- Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza.
quinta-feira, 29 de março de 2018
0 Homossexuais: “contrários à natureza”
quarta-feira, 28 de março de 2018
0 Duncan Campbell e o AVIVAMENTO nas Ilhas Hébridas
Pr Paul David Cull
www.avivamentoja.com
2. "O Fogo do Reavivamento" por Wesley L. Duewel.
sexta-feira, 23 de março de 2018
0 Evan Roberts e o Avivamento em Gales
- A confissão aberta de qualquer pecado não confessado
- O abandono de qualquer ato duvidoso
- A necessidade de obedecer prontamente tudo que o Espírito Santo ordenasse
- A confissão de Cristo abertamente2
Pr Paul David Cull
www.avivamentoja.com
quarta-feira, 21 de março de 2018
0 7 Perguntas sobre o inferno
João Flávio Martinez
FONTE: http://www.cacp.org.br/7-perguntas-sobre-o-inferno/
quarta-feira, 14 de março de 2018
0 É relevante o cessacionismo?
sexta-feira, 9 de março de 2018
3 Reflexão – Quando a amizade atrapalha a Obra de Deus
"Sucedeu, pois, que, morando Davi já em sua casa, disse Davi ao
profeta Natã: Eis que moro em casa de cedros, mas a arca do concerto do Senhor
está debaixo de cortinas. (...) Mas sucedeu, na mesma noite, que a palavra do
Senhor veio a Natã, dizendo: Vai e dize a Davi, meu servo: Assim diz o Senhor:
Tu me não edificarás uma casa para morar." (1 Crônicas
17:1-4)
Introdução: O Valor e o Limite da Amizade
A amizade (substantivo feminino / sentimento de grande afeição,
simpatia, apreço entre pessoas ou entidades – ver Dicionário Aurélio) é algo
maravilhoso e significativo para nosso desenvolvimento pessoal. As Escrituras
Sagradas dão conta de pessoas a quem o próprio Deus chamou de amigas, como
Moisés e Abraão (Êxodo 33:11; Números 12:7-8; Isaías 41:8). O Senhor
Jesus também não ficou para trás, pois o Evangelho de João registra Sua
declaração de amizade para com os discípulos (João 15:15).
Podemos e devemos manter o máximo de amizades possíveis em nosso
convívio diário, mas todo cuidado é pouco quando essas relações começam a
atrapalhar nossos critérios de escolhas, pregações e administração da obra de
Deus. Não podemos misturar nossas amizades com as decisões à frente da obra do
Senhor.
O Perigo de Priorizar a Voz Humana
Contudo, isso não quer dizer que não possamos aceitar conselhos de
amigos sábios para ajudar-nos a conduzir o rebanho ou administrar bem a obra. O
exemplo clássico é Moisés sendo aconselhado por seu sogro (e amigo) Jetro (Êxodo
18:13-24). Existem momentos em que o Pastor, Pregador ou qualquer líder
pode e deve pedir um sábio conselho, mas tomando o devido cuidado de não
abandonar a voz de Deus para ouvir a dos amigos; pois isto é muito perigoso.
Ouvindo Vozes Estranhas à Vontade de Deus
Quem não lembra a disposição de Davi em construir um templo ao Senhor,
para retirar a Arca da Aliança (símbolo da presença de Deus) das tendas? Ele
chama seu amigo, o profeta Natã, para comunicar seu desejo. Quando o profeta
ouve o Rei, de imediato dá sua aprovação, sem ao menos perguntar se era aquilo
que o Senhor queria.
De imediato, a voz do Todo-Poderoso fala ao profeta, repreendendo-o pela
autorização dada sem consulta prévia. Esse foi um caso clássico em que a
amizade falou mais alto em uma decisão administrativa e a voz de Deus “quase”
foi ignorada. Ainda bem que Natã era sensível à voz do Senhor para corrigir o
equívoco em tempo hábil, do contrário o Rei Davi teria enfrentado sérias
dificuldades e o povo sofreria as consequências.
A Realidade Ministerial e o Favoritismo
Hoje em dia, meus amigos, não está muito diferente em algumas Igrejas.
Várias decisões estão sendo tomadas, pessoas colocadas em cargos e outras
consagradas não por determinação de Deus, mas por opiniões de amigos que muitas
vezes pensam de forma contrária à vontade do Senhor.
Temos inúmeras pessoas vocacionadas e chamadas por Deus sentadas nos
bancos de nossas Igrejas, pois foram rejeitadas não pelo Senhor, mas pela
“sugestão” de amigos do líder. Sim, essa é a verdade. Quantas pessoas poderiam
estar assumindo posições estratégicas na Obra do Senhor, mas estão mofando nos
bancos porque o Pastor não vai com a cara delas, ou simplesmente porque “aquele
amigo” lhe falou enquanto comiam uma pizza: "Você vai colocar
aquela pessoa? Você não acha que ele (a) é totalmente despreparado (a) para
essa função?"
Assim a obra do Senhor vai sofrendo nas mãos de pessoas mal escolhidas,
que o Senhor não chamou para aquela função, mas que foram colocadas à força,
sem que Deus fosse consultado.
Conclusão: Jesus é o Único Dono
O caminho correto para qualquer escolha é a oração, para que o Senhor
guie quem Ele quer, e não o que nós queremos. O pastor é apenas um mordomo
(administrador) e não o dono da obra. O único dono da Igreja é Jesus Cristo.
Não devemos, em tempo algum, ignorar o comando do General Jesus, sob o
risco de entristecer o Espírito Santo e extinguir Seu trabalhar em nosso meio.
De nada adianta orar dia e noite se estamos tomando as decisões erradas e
desprezando pessoas baseados em falsos critérios. Lembre-se: Jesus morreu na
cruz e é o Único Dono da Igreja. Quando esquecemos nosso lugar, causamos
estragos ao trabalho do Senhor e destruímos vidas que Ele salvou com Seu sangue
precioso.
Do vosso conservo em Cristo,







