tipo de assunto em que a morte esteja relacionada. Por incrível que pareça essa tranquilidade os leva a pensar em alguns momentos que são imortais, que a morte está longe de alcançá-los. Pois com uma vida feliz e tranquila a saúde sempre está presente.
E, caso se enfermarem, a confiança é tanta no dinheiro e na sua estabilidade social que a medicina tem condições de aumentar seus dias de vida. Quero me deter um segundo nessa linha de raciocínio. A sua fé no dinheiro é tanta que ele acredita que sua enfermidade, mesmo perigosa, não vai ser mais poderosa que a medicina. Nasce, então, aí, uma falsa segurança de vida; o homem cria uma imagem de que vai sobreviver, e faz centenas de planos para seu futuro, mesmo os idosos.
A medicina, com a sua mais alta tecnologia e remédios caríssimos, consegue apenas aumentar alguns dias de vida, enganando a mente humana. Não sei se observaram, mas os seis bilhões de seres humanos têm o mesmo dilema, a mesma luta diária. Estão correndo inconscientes da morte, não querem morrer de forma nenhuma. A morte é o novo e o desconhecido é algo que assusta a todos nós. E como pensar no novo e no desconhecido sem pensar na morte?
Todos os dias vivemos pequenas mortes que nos fazem refletir na capacidade de enfrentarmos uma nova situação, uma nova questão que ainda não havíamos experimentado. Portanto, falar de morte, nos remete a pensar na vida, a refletir sobre como temos vivido, como temos sentido, como temos aproveitado nossos potenciais e, principalmente, como vivemos sabendo que somos mortais e que, mais dia menos dia, também “viveremos” a experiência da morte.
Um dos maiores desejos do homem é o da imortalidade, já que a morte não é encarada como parte da vida, e sim como algo antagônico a ela. Tenho certeza que estou passando o que estou sentindo em relação à evangelização mundial e a urgência de fazermos algo imediatamente.
O tema Missões para seis bilhões de pessoas é muito mais abrangente do que imaginamos. Esse é o verdadeiro motivo pelo qual Jesus foi assassinado, e não apenas morto como muitos dizem.
Seu assassinato foi, na realidade, premeditado para que toda essa população mundial não tivesse a chance de vida.
A nossa sociedade, ainda hoje, considera a morte um tabu. Esse tema é evitado e ignorado, fazendo com que vejamos a morte como algo que acontece com os outros e não conosco. A questão principal é que não temos coragem de encarar nossa finitude, pois ela nos faz sentir que não somos tão importantes ou tão especiais assim.
Veja como o próprio Jesus vê a morte. Ele a vê como uma saída para a vida. Isso não se entende de forma nenhuma se não estivermos totalmente ligados à palavra de Deus. E isso se entende apenas pela fé viva nas Escrituras.
Um dia Jesus diz o seguinte: “Aquele que crer em mim, mesmo que esteja morto, viverá”. Jesus via a vida como a morte e a morte como o único meio de viver, pois Ele seria o responsável de acabar com ela, de destrocá-la, de pôr fim nesse temor humano de viver a morte.
Quando Ele olha o campo pronto a ser colhido vê os seres humanos prontos para ouvirem sua vitória sobre a morte, a qual havia conseguido encarar e vencer por nós. Mas o que falta hoje é exatamente isso, pessoas que acreditem nessa passagem bíblica e as leve ao maior número possível de homens e mulheres: isso se chama fazer missões. Ouvir o “Ide” de Jesus.
Nós, que fomos alcançados, mesmo sendo a minoria da população mundial, temos o dever de levar essa mensagem de uma vida eterna que, a despeito de ser espiritual, é real, verdadeira, e é também a única forma de sermos salvos. Mesmo nós, sendo crentes, cristãos salvos pela fé em Cristo, não queremos morrer também, e quem pode faz de tudo para viver mais umas semanas. Isso é obvio e acontece porque viver é bom. Mas o assunto aqui é viver sem Cristo, sem a esperança de não vivermos eternamente salvos nas mansões celestiais como muitos de nós fomos criados ouvindo isso dos mais antigos.
Viver é bom demais, mais viver para sempre, eternamente no terceiro céu, cear na mesa com o mestre, fazer parte do grande coro e das colunas do templo de meu Deus, com certeza é bem melhor.
Nossa fé em Cristo deve nos ensinar como disse Paulo: “para mim viver é Cristo e morrer é ganho”, ou seja, é Cristo também. Precisamos acreditar na vida eterna com Deus.
Apolicarpo, no ano 155 dC, foi convidado a negar a sua fé pelo pró-cônsul, senão seria jogado aos animais ferozes aos seus 86 anos de idade. Sua resposta foi a seguinte: “Pode fazer isso, soltem as feras”. Ele não temia a morte, porque sabia que não era prejuízo, mas se ainda vivesse seguiria falando de Cristo.
Não quero dizer que falar de Cristo aos quase quatro bilhões de miseráveis no mundo vai mudar a crise mundial e comida e dinheiro vão cair do céu. Eu quero dizer que o conceito da vida e da morte vai mudar nas vidas desse povo.
Creio que, quando conseguirmos abrir mão do apego à vida, a morte será considerada realmente como o fim de uma etapa boa e aí viveremos plenamente, com muito mais intensidade e com uma dose muito maior de valor à vida. É nos entregando para a possibilidade da morte que podemos viver realmente, pois se entregar para a possibilidade de morte é se entregar para a vida. Não quero dizer com isso que precisamos pensar na morte, nem tampouco fantasiar sobre todas as possibilidades diante dela, muito pelo contrário, quero conscientizá-los de que está em nossas mãos, os “crentes”, a séria responsabilidade de falar sobre “quem estiver em Cristo ainda que esteja morto viverá”.
Francamente eu queria viver o máximo possível, porque quero ter a maior oportunidade que puder para falar a todos que Jesus Cristo me deu esperança de vida. Jesus Cristo fez com que eu vivesse quando eu estava morto.

domingo, 10 de novembro de 2013

0 A educação sexual e seus frutos



Governo inglês impõe educação sexual nas escolas. A mentalidade estatal crê que crianças devem aprender sobre sexo o mais cedo possível.
Consequência: Menina de 6 anos um dia consegue desabafar para a mãe que estava sendo diariamente estuprada por seus amiguinhos de escola.
A mãe da menina declarou para o jornal SkyNet:
Ela me disse coisas que penso toda mãe tem medo de ouvir da própria filha. Foi horroroso o que ela passou.
Todo dia tiravam a roupa dela. Todo dia cometiam abusos sexuais e físicos com ela. E todo dia ela chorava pedindo socorro [na escola] e ninguém jamais aparecia.
Penso que não dá para desculpar isso. Como é que dá par dizer que tudo está bem e ninguém tem de prestar contas de nada?
O jornal então conclui:
Uma investigação oficial do abuso aceitou o fato de que uma conduta sexualmente prejudicial realmente ocorreu, mas concluiu que não dá para se tomar nenhuma medida com os responsáveis, pois são jovens demais.
Ninguém tem a menor dúvida de que um crime muito sério foi cometido. Mas ninguém vai ser condenado — nem mesmo o Estado, que estimula as crianças ao sexo, e depois com a maior cara de pau lava as mãos diante das conseqüências.

Fonte: www.juliosevero.com

sábado, 9 de novembro de 2013

0 Missão para toda a vida, a vida toda



Resumo das palestras do Pr. Jeremias Pereira da Silva – SEPAL – 07 e 08.05.2013)
Tanto a igreja como o crente têm uma missão que dura a vida toda – a de pregar e testemunhar de Cristo. No exercício dessa missão, utilizando dons e talentos, o crente encontra dificuldades e desafios a vencer. Além de buscar o poder do Alto, o que mais ele pode fazer? Aqui vão algumas orientações para os que buscam sempre o melhor para Cristo:

1)Veja sua história do ponto de vista de Deus - Deus sabe o que está pensando a nosso respeito; ele tem planos para nós. Em Jeremias 29:11, ele nos diz que “tem planos de paz e não de mal…” Devemos admitir a soberania de Deus em nossa vida, pois “tudo o que nos acontece (de bom ou de mau) já passou pelas mãos do nosso Pai Celestial”. As provações do passado, quando ficam martelando em nossa mente, podem atrapalhar. Portanto, reconcilie-se com o seu passado, deixando tudo nas mãos de Deus. Por outro lado, o passado bom nos leva a situações como a de “dirigir só olhando para o retrovisor”, o que pode provocar um acidente. Precisamos entender que Deus nos amou desde o ventre da nossa mãe, ou melhor, muito antes disso.

2)Faça algo exponencial nas suas atuais circunstâncias, usando hoje os seus talentos, mesmo sem condições ideais, sem recursos suficientes, pois o Senhor providenciará o que for necessário. Não espere por melhores dias ou por mais condições materiais. Coloque-se nas mãos de Deus e ele tudo fará (Salmo 37:5). Faça algo ao seu alcance na área de missões, evangelismo, ação social, ministério com famílias ou no campo da oração. Como diz o texto de Jeremias 29:5 “plantai jardins e comei do seu fruto”. Há necessidades imensas na evangelização de povos e grupos não alcançados (indígenas, ribeirinhos, quilombolas, ciganos, ricos, imigrantes, drogados, moradores de rua, etc). Se cada um de nós fizer a sua parte, orando, contribuindo ou mesmo indo, a obra será realizada.

3)Liberte-se de pensamentos mentirosos – Não creia em falsos profetas, em tradicionalismo, carnalidade, ideias diabólicas ou mundanas. Pense biblicamente, conforme Filipenses 4:8. Ronaldo Lidório afirmou que ”devemos ter 3 atitudes com relação às críticas: não jogar tudo fora, não aceitar toda crítica e não dormir com as críticas”.

4)Confie na miraculosa ação da Providência Divina - Tenha fé; Deus é o mesmo ontem, hoje e eternamente. Deus impactou uma geração do seu povo no cativeiro babilônico, fazendo milagres através de Daniel, dos três jovens na fornalha e fechando a boca dos leões. Hoje ele também pode fazer muitas maravilhas em nosso país.

5)Viva intencionalmente para abençoar gerações futuras - A igreja precisa da experiência dos adultos e de recursos materiais, mas também precisa dos jovens. O papel da igreja é instruí-los e estimulá-los às atividades evangelísticas e ministeriais. A igreja também precisa investir no treinamento de pessoas para trabalhar com o departamento infantil, berçário, classes de adolescentes e jovens.

6)Mantenha sua vida espiritual em alta, especialmente a vida de oração. Busque o reavivamento do seu chamado, da santidade, da comunhão com a igreja, da leitura da Bíblia, da entrega dos dízimos e ofertas, evitando sempre a maledicência, que pode colocar tudo a perder.

7)Coopere com o Eterno para evangelizar as nações - No cativeiro babilônico surgiram as sinagogas que, centenas de anos depois, foram utilizadas por Jesus e os apóstolos para evangelismo e missões. Assim, uma pequena iniciativa ou realização hoje pode produzir muitos frutos amanhã. O desafio da igreja em nossos dias é impactar a nova geração, ter um coração missionário – ir, contribuir, adotar um missionário e orar muito, sem cessar.

por Pedro Carbone Filho



quarta-feira, 6 de novembro de 2013

0 SE TIVESSE QUE ESCOLHER ENTRE “QUANTIDADE E QUALIDADE”; POR CERTO EU ESCOLHERIA “QUALIDADE”.



Louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. Atos 2:47

Estamos vivendo realmente um crescimento exponencial da igreja evangélica em solo brasileiro. Somente nas últimas décadas tivemos um aumento de aproximadamente 62%, segundo dados estatísticos.

Eu não quero discutir esse suposto “crescimento” o qual tantos defendem e alardeiam como se fosse algo extremamente positivo em todos os sentidos. Bem, desculpem-me os positivistas, mas eu prefiro olhar as coisas de uma forma mais realista.

Eu diria que é exatamente essa ilusão do crescimento vertiginoso que tem causado tantas tragédias doutrinárias, teológicas e éticas no seio da comunidade cristã. Pois para defender a grande massa que está vindo ao seio do cristianismo, de maneira a não as ofender é  que pastores e pregadores têm vendido um evangelho barato em seus púlpitos, evangelho esse que em nada parece com o Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Serei sincero no que vou dizer: Sou daquele tempo que prima pela qualidade sem levar muito em consideração a quantidade. Lógico que se pudermos unir uma bela quantidade a uma ótima qualidade, maravilha. Mas do contrário, se tiver que escolher entre qualidade e quantidade; eu prefiro logicamente a qualidade.

Do que adianta ter uma congregação com mil membros sem compromisso de santidade, pureza e vida consagrada a Deus? Prefiro uma igreja com cinquenta membros consagrados e ungidos de coração.

É justamente por causa desse fenômeno (o crescimento) que muitos pastores estão barateando a fé e pregando um evangelho materialista, humanista e descompromissado com a adoração ao Deus dos céus.

Confesso que tenho estado estarrecido com algumas “supostas pregações” que ouço em algumas igrejas hoje em dia. Pregações estas que mais parecem uma palestra motivacional com o puro objetivo de massagear o ego de pessoas cujo propósito nas igrejas é tão-somente enriquecer a custa da fé.

Estou assustado eu diria, com a construção de tantas catedrais, mega-templos e replicas do templo de Salomão. Igrejas enormes que comportam grandes multidões, mas vazias de pessoas consagradas, santificadas, cheias do Espírito Santo e com ardente desejo missionário.

Prefiro uma igrejinha de sapê, plantada lá no interior do Brasil, com chão batido de cimento grosso. Igreja cujos pregadores mal conheçam escatologia, hermenêutica e exegese, mas que quando oram os céus se abre, a glória de Deus desce, os milagres acontecem e acima de tudo têm uma vida irrepreensível diante de Deus e da comunidade em que vivem.

Uma igreja assim eu valorizo de coração. Quanto a algumas outras que por ai estão só posso dizer: QUE DEUS TENHA MISERICÓRIA, ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS.

Boa semana a todos,

          João Augusto de Oliveira


0 Frio que mata…




Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam.
 Se o fogo apagasse – eles sabiam –, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver.
O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outro cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo:
“Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro.” E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais.
O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma divida. Olhou ao redor e viu um circulo em torno do fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou:
 “Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?”
O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo daquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático:
 “É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem.” E guardou suas lenhas com cuidado.
 O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou:
 ” Esta nevasca pode durar vários dias, vou guardar minha lenha.”
 O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil.
 O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
 “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.”
 Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha.
 Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse:
“O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.”

Autor Desconhecido

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

0 O que mudou no Brasil com o aumento de evangélicos?



Recordo-me quando, algum tempo atrás, devido á influência nefasta de doutrinas confessionais, podia se ver grandes outdoors com dizeres do tipo: “O BRASIL É DO SENHOR JESUS”, “ESTA CIDADE PERTENCE A JESUS”, etc etc. Ocorre que não houve evangelização, não houve derramamento de chuvas dos céus e, infelizmente, não sendo assim a igreja não mudou e sequer influenciou a sociedade brasileira.
Fico observando o que muitos líderes dizem, arrogantemente, sobre o número de evangélicos no Brasil. Se observarmos o último censo geral do IBGE, há, de fato, um aumento significativo no número dos que se declaram evangélicos. Observemos,in verbis, o texto a seguir, retirado do site do IBGE:
“O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população. Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos era de 9% e, em 1980, de 6,6%.”
Fonte: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/06/numero-de-evangelicos-aumenta-61-em-10-anos-aponta-ibge.html
O que me espanta nisso é que a percepção, na prática diária de nossas vidas, na essência, é quase nula. Não se tem uma percepção de mudanças de valores na sociedade brasileira em função do aumento de evangélicos.
Outrora, era comum se dizer sobre os católicos algo mais ou menos assim: “fulano é católico, mas não é praticante”. No meio evangélico, isso nunca foi uma bandeira, vez que evangélico era sinal de alguém honesto, íntegro, fiel, correto nos procedimentos, enfim, não se aceitava a expressão “evangélico não praticante”.
O que mais me dói é ver um povo evangélico acéfalo. Um povo sem profetas, um povo sem direção. O que mais me dói é ter a percepção que esse aumento só se deu a partir de um momento que pessoas sem compromisso com outras religiões passaram a frequentar igrejas evangélicas e com isso gerando um aumento no número absoluto. Mas, ao contrário do que deveria ser, esse TAL povo evangélico, infelizmente, não consegue mais fazer a diferença. Se lembrarmos das palavras do profeta Malaquias, quando disse: “Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve” (Mal 3.18), podemos inferir que aqui no Brasil ser evangélico ou não ser evangélico é quase a mesma coisa.
Hoje, um evangélico come na mesa do idólatra, canta no palco de Belzebu e Mamom, com dançarinas seminuas, canta na mistura do sagrado e profano, hoje, evangélico faz fila para ir a “show” de outro suposto evangélico, hoje em dia, pastores e mais pastores casam-se e recasam-se e tudo continua bem. Hoje em dia, evangélico usa produtos piratas, frauda impostos (não que sejam justos, mas a Bíblia manda pagar), são desleais, são rebeldes, enfim, hoje não há diferença entre quem serve a Deus, a Jeová verdadeiro, e quem não serve. Hoje, somos tão ou mais pecadores que outros segmentos, pois colocamos no poder político do país, para nos dirigir, pessoas que sempre foram ateístas, pessoas que praticam e defendem a prática do aborto, pessoas que mentem por causas políticas, pessoas sem nenhum pudor, mas que nos cercam e com suas ofertas tem comprado quase que 80% dos supostos líderes evangélicos desta Nação. Que tristeza esse quadro!
Se atentarmos para o que o salmista nos ensinou em seu livro no capítulo 144, do verso 12 ao 15, certamente entenderíamos o que estou dizendo:
“Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras de esquina lavradas à moda de palácio. Para que as nossas dispensas se encham de todo provimento; para que os nossos rebanhos produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas. Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saídas, nem gritos nas nossas ruas. Bem-aventurado o povo ao qual assim acontece; bem-aventurado é o povo cujo Deus é o SENHOR.”
Eu fico triste a cada ano que se passa, pois não vejo aqui em nosso querido Brasil, a pretexto de bandeiras e ideologias diversas e estranhas à Palavra de Deus, uma Nação como a que o salmista ensina. Se fixarmos nossos olhos em cada palavra do salmista, choraríamos. Na realidade, caminhamos no sentido oposto ao que seria uma Nação cujo Deus é o Senhor.
Hoje, vendo uma Nação cujos deuses são a desonestidade, a impureza, canais de TV, líderes religiosos (aqui incluídos os deuses evangélicos, como os apóstolos, os bispos, os pastores “showman”, os cantores e tantos outros que são idolatrados a ferro e fogo), vendo uma Nação que usurpa dos pobres, que mata bebês, que endossa as relações ilícitas contrárias à natureza (Rm 1.26), e tantas outras, só posso dizer uma coisa: O BRASIL AINDA NÃO É DO SENHOR JESUS!.
Do Blog restauracaodapalavra.blogspot.com.br/

sábado, 2 de novembro de 2013

0 Os mortos e os que vivendo estão mortos



Porque na morte não há lembrança de ti; no sepulcro quem te louvará? Salmos 6:5

Mais uma vez chegou o dia 02 de Novembro. Dia esse que está reservado em alguns países do mundo (inclusive no Brasil) para que as pessoas possam homenagear os seus ente queridos, que já partiram.

Bem, não que eu concorde em 100% com essa prática, mas acho que de certa forma acabamos nos lembrando daqueles que um dia fizeram parte da nossa vida e que por razões alheias a nossa vontade, hoje não fazem mais.

Mas o que eu gostaria de chamar a atenção é daqueles que parecem que estão vivos, mas não estão. Escrevendo a Igreja de Sardes, o Senhor Jesus diz: “E ao anjo da igreja que está em Sardes escreve: Isto diz o que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas obras, que tens nome de que vives, e estás morto”. Apocalipse 3:1

Por incrível que pareça, hoje em dia tem muita gente assim por ai no meio das igrejas. São pessoas que aparentemente estão vivas, mas no fundo, se você olhar direitinho verá que de vivas não têm nada.

São pessoas que estão, mas não estão; são, mas não são; vão, mas não vão. Ei sei que parece engraçado, mas é a mais pura realidade.

Estou falando daquelas pessoas que não sentem mais prazer em nada do que diz respeito às coisas de Deus (leitura bíblica, oração, escola dominical, culto doméstico etc.). Muitos desses ainda o fazem, mas nem eles mesmos sabem o porquê ainda fazem.

Aos olhos do Pastor, do corpo de obreiros, da Igreja. Essas pessoas estão vivas, mas aos olhos daquele que SONDA O INTERIOR elas estão duas vezes mortas, desarraigadas (Judas 12).

Abra o olho para que você também não esteja sendo lembrado nesse dia 02 de Novembro como alguém que um dia esteve vivo espiritualmente, mas que agora não passa de UM DEFUNTO AMBULANTE!

Bom Final de Semana a Todos.

           Em Cristo,
                                   João Augusto de Oliveira

 

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