terça-feira, 30 de abril de 2013

0 Acorda Igreja! Estão corrompendo as nossas crianças!




Por Ruy Marinho


Acabo de assistir a um vídeo extremamente inquietante. Trata-se de uma palestra ministrada pela Dra. Damares Alves, advogada, assessora jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e Secretária Nacional do Movimento Brasil Sem Aborto. A mensagem, cujo tema é "Um Alerta Para as Famílias, Educadores, Diretores e Professores", foi gravada na Primeira Igreja Batista de Campo Grande/MS. São denúncias muito graves das quais compartilho com todos os leitores deste blog por serem altamente relevantes.

O marxismo cultural, no pior estilo gramscista, está avançando cada vez mais através do governo vermelho, efetivando à destruição das famílias brasileiras com o golpe mais baixo que poderiam usar: atingindo diretamente as nossas crianças com uma enxurrada de imoralidades destrutivas! 



Assistam ao vídeo... reflitam



Sobre a palestrante: Drª. Damares Alves é membro da Igreja do Evangelho Quadrangular, advogada, atualmente exerce as funções de Assessora Parlamentar no Congresso Nacional, Assessora Jurídica da Frente Parlamentar Evangélica e Secretária Nacional do Movimento Brasil Sem Aborto. É também assessora jurídica da Frente Parlamentar da Família e Apoio a Vida, liderada pelo senador Magno Malta e co-fundadora do movimento  ATINI – Voz Pela Vida, que exerce uma importante luta no combate à violência contra crianças indígenas.


Divulgação: Bereianos

OBS: O mais engraçado é que a grande maioria de nós “cristãos” preenchemos o nosso dia com coisas fúteis como novelas, filmes, futebóis, internet (especialmente FACEBOOK) entre outros besteiróis; mas não temos tempo pra ler, assistir a um vídeo como esse e acima de tudo tomar uma posição contra a pouca vergonha instalada na Câmara e no Congresso Nacional, usando dinheiro público.

E ainda digo mais: Quando Deus levanta alguém que tem a coragem de enfrentar essa “safadeza” ainda têm crentes que criticam, que falam mal do seu próprio irmão, como está acontecendo com o Pastor e Deputado Federal Marco Feliciano, entre outros.

O Brasil e o mundo estão literalmente nas mãos do maligno (1 Jo 5.19). Enquanto isso a Igreja dorme ate mais tarde, faz churrascos, participa de times de futebol, lê romances, passa o dia e a noite no FACEBOOK. Mas, fiquemos sabendo que DEUS COBRARÁ DE NÓS UM ALTO PREÇO pela nossa negligência, descaso e apatia espiritual.

Que Deus tenha misericórdia de nós e de nossa nação...

João Augusto de Oliveira
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0 2º Trim. 2013 - Lição 5 - Conflitos na família I



PORTAL ESCOLA DOMINICAL
SEGUNDO TRIMESTRE DE 2013
A FAMÍLIA CRISTÃ NO SÉCULO XXI: Protegendo seu lar dos ataques do inimigo
COMENTARISTA: ELINALDO RENOVATO DE LIMA
COMENTÁRIOS - EV. CARAMURU AFONSO FRANCISCO
ASSEMBLEIA DE DEUS - MINISTÉRIO DO BELÉM - SEDE - SÃO PAULO/SP

                                                                                      

LIÇÃO Nº 5 – CONFLITOS NA FAMÍLIA
                                          Na família, precisamos dar testemunho de Jesus Cristo.

INTRODUÇÃO
A família é uma realidade terrena e, portanto, haverá conflitos na convivência familiar.
Na família, mesmo em meio a conflitos, precisamos dar testemunho de Jesus Cristo.
I – FAMÍLIA: AMBIENTE CRIADO PARA QUE SE MANIFESTASSE A COMUNHÃO ENTRE DEUS E O HOMEM
- Já vimos que o primeiro grupo social a que uma pessoa pertence é a família, grupo criado pelo próprio Deus (Gn.2:23,24) e que procura suprir as necessidades sentimentais, afetivas e emocionais básicas do ser humano. A função da família é, precisamente, impedir que haja o sentimento de solidão, que caracterizava Adão antes da formação da mulher (Gn.2:20).
- É, precisamente, dentro deste escopo que devemos observar a família. Ela é uma instituição que foi criada por Deus para que o homem pudesse cumprir tudo aquilo que Deus havia planejado para que o homem fizesse. Sem a família, seria impossível que o homem frutificasse e se multiplicasse sobre a face da Terra e, por conseguinte, que o homem pudesse dominar sobre a criação que estava na Terra. É interessante notar que, ao exercer a sua primeira função de dominador sobre o restante da natureza terrena, o homem percebeu que estava só, sentimento este que foi observado por Deus. Sem a providência divina de criação da mulher e, por conseguinte, da família, o homem não teria condições sequer de dominar o restante da natureza, pois, acometido que estava de um sentimento de solidão, de falta, não teria condições psicológicas para se impor frente aos demais seres.
Sem a família, pois, não pode o homem atingir o propósito estabelecido por Deus quando de sua criação. Não há como o homem atender ao que lhe é exigido pelo seu Criador sem que exista a família. Sem a família, o homem não pode sequer ser considerado um homem no sentido estrito da Palavra e as consequências que têm vindo à sociedade moderna em virtude do intenso e progressivo processo de desintegração familiar que temos contemplado é uma prova do que estamos a dizer. Via de regra, os criminosos mais hediondos que têm surgido, que nem sequer se portam como seres humanos, tamanha a sua bestialidade, verdadeiras bestas-feras em corpo humano, são pessoas que foram vítimas da ausência da instituição familiar no histórico de suas vidas.
A destruição da instituição familiar representa, assim, a própria destruição da humanidade, da imagem e semelhança de Deus na vida dos seres humanos e é por isso que o adversário de nossas almas, que nos odeia e nos detesta, tem investido tanto na destruição desta instituição. Destrua-se a família e estarão destruídos os seres humanos e, por conseguinte, toda a sociedade.
OBS: Uma das maiores demonstrações da dificuldade de nossos tempos está, precisamente, em observarmos que o adversário de nossas almas, o deus deste século, tem conseguido obnubilar a própria concepção de família no meio da humanidade, algo que, para não se dizer que se trata de implicância ou desvario dos crentes, é observado por diversas pessoas, inclusive o ex-chefe da Igreja Romana, que, em 1981, assim afirmou: "…A FAMÍLIA nos tempos de hoje, tanto e talvez mais que outras instituições, tem sido posta em questão pelas amplas, profundas e rápidas transformações da sociedade e da cultura. Muitas famílias vivem esta situação na fidelidade àqueles valores que constituem o fundamento do instituto familiar. Outras tornaram-se incertas e perdidas frente a seus deveres, ou ainda mais, duvidosas e quase esquecidas do significado último e da verdade da vida conjugal e familiar. Outras, por fim, estão impedidas por variadas situações de injustiça de realizarem os seus direitos fundamentais.…" (JOÃO PAULO II. Exortação Apostólica Familiaris Consortio, n. 1. Disponível em:http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/apost_exhortations/documents/hf_jp-ii_exh_19811122_familiaris-consortio_po.html   Acesso em 19 jun.2012).
- O papel da família apresenta-se, portanto, como o ambiente escolhido por Deus para que nele não só o homem cumprisse o propósito estabelecido pelo Senhor à Sua mais excelente criação sobre a face da Terra, mas, também, para que pudesse o homem ter a comunhão como seu Criador. Não é à toa que a comunhão entre Deus e o homem é manifestada pelo fato de Deus comparecer ao jardim do Éden na viração do dia para dialogar com o primeiro casal, ou seja, é na família o lugar propício, adequado para que haja a manifestação da comunhão entre Deus e o homem (Gn.3:8).



segunda-feira, 29 de abril de 2013

0 Que a paz do Senhor seja convosco




Essa é uma saudação típica de muitos grupos evangélicos, senão de quase todos que eu conheço e que são reconhecidamente bíblicos. Certo é que há alguns grupos que variam um pouco essa saudação, por exemplo, para: “A paz do Senhor meu irmão, a paz, a paz de Cristo, a paz de Deus etc.”, mas no final das contas o significado é o mesmo.
Mas uma das coisas que têm me chamado a atenção é a hipocrisia, o descaso, a apatia e o desamor com que essa expressão vem sendo praticada em nossos dias. Todos sabemos que o primeiro uso dessa expressão tipicamente cristã foi inaugurada pelo Senhor Jesus, quando da sua ressurreição apareceu aos apóstolos. (vide Lucas 24.36; João 20.21; João 20.19).
Porém ao esboçar essa saudação Jesus tinha em mente não apenas a teoria, mas a prática, ou seja, a essência dessa PAZ desejada pelo Mestre aos seu discípulos. Ao contrário do que acontece nos dias hodiernos, aonde essa saudação vem sendo praticada de forma totalmente desprovida de essência, senão vejamos:
·         Quando saudamos não levamos em conta a real situação da pessoa – Simplesmente deixamos expressar da boca pra fora, mas no fundo não nos importamos se essa pessoa está bem ou má. Quando muitas vezes o irmão que cumprimentamos está atravessando problemas, dores ou vales. Mas qual quem disse que nos importamos com isso.

·         Quando saudamos muitas vezes fazemos pré-julgamentos – Encontramos pessoa que muitas vezes nos cumprimentam “a paz”, mas que nos olham de cima para baixo para observar com que roupas estamos vestidos ou o sapato que calçamos etc.


·         Isso sem falar naqueles que mal dizem “amem” – Alguns nem querem comprometer-se com a saudação cristã, mas muitas vezes apenas dizem “amém”. Embora sabendo que a palavra “amem” signifique assim seja, essa, contudo não é a intenção dessas pessoas, as sim de livrar-se daquele irmão ou irmã que eles não gostam ou não reconhecem como “irmãos na fé”.
Por isso da próxima vez que você disser a alguém “a paz do Senhor” pense bem no peso que essa expressão carrega em si. Este irmão que você cumprimenta pode estar desempregado, no vale, enfermo etc. Certo é que não podemos adivinhar os problemas dos outros, mas pelo menos não custa nada olhar nos olhos, dar um sorriso sincero e deixar transparecer a nossa empatia.
Boa semana a todos,
João Augusto de Oliveira


quinta-feira, 25 de abril de 2013

3 Seis coisas o SENHOR aborrece, mas a sétima ele odeia.



Provérbios 6:16
Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina
Provérbios 6:17
olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, 
Provérbios 6:18
coração que trama projetos iníquos, pés que se apressam a correr para o mal,
Provérbios 6:19
testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos.

Eu não sei se você pratica uma destas seis coisas, ou ainda a sétima, porém se este for o seu caso, é melhor rever os seus conceitos e seus caminhos diante de Deus. Pois o mesmo Deus que é amor é também justiça.

·         Olhos altivos – O Olhar altivo é típico daquela pessoa que se acha superior às demais. Sabe aquele tipo de gente que olha as demais por cima do ombro? Existem pessoas que porque têm alguma coisa ou são mais bonitas ou intelectuais acham-se superiores aos outras. CUIDADO, pois Deus abomina a altivez.

·         Língua mentirosa – Uma coisa que jamais pode dominar a vida de um crente salvo é o “habito de mentir”. A queda da humanidade partiu de uma mentira de Satanás para Eva no Éden.

·         Mãos que derramam sangue inocente – Estamos falando de pessoas homicidas. Mas será que serão apenas aos homicidas na prática (os que matam de fato) que o texto sagrado está referindo-se? Leiamos o que diz João: “Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele”. 1 João 3:15
Observe que na concepção de João, a pessoa não precisa matar de fato a outra para ser considerada homicida basta “odiar”. Você odeia alguém? Tem alguém que você não suporta vê na sua frente? É melhor repensar suas atitudes.

·         Coração que trama projetos iníquos – Devemos tomar muito cuidado para não maquinarmos o mal em nosso coração contra quem quer que seja. Pois o Senhor é vingador das injustiças, e está escrito que Ele olha para dentro do nosso coração e sonda-nos.

Pés que se apressam a correr para o mal - É preciso pedir a Deus, sempre, sabedoria.  Precipitações, impaciência, ingenuidade, fraqueza, tentações, ciladas do Maligno...  bem podem nos levar a “correr para o mal”. A Bíblia tem um alerta para nós: Pv 19:2  “Não é bom agir sem refletir; e o que se apressa com seus pés erra o caminho”.
Por isso temos a necessidade dos conselheiros:  Pv 15:22 “Onde não há conselho, frustram-se os projetos; mas com a multidão de conselheiros se estabelecem”.

Testemunha falsa que profere mentiras - Em Atos 6 temos o relato de como Estevão teve que enfrentar acusações de falsas testemunhas: “e apresentaram falsas testemunhas que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras contra este santo lugar e contra a lei; porque nós o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos transmitiu” (At 6:13 e 14).No julgamento de Jesus os judeus do Sinédrio usaram o mesmo precedente contra o Senhor (Mt 26:59ss).Talvez o caso de falsas testemunhas mais escandaloso de todos os tempos se encontre em Mateus 28:11-15, no caso do suborno dos guardas do sepulcro de Jesus, para que testemunhassem uma versão mentirosa, do roubo do corpo enquanto eles dormiram. Pv 19:5 “A testemunha falsa não ficará impune; e o que profere mentiras não escapará” (no verso 9 esta palavra é repetida!).

E o que semeia contenda entre irmãos - O homem vil e perverso de Pv 16:27-30 : “O homem vil suscita o mal; e nos seus lábios há como que um fogo ardente. (28) O homem perverso espalha contendas; e o difamador separa amigos íntimos. (29) O homem violento alicia o seu vizinho e guia-o por um caminho que não é bom. (30) Quando fecha os olhos fá-lo para maquinar perversidades; quando morde os lábios, efetua o mal”. Pv 26:20 “Faltando lenha, apaga-se o fogo; e não havendo difamador, cessa a contenda. (21) Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas. (25) Quando te suplicar com a voz suave, não o creias; porque sete abominações há no seu coração. (26) Ainda que o seu ódio se encubra com dissimulação, na congregação será revelada a sua malícia”. Pv 17:9 “O que perdoa a transgressão busca a amizade; mas o que renova a questão, afasta amigos íntimos”.
Tomemos cuidado, pois o nosso Deus é um fogo consumidor.

Shalom Adhonay,
                            João Augusto de Oliveira

quarta-feira, 24 de abril de 2013

0 Lição 3: As bases do casamento cristão



Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2013 - CPAD - Jovens e Adultos
Título: A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo
Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Elaboração e pesquisa para a Escola Dominical da Igreja de Cristo no Brasil, Campina Grande-PB;
Postagem no Blog AUXÍLIO AO MESTRE: Francisco A Barbosa.

Lição 3 – As bases do casamento cristão
21 de abril de 2013

TEXTO ÁUREO
“Vós, maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela” (Ef 5.25). Paulo enfatiza que, especialmente no relacionamento conjugal, a submissão não deve ser apenas uma atitude unilateral, mas um relacionamento recíproco entre duas pessoas que amam a Deus e desejam agradá-Lo (oferecendo a Deus o sacrifício de uma vida santa). A entrega de Jesus, por nossa salvação eterna, ilustra de forma dinâmica a maneira pela qual o marido cristão deve dedicar-se carinhosamente ao bem-estar de sua esposa. Entregar-se à morte a favor da amada é uma manifestação mais sublime de devoção do que a exigida da esposa. Que mulher não seria submissa a um homem capaz de entregar sua própria vida para vê-la feliz? Bíblia King James Atualizada (BKJ), p.2288.

VERDADE PRÁTICA
O casamento cristão tem de ser edificado tendo como base o amor a Deus e ao próximo. Sem amor não há casamento feliz.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Efésios 5.22-28,31,33.
22 - Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;
23 - Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja: sendo ele próprio o salvador do corpo.
24 - De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.
25 - Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
26 - Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
27 - Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
28 - Assim devem os maridos amar a suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
31 - Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
33 - Assim também vós cada um em particular ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·                               Compreender qual é a verdadeira vontade divina para o casamento;
·                               Conscientizar-se da importância do amor mútuo e verdadeiro para se estabelecer uma família, e
·                               Enfatizar a importância da fidelidade conjugal no casamento.

PALAVRA-CHAVE
Amor Conjugal: O amor entre os cônjuges.

COMENTÁRIO

introdução

Nenhum tema é mais sensível ao coração de Deus do que aquele que, hoje, prende a atenção de todo cristão sensível e cheio do Espírito Santo: a prioridade da família. A fim de prevenir-se contra a imoralidade sexual, Deus ordenou o sagrado relacionamento do matrimônio. Na epístola aos Hebreus, as Escrituras ensinam: “venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula” (13.4) – Sem mácula contém mais do que uma aprovação do relacionamento conjugal, mas também vincula a responsabilidade do casal de preservar sua intimidade das práticas perversas e degradantes de uma sociedade lasciva. Tenhamos todos uma abençoada e frutífera aula!

I. A VONTADE DE DEUS PARA O CASAMENTO
1. Um plano global. O mandamento exarado em Gn 2.24 encerra profundos significados; Deixará conota uma mudança de prioridade da parte do marido. Apegar-se-á traz a ideia tanto de paixão como de permanência. Uma carne tem numerosas implicações, incluindo união sexual, geração de filhos, intimidade espiritual e emocional e demonstração de respeito de um para com o outro, assim como se respeita pais e outros irmãos. Isto é intensificado no Novo Testamento, onde fica evidente que os cônjuges cristãos também são irmão e irmã.
2. Os indicadores da vontade de Deus. Ao aconselhar os jovens em relação ao namoro, noivado e casamento, é preciso orientá-los para que tomem decisões conscientes. Nesse particular, é preciso buscar a vontade de Deus, cujos indicadores são:
a) A Paz de Deus no coração. Em sua prática de amor, perdão e bondade, a comunidade cristã deve ser uma vítima da reconciliação e paz que Cristo trouxe entre o céu e a terra e entre uma humanidade dividida (Cl 1.20-22; 2.14-15; 3.11,13).
b) O comportamento pessoal. Pessoalmente, deve-se ser revestido de ternos afetos: um relacionamento que envolve emoção e cuidado para com todos cujas vidas encontram-se machucadas e abatidas; bondade: prontidão em fazer o bem, mesmo quando possa ser imerecido (Rm2.4; Tt 3.4); mansidão: ou brandura; longanimidade: boa-vontade para agir com tolerância diante da fraqueza humana (Rm 2.4; 1Tm 1.16).
c) Naturalidade. Nesse ponto, nos serve o conselho de Paulo as viúvas: quando aquelas estariam livres para casar-se com quem quisessem, com uma única consideração é que se ela casasse novamente, seu novo esposo deve ser um crente. Orar para que Deus encaminhe o relacionamento é dever de todo crente, mas preocupar-se ao ponto de buscar “profetas” demonstra apenas falta de fé no Deus que é Provedor e que zela pelos seus.
d) Os princípios de santidade. Neste ponto, aplica-se aqui o conceito da Igreja como o novo templo onde Deus habita (1Co3.16). Apesar de devermos estar conscientes desse caráter pessoal da residência do Espírito Santo em nós, a ênfase das Escrituras recai sobre a identidade coletiva do povo de Deus como um templo santo e como uma casa espiritual (Ef 2.19-22; 1Pe 2.4,5). Assim, deve-se cuidar para não pecar contra o corpo, que é templo do Espírito Santo. A união física envolvida na imoralidade sexual reveste-se de consequências especiais, porquanto interfere com a nossa identidade cristã como pessoas que foram unidas a Cristo por intermédio do Espírito Santo. O sexo antes e fora do casamento é pecado (Êx 20.14; 1 Ts 4.3). E a virgindade, tanto do rapaz, quanto da moça, continua a ser muito importante aos olhos de Deus.
SINOPSE DO TÓPICO (I)
Deus ordenou, logo no princípio, que o homem deixasse pai e mãe e se unisse à sua mulher, para que ambos sejam “uma só carne”.

II. O AMOR VERDADEIRO NO CASAMENTO
1. O dever primordial do casal. As instruções específicas que o apóstolo Paulo dá a maridos e esposas são um vislumbre do Noivo e da noiva – um modelo celeste para todos os casamentos na terra. Sendo marido, como devo me comportar em relação à minha esposa? Olhe para Cristo, o noivo divino, em seu relacionamento com a Igreja: ame-a, faça sacrifícios por ela, ouça suas preocupações, cuide dela; seja tão sensível às necessidades e dores dela como você o é com seu próprio corpo. Sendo esposa, como devo me comportar em relação ao meu esposo? Olhe para a noiva escolhida, a Igreja em seu relacionamento com Cristo: respeite-o, reconheça sua qualidade de “chefe” da família, responda à sua liderança, ouça-o, louve-o, esteja unida a ele em propósito e vontade, ajude-o de verdade (Gn 2.18). Nenhum marido ou esposa consegue fazer isso por simples força de vontade ou resolução, mas como você (incluindo seu casamento) é “feitura sua” (Ef 2.8-10), Deus os ajudará a alcançá-lo. [Bíblia de Estudo Plenitude, p.1230]
2. O amor gera união plena. Quando a Bíblia apresenta o relacionamento entre o Pai e Jesus, ela está mostrando como marido e esposa devem se relacionar. Marido e esposa devem compartilhar um amor mútuo (Jo 5.20; 14.31). Apesar de terem papéis diferentes no casamento, marido e esposa são iguais: eles devem viver em unidade (Jo 10.30; 14.9,11), estimar-se um ao outro (Jo 8.49,54). Adão e Eva foram criados mutuamente interdependentes, e assim, juntos, eles criam a humanidade de maneira completa.
SINOPSE DO TÓPICO (II)
O marido que não ama a esposa não pode dizer que obedece a Palavra de Deus.

III. A FIDELIDADE CONJUGAL
1. Fator indispensável à estabilidade no casamento. A área mais sensível do bom relacionamento conjugal é a sexualidade, um aspecto incomparavelmente profundo da personalidade, envolvendo todo o ser de uma pessoa. A imoralidade sexual tem efeitos de longo alcance, com grande significado espiritual e complicações sociais. Relação sexual é mais do que uma experiência biológica; ela envolve uma comunhão de vida, por isso mesmo, é expressamente recomendado por Paulo: “Fugi da prostituição” (1Co 6.18). Além da fidelidade conjugal na área sexual, o lar cristão deve ser a continuação da igreja, e verdadeiramente o é, assim, o relacionamento entre os membros da família deve ser tão santo em casa, quanto na igreja. A fidelidade é indispensável para que se mantenham inabaláveis os alicerces do lar – todos fiéis uns aos outros.
2. Cuidado com os falsos padrões. Os prejuízos causados pelos falsos padrões têm sido imensos. O modo de vida e o “mundo do faz de conta” onde vivem os artistas tem influenciado drasticamente essa geração. Não é raro vermos frequentadores da mídia opinando sobre assuntos controversos e, quase maioria, favorável a um modo de vida contrário ao estabelecido pelas Escrituras, defendendo novas “configurações familiares”, seguindo aqueles que desprezam e debocham dos princípios divinos. Biblicamente, Deus sustenta a aliança matrimonial. Quando duas pessoas se casam, Deus mesmo se coloca como uma testemunha do casamento, selando-o com a palavra mais forte possível: concerto ou aliança. A aliança fala sobre a fidelidade e compromisso contínuos. Ela fica como uma sentinela divina sobre o casamento, para bênção ou para julgamento. Para o mundo separado de Deus, o padrão é a busca pelo prazer e felicidade, se for preciso, com o divórcio. O padrão divino, contudo, descreve o divorcio como violência. Iniciar o divórcio causa violência ao propósito de Deus para o casamento e ao cônjuge a quem alguém se ajuntou.
SINOPSE DO TÓPICO (III)
O verdadeiro padrão do amor conjugal que deve ser seguido por todos, sobretudo pelo cristão, é o mesmo que o de Cristo pela Igreja.

CONCLUSÃO

No casamento cristão, o modelo do marido é o Noivo divino; o modelo da esposa é a igreja. Nesse mister, o poder e a autoridade de Deus colocam-se contra qualquer inimigo que venha a ameaçar o matrimônio, isso porque o próprio Deus é o Protetor e o Provedor; o marido que olha para Deus, nele encontrará a inspiração e o poder necessários para a sua família. Família é uma palavra arraigada em Deus: Quando um homem e uma mulher se unem em casamento, Deus lhes estende este nome que, em essência, lhe pertence. Marido, mulher e filhos vivem de acordo com o verdadeiro significado desse nome e refletem a natureza e vida da divina família em sua família humana. N’Ele, que me garante: "Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus" (Ef 2.8),

Graça e Paz a todos que estão em Cristo!

Francisco de Assis Barbosa
Cor mio tibi offero, Domine, prompte et sincere
Meu coração te ofereço, Senhor, pronto e sincero (Calvino)

Recife-PE
Abril de 2013.

EXERCÍCIOS
1. Quando o marido se torna “uma só carne” com a esposa?
R. Durante o ato conjugal.
2. Cite pelos menos três indicadores da vontade divina no relacionamento.
R. Paz de Deus no coração, o comportamento pessoal e naturalidade.
3. Como deve ser o amor do marido pela esposa?
R. O amor à esposa, ordenado pelas Escrituras, deve ser o mais elevado possível. É semelhante ao amor de Cristo pela Igreja: “Como também Cristo amou a Igreja”.
4. O que é indispensável à estabilidade no casamento?
R. A fidelidade conjugal.
5. Qual é o verdadeiro padrão do amor conjugal?
R. O verdadeiro padrão do amor conjugal é o de Cristo para com a Igreja!

NOTAS BIBLIOGRÁFICAS

OBRAS CONSULTADAS:
-. Lições Bíblicas do 2º Trimestre de 2013, Jovens e Adultos: A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo; Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima; CPAD;
-. LIMA, Elinaldo Renovato de. A Família Cristã nos dias atuais. 7 ed. 2004, RJ: CPAD;
-.CRUZ, E. Sócios, Amigos & Amados. Os três pilares do casamento. 1 ed., RJ: CPAD, 2005;
-.YOUNG, E. Os Dez Mandamentos do Casamento: O que fazer e o que não fazer para manter uma aliança por toda a vida. 1 ed., RJ: CPAD, 2011.



Postado por Francisco Barbosa 

Autorizo a todos que quiserem fazer uso dos subsídios colocados neste Blog. Solicito, tão somente, que indiquem a fonte e não modifiquem o seu conteúdo. Agradeceria, igualmente, a gentileza de um e-mail indicando qual o texto que está utilizando e com que finalidade (estudo pessoal, na igreja, postagem em outro site, impressão, etc.).
Francisco de Assis Barbosa





 

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