segunda-feira, 24 de novembro de 2014
0 4º Trim. 2014 - Lição 9 - O prenúncio do tempo do fim
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
0 HISTÓRIA - Os quatro grandes impérios mundiais
Conforme a profecia
de Daniel cap. 2 e Daniel cap. 7
Império Babilônico - Por volta de 1900 a.C., um novo processo
de invasão territorial dizimou a dominação dos sumérios e acádios na região
mesopotâmica. Dessa vez, os amoritas, povo oriundo da região sul do deserto
árabe, fundaram uma nova civilização que tinha a Babilônia como sua cidade
principal. Somente no século XVIII o rei babilônico Hamurábi conseguiu
pacificar a região e instituir o Primeiro Império Babilônico.
Sob o seu comando, a
cidade da Babilônia se transformou em um dos mais prósperos e importantes
centros urbanos de toda a Antiguidade. Tal importância pode até mesmo ser
conferida na Bíblia, onde ocorre uma longa menção ao zigurate de Babel,
construído em homenagem ao deus Marduk. De fato, são várias as construções,
estátuas e obras que nos remetem aos tempos áureos desta civilização.
Além de promover a
unificação dos territórios mesopotâmicos, o rei Hamurábi também foi
imprescindível na elaboração do mais antigo código de leis escrito do mundo. O
chamado Código de Hamurábi era conhecido por seus vários artigos que tratavam
de crimes domésticos, comerciais, o direito de herança, falsas acusações e
preservação das propriedades.
A inspiração necessária
para que esse conjunto de leis escritas fosse elaborado repousa na antiga Lei
de Talião, que privilegia o princípio do “olho por olho, dente por dente”.
Apesar desta influência, as distinções presentes na sociedade babilônica também
eram levadas em consideração. Com isso, o rigor das punições dirigidas a um
escravo não era o mesmo imposto a um comerciante.
Mesmo promovendo tantas
conquistas e construindo um Estado bastante organizado, os babilônicos não
conseguiram resistir a uma onda de invasões que aconteceu após o governo de
Hamurábi. Ao mesmo tempo em que os hititas e cassitas tomavam parcelas do domínio
babilônico, outras revoltas que se desenvolviam internamente acabaram abrindo
espaço para a hegemonia dos reinos rivais.
Entre os anos de 1300 e
600 a.C., os mesopotâmicos assistiram a dominação assíria, marcada pela
violência de sua poderosa engrenagem militar. Por volta de 612 a.C., a
sublevação dos povos dominados e a ação invasora dos amoritas e caldeus
instituíram o fim do Império Assírio e a organização do Segundo Império
Babilônico, também conhecido como Império Neobabilônico.
Nesse novo contexto,
podemos destacar a ação do Imperador Nabucodonosor, que reinou entre os anos de
612 e 539 a.C.. Durante o seu governo, a civilização babilônica vivenciou o
auge do desenvolvimento arquitetônico, representado pela construção das muralhas
que protegiam a cidade, os luxuosos palácios e os Jardins Suspensos da
Babilônia, admirado como uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo.
O regime de Nabucodonosor
também ficou conhecido pelo estabelecimento de novas conquistas territoriais,
entre as quais se destacam a região sul da Palestina e as fronteiras
setentrionais do Egito. Após este governo, os domínios babilônicos foram
paulatinamente conquistados pelos persas, que eram comandados pela batuta
política e militar do rei Ciro I (http://www.historiadomundo.com.br/babilonia)
Império Medo-Persa - No passado a atual planície
iraniana foi ocupada por tribos árias (por volta de 1500 a.C.), das quais as
mais importantes eram a dos medos, que ocuparam a parte noroeste, e a dos
persas (persas). Estes foram dominados pelos medos até a ascensão ao trono
persa em 558 a.C., de Ciro o Grande. Este monarca derrotou os governantes
medos, conquistou o reino da Lídia, em 546 A.C., e o da Babilônia, em 538 a.C.,
tornando o império persa o poder dominante na região.
Crônicas da época, descobertas na Babilônia, falam que Ciro conquistou
territórios ao redor da Mesopotâmia, em meados do século VI a.C., antes de
avançar sobre as capitais da região. A conquista da Lídia colocou a Grécia na
mira de Ciro. O rei babilônico Nabonido e sua capital foi a próxima vítima de
Ciro.
Ciro morreu em 530 a.C., e seu filho Cambises assumiu o colosso do império
Medo-Persa. Detalhados registros babilônicos e mediterrâneos se referem as
vitórias do filho de Ciro Cambises.
O rei Cambises conquistou o Egito, e logo os persas dominavam toda Mesopotâmia,
a Fenícia, a Palestina e vastas áreas que se estenderam até a Índia. Cambises
II marcha com o intento de tomar Cartago, mas fracassa vindo a falecer no
regresso dessa batalha. Não havendo herdeiros diretos, Dario I subiu ao trono
em 521 a.C., ampliou as fronteiras persas, reorganizou todo o império e
exterminou várias revoltas. Ciente da imensa dificuldade de governar sozinho um
vasto império dividiu em 20 províncias denominadas de satrapias. Cada satrapia
tinha um governador com título de sátrapa, escolhido pelo próprio rei.
Dario tentou apresentar uma visão harmoniosa do império que governava. A
arquitetura das capitais Persépolis e Susã incorporou imagens pacíficas do
todos os povos do império. No documento da fundação se Susã, Dario asseverou
que os mateirias de construção tinham vindo de distantes cantos de seu domínio,
da Índia à costa jônica, e que muitos povos subjugados trabalharam na
construção do esplêndido projeto.
PERSAS E GREGOS
Dario e seus sucessores
deram ênfase à harmonia e realizações nos reinados. Mas, os gregos tinham
relação conturbada com a superpotência vizinha. Quando dominadas cidades gregas
da costa jônica se rebelaram contra os persas em 490 a.C., Atenas e Eritréia
enviaram ajuda por parte da Grécia continental. Líderes persas consideraram a
iniciativa como uma rebelião de um povo que antes fora cooperativo para com
eles, e enviaram expedição punitiva ainda em 490 a.C. Como esta primeira
expedição não logrou êxito, foi enviada uma segunda expedição liderada pelo
filho de Dario, Xerxes, em 480 a.C. Apesar de algumas cidades imediatamente se
curvarem aos persas, outros estados gregos resistiram bravamente. O ato de
rebeldia foi momento definidor na consciência grega de independência em relação
ao regime Persa. Xerxes tentou invadir a Grécia, mas foi derrotado na
batalha naval de Salamina, em 480 a.C., assim como na batalha terrestre de
Platea e na batalha naval de Micala (ou Micale), em 479 a.C.
IMPÉRIO MUNDIAL
Apesar da derrota na
Grécia, a Pérsia continuou exercendo influência política e cultural no
Mediterrâneo. Pagavam tributos aos reis persas, desde os povos citas, do norte
Mediterrâneo até povos das fortalezas na fronteira do Alto Egito, no sul. A
diversidade cultural abrangia desde as cidades históricas e sedentárias da
Babilônia, onde residia uma elite cada vez mais miscigenada de gregos e
babilônios, aos reinos emergentes na fronteira caucasiana, que enviaram
destacamentos para o exército persa e reproduziram componentes da corte em sua
arquitetura o objetos de luxo. Tudo para agradar ao grande Império. Mas, não
era fácil administrar um império tão vasto e variado - simples viagem entre
duas das várias capitais reais podia levar até três meses. Estradas reais, com
postos de apoio e rações de viagem cuidadosamente administrados ofereciam
eficiente rede de comunicações. Por esses caminhos se transportavam ordens,
cartas, artigos de luxo e pessoal especializado.
Reuniam-se os exércitos localmente, de acordo com a necessidade. Os governantes
persas falavam a própria língua (o persa arcaico), somente registrado em poucas
inscrições reais em monumentos de cidades do império. Fazia-se a comunicação
oficial em aramaico, língua franca herdada da administração assíria. Mas
chegaram até os dias atuais apenas fragmentos de documentos de pergaminho e
papiro. Cartas do Egito e registros do Afeganistão ilustram como o movimento de
funcionários e provisões era estritamente controlados por administradores
locais, sob a autoridade de sátrapas. As interconexões levaram a intercâmbio
sem precedentes de ideias e pessoas em vasta região.
DECLÍNIO E QUEDA
Durante o reinado de Artaxerxes I, segundo filho de Xerxes, os egípcios se
rebelaram com a ajuda dos gregos. Embora a revolta fosse contida em 446 a.C.,
ela representou o primeiro ataque importante contra o Império Persa e o inicio
de sua decadência. Apesar da boa organização, os persas não conseguiram
controlar todo o gigantesco império. Os povos dominados vivam se revoltando, e
as rebeliões foram dividindo e enfraquecendo o império.
O último rei da dinastia aqemênia, iniciada por Ciro, foi Dario III, que perdeu
metado o Império na invasão de Alexandre, o Grande em 330 a.C. Dario III teria
sido preso e morto por seu próprio exército. No mesmo ano de 330 a.C. os
gregos e macedônios, comandados por Alexandre o Grande, invadiram e destruíram
o Império Persa.
Fontes:
Módulo I da Faculdade
Teológica Betesda - Editora Bestesda
Panorama do Antigo
Testamento - Editora Vida
Enciclopédia Ilustrada da
História - Duetto Editora
Império Greco
macedônio - Daniel
2.39 (os
braços da estátua) - Depois de ti se levantará outro reino, inferior
ao teu; e um terceiro reino, de bronze (ou cobre), o qual terá domínio sobre
toda a terra.
O sucessor do Império
Medo-Persa foi o Império Grego, Macedônico ou Helenístico, de
Alexandre, o Grande, e seus sucessores.
Cobre ou bronze
Os soldados gregos foram
notáveis por suas armaduras de cobre. Os seus capacetes, escudos e
achas-de-pernas eram feitos de cobre. Heródoto nos diz que Psamético I do Egito
viu na invasão dos piratas gregos o cumprimento de um oráculo que predisse
"homens de bronze vindos do mar".
Domínio sobre toda a
terra
A história relata que o
Império de Alexandre se estendeu sobre a Macedônia, a Grécia e o Império Persa,
incluindo o Egito e estendendo-se na direção do oriente até a Índia. Foi o
império mais extenso do mundo antigo até aquele tempo.
Daniel 7.6 - Depois
disto, continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha
nas costas quatro asas de ave; tinha também este animal quatro cabeças; e
foi-lhe dado domínio.
O leopardo é um animal
feroz e carnívoro, notável pela rapidez e agilidade de seus movimentos, não o
suficiente para representar o império Grego-Macedônico de Alexandre o Grande,
ainda recebeu quatro asas, símbolo da velocidade com que Alexandre fez suas
conquistas. Contudo, este grande império foi dividido em quatro partes que
corresponde aos quatro generais de Alexandre, Cassandro, Lisímaco, Seleuco e
Ptolomeu.
Daniel
8.5-8 E, estando eu considerando, eis que um bode vinha do ocidente
sobre a face de toda a terra, mas sem tocar no chão; e aquele bode tinha um
chifre notável entre os olhos.
...mas sem tocar no
chão... expressa, da mesma forma que o leopardo, a velocidade das conquistas de
Alexandre o Grande e, o chifre notável é o próprio Alexandre.
6 E dirigiu-se ao
carneiro que tinha os dois chifres, ao qual eu tinha visto em pé diante do rio,
e correu contra ele no furor da sua força.
7 Vi-o chegar perto do
carneiro; e, movido de cólera contra ele, o feriu, e lhe quebrou os dois
chifres; não havia força no carneiro para lhe resistir, e o bode o lançou por
terra, e o pisou aos pés; também não havia quem pudesse livrar o carneiro do
seu poder.
8 O bode, pois, se
engrandeceu sobremaneira; e estando ele forte, aquele grande chifre foi
quebrado, e no seu lugar outros quatro também notáveis nasceram para
os quatro ventos do céu.
Daniel
8.22 O ter sido quebrado, levantando-se quatro em lugar dele,
significa que quatro reinos se levantarão da mesma nação, porém não com a
força dele.
Alexandre morreu sem
providenciar a sucessão de seu trono. Primeiramente seu vacilante meio-irmão
Filipe e depois o seu filho póstumo, Alexandre, foram os governantes titulares,
sob a regência dos generais de Alexandre o Grande, que se esforçavam para manter
a unidade do império. O império foi dividido em um número muito grande de
províncias, sendo as mais importantes governadas por seis generais, como
sápatras.
Após 12 anos de lutas
internas, os dois reis foram mortos. Em 306 AC, Antígono declarou-se rei,
juntamente com seu filho Demétrio, foi o último pretendente ao poder central
sobre todo o império. Em oposição, os quatro generais, Cassandro, Lisímaco,
Seleuco e Ptolomeu, deixando as posições de sápatras, declararam-se reis dos
seus respectivos territórios e, em 301 AC, na batalha de Isso, Antígono foi
morto e Demétrio fugiu. Ptolomeu ficou com o Egito, Palestina e parte da Síria;
Cassandro com a Macedônia e Grécia; Lisímaco com a Trácia e parte da Ásia
Menor; e Seleuco ficou com a Mesopotâmia, parte da Ásia Menor, norte da Síria e
o oriente.
Cerca de 20 anos depois
da divisão do império em quatro partes, estas foram reduzidas a três, após
Lisímaco ter sido eliminado, até que foram absorvidas, uma após outra, pelo
Império Romano.
A Grécia era dividida em
pequenas cidades-estados com uma língua comum, mas pouca ação conjunta. Os
macedônios, de uma nação da mesma família, do norte da Grécia, conquistaram as
cidades gregas e incorporaram-nas pela primeira vez num estado forte, unido.
Alexandre o Grande, herdando o recentemente expandido reino Grego-Mecedônico de
seu pai, partiu para a expansão do domínio macedônico e da cultura grega para o
oriente, e conquistou o Império Persa.
O último rei do Império
Persa foi Dario III (Codomano) que foi derrotado por Alexandre nas batalhas de
Grânico (334 AC), Isso (333 AC) e Arbela, ou Gaugamela (331 AC).
Em 336 AC, Alexandre
herdou o trono da Mecedônia, um estado semi-grego, na fronteira norte da
Grécia. O pai de Alexandre, Felipe, havia já unido a maior parte das
cidades-estados da Grécia sob o seu governo pelo ano de 338 AC. Alexandre
provou seu valor dominando revoltas na Grécia e Trácia. Após a ordem ter sido
restabelecida no seu próprio reino, propôs-se à tarefa de conquistar o Império
Persa, uma ambição que herdara de seu pai. Entre os fatores que impeliram o
jovem rei à realização do seu plano acham-se a ambição pessoal, a necessidade
de expansão econômica, o desejo de difundir a cultura grega e uma animosidade
não estranha para com os persas por causa das relações passadas destes com os
compatriotas de Alexandre.
A conquista do Império
Medo-Persa
Em 334 AC, atravessou o
Helesponto e entrou no território persa com somente 35000 homens, magra quantia
de 70 talentos em caixa e provisões para cerca de um mês. A campanha foi uma
série de triunfos. A primeira vitória foi obtida em Grânico, a outra em Isso,
no ano seguinte, e a próxima em Tiro, no ano seguinte àquele. Passando através
da Palestina, conquistou Gasa e depois entrou no Egito, virtualmente sem
oposição. Ali, em 331 AC, fundou a cidade de Alexandria. Declarou-se sucessor
dos faraós e as suas tropas aclamaram-no como um deus. Quando se pôs em marcha,
naquele ano, dirigiu os seus exércitos para a Mesopotâmia, o coração do Império
Persa. Os persas tomaram posição próximo à Arbela, a leste da junção dos rios
Tigre e Grande Zab, mas suas forças foram derrotadas e desarraigadas. As
fabulosas riquesas do maior Império do Mundo estavam abertas ao jovem rei de 25
anos de idade.
Após a organização
preliminar do seu império, estendeu suas conquistas para o norte e para o
oriente. Em 323 AC, fez a sua capital em Babilônia, uma cidade que ainda
preservava restos das glórias dos dias de Nabucodonosor. No mesmo ano, após um
período de intensa embriaguez, Alexandre o Grande adoeceu e morreu de
"febre do pântano", que se pensa ser o nome antigo da malária, ou uma
doença correspondente (http://www.ecunico.com.br/eisohomem/daniel/imperio%20grego.htm)
Império Romano - A história de
Roma Antiga é fascinante em função da cultura desenvolvida e dos avanços
conseguidos por esta civilização.
De uma pequena cidade, tornou-se um dos maiores impérios da antiguidade. Dos
romanos, herdamos uma série de características culturais. O direito romano, até
os dias de hoje está presente na cultura ocidental, assim como o latim,
que deu origem a língua portuguesa, francesa, italiana e espanhola.
Origem de Roma:
explicação mitológica
Os romanos explicavam a origem de sua cidade através do mito de Rômulo e Remo.
Segundo a mitologia romana, os gêmeos foram jogados no rio Tibre, na Itália.
Resgatados por uma loba, que os amamentou, foram criados posteriormente por um
casal de pastores. Adultos, retornam a cidade natal de Alba Longa e ganham
terras para fundar uma nova cidade que seria Roma.
Origens de Roma :
explicação histórica e Monarquia Romana (753 a.C a 509 a.C)
De acordo com os historiadores, a fundação de Roma resulta da mistura de três
povos que foram habitar a região da Península Itálica:
gregos, etruscos e
italiotas. Desenvolveram na região uma economia baseada na agricultura e nas
atividades pastoris. A sociedade, nesta época, era formada por patrícios (
nobres proprietários de terras ) e plebeus ( comerciantes, artesãos e pequenos
proprietários ). O sistema político era a monarquia, já que a cidade era
governada por um rei de origem patrícia.
A religião neste período era politeísta, adotando deuses semelhantes aos dos
gregos, porém com nomes diferentes. Nas artes destacava-se a pintura de
afrescos, murais decorativos e esculturas com influências gregas.
República Romana (509
a.C. a 27 a.C)
Durante o período republicano, o senado Romano ganhou grande poder político. Os
senadores, de origem patrícia, cuidavam das finanças públicas, da administração
e da política externa. As atividades executivas eram exercidas pelos cônsules e
pelos tribunos da plebe.
A criação dos tribunos da plebe está ligada às lutas dos plebeus por uma maior
participação política e melhores condições de vida.
Em 367 a.C, foi aprovada a Lei Licínia, que garantia a participação dos plebeus
no Consulado (dois cônsules eram eleitos: um patrício e um plebeu). Esta lei
também acabou com a escravidão por dívidas (válida somente para cidadãos
romanos).
Formação e Expansão do
Império Romano
Após dominar toda a península itálica, os romanos partiram para as conquistas
de outros territórios. Com um exército bem preparado e muitos recursos,
venceram os cartagineses, liderados pelo general Anibal,
nas Guerras Púnicas (século III a.C). Esta vitória foi muito importante, pois
garantiu a supremacia romana no Mar Mediterrâneo. Os romanos passaram a chamar
o Mediterrâneo de Mare Nostrum.
Após dominar Cartago, Roma ampliou suas conquistas, dominando a Grécia,
o Egito,
a Macedônia, a Gália, a Germânia, a Trácia, a Síria e
a Palestina.
Com as conquistas, a vida
e a estrutura de Roma passaram por significativas mudanças. O império romano
passou a ser muito mais comercial do que agrário. Povos conquistados foram
escravizados ou passaram a pagar impostos para o império. As províncias (regiões
controladas por Roma) renderam grandes recursos para Roma. A capital do Império
Romano enriqueceu e a vida dos romanos mudou.
Principais imperadores
romanos : Augusto (27 a.C. - 14 d.C), Tibério (14-37), Caligula
(37-41), Nero (54-68),
Marco Aurelio (161-180), Comodus (180-192).
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Pão e Circo |
Cultura Romana
A cultura romana foi muito influenciada pela cultura
grega. Os romanos "copiaram" muitos aspectos da arte, pintura e
arquitetura grega.
Os balneários romanos espalharam-se pelas grandes cidades. Eram locais onde os
senadores e membros da aristocracia romana
iam para discutirem política e ampliar seus relacionamentos pessoais.
A língua romana era o latim, que depois de um tempo espalhou-se pelos quatro
cantos do império, dando origem na Idade
Média, ao português, francês, italiano e espanhol.
A mitologia romana representava formas de explicação da realidade que os
romanos não conseguiam explicar de forma científica. Trata também da origem de
seu povo e da cidade que deu origem ao império. Entre os principais mitos
romanos, podemos destacar: Rômulo e Remo e O rapto de Proserpina.
Religião Romana
Os romanos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses. A grande
parte dos deuses
romanos foram retirados do panteão
grego, porém os nomes originais foram mudados. Muitos deuses de regiões
conquistadas também foram incorporados aos cultos romanos. Os deuses eram
antropomórficos, ou seja, possuíam características ( qualidades e defeitos ) de
seres humanos, além de serem representados em forma humana. Além dos deuses
principais, os romanos cultuavam também os deuses lares e penates. Estes deuses
eram cultuados dentro das casas e protegiam a família.
Principais deuses romanos : Júpiter, Juno, Apolo, Marte, Diana, Vênus, Ceres
e Baco.
Crise e decadência do
Império Romano
Por volta do século III, o império romano passava por uma enorme crise
econômica e política. A corrupção dentro do governo e os gastos com luxo
retiraram recursos para o investimento no exército romano. Com o fim das
conquistas territoriais, diminuiu o número de escravos, provocando uma queda na
produção agrícola. Na mesma proporção, caia o pagamento de tributos originados
das províncias.
Em crise e com o exército enfraquecido, as fronteiras ficavam a cada dia mais
desprotegidas. Muitos soldados, sem receber salário, deixavam suas obrigações
militares.
Os povos germânicos,
tratados como bárbaros pelos
romanos, estavam forçando a penetração pelas fronteiras do norte do império. No
ano de 395, o imperador Teodósio resolve dividir o império em: Império Romano
do Ocidente, com capital em Roma e Império Romano do Oriente (Império
Bizantino), com capital em Constantinopla.
Em 476, chega ao fim o Império Romano do Ocidente, após a invasão de diversos
povos bárbaros, entre eles, visigodos, vândalos, burgúndios, suevos, saxões,
ostrogodos, hunos etc. Era o fim da Antiguidade e início de uma nova época chamada
de Idade Média.
Legado Romano
Muitos aspectos
culturais, científicos, artísticos e linguísticos romanos chegaram até os dias
de hoje, enriquecendo a cultura ocidental. Podemos destacar como exemplos deste
legado: o Direito Romano, técnicas de arquitetura, línguas latinas originárias do
Latim (Português, Francês, Espanhol e Italiano), técnicas de artes plásticas,
filosofia e literatura (http://www.suapesquisa.com/imperioromano/)
terça-feira, 18 de novembro de 2014
0 4º Trim. 2014 - Lição 8 - Os impérios mundiais e o reino do Messias
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
0 A Graça (favor imerecido) e as TJs
O que a Bíblia diz acerca da graça:A Sociedade Torre de Vigia ensina que não somos salvos só pela graça. Para uma pessoa ser salva precisa ser uma Testemunha de Jeová ativa, seguindo todas as ordens e regulamento da Sociedade (Amigo de Deus, lição 10, p.16-17).
- a) É um favor de Deus (Gn. 6.8);
- b) Graça e não obras (Rm. 11.6);
- c) Toda abundante (Rm. 5.15-20);
- d) Obra de Deus (Jo. 6.28-29);
- e) A fé é imputada como justiça (Rm. 4.5);
- f) Graça e não lei (Jo. 1.17; Rm. 6.14);
- g) Toda suficiente (2Co. 12.9).







