terça-feira, 23 de agosto de 2022

0 MISSÕES - Igreja pega fogo e provoca a morte de 41 pessoas no Egito

 




Autoridades acreditam em acidente, mas cristãos locais temem ser um ataque

Igrejas egípcias costumam ser atacadas no Egito (foto representativa)


Na manhã do último domingo, 14 de agosto, a Igreja Ortodoxa de Abu-Sefin no distrito de Cairo, Egito, pegou fogo. Na ocasião, 41 pessoas morreram e 14 foram feridas. A missa estava em andamento quando os cristãos locais perceberam os sinais de fogo.

Homens, mulheres e crianças ficaram assustados e correram para escapar das labaredas. O resultado do tumulto foi a morte de 41 cristãos e ferimento de outros 14, que foram levados para tratamento no hospital local.

Autoridades acreditam que o incêndio foi um acidente, entretanto os cristãos que vivem no distrito temem seja um ataque. Por isso, pedem oração para que a verdade seja revelada. Além disso, interceda pelo consolo das famílias que perderam entes queridos e tiveram um de seus membros machucados. Clame também pelas igrejas no Egito que enfrentam forte pressão e violência de extremistas islâmicos.

Violência e impunidade constantes

O Egito ocupa a 20ª posição da Lista Mundial da Perseguição 2022 por causa da ação de muçulmanos radicais. A negligência das autoridades em resolver casos de ataques contra cristãos também contribuem para que os agressores permaneçam impunes e encorajados a perseguir os seguidores de Jesus.

No final de julho, pai e filho cristãos foram esfaqueados em Gizé, ambos sobreviveram, mas ficaram com a marca da perseguição no corpo e nas lembranças. Anteriormente, a loja que eles possuíam já foi invadida e saqueada por muçulmanos radicais.

O agressor Ahmad Mohamed Salah foi detido, mas pode ser solto logo, pois a família alegou que ele tem problemas mentais. Essa é uma tática comum para que os fanáticos religiosos recebam anistia da justiça egípcia.


De acordo com testemunhas, o agressor é integrante do grupo radical Islamist Muslim Brotherhhod (Irmandade Muçulmana), um movimento que persegue cristãos de diversas formas
.


sexta-feira, 19 de agosto de 2022

0 EBD – Lições Bíblicas dos Adultos – CPAD / 4° TRIMESTRE DE 2022

sexta-feira, 12 de agosto de 2022

0 O que é apologética (significado bíblico)


O que é apologética (significado bíblico)

Apologética (cristã) é o nome que se dá à defesa da fé cristã. Isso significa mostrar a validade da Bíblia e da fé em Jesus através de vários tipos de argumentos. Sempre que alguém explica por que crê em Jesus, está fazendo apologética, de maneira mais ou menos simples.

Apologética significa a defesa ou a promoção de qualquer coisa por meio de argumentação. Hoje em dia, essa palavra é usada principalmente na defesa da fé cristã. A Bíblia diz que devemos estar prontos para explicar a razão de nossa esperança a quem nos pergunta (1 Pedro 3:15). Quando damos nossas razões, fazemos apologética.

A Bíblia não nos ensina a ter uma fé cega. Podemos e devemos usar a razão para fortalecer nossa fé e ajudar outros a ficarem com fé (1 Tessalonicenses 5:20-21). Uma fé bem fundamentada é mais forte.

A apologética pode envolver vários assuntos:

  • A validade da Bíblia
  • A existência de Deus
  • A identidade de Jesus
  • A verdade dos ensinamentos da Bíblia

Como fazer apologética?

A Bíblia ensina qual é a melhor maneira de fazer apologética: com mansidão e respeito (1 Pedro 3:16). Podemos ter argumentos muito bons mas se não agirmos com amor e respeito, esses argumentos serão inúteis. Uma das maiores provas da verdade do evangelho é uma vida transformada por Jesus.

Em geral, na apologética podemos usar as técnicas normais da argumentação:

  • Argumentos de experiência – testemunho próprio ou de outros sobre como o evangelho é real e funciona
  • Argumentos de autoridade – exemplos de pessoas credíveis que creem em Jesus
  • Argumentos de observação – mostrar evidência da verdade da Bíblia no mundo à nossa volta
  • Argumentos de lógica – uso de raciocínios corretos para mostrar que o evangelho faz sentido
  • Contra-argumentação – o uso de todas as formas de argumentação anteriores para refutar os argumentos de quem discorda da fé cristã

Toda apologética deve ter base na Bíblia. Podemos usar muitos argumentos diferentes mas, no fim, o mais importante é o evangelho. O uso da razão e da apologética pode ajudar mas a fé vem pelo Espírito Santo, não por nossa própria capacidade de argumentar (Efésios 2:8-9). Mesmo com evidências muito boas, a conversão ainda exige um passo de fé.


terça-feira, 9 de agosto de 2022

0 Apologética Cristã - JEOVÁ Uma testemunha de Jesus

 


Se disséssemos a um adepto de Charles T. Russell, hoje conhecido pelo título de Testemunha de Jeová, que Jeová foi testemunha de Jesus, isso seria considerado uma blasfêmia. E por quê? Porque, frequentemente, quando somos abordados por esse grupo religioso, geralmente se identificam como ‘testemunhas de Jeová’ e que o próprio Jesus também foi testemunha de Jeová. Como apoio de sua afirmação citam: “E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha” (Apocalipse 1.5).

TESTEMUNHAS DE JEOVÁ OU DE JESUS?

Não há um só versículo no Novo Testamento que afirme que os cristãos devem ser conhecidos como ‘testemunhas de Jeová’, mas existem textos que declaram categoricamente que os cristãos devem ser conhecidos e chamados como testemunhas de Jesus: “E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus” (Apocalipse 17.6).

Jesus, depois de ressuscitado, ensinou que seus discípulos deveriam ser suas testemunhas em todas as nações, dizendo: “Mas recebereis a virtude do Espirito Santo, que há de vir a vás; e serme-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda Judeia e Sumaria, e até aos confins da terra “ (Atos 1.8).

“Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas” (Atos 2.32). “E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas “ (Atos 3.15).

“Mas, para que não se divulguem mais entre o povo, ameacemo-los para que não falem mais nesse nome a homem algum. E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus” (Atos 4.17- 18). “Bem tinha eu imaginado que contra o nome de Jesus Nazareno devia eu praticar muitos atos” (Atos 26.9). Paulo, como testemunha de Jeová (Is. 43.10), perseguia as testemunhas de Jesus. Depois de convertido, tornou-se testemunha de Jesus: “Disse-lhe. porém, o Senhor: Vai. porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome diante dos gentios, e dos reis e dos filhos de Israel. E eu lhe mostrarei quanto deve padecer pelo meu nome ” (Atos 9.15-16).

“E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus ” (Cl 2.17).

“Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, eslava na ilha Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo “ (Apocalipse 1.9).

“…ainda nos dias de Antipas, minha fiel testemunha, o qual foi morto entre vós, onde Satanás habita “ (Ap 2.13).

JEOVÁ COMO TESTEMUNHA DE JESUS

Se é verdade que Jesus é chamado testemunha de Jeová, em Apocalipse 3.14, não se pode negar por outro lado, que Jeová é chamado também de testemunha de Jesus. Declara Jeremias 42.5: “Então eles disseram a Jeremias: Seja o Senhor entre nós testemunha verdadeira e fiel… “ e como “testemunha verdadeira e fiel” Jeová deu testemunho de Jesus: “Se eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Há outro que testifica de mim, e sei que o testemunho que ele dá de mim é verdadeiro” (Jo. 5.31-32). “E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro. Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou” (Jo 8.17-18).

“Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu “ (1 Jo. 5.9-10).

O TESTEMUNHO DE JEOVÁ ACERCA DE JESUS

Por várias vezes Jeová deu testemunho de Jesus.

No seu batismo: “E, sendo Jesus batizado, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espirito de Deus descendo como pomba e vindo sobre ele. E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo ” (Mateus 3.16-17).

No Monte da Transfiguração: “E, estando ele ainda a falar, eis que uma nuvem luminosa os cobriu. E da nuvem saiu uma voz que dizia: Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o” (Mateus 17.5).

Pedro referiu-se a esse acontecimento da vida de Jesus, do qual ele também participou: “Porquanto ele recebeu de Deus Pai honra e glória, quando da magnífica glória lhe foi dirigida a seguinte voz: Este é o meu Filho amado, em quem me tenho comprazido” (2 Pe. 1.17).

Se Jesus foi testemunha de Jeová, e Jeová foi testemunha de Jesus, qual a diferença entre o testemunho de um do testemunho do outro? Não são iguais? E quanto a isso a Bíblia apresenta a declaração de Jesus “Eu e o Pai somos um “ (Jo. 10.30). “Disse- lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta. Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai: e como dizes tu: Mostra-nos o Pai? Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai. que está em mim mesmo, é quem faz as obras. Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim: crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras” (Jo 14.8-11).

LIVRO: CONSULTANDO A BÍBLIA – VOLUME 1, NATANAEL RINALDI

sábado, 6 de agosto de 2022

0 MISSÕES - Aumento da perseguição e novas conversões em Mianmar

 


Aumento da perseguição e novas conversões em Mianmar

A perseguição e a proibição dos cultos não impediram que mais pessoas conhecessem Jesus


Militares ameaçam as igrejas com medo de que se organizem em protestos contra o governo


Assim como a Igreja Primitiva descrita em Atos, à qual a cada dia o Senhor acrescentava novos cristãos, mesmo no meio do conflito, na região central de Mianmar cristãos estão encontrando formas de se reunir nas casas para cultuar aos domingos e muitos têm conhecido o evangelho nessas reuniões.


Desde o golpe militar, em fevereiro de 2021, as autoridades locais impuseram fortes restrições quanto aos cultos, pelo medo de as pessoas usarem as reuniões para organizarem protestos e se mobilizarem contra o governo. No entanto, cristãos anseiam pela comunhão, para orarem juntos e ouvir a palavra de Deus.


O parceiro local Piang (pseudônimo) está conduzindo cultos na região e disse: “Há três templos na vizinhança onde costumávamos nos reunir. Dois deles foram interditados pelo governo e o terceiro é muito distante para a maioria. Por isso, muitos cristãos se reúnem nas casas, como igrejas domésticas. Desde as restrições e mudanças, novos cristãos têm chegado e o número dos que creem continua crescendo”.


Piang também compartilhou que “no dia 12 de junho, os militares e autoridades locais entraram na igreja no momento em que fazíamos o culto dominical e começaram a tirar fotos. Eles chamaram o pastor da igreja e líderes para o gabinete e disseram que não permitiriam que os cultos continuassem a acontecer, pois deveriam evitar multidões. Disseram que aquele era o alerta final e que não sabiam o que fariam se não fossem obedecidos”.


Apesar dos desafios, os cristãos continuam adorando a Deus e muitos se converteram recentemente. Ore para que Deus os guarde e fortaleça e para que a fé deles cresça a cada dia.


Socorro para o Sul da Ásia


Mianmar é um exemplo do que o governo e a sociedade fazem com os cristãos. Leis anticonversão e prisões arbitrárias tornam a vida dos cristãos difícil e desafia a sobrevivência da igreja nesses países. Com uma doação, você ajuda a fortalecer esses irmãos na fé para que, apesar da perseguição, eles sejam sal e luz no Sul da Ásia.

 FONTE: https://portasabertas.org.br/noticias/cristaos-perseguidos/aumento-da-perseguicao-e-novas-conversoes-em-mianmar





 


domingo, 24 de julho de 2022

0 O profeta Isaías

 



Quem Foi Isaías na Bíblia?

O profeta Isaías foi um dos escritores do Antigo Testamento que profetizou em Judá entre os séculos 8 e 7 a.C. Isaías escreveu o livro profético mais extenso da Bíblia. O nome Isaías significa “o Senhor é salvação”, do hebraico Yesha’yahu. Apesar de ele ser um dos profetas mais conhecidos da Bíblia, nem todos já leram a história de Isaías.

Quem foi Isaías?

Isaías foi filho de Amós, mas que não deve ser confundido com o profeta de mesmo nome. Na verdade o nome de seu pai em hebraico é ‘amots, enquanto o do profeta Amós é ‘amos. Isaías era casado, e sua esposa é chamada em seu livro de “a profetiza” (Isaías 8:3), talvez indicando que ela também profetizava.

A Bíblia menciona que Isaías era pai de pelo menos dois filhos, Sear-Jasube e Maer-Salal-Hás-Baz (Isaías 7:3; 8:1-4). Esses nomes eram simbólicos, e tinham um significado que se referia a própria mensagem do profeta.

O primeiro, Sear-Jasube, significa “um remanescente voltará”, apontando para o juízo iminente que o povo seria submetido devido ao ataque assírio, mas também apontava para a promessa de restauração . Já o segundo, Maer-Salal-Hás-Baz, significa algo como “rápido até os despojos, veloz é a presa”, fazendo referência a devastação que Deus traria sobre a Síria, Israel e Judá.

Provavelmente Isaías morava na cidade de Jerusalém, apesar do texto não esclarecer esse ponto de forma explicita (cf. Isaías 7:3). A tradição judaica afirma que Isaías era de linhagem real. Por pelo menos treze vezes, o profeta Isaías é designado como “o filho de Amoz”, o que talvez possa indicar que seu pai era um homem importante naquela época.

O ministério do profeta Isaías

O profeta Isaías foi chamado para exercer seu ministério em aproximadamente 739 a.C., no ano em que morreu o rei Uzias. O relato bíblico não informa se antes disso Isaías já pregava publicamente.

Também não é possível saber com exatidão quanto tempo durou seu ministério profético, tanto de forma oral como de forma escrita. Alguns estudiosos sugerem que ele tenha profetizado por cerca de 60 anos.

A convocação de Isaías como profeta

O relato de sua convocação para profetizar é um dos mais extraordinários registrados no Antigo Testamento. Na ocasião, Isaías teve uma visão do trono de Deus, e contemplou serafins que proclamavam a santidade de Deus.

Diante de tamanha glória, o profeta assumiu sua própria pecaminosidade. Ele se considerou impróprio para a função de profeta ao dizer: “sou um homem de lábios impuros” (Isaías 6:5). Mas um dos serafins tocou sua boca com uma brasa viva e lhe purificou.

Depois disso, o profeta escutou a voz do Senhor que dizia: “A quem enviarei, e quem há de ir por nós?”. O profeta então respondeu: “Eis me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6:8). Mais tarde, a convocação do profeta Ezequiel lembrou em certos aspectos esse episódio esplendoroso do chamamento do profeta Isaías (Ezequiel 1,2,3).

A atuação de Isaías como profeta

No primeiro capítulo de seu livro, temos a informação de que o profeta Isaías teve visões da parte de Deus durante os reinados dos reis de Judá: Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias.

O profeta Isaías foi contemporâneo do profeta Miqueias (cf. Isaías 1:1; Miqueias 1:1). É bem possível que ambos estivessem familiarizados com a mensagem um do outro, já que o texto de Isaías 2:2-4 e Miquéias 4:1-3 são muito semelhantes.

O ministério do profeta Isaías foi precedido pelo ministério do profeta Amós e pelo ministério do profeta Oseias; apesar de que Oséias também foi seu contemporâneo durante algum tempo. Amós e Oséias profetizaram, principalmente, sobre o Reino do Norte. Já Isaías e Miquéias se concentraram mais no Reino do Sul.

Com base em seus escritos, é possível perceber que o profeta Isaías foi um homem culto e muito capacitado. Ele tinha uma habilidade analítica notável e um senso poético apurado. Ele é considerado por muitos como o maior escritor hebreu.

A mensagem do profeta Isaías

A mensagem do profeta Isaías mesclou repreensões e anúncios de maldições pela infidelidade do povo, com conforto e esperança pela restauração futura. Desse modo, o profeta Isaías pregou sobre a importância da fidelidade ao Senhor.

Além disso, sua mensagem escrita também focava os judeus exilados, conclamando-os ao arrependimento e os exortando a confiarem nas promessas de Deus. Após o período de cativeiro, o Senhor abençoaria o remanescente fiel, trazendo restauração e bênçãos sobre as nações de uma forma nunca antes experimentada.

O pecado de Israel e Judá havia chagado a um nível tão abominável, que Deus usou o profeta para falar acerca de várias maldições que atingiriam os hebreus de forma geral. A maior delas, é claro, foi o exílio na Babilônia. Nesse contexto, Deus ordenou que o profeta Isaías profetizasse para que o coração daquele povo rebelde fosse endurecido, seus ouvidos e olhos fechados, a fim de que o juízo de Deus sobre eles não fosse evitado.

O profeta Isaías também falou sobre as bênçãos futuras que seguiriam após o exílio. Ele profetizou que um remanescente sobreviveria a esse período tão difícil, e retornaria à Terra Prometida.

Isaías, o profeta messiânico

Já na época dos pais da Igreja o profeta Isaías era conhecido como o “evangelista do Antigo Testamento”. Tal designação se dá pelo modo detalhado e completo com que ele descreveu a pessoa e obra do Messias.

Muitos julgamentos profetizados por Isaías foram cumpridos no ministério de Jesus (cf. Isaías 53:4-6; 2 Coríntios 1:15; Hebreus 9:26). Além disso, o profeta Isaías apresentou Jesus como “o Servo” que traria justiça as nações; que restabeleceria a aliança; que iluminaria os gentios (no sentido de prover salvação a eles); que expiaria o pecado de seu povo e, finalmente, ressuscitaria dos mortos (Isaías 42:1-7; 49:1-7; 52:13-53:12).

É por isso que as profecias do profeta Isaías registradas em seu livro, são as mais referenciadas no Novo Testamento quando o objetivo é apontar sobre como a pessoa de Jesus cumpre com perfeição todas as promessas do Antigo Testamento em relação ao Messias prometido.

A profecia de Isaías também alcança um cumprimento ainda futuro. Ele profetizou acerca da restauração após o exílio falando sobre as maravilhas que aconteceriam, e chamou esse nova realidade de vida de “os novos céus e a nova terra” (Isaías 66:22; 65:17). Essa promessa que foi inaugurada no ministério terreno de Cristo, e que atravessa a História da Igreja, encontrará seu cumprimento pleno no maravilho retorno de nosso Senhor Jesus (2 Coríntios 4:6; 5:17; Gálatas 6:15; Tiago 1:18; Apocalipse 21:1-3).


A morte do profeta Isaías

Não se sabe com precisão quando e como foi a morte do profeta Isaías. O que se sabe é que a última menção ao seu ministério público ocorreu na época das campanhas de Senaqueribe, entre 701 a.C. e 686 a.C.

Com base no relato descritivo de Isaías 37:38 sobre a morte de Senaqueribe, alguns estudiosos acreditam que ele ainda poderia estar vivo nessa ocasião, o que data o ano de 681 a.C. Outros, porém, sugerem que esse trecho do texto pode ter sido incluído por um seguidor de Isaías que resolveu documentar tal profecia que havia se cumprido.

Seja como for, geralmente se assume que Isaías morreu durante o reinado do rei Manassés. Se for esse o caso, então o nome de Manassés não aparece na relação de reis em Isaías 1:1 porque talvez o profeta Isaías não desempenhasse mais nenhuma atividade pública nessa época.

Uma antiga tradição afirma que o profeta Isaías sofreu martírio sendo serrado ao meio por ordem do próprio Manassés, mas não há muitas evidencias a esse respeito. Caso de fato tenha ocorrido isso com o profeta, então talvez o escritor do livro de Hebreus tenha mencionado seu martírio na galeria dos heróis da fé (Hebreus 11:37)

Daniel Conegero

Fonte: História do Profeta Isaías: Quem Foi Isaías na Bíblia? (estiloadoracao.com)

sexta-feira, 1 de julho de 2022

0 Inimigos do Estado - Cristão indiano se mantém fiel a Cristo mesmo em meio à perseguição que vem do Estado

 





Sudeep vem de uma vila remota na Índia Central. Ele nasceu em uma família pobre e a educação dele foi extremamente limitada, já que a família sobrevivia com um salário mínimo recebido pelo pai. Ao chegar à adolescência, o pai morreu, deixando a família desamparada ao ponto de quase morrer de fome. Com isso, Sudeep teve que desistir dos estudos e passou a trabalhar como sapateiro em uma cidade próxima para ajudar a família.



Ele casou e teve dois filhos. Nesse momento, a vida dele parecia resolvida, porém, a esposa de Sudeep foi atingida por uma doença crônica. Ela sofria de dores em todas as juntas, o que tornava impossível viver de forma normal. Ansiosos, eles buscaram a orientação de médicos e homens religiosos, chegando a visitar até mesmo feiticeiros locais, mas nada impedia as dores, que aumentaram tanto ao ponto de se tornarem insuportáveis para ela.



Sudeep contou: “Uma vez, fomos a um feiticeiro que me pediu uma grande soma de dinheiro. Eu não podia bancar aquilo. Eu mal ganhava 20 dólares por mês na época. Eu estava tão frustrado com promessas vazias que decidi não procurar mais por tratamento”. Nessa época, um missionário falou para ele sobre a cura por meio de Jesus. Ele riu do missionário e disse: “Esse Jesus que foi crucificado em uma cruz não pôde salvar a si mesmo. Como ele vai salvar minha esposa?”.



A irmã de Sudeep, que tinha vindo à fé no mesmo período ao ouvir de Jesus por um amigo, estava muito interessada em apresentar Jesus à família. Por causa da relutância de Sudeep em discutir sobre o cristianismo, ela levou a cunhada sem a permissão dele para uma igreja. Sudeep disse: “Depois de ir à igreja algumas vezes, minha esposa percebeu que estava completamente curada da dor. A dor diminuía a cada vez que ela ia. Naquele dia, as pessoas da congregação me chamaram para ir à igreja sem me contar sobre a cura. Quando cheguei, o pastor falava sobre arrependimento. Ele disse que se alguém se sentia culpado pelo que tinha feito de errado, aquela era a hora de se arrepender. Eu fechei meus olhos e, quando a oração começou, experimentei algo extraordinário. Eu comecei a chorar e tremer sozinho. Eu me arrependi. Quando a oração acabou, vi minha esposa em pé e sorrindo, totalmente curada e renovada. Naquele momento, decidi dar minha vida ao Senhor e servi-lo”.



Amor pelos triunfos de Cristo

Durante mais de um ano, Sudeep participou de um curso bíblico e então começou a servir ao Senhor. No começo, ele não enfrentou problemas, mas depois passou a lidar com certa oposição. Ele compartilhou: “Depois de dois anos de ministério, sempre que eu conduzia qualquer encontro, algum oficial do governo participava do encontro e me vigiava. Uma vez, cerca de cinquenta veículos cheios de policiais, jornalistas e extremistas de destaque vieram ao local onde estávamos reunidos. Eles levaram muitos cristãos à delegacia, mas eu não fui levado. Registraram um caso falso contra eles e os prenderam.



“Quando fui pagar a fiança, rejeitaram meu pedido. Fiquei chateado e informei a eles que teriam que me prender também junto com os outros cristãos. Ao ouvirem isso, ficaram bravos e registraram as mesmas acusações para mim. Após 12 horas, liberaram todos, mas continuaram me incomodando diariamente. Forçavam sua entrada no culto e me empurraram para dentro da viatura, me trancando diversas vezes em uma cela por longas horas. Enquanto preso, me ameaçavam severamente e tentavam me forçar a abandonar a fé e parar de pregar.



“A prisão estava em um péssimo estado. Era um quarto sombrio e escuro onde os criminosos faziam as necessidades fisiológicas em um canto. O lugar não tinha janelas, ventilação ou luz. Tudo isso durante o quente e úmido mês de junho, onde a temperatura é acima de 35° na maior parte do tempo”.



A continuação da história de Sudeep será publicada na próxima semana. 



Sul da Ásia

Muitos cristãos na Índia e outros países do Sul da Ásia são perseguidos pelo Estado, enfrentando pressão das autoridades locais ou até mesmo sendo presos, como Sudeep. Por isso, é tão importante que conheçam seus direitos como cidadãos. Com uma doação, você proporciona que cristãos perseguidos na região recebam treinamento para enfrentar a perseguição.


Inimigos do Estado - Portas Abertas

quarta-feira, 15 de junho de 2022

0 Lições Bíblicas Adultos Professor 3º Trimestre 2022




Descrição

O currículo de Escola Dominical CPAD é um aprendizado que acompanha toda a família. A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus.

Neste 3º trimestre de 2022, estudaremos, na classe de adultos, sobre o tema:
Os Ataques Contra a Igreja de Cristo - As Sutilezas de Satanás nestes Dias que Antecedem a Volta de Jesus Cristo.

COMENTARISTA – José Gonçalves - Pastor da Assembleia de Deus em Água Branca (PI), além de escritor e articulista. Bacharel em Teologia pelo Seminário Batista de Teresina e graduado em Filosofia pela Universidade Federal do Piauí. Também é pós-graduado em Interpretação Bíblica pela Faculdade Batista do Paraná e mestre em Teologia por essa mesma instituição.

SUMÁRIO
Lição 1 - As Sutilezas de Satanás contra a Igreja de Cristo
Lição 2 - A Sutileza da Banalização da Graça
Lição 3 - A Sutileza da Imoralidade Sexual
Lição 4 - A Sutileza da Normalização do Divórcio
Lição 5 - A Sutileza do Materialismo e do Ateísmo
Lição 6 - A Sutileza das Ideologias contrárias à Família
Lição 7 - A Sutileza da Relativização da Bíblia
Lição 8 - A Sutileza do Enfraquecimento da Identidade Pentecostal
Lição 9 - A Sutileza do Movimento dos Desigrejados
Lição 10 - A Sutileza contra a Prática da Mordomia Cristã
Lição 11 - A Sutileza das Mídias Sociais
Lição 12 - A Sutileza da Espiritualidade Holística
Lição 13 - Resistindo às Sutilezas de Satanás

Características

Altura21
Largura13,8
AcabamentoGrampeado
PeriodicidadeTrimestral
Faixa EtáriaAdultos
TipoEscola Dominical
Número de páginas96


 FONTE: https://www.cpad.com.br/revista-licoes-biblicas-professor-955003/p

 

A voz da Palavra Profética Copyright © 2011 - |- Template created by Jogos de Pinguins