E quem fizer tropeçar a um destes pequeninos crentes, melhor lhe fora
que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e fosse
lançado no mar (Marcos
9.42 / ARA).
Jesus continuou: - Quanto a estes pequeninos que creem em mim, se alguém
for culpado de um deles me abandonar, seria melhor para essa pessoa que ela fosse
jogada no mar, com uma pedra grande amarrada no pescoço (Marcos 9.42 / NTLH).
Se alguém fizer tropeçar um destes pequeninos que creem em mim, seria
melhor que fosse lançado no mar com
uma grande pedra amarrada no pescoço (Marcos 9.42 / NVI).
Você já parou para pensar no peso de nossas ações diante daqueles que
estão começando a trilhar o caminho da fé? Muitas vezes, negligenciamos o
impacto do nosso testemunho, mas as Escrituras são categóricas ao tratar desse
assunto.
O Peso do "Ai" na Bíblia
Nas páginas da Bíblia, a interjeição "Ai" não é apenas um
lamento; é um anúncio de juízo e dor profunda. Ao lermos passagens como Isaías
10:1 ou Apocalipse 12:12, percebemos que esse termo precede
consequências funestas.
Em Mateus 18:7, Jesus direciona esse "Ai" especificamente
aos que causam escândalos. Quando alguém que deveria ser luz se torna motivo de
tropeço, o nome de Deus é blasfemado — e isso é de uma gravidade extrema.
A Imagem da Pedra de Moinho
Jesus usou uma das comparações mais fortes de Seu ministério para
ilustrar esse perigo. Em Marcos 9:42, Ele afirma que, para quem faz um
"pequenino" tropeçar, seria melhor:
"...que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho, e
fosse lançado no mar."
Morrer afogado já é uma experiência aterrorizante. Imagine, porém, ser
puxado para o fundo por um peso impossível de soltar. Jesus não estava usando
uma figura de linguagem leve; Ele estava mostrando que o juízo espiritual é
muito pior do que a pior das mortes físicas.
Onde Estão os Referenciais?
Hoje, vemos escândalos se multiplicarem. Pessoas que deveriam ser
"sal e luz" envolvem-se em:
- Negócios
escusos e falta de integridade;
- Linguajar
inadequado e comportamentos morais duvidosos;
- Escândalos
éticos que afastam os novos convertidos.
Fica o questionamento: será que essas pessoas esqueceram o que a Bíblia
diz? O testemunho público não é um detalhe, é a nossa credencial como cristãos.
Conclusão: Um Convite à Reflexão
O Senhor não nos deu essa advertência para nos amedrontar sem propósito,
mas para nos proteger. O castigo reservado aos que desonram a obra de Deus é
real e severo.
Antes de tomar qualquer atitude que possa comprometer o Evangelho, pense
duas vezes. O seu comportamento atrai as pessoas para Cristo ou as empurra para
longe d'Ele?
Que nesta semana possamos zelar pelo nome de Deus em cada gesto e
palavra.
Em Cristo, João Augusto de Oliveira



Uma reflexão bem oportuna e pertinente.
ResponderExcluirObrigado. Seja sempre bem vindo
ExcluirBoa reflexão.Deus abençoe
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