terça-feira, 14 de maio de 2013

0 2º Trim. 2013 - Lição 7 - O divórcio




PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2013
A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XXI: Protegendo seu lar dos ataques do inimigo
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                          

LIÇÃO Nº 7 – O DIVÓRCIO
                                   O divórcio foi um tema que, desde o tempo da lei de Moisés, tem despertado muitas discussões no meio do povo de Deus. Entretanto, o cristão não tem motivos para se embaraçar com este assunto, que foi claramente tratado por Jesus. Embora não seja desejado por Deus, há situações em que a Bíblia autoriza o divórcio, exatamente porque acima da relação familiar está a necessidade de mantermos nossa comunhão com o Senhor.

INTRODUÇÃO
- Vivemos num país cuja formação cultural está intimamente relacionada com a Igreja Católica Apostólica Romana, que, inclusive, foi a religião oficial até 15 de novembro de 1889. Uma das maiores influências da Igreja Romana em nossa cultura foi a do dogma da indissolubilidade do casamento, dogma este que está em desacordo com a Bíblia Sagrada e que tanta confusão lançou sobre a compreensão do tema divórcio no meio do povo de Deus.
- Embora tenha sido uma instituição criada pelo próprio Deus, o casamento não é um sacramento, como consideram os católicos, os ortodoxos e até os anglicanos, e, portanto, não é algo que jamais pode ser dissolvido. Jesus indicou situação em que pode haver a dissolução do casamento além da morte, como defendem os teólogos das religiões mencionadas. No tratamento deste assunto, portanto, tem o cristão sincero e verdadeiro de se despir dos dados culturais e tradicionais, passados de geração a geração como verdades absolutas, e se definir única e exclusivamente pelo que ensina a Bíblia Sagrada.
OBS:  A doutrina católica se baseia muito na figura dos sacramentos, que seriam ritos instituídos por Cristo ou pela Igreja, como sinais externos ou visíveis de uma graça interna ou espiritual. Assim, são rituais que, em si mesmos, demonstram a ação da graça de Deus e, portanto, são a própria manifestação divina, razão pela qual são indissolúveis, não podem ser desfeitos pela vontade humana. Dentre os sacramentos, os católicos elencam o matrimônio. Assim, a celebração de um casamento, segundo o ritual estabelecido pela Igreja Romana, é a própria manifestação divina que une o homem e a mulher e, portanto, a vontade humana jamais poderia desfazer esta união. É por isso que o católico não aceita o divórcio, que seria o desfazer da união entre homem e mulher pela vontade dos cônjuges. Toda a doutrina dos sacramentos não tem qualquer amparo bíblico, até porque se anula o livre-arbítrio, que Deus jamais anulou. Este, sim, foi dado por Deus ao homem e o que Deus dá é sem arrependimento (Rm.11:29). Se o homem pode  rejeitar a salvação, bem maior que o casamento, porque estaria impedido, por um ritual da Igreja, criado por homens, impedido de rejeitar um casamento ?
I - CASAMENTO, UMA INSTITUIÇÃO DIVINA
-  Temos visto, neste trimestre, que a família é uma instituição divina, já que quem a criou foi o próprio Deus, pois, sem a família, o homem não poderia cumprir aquilo que lhe foi exigido pelo Criador, qual seja, o domínio sobre a face da Terra, algo que somente se poderia dar com a reprodução da espécie e a complementaridade entre homem e mulher. Vimos, também, que o casamento, entendido este como a forma pela qual, numa determinada sociedade, um homem e uma mulher demonstram, de forma inequívoca para os demais seres humanos, que “deixaram” seus pais e se “uniram numa só carne”, é a única forma biblicamente correta para a constituição de uma família.
- Dentro deste pensamento, portanto, não podemos deixar de reconhecer que o casamento, tanto quanto a família, é uma instituição divina, ou seja, algo que também foi criado por Deus. Aliás, mesmo entre os pagãos, já havia a percepção de que o casamento abrangia algo mais do que um liame puramente material, tanto que o jurista romano Modestino conceituava o casamento, antes mesmo do surgimento de nosso Senhor, como “a união divina e humana entre um homem e uma mulher”. Tanto assim é que é imperioso que o casamento se dê debaixo da direção divina e que fiéis não se casem com infiéis.



segunda-feira, 13 de maio de 2013

0 Eu e as minhas lembranças!



Dia desses eu estava pensando, desculpem mas tenho este habito de vez por outra encontrar-me a mim mesmo mergulhado em pensamentos. E nesse mergulho nos meus pensamentos eu estava lembrando-me de alguns anos atrás, quando aceitei  a Cristo como meu único e suficiente Salvador e Senhor, como as coisas na igreja eram diferentes.

Já disse que não me importo que me chamem de saudosista, tão pouco pretendo viver de passado, pois sei que quem vive de passado é museu, mas é impossível não lembrar os tempos de outrora quando vejo o descaso, a falta de compromisso e principalmente a falta de espiritualidade gritante nos dias atuais.

Lembro-me de quando a juventude tinha um profundo compromisso com Deus e com a igreja – Tempos áureos eram aqueles, e não estou dizendo que éramos jovens “perfeitos”, claro que não, pois tínhamos nossas falhas, mas parece que a coisa ultimamente “entortou de vez”. É um tal de namoro sem compromisso (ficar), moças e rapazes tomando o namorado (a) um do outro(a), jovens que querem namorar com dois ou três ao mesmo tempo, namorado dormir na casa da namorada e vice-versa, sexo antes do casamento etc.

Lembro-me de quando os crentes evangelizavam aos domingos à tarde – Que saudades de quando costumávamos encontrar as dezenas de crentes aos domingos a tarde com as mãos cheias de folhetos e amor no coração para com as almas perdidas. Diferente de hoje em dia, quando a maioria tira os domingos apenas para dormir, lazer, passeio ou assistir aquela “partida de futebol”.

Por falar nisso, saudades daquela época que não havia televisão na casa dos crentes, muito menos internet – Eu não sou contra os avanços tecnológicos se é o que você está pensando. Reconheço os benefícios que a televisão e principalmente a internet trouxeram à sociedade. Mas, não posso deixar de dizer que esses mesmos meios de comunicação nos legaram estragos quase que irreparáveis.

É só parar para ver quando a vida dos crentes em geral (jovens e casados) era regida pela palavra de Deus e não pelos ditames e modismos da mídia.Você lembra quando havia culto doméstico nos lares? Onde as crianças desde pequenas eram ensinadas a temer a Deus e adorÁ-lo? Pois bem, infelizmente em muitos lares o espaço do culto domestico hoje é ocupado pelas novelas, filmes, programas em geral e desenhos animados; proporcionando uma educação deficiente e uma família desregrada e sem temor de Deus.

E o que falar da Internet? Seus benefícios? IMENSOS! Seus estragos? MAIORES AINDA! Ora podem tachar-me do que quiserem, mas é impossível fugir á verdade de que a internet roubou nosso tempo para Deus, acabou em muitos casos com o diálogo entre pais e filhos e entre conjugues e tem sido uma ferramenta poderosa nas mãos de Satanás para infestar nossos lares de pornografia, satanismo e ocultismo. Ou eu estou errado?
Lembro-me daquele tempo em que havia pregações acerca de salvação – Hoje em dia o negócio é “PROSPERIDADE” e só é bom nas igrejas aquele que sobe galopantemente na vida. É a ordem do dia. Os que pagam aluguel, não têm carro próprio, não têm um bom emprego, não entregam um bom dízimo são considerados fracos não abençoados e de mente pequena.

Engraçado, onde está à pregação de salvação, de santidade, de compromisso com Deus e de esperança de vida eterna?

Parece até que Jesus morreu na cruz unicamente para que os crentes fossem ricos e abastados financeiramente, andando nos seus carrões, manuseando seus cheques especiais, e opulentos.

Mas lendo a Bíblia, vejam só o que encontrei:

. Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Marcos 8:36

. E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. Lucas 12:15

. Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? Mateus 6:31

. Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. 1 Timóteo 6:7

. Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.
1 Timóteo 6:8

. Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. 
1 Timóteo 6:9

. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores. 
1 Timóteo 6:10

Prefiro ficar com o que a Bíblia diz e você?

Boa semana,

                                      João Augusto de Oliveira




sábado, 11 de maio de 2013

0 FELIZ DIA DAS MÃES




Amor de Mãe

Uma criança pronta para nascer perguntou a Deus:
- Dizem-me que estarei sendo enviado à terra amanhã… Como vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?
E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Criança:
- Mas diga-me: Aqui no Céu eu não faço nada a não ser cantar e sorrir, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?
Deus:
- Seu anjo cantará e sorrirá para você… a cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Criança:
- Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?
Deus:
- Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.
Criança:
- E o que farei quando eu quiser Te falar?
Deus:
- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Criança:
- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?
Deus:
- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.
Criança:
- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.
Deus:
- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no céu, mas as vozes da terra já podiam ser ouvidas. A criança apressada, pediu suavemente:
- Oh Deus se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me, por favor, o nome do meu anjo.
E Deus respondeu:
- Você chamará seu anjo…
 MÃE!


  

OBS: Quero dedicar essa mensagem e vídeo a todas as mães do Brasil e do mundo; mas especialmente a duas mães:

1.    Minha mãe – à mulher que me deu a vida e que infelizmente neste dia estou a quase três mil quilômetros de distância dela. Mas, isso não me impede de dizer: MAMÃE TE AMO!

2.    Minha esposa – Essa mulher guerreira e maravilhosa, que tem se dedicado com afinco a criar e educar nossos filhos. Gostaria no dia de hoje a dar-te o mundo de presente com todas as suas riquezas e delícias; mas como não posso fazê-lo ofereço-te o MEU MAIS SINCERO AMOR E GRATIDÃO – TE AMO MAMÃE!

João Augusto de Oliveira



sexta-feira, 10 de maio de 2013

0 Mensagem O cheque escondido




Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola.
Suas notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar de comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a universidade de medicina, lhe darei então um carro de presente.

Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a Ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!

Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de medicina! Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração.
O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.

Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou as mãos uma caixa de presente.
Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma bíblia.

O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente.

Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade.
Raramente mandava notícias a família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai.

Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu, faleceu. No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a bíblia que teria sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.
De volta a sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro
numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro, eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele carro que lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor, a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o amor de Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um "cheque escondido" em todas as
diversidades da vida.
Desconheço o autor

quinta-feira, 9 de maio de 2013

0 Apascentando Ovelhas ou Entretendo Bodes?



Um mal está no declarado campo do Senhor, tão grosseiro em seu descaramento, que até o mais míope dificilmente deixaria de notá-lo durante os últimos anos. Ele se tem desenvolvido em um ritmo anormal, mesmo para o mal. Ele tem agido como fermento até que toda a massa levede. O demônio raramente fez algo tão engenhoso quanto sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las.

Da pregação em alta voz, como faziam os Puritanos, a Igreja gradualmente baixou o tom de seu testemunho, e então tolerou e desculpou as frivolidades da época. Em seguida ela as tolerou dentro de suas fronteiras. Agora as adotou sob o argumento de atingir as massas.

Meu primeiro argumento é que prover entretenimento para as pessoas não está dito em parte nenhuma das Escrituras como sendo uma função da Igreja. Se este é um trabalho Cristão, porque Cristo não falou dele? "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura." (Marcos 16:15). Isto está suficientemente claro. Assim teria sido se Ele tivesse adicionado "e proporcionem divertimento para aqueles que não tem prazer no evangelho." Nenhuma destas palavras, contudo, são encontradas. Não parecem ter-lhe ocorrido.

Então novamente, "E ele mesmo deu uns para apóstolos, e outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e doutores... para a obra do ministério" (Efésios 4:11-12). Onde entram os animadores? O Espírito Santo silencia no que diz respeito a eles. Foram os profetas perseguidos porque divertiram o povo ou porque o rejeitaram? Em concerto musical não há lista de mártires.

Além disto, prover divertimento está em direto antagonismo com o ensino e a vida de Cristo e de todos os seus apóstolos. Qual foi a atitude da Igreja quanto ao mundo? "Vós sois o sal" (Mateus 5:13), não o doce açucarado - algo que o mundo irá cuspir e não engolir. Curta e severa foi a expressão: "deixa os mortos sepultar os seus mortos." (Mateus 8:22) Ele foi de uma tremenda seriedade.

Se Cristo introduzisse mais brilho e elementos agradáveis em Sua missão, ele teria sido mais popular quando O abandonaram por causa da natureza inquiridora de Seus ensinos. Eu não O ouvi dizer: "Corra atrás destas pessoas, Pedro, e diga-lhes que nós teremos um estilo diferente de culto amanhã, um pouco mais curto e atraente, com pouca pregação. Nós teremos uma noite agradável para as pessoas. Diga-lhes que certamente se agradarão. Seja rápido Pedro, nós devemos ganhar estas pessoas de qualquer forma." Jesus se compadeceu dos pecadores, suspirou e chorou por eles, mas nunca procurou entretê-los.

Em vão serão examinadas as Epístolas para se encontrar qualquer traço deste evangelho de entretenimento! A mensagem delas é: "Saia, afaste-se, mantenha-se afastado!" É patente a ausência de qualquer coisa que se aproxime de uma brincadeira. Eles tinham ilimitada confiança no evangelho e não empregavam outra arma.

Após Pedro e João terem sido presos por pregar o evangelho, a Igreja teve uma reunião de oração, mas eles não oraram: "Senhor conceda aos teus servos que através de um uso inteligente e perspicaz de inocente recreação possamos mostrar a estas pessoas quão felizes nós somos." Se não cessaram de pregar a Cristo, não tiveram tempo para arranjar entretenimentos. Dispersos pela perseguição, foram por todos os lugares pregando o evangelho. Eles colocaram o mundo de cabeça para baixo (Atos 17:6). Esta é a única diferença! Senhor limpe a Igreja de toda podridão e refugo que o diabo lhe tem imposto, e traga-nos de volta aos métodos apostólicos.

Finalmente, a missão de entretenimento falha em realizar os fins desejados. Ela produz destruição entre os novos convertidos. Permita que os negligentes e escarnecedores, que agradecem a Deus pela Igreja os terem encontrado no meio do caminho, falem e testifiquem. Permita que os oprimidos que encontraram paz através de um concerto musical não silenciem! Permita que o bêbado para quem o entretenimento dramático foi um elo no processo de conversão, se levante! Ninguém irá responder. A missão de entretenimento não produz convertidos. A necessidade imediata para o ministério dos dias de hoje é crer na sabedoria combinada à verdadeira espiritualidade, uma brotando da outra como os frutos da raiz. A necessidade é de doutrina bíblica, de tal forma entendida e sentida, que coloque os homens em fogo.

Autor: C. H. Spurgeon (1834 – 1892)



quarta-feira, 8 de maio de 2013

0 2º Trim. 2013 - Lição 6 - A infidelidade conjugal





PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2013
A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XXI: Protegendo seu lar dos ataques do inimigo
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                   

LIÇÃO Nº 6 – A INFIDELIDADE CONJUGAL
                                               A fidelidade é nota essencial do casamento bíblico.

                                      

INTRODUÇÃO
- A fidelidade é nota essencial do casamento bíblico.
- Por causa da fidelidade, o casamento pode ser figura do relacionamento entre Deus e Israel, entre Cristo e a Igreja.
I – OS SIGNIFICADOS DE FIDELIDADE
- O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa dá, entre os muitos significados de fé, o de “compromisso assumido de ser fiel à palavra dada, de cumprir exatamente o que se prometeu”. Por sua vez, o mesmo dicionário identifica “fidelidade” como sendo “característica, atributo do que é fiel, do que demonstra zelo, respeito quase venerável por alguém ou algo; lealdade”. Percebe-se, portanto, que a ideia de fidelidade está vinculada à ideia de compromisso, ou seja, a uma persistência num acordo, num pacto que foi firmado entre duas partes.
- Ora, é precisamente este o sentido da fé ou fidelidade enquanto fruto do Espírito Santo. Quando somos salvos, passamos a ser participantes da natureza divina (II Pe.1:4) e, sendo assim, temos de assumir o mesmo caráter de Deus, já que, em nós, foi restaurada a imagem e semelhança de Deus, que deve ser refletida por nós aos homens (Mt.5:16; II Co.3:18).
- Uma das principais características divinas é a Sua imutabilidade. Deus não muda e n’Ele não há sombra de variação (Tg.1:17). A Bíblia ressalta, ainda, que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb.13:8). Desta maneira, o salvo não pode, também, no tocante aos valores morais e espirituais, sofrer qualquer variação. Tem de ser firme, tem de manter a sua posição, custe o que custar, aconteça o que acontecer.
- Esta firmeza é o respeito, o zelo ao compromisso assumido, que é a fidelidade, como vimos na definição supra. A fé enquanto fruto do Espírito traz ao homem esta atitude de firmeza, de imutabilidade, que o leva a manter as suas posições apesar das circunstâncias adversas. O homem que morará no santo monte do Senhor é aquele, diz o salmista, que “mesmo que jure com dano seu, não muda” (Sl.15:4 “in fine”).
- A fé é, portanto, enquanto fruto do Espírito, a característica de manutenção dos compromissos assumidos diante do Senhor e de imutabilidade de suas posições frente aos desafios e obstáculos que se lançam diante do crente. Quando observamos a galeria dos “heróis da fé” no capítulo 11 dos Hebreus, vemos que a fé existente naqueles homens fez com que tivessem eles atitudes firmes, imutáveis, que não se alteraram mesmo diante das tribulações e das dificuldades apresentadas, que, aliás, chegaram mesmo a levar, algumas vezes, os fiéis à morte. Entretanto, a fidelidade não se abala mesmo diante da morte, tanto que o próprio Senhor, em Sua carta à igreja de Smirna, reconhece esta circunstância, prometendo, porém, aos que forem fiéis até a morte, a coroa da vida (Ap.2:10).
- A fé importa em tomada de posição firme ante o compromisso assumido com o Senhor quando de nossa salvação. Ao aceitarmos a Cristo como nosso Senhor e Salvador, a exemplo do que fez Israel quando do pacto que selou com Deus no deserto, dizemos ao Senhor: “tudo o que o Senhor tem falado, faremos” (Ex.19:8 “in medio”). O próprio Jesus afirma que só seremos Seus amigos se fizermos o que Ele manda (Jo.15:14). Ora, como o Senhor é sempre o mesmo, Sua Palavra não muda, permanece para sempre (I Pe.1:25), de sorte que não temos dificuldade em saber o que devemos fazer. Por isso, Paulo dizia que não se cansava de ensinar aos crentes as mesmas coisas (At.13:42; Fp.3:1).






terça-feira, 7 de maio de 2013

0 Crise na Igreja Atual: Doutrina, Palavra e Desvios Teológicos










Não é segredo para ninguém: a Igreja Evangélica brasileira atravessa uma de suas maiores crises doutrinárias, teológicas e administrativas.

Quem nunca se deparou com problemas dessa natureza dentro de sua própria comunidade local? A verdade é que ninguém, em sã consciência, teria a coragem de atirar a “primeira pedra”.

Se fôssemos listar aqui cada falha identificada e o nível de insatisfação de milhares de fiéis, vinte ou trinta páginas não seriam suficientes. Por isso, convido você a refletir sobre quatro dos problemas mais gritantes da atualidade.


1. O Desaparecimento da Sã Doutrina

A palavra “doutrina” mal é citada em muitos templos Brasil afora. Infelizmente, criou-se em torno dela uma conotação pejorativa. Quando o termo vem à tona, muitos sentem aversão imediata, associando-o ao legalismo religioso e ao falso moralismo.

Mas, independentemente do que pensa a maioria, o que as Escrituras dizem sobre a importância da doutrina?

📖 O que diz a Bíblia:

  • Tito 2:1 – "Tu, porém, fala o que convém à sã doutrina."
  • 1 Timóteo 6:3 – "Se alguém ensina alguma outra doutrina e não se conforma com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo..."
  • João 7:16 – "Jesus lhes respondeu e disse: A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou."
  • 2 Timóteo 4:3 – "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências..."
  • 1 Timóteo 4:16 – "Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Continua nestes deveres; porque, fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes."

Esses versículos demonstram que a doutrina bíblica não é um fardo moralista, mas a base para a saúde espiritual da comunidade local.


2. O Silenciamento do Púlpito: Onde Está a Pregação?

Quero deixar claro: não tenho absolutamente nada contra o louvor. Quando liderado por músicos cristãos comprometidos com a santidade, o louvor é uma ferramenta indispensável ao culto.

No entanto, o que vemos hoje é o período musical suprimindo gradativamente o tempo que deveria ser dedicado à ministração da Palavra. Tornou-se comum reservar apenas 10 ou 15 minutos para o sermão. Será essa uma atitude saudável?

📢 A primazia da Palavra:

  • 2 Timóteo 4:2 – "Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta..."
  • Lucas 9:2a – "E enviou-os a pregar o reino de Deus..."
  • 2 Coríntios 2:12 – "Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo..."
  • Atos 10:42 – "E nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por Deus..."

Um dos pilares dos Reformadores (Lutero, Calvino e Zuínglio) foi justamente devolver à pregação o centro do culto público. Infelizmente, a igreja atual caminha na direção oposta, desfazendo o legado da Reforma.


3. Mensagens de Autoajuda vs. Teologia da Ganância

Não sou contra o encorajamento emocional, muito menos contra a prosperidade honesta de quem quer que seja. Contudo, causa profunda indignação ver supostos pregadores utilizando o púlpito sagrado para proferir discursos de autoajuda humanista como se fossem a genuína Palavra de Deus.

Soma-se a isso a ênfase hiperbólica dada à chamada Teologia da Prosperidade, que carece de fundamentação bíblica e assemelha-se mais a uma "Teologia da Ganância e da Avareza".

Ao observar a vida dos que são iludidos por esse ensino, nota-se que conceitos como salvação, santidade e temor de Deus são ignorados. O sentimento dominante passa a ser a cobiça material, gerando uma busca desenfreada por riquezas em detrimento da família, da saúde e do relacionamento com o Criador.


4. O Escândalo do Dízimo: Entre Promessas Mirabolantes e Ameaças

O termo “ameaças” pode parecer pesado, mas reflete a realidade de muitos altares contemporâneos. Embora eu apoie a generosidade voluntária para a manutenção da igreja e o sustento missionário, o formato atual tornou-se um escândalo escancarado.

Certa vez, ouvi de um pastor a afirmação absurda de que o crente não dizimista perderia a salvação. O que o dízimo tem a ver com a salvação da alma?

  • A salvação é uma obra consumada e perfeita de Cristo no Calvário.
  • Se a contribuição financeira garantisse a salvação, o sacrifício da cruz teria sido desnecessário.

Para validar tais disparates e criar medo nos fiéis, usa-se o texto bíblico completamente fora de contexto. Vamos analisar os dois argumentos mais comuns:

O Mito de Malaquias 3:10

📜 "Trazei todos os dízimos à casa do tesouro..."

À primeira vista, o texto parece respaldar os pregadores modernos. No entanto, essa exortação foi dirigida por Malaquias estritamente aos judeus sob o pacto da Lei Mosaica, e não aos cristãos debaixo da Nova Aliança.

A menção direta de Jesus ao dízimo (Mateus 23:23) expõe a hipocrisia dos fariseus e não serve de base doutrinária para a Igreja. Jesus não coletou dízimos, Pedro não ensinou sobre isso, e Paulo — o apóstolo dos gentios, autor de 13 epístolas — não faz uma única alusão ao dízimo ao instruir as igrejas sobre finanças.

Quem é o "Devorador" de Malaquias 3:11?

📜 "E por causa de vós repreenderei o devorador, e ele não destruirá os frutos da vossa terra..."

O termo "devorador" nesse contexto histórico não se referia a uma entidade demoníaca, mas a pragas agrícolas reais (como gafanhotos e lagartas) que assolavam as lavouras de Israel. Atribuir esse texto a uma batalha espiritual contra demônios financeiros na Igreja de hoje é forçar a interpretação bíblica de maneira irresponsável.


Conclusão: Por uma Honestidade Pastoral

Infelizmente, membros que não contribuem com dízimos são frequentemente tratados com desdém, rotulados como amaldiçoados e privados de exercerem ministérios básicos.

Se a liderança eclesiástica deseja adotar o dízimo como sistema de arrecadação, que o faça com honestidade argumentativa.

Oriente os membros a ofertarem por amor, gratidão e desapego material, e não por meio de manipulações teológicas que restabelecem sobre os ombros dos fiéis um jugo de maldição que Jesus Cristo já quebrou definitivamente na cruz.

Enfim, poderia eu citar aqui vários problemas adicionais que precisam ser corrigidos com urgência, para que a Igreja retorne à simplicidade, pureza e poder do Evangelho de Cristo.

Em Cristo,  João Augusto de OLiveira



domingo, 5 de maio de 2013

0 JESUS– o varão que Deus destinou para julgar o “mundo”





Se Deus não julgar essa geração atual, ele terá que pedir desculpas à geração de Sodoma e Gomorra (Dr. Billy Graham).

É corrente nos dias hodiernos a ideia de que Jesus é amor, e eu não estou aqui para discordar dessa “verdade”. Verdadeiramente a Bíblia declara que Jesus Cristo é a expressão exata do amor de Deus, porém, essa verdade não anula outra, a de que o mesmo Jesus que é amor é também “JUSTIÇA”.

Através do seu amor Jesus desceu até a terra, encarnou no ventre de uma virgem (Maria), morreu na cruz e ressuscitou para nos garantir o direito à salvação. Mas, é através da sua justiça que ele um dia punirá a todos àqueles que um dia rejeitaram e desprezaram o grande presente – a salvação oferecida gratuitamente no calvário.

Não os enganemos, pois esse dia (o do juízo) chegará sobre todos os habitantes da terra. Seja você rico ou pobre, intelectual ou indouto, ignorante ou sábio etc. um dia você estará na presença majestosa de Jesus para responder por suas obras, omissões e palavras.

Nesse dia ele julgará a todos os soberbos e a todos os que cometem impiedade contra o seu semelhante. Deixe-me dizer aos senhores que absolutamente nenhum ser humano que um dia pisou esta terra poderá escapar do juízo divino que será manifestado através da pessoa de Jesus o Filho do Deus Vivo
.
A você meu amigo que diz que o teu deus é o dinheiro prepare-se, pois naquele dia diz a Bíblia que o maior de todos os homens (tamanho aqui é uma alusão à posição social, financeira etc.) irá tremer diante dEle , assim com a cana agitada pelo vendaval.

Para todos aqueles que estão nas igrejas brincando de ser crente CUIDADO, pois chegará o dia em que o Senhor chamará a uma prestação de contas, principalmente àqueles que “conheceram a Palavra e não a obedeceram”, estes serão julgados com muito mais rigor.

Ouçamos o que diz a Bíblia Sagrada, a voz máxima de Deus aos homens:

Atos 17:31
Porquanto estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio de um varão que destinou e acreditou diante de todos, ressuscitando-o dentre os mortos.





João 5:27
E lhe deu autoridade para julgar, porque é o Filho do Homem.


Boa semana a todos,

João Augusto de Oliveira









sexta-feira, 3 de maio de 2013

0 Três pedidos perto de morrer



Perto de morrer, um homem fez três pedidos:
1) Que seu caixão fosse carregado pelos melhores médicos da época.
2) Que os tesouros que tinha, fossem espalhados pelo caminho até seu tumulo.
3) Que suas mãos ficassem no ar, fora do tumulo e a vista de todos.
Alguém surpreso perguntou: Quais são os motivos?
Ele respondeu:
1) Eu quero que os melhores médicos carreguem meu caixão, para mostrar que eles não têm o poder de curar na face da morte.
2) Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros, para que todos possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui ficam.
3) Eu quero que minhas mãos fiquem para fora do caixão, de modo que as pessoas possam ver que viemos com as mãos vazias, e saímos de mãos vazias, para morrer você não leva nada material …
“TEMPO” é um tesouro precioso que nós temos. Podemos produzir mais dinheiro, mas não mais tempo!
O melhor presente que você pode dar a alguém é o seu tempo! Dedique mais do seu tempo para Deus…
Colaboração: Edson Camilo


 

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