Texto: “Deixai-os! Eles são guias cegos guiando cegos. Se um cego
conduzir outro cego, ambos cairão no buraco.” (Mateus 15:14)
Vivemos em uma geração de “imitadores”,
sejam de pregadores ou de cantores profissionais, o que acaba nos tornando
“Maria vai com as outras”.
Imitar é bom até certo ponto, pois o
apóstolo Paulo nos diz que devemos imitar a fé de nossos pastores e seu bom
exemplo de vida. O problema não está no ato de imitar, mas no conteúdo da
imitação.
Vivemos em uma geração na qual a
maioria (salvo exceções) parece ter perdido a capacidade de pensar por si
própria, apenas fazendo o que os outros mandam e imitando o que os outros
fazem; sem ao menos se dar conta de que, muitas vezes, estão agindo errado e
desagradando a Deus.
Lamentavelmente, vejo pregadores
simples de nossas congregações imitando os “profissionais da palavra” que
brilham nos palcos da vida. É um tal de mandar o irmão olhar para o outro,
repetir frases, abraçar, etc. Coisas que fogem aos princípios da Bíblia Sagrada,
mas que, como é “sua excelência”, o grande pregador quem faz, a maioria
torna-se imitadora.
Isso sem falar quando a congregação
toda (incluindo a liderança) passa a imitar os modismos do mundo e traz
costumes totalmente estranhos para os nossos arraiais. Eu poderia citar
centenas deles aqui, mas me contentarei com apenas dois: festas de "comes
e bebes" dentro do templo e rifas para evangélicos. Desde quando essas
coisas são bíblicas? Onde elas têm o apoio das Escrituras?
Paulo disse: “Sede meus
imitadores, como eu sou de Cristo” (1 Coríntios 11:1). Qualquer pessoa
sensata entenderá que Paulo nos exortava a imitar as coisas boas: as virtudes
cristãs, a santidade e a vida espiritual abundante — e não o pecado do mundo ou
os maus costumes de alguns “supostos evangélicos”.
Tomemos cuidado, pois Jesus está de
olho em nossa vida individual e na Igreja coletivamente. Ele nunca nos perdeu
de vista um só momento: “Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz
aquele que tem os sete espíritos de Deus, e as sete estrelas: Conheço as tuas
obras; tens nome de que vives, e estás morto” (Apocalipse 3:1).
Bom domingo a todos,
João Augusto de Oliveira



Acredito que para que haja uma "independência" ou mesmo como esta nas escrituras (conhecei a verdade e a verdade vos libertará) é necessário um certo esforço individual no intuito conhecer as escrituras. É notório como o amigo mesmo mencionou, que hoje em dia temos Irmãos maria vai com as outras e totalmente manipuláveis. Querendo ou não nós irmãos temos a nossa parcela de culpa e a outra vem de nossos líderes, que aproveitam esse deficit de intimidade com as escrituras e impõe suas Ideologias a fim deixarmos mais presos ao que eles falam carnalmente do que livres (conhecendo a verdade). Um belo exemplo é na própria vida deles, com certeza em casa a voz de comando é para os filhos dele estudarem, mas para os filhos dos demais Irmãos a ideia é outra, é a de que eles devem servir a Igreja a qualquer custo.
ResponderExcluirNão precisa publicar este comentario. Gostei muito do seu texto e gostaria de sugerir que vc fizesse uma reescrita trazendo justamente o lado de como fazer para não ser Maria com as outras. Vc trouxe muito bem o lado em que está havendo muitas imitações, agora traz o lado de como podemos fazer para ser originais, claro que para ser original, temos que nos diferenciar, logo a ideia é ser original sem ser rebelde.
ResponderExcluirGraça e Paz!
Obrigado meu querido pela sua honrosa participação neste blog. Gostei bastante dos seus comentário e sugestão, tão logo Deus me conceda tempo e inspiração, estarei elaborando essa postagem.
ExcluirPaz e graça seja contigo,
João Augusto
Gostei muito e aprendi muito eu gosto de ver gente usada por Deus.. e tiro muito proveito em tudo. Continue assim...a paz do senhor Jesus Cristo .
ResponderExcluirGostei muito e aprendi muito eu gosto de ver gente usada por Deus.. e tiro muito proveito em tudo. Continue assim...a paz do senhor Jesus Cristo .
ResponderExcluir