sábado, 5 de maio de 2012

1 Colocando o dedo na FERIDA


Nada mais horrível do que ouvir discursos vazios falados de púlpitos de igrejas evangélicas, de bocas de pessoas vazias e sem compromisso real com o Reino de Deus e com a salvação das almas.

Porém, por mais horrível que isso seja, é o que mais temos visto nos últimos anos, meses e dias.

É tanta gente que faz um belo discurso sobre a santidade e a pureza; mas quando você vai ver a vida dessa pessoa atrás do púlpito, revela um profundo antagonismo entre aquilo que ela fala e o que vive.

Tenho visto tantos discursos principalmente sobre o amor. Meu Deus são tantos que se esforçam para explicar o amor eros, o storge, o fillis e o ágape principalmente. Agora, explicar retoricamente é uma coisa; enquanto que viver na prática é outra totalmente diferente.

Você acha que eu estou errado? OK! Vamos aos fatos:

Muito se fala de amor, mas quem se importa com os menos favorecidos da comunidade evangélica? Quem se importa com o pai de família que ganha um salário minguado para tentar fazer milagre e sustentar a sua família?

Quando você está desempregado (não por ser um preguiçoso, mas porque não arruma emprego) e você vai procurar a igreja que congrega qual a atitude deles? 

Pois é! Sabe aquela igreja que você dizimou por vários anos e de repente você precisa dela, ela te ajuda?

Fala-se tanto em amor, mas o que dizer do descaso com os nossos irmãos afastados (os soldados feridos) que pararam no meio da batalha e foram abandonados?

Fala-se tanto em amor, mas o que dizer das almas sedentas de salvação e caminhando em direção ao inferno; enquanto crentes “amorosos” passam o domingão assistindo o “futebolzao”, ao invés de evangelizar ?

Amor, amor, amor! Que música suave não é? Mas o que dizer daqueles que em razão de não serem dizimistas nas igrejas são abandonados e amaldiçoados com o “vírus do devorador”?

Ora minha gente, acho que é chegada a hora de deixarmos a hipocrisia de lado e assumir a nossa verdadeira identidade. Ou somos ou não somos. Ou amamos de verdade ou não amamos coisa nenhuma. Será que nunca vamos aprender que aquilo que não temos (o amor de verdade), devemos busca-lo de Deus (o maior exemplo) e ele nos dará? Ao invés de viver pregando e ensinando aquilo que não temos?

João Augusto de Oliveira


1 comentários:

  1. Bom dia , amigo, J.A, vc realmente falou tudo que tenho visto e ouvido, nas igrejas. ainda bem que ainda existe pessoas que tentam levar a verdade para certas pessoas.
    Parabéns pelas suas mensagens.

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